quarta-feira, 30 de março de 2022

TEM GAÚCHOS NO FESTIVAL TOCANTINENSE


Estamos concorrendo com o Tema RIO ARAGUAIA com letra minha e música de Arison Martins, nas vozes de Arison & e Emerson, representando São Francisco de Assis e São Vicente do Sul e obviamente o Rio Grande do Sul, nesse que é um dos Maiores festivais de músicas do Brasil, com mais de 1700 músicas inscritas, nós estamos com um tema e uma melodia sobre o rio Araguaia, uma guarânia Pantaneira. 

Leia a baixo a mateira completa da divulgação desse festival, e a partir do dia 1º de Abril, precisaremos de todos vocês, numa escolha com votos pela internet.

Contamos com todos!

Matéria de divulgação do festival

Com representantes de vários estados, festival tocantinense anuncia músicas classificadas
A próxima etapa é a votação popular no site do festival a partir do dia 1º de abril e a finalíssima, diante de comissão julgadora, no dia 26

Por: Redação

“Fomos surpreendidos pela quantidade de trabalhos que chegaram de todo o País”, afirma Beto Naves, um dos organizadores do evento. “Este será um dos maiores festivais de todos os tempos no Estado”, completa Paulo Albuquerque, que também está à frente do festival. O MeToca acontece graças a uma emenda do deputado estadual Eduardo Siqueira Campos, com recursos da Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Tocantins.


Os compositores trabalharam em tempo recorde para pesquisar e compor obras com temáticas pré-determinadas pela organização. “Quisemos estimular o que é relevante tanto para o meio ambiente quanto para o aspecto do turismo do Estado”, afirma Rogério Schalch, dirigente da Veros Ambiental, entidade que gere os recursos do MeToca.

Os concorrentes, dentro de suas linguagens musicais próprias, trabalharam textos de acordo com as seguintes temáticas: (i) Arquipélago do Tropeço; (ii) Bico do Papagaio; (iii) Cerrado; (iv) Ilha do Bananal; (v) Jalapão; (vi) Lago de Palmas; (vii) Rio Araguaia; (viii) Rio Tocantins; (ix) Serras Gerais; e (x) Taquaruçu.


30 músicas


Segundo o regulamento, a pré-seleção contemplaria 30 músicas, ou seja, até três obras dentro de cada tema. O tema Serras Gerais, no entanto, teve apenas uma música classificada segundo os critérios do Festival. Os organizadores decidiram então classificar mais duas músicas em temas que tiveram grande demanda de concorrentes: Bico do Papagaio e Rio Araguaia.


A música selecionada dentro do tema Serras Gerais já está automaticamente na final. As demais irão concorrer no voto popular, que vai escolher o primeiro lugar dentro de cada um dos nove temas restantes. A votação acontece exclusivamente no site do festival www.festivalmetoca.com.br, entre os dias 1º e 15 de abril. As músicas estarão disponíveis para audiência, e cada pessoa poderá votar em apenas uma música dentro de cada um dos temas.


Após encerrar a votação, a comissão organizadora dará um prazo para que os concorrentes apresentem clipes das 10 músicas vencedoras, e estas irão à votação de um juri composto especialmente para escolher os ganhadores do MeToca, no dia 26 de abril.


Serão distribuídos os seguintes prêmios: cada um dos 10 classificados receberá: R$ 1.500,00; o primeiro lugar ganha: R$ 10.000,00; o segundo: R$ 7.000,00; o terceiro: R$ 5.000,00; o quarto: R$ 3.000,00; e o quinto: R$ 2.000,00.



A final do festival será ao vivo no dia 26 de abril, com show de encerramento de Oswaldo Montenegro.

Classificados por ordem alfabética

Classificados por ordem alfabética

TEMA: TROPEÇO

INTÉPRETE E AUTORES

CIDADE/ESTADO

Soneto do nosso Tropeço

Zebeto Correa (autoria: Zebeto Correa e Tavinho Limma)

Belo Horizonte - MG

Tropeço

Dorivã Borges (autoria: Dorivã)

Luzimangues - TO

Tropeço e sua beleza

Walter Pereira (autoria: Walter Pereira)

Peixe - TO

 

TEMA: ILHA DO BANANAL

INTÉPRETE E AUTORES

CIDADE/ESTADO

A fera da Ilha

Chico Chokolate (autoria: Antônio Roveroni e Chico Chokolate)

Gurupi - TO

Bananais no sertão

Ulisses Cândido (autoria: Ulisses Cândido)

Brasília - DF

Iny - Povos da Ilha

Branco, Diva e Renato Barros (autoria: Branco Barros e Diva Barros)

Cuiabá - MT

 

TEMA: TAQUARUÇU

INTÉPRETE E AUTORES

CIDADE/ESTADO

Banho de sol

Madian Braga (autoria: Madian Braga)

Araguaína - TO

Sagrado céu Taquaruçu

Clara Garcia (autoria: Selma Terra e Clara Garcia)

Gurupi - TO

Taquaruçu

Querenhapuque (autoria: Claudineia Carvalho e Querenhapuque)

Palmas - TO

 

TEMA: SERRAS GERAIS

INTÉPRETE E AUTORES

CIDADE/ESTADO

Serras Gerais

Matheus Mancine (autoria: Matheus Mancine)

Luzimangues - TO

 

TEMA: RIO TOCANTINS

INTÉPRETE E AUTORES

CIDADE/ESTADO

Canção do meu lugar

Diomar Naves (autoria: Darlene Magalhães e Francisco)

Palmas – TO

Nas águas do Tocantins

Lucas Madi (autoria: Lucas Madi e Bruno Kohl)

Porto Belo - SC

Rio Tocantins

Genésio Tocantins – Juraíldes (autoria: Genésio, Juraíldes e J. Santos)

Palmas - TO; Goiânia - GO

 

TEMA: RIO ARAGUAIA

INTÉPRETE E AUTORES

CIDADE/ESTADO

Araguaia após Calipso

Braguinha Barroso (autoria: Braguinha Barroso)

Palmas - TO

De volta em tuas águas

Arison & Emerson (autoria: Arison Martins e Paulo Ricardo Costa)

São Vicente do Sul - RS

Mais uma de pescador

Nice Albano e Zé Moraes (autoria: Nice Albano e Zé Moraes)

Araguaína - TO

Palmas para os rios

Nando Soares (autoria: Juca Moraes, Volmar Camargo, Edsom Macuglia e Nando Soares)

Cruz Alta - RS

 

TEMA: LAGO DE PALMAS

INTÉPRETE E AUTORES

CIDADE/ESTADO

Lago encantado

Nando Soares (autoria: Juca Moraes, Volmar Camargo, Beto Barcellos e Nando Soares)

Cruz Alta - RS

No lago de Palmas

Wolf Borges (autoria: Wolf Borges)

Poços de Caldas - MG

Beleza sem igual

Frederico e Fabrício Alves (autoria: Frederico Alves e Fabrício Alves

Gurupi – TO

 

TEMA: JALAPÃO

INTÉPRETE E AUTORES

CIDADE/ESTADO

Jalapão encantado

Renato Borges (autoria: Renato Borges)

Manaus – AM

Jalapão

Leandra Leon (autoria: Lidiane Martins da Silva)

Uberlândia – MG; Frutal - MG

Menino Jalapão

Junior 7 Cordas (autoria: Thimeraçuí da Silva Morais)

Palmas – TO

 

TEMA: CERRADO

INTÉPRETE E AUTORES

CIDADE/ESTADO

Cadê meu cerradinho

Genésio Tocantins (autoria: Genésio Tocantins)

Palmas – TO

Coco cerrado

Bilora (autoria: Valmir R. de Carvalho – Bilora)

Contagem – MG

O cerrado entende

Anderson Camacho (autoria: Anderson Camacho)

Araguaína – TO

 

TEMA: BICO DO PAPAGAIO

INTÉPRETE E AUTORES

CIDADE/ESTADO

Bico do Papagaio

Lucimar (autoria: Lucimar)

Palmas – TO

Macete e Machado

Josifran (autoria: Josifran)

Paço do Lumiar – MA

Mamãe Maysa

Laysa Viana (autoria: Sidneis Viana)

Palmas – TO

Saudades Babaçu

Clarisse Martins (autoria: Thimeraçuí da Silva Morais)

Palmas – TO

 Mais informações: 63 99914-9587 (WhatsApp), com Paulo Albuquerque

terça-feira, 29 de março de 2022

ANO QUE VEM - 100 ANOS DA REVOLUÇÃO DE 23

 Ano que vem acontecerá os 100 anos da Revolução de 1923 - e desde já, estamos preparando materiais para que as pessoas não esqueçam esse movimento armado que repartiu a população do Rio Grande dos Sul, entre Chimangos e Maragatos, e que, até hoje, ainda deixa uma lacuna, de quem foram os Assisenses que tombaram na Praça Coronel Manoel Viana, naquele fatídico amanhecer de Outubro de 23.

Alguns assisenses que fizeram parta das Culuna do Honório Lemes na Revolução de 23 e aqui consigo resgatar as fotos de dois deles: Cel. Paulino Cipriano Haigert (Cel. Pimba) e Dr. Antero Marques, ambos revolucionários que combateram na mais sangrenta revolução do século passado.


Foto tirada momentos antes do combate de Santa Maria Chico em Dom Pedrito em 1923. O primeiro a esquerda é o Dr. José Narciso Antunes e o velho ao centro de bombachas brancas é o célebre degolador de 93 coronel Adão La Torre, momentos antes de morrer. ( cortesia da professora Ana Regina Fernandes Antunes de Rosário do Sul ,nora de José Antunes)
Flagrante histórico da revolução de 1923 em Dom Pedrito, no passo do rio Santa Maria Chico momentos antes do combate quando foram atacados de surpresa por Flores da Cunha e Nepomuceno Saraiva. (cortesia da professora Ana Regina Fernandes Antunes)
Foto tirada dentro da prefeitura de Alegrete após a cidade ser ocupada por Honório Lemes. Em primeiro plano os 9 irmãos Alves e a esquerda de H. Lemes o Dr. Alexandre e o Dr. Antero Marques. ( cortesia do Dr. Carlos Roberto Dias Roque- Mano Roque). 
Honório Lemes e o filho Nolo em frente Igreja Matriz de Dom Pedrito cercados por fanáticas moças daquela cidade.
Estancia da Serra na Serra do Caverá em Rosário do Sul. Na foto em os três pé são os coronéis Quinote Bueno, Paulino Cipriano Heygert (o Pimba) e Iracildes Conceição.
Sentados jornalista Julio Ruas, coronel Áfrico Serpa, General Honório Lemes, coronel Virgilio Viana e Rafael Giordani.
Outro bravo das forças de Honório Lemes, coronel Hortêncio Rodrigues e a esposa, depois da revolução em São Francisco de Assis.
Honório Lemes desfila nos braços de admiradoras pelo centro da cidade de São Gabriel após a ocupação daquela cidade. Foto tirada por Isaias Evangelho. (cortesia da familia do saudoso Amigo Neri Xavier).
A esquerda, o genro Antonio (Tunica) Silveira, Adalgisa (filha), Gaspar (filho), Ambrozina (filha), Adalgisa Silveira Lemes (esposa) e Nolo Lemes (filho). (Cortezia familia do saudoso amigo Neri Xavier)

Honório Lemes cercado por fanáticas moças maragatas de Rosário do Sul na praça central daquela cidade em 1924. 
Revolucionários da coluna Honório Lemes. Gauchada do capitão Delibio Marques, pai do seu Enedino Marques.







quarta-feira, 23 de março de 2022

São Chico de Paula e São Chico de Assis

(Foto do G1 - RBSTV)

             Duas cidades, uma serrana e outra na fronteira oeste do estado, uma São Chico de Paula a outra São Chico de Assis, uma que tem o Ronco do Bugio e a outra a Querência do Bugio, se irmanam no intuito de unir num só pensamento a valorização do ritmo bugio, esse balanço sincopado que nasceu numa cordeona gaúcha e que há muito tempo vem embalando as noites desse estado, tão rico em musicalidade e cultura.

            Ver os dois município ligados num só pensamento e irmanados num só sentimento é muito bom, mas nunca devemos esquecer que essa valorização tem que ser da cultura e não da politica, apesar de que, nada se faz nesse País sem politica, mas quando se pões interesses maiores que os da cultura, temos que termos muito cuidado, porque árvore sem raiz não para em pé.

            O encontro, do retrato acima, acontecido na São Chico serrana, mostra o passo que está sendo dado para levar adiante esse projeto de tornar o Bugio um Patrimônio Cultural do Rio Grande do Sul e do Brasil, que seja feito, mas que a pressa não venha colocar a tropa estourada. 

terça-feira, 22 de março de 2022

35ª EDIÇÃO DO FESTIVAL CARIJO DA CANÇÃO

CARIJEIRO DE PRIMEIRA RONDA? 
FIQUE POR DENTRO DO REGULAMENTO DESTA 35ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DA PALMEIRA

        No objetivo de favorecer a revelação de novos talentos, incentivar a criatividade poética e musical, além de fortalecer a nossa cultura, Carijo da Canção Gaúcha já está com inscrições abertas e premiações desta edição chegam a 10 mil reais
        Neste ano de 2022 o Carijo da Canção Gaúcha vai para a sua 35ª edição e já se consolida como um dos maiores Festivais nativista do país. Centenas de artistas já defenderam suas canções sempre inéditas no palco do Pavilhão de Eventos do Parque de Exposições Tealmo José Schardong, em Palmeira das Missões; e agora esse evento, que sempre esteve no coração de cada palmeirense e gaúcho de todas as querências, está de volta: depois de dois anos de pandemia, o Carijo volta a ser realizado de maneira presencial e com participação de público.
        Mas para quem ainda está com poucos outonos em suas costas, talvez o Carijo ainda seja novidade. Vale então lembrar: muito mais do que o belo e característico acampamento da cidade de lona, esse evento tem na sua constituição uma fraterna e idílica competição musical, que antes de qualquer intérprete, tem como maior ganhadora disso tudo a cultura gaúcha. Para entender melhor como tudo isso funciona, preparamos esse material especial sobre o nosso Festival, explicando resumidamente um pouco do seu regulamento, tanto para quem vai competir, quanto para quem vai prestigiar o evento.

AS INSCRIÇÕES: Já foram iniciadas, no último dia 15, as inscrições para apresentações no Carijo. São feitas exclusivamente pelo site do Festival e se estendem até as 23h59m do dia 15 de abril. No ato das inscrições o artista já deve escolher a modalidade desejada - local ou regional; preencher a ficha de inscrição informando os autores da letra e da melodia da canção e demais informações; e por fim anexar o áudio em formato MP3 com cópia da letra, com título e ritmo da composição. Depois de efetuada a inscrição suas informações não podem ser alteradas.
 
A COMPETIÇÃO LOCAL: Podem participar na modalidade local apenas artistas residentes em Palmeira das Missões a pelo menos seis meses antes do início do Festival. De todos os inscritos pelo site, a triagem às cegas - com base nos materiais fornecidos no ato de inscrição - vai selecionar dez músicas a serem defendidas pelos seus músicos na primeira noite do Carijo, no caso, no dia 26 de maio de 2022, este momento é o que os carijeiros chamam de Primeira Ronda. Desta noite saem quatro canções finalistas, elas já ganham quatro troféus de participação no evento.

A COMPETIÇÃO GERAL: Participam dessa modalidade artistas de todo o Mercosul, com letras em português. Desta vez 18 canções são selecionadas na triagem, para se apresentarem na Segunda Ronda do Festival, do dia 27; e na Terceira Ronda, do dia 28. Das 18 apresentações apenas 12 irão para a final. Por sua vez, a final acontece na noite de encerramento do Carijo, no domingo dia 29. Nesta noite 16 canções são defendidas pela segunda vez e além da colocação geral, elas concorrem também nas premiações paralelas.

AS CANÇÕES DO FESTIVAL: Elas precisam ser inéditas. Isso significa que podem até ter sido defendidas em outros festivais, mas não podem ter sido premiadas, nem gravadas, nem utilizadas em qualquer outra ocasião comercial. Eles devem ter no máximo quatro minutos e trinta segundos, podem ser fruto do trabalho de no máximo oito pessoas, e ao menos três artistas precisam subir ao palco para defendê-la, em canto e melodia. Qualquer instrumento pode ser utilizado, e inclusive uma bateria fica sempre a disposição dos artistas já no palco. O que não pode é descaracterizar a linha musical do Carijo. Todas as músicas deixam de ser gravadas em CD e DVD para serem disponibilizadas online em plataformas de streaming.

AS APRESENTAÇÕES: O mais importante, todos os participantes devem estar devidamente pilchados para subir ao palco do Carijo. Antes disso, cada compositor pode inscrever, de maneira individual ou colaborativa, o número de até cinco canções. Sendo que, no máximo, apenas duas destas poderão ser classificadas para a fase local e geral de apresentações. Se cumprir os requisitos, o mesmo artista pode se inscrever para ambas as fases - local ou geral. O intérprete ainda pode defender até duas músicas no Festival, podendo participar de uma terceira como instrumentalista. Instrumentalistas podem defender três canções ao total.
Todos os artistas participantes do Festival podem também participar de Tertúlias, sem direito à cachê, no Palco Paralelo do Carijo, exceto de suas músicas selecionadas para a competição. Todas as músicas selecionadas na etapa de triagem devem ser autorizadas pelos seus autores para gravação e veiculação pela organização do Evento. Essa autorização deve ser feita até o dia 02 de maio, via correio ou pessoalmente para o endereço da Secretaria Municipal de Cultura.

OS RECURSOS AOS PARTICIPANTES: Cada participante classificado para a fase local receberá o valor de R$2000,00. Já os participantes da Segunda Ronda, pertencentes a primeira noite da fase geral, receberão R$4000,00 por música; por fim, os participantes da Terceira Ronda, pertencentes a segunda noite da fase geral, receberão R$3500,00 por música. O Festival não fornecerá alimentação e hospedagem para os participantes.

A COMISSÃO ORGANIZADORA E JULGADORA: A Comissão Organizadora do Carijo, presidida pelo Prefeito Municipal Evandro Luís Massing, é composta por várias coordenações e tem como responsabilidade integral a organização do 35º Carijo da Canção Gaúcha. É a Comissão Organizadora quem escolhe a Comissão Julgadora do Festival: que deve ser composta por cinco pessoas com notório conhecimento poético e musical, sendo obrigatória a presença de no mínimo uma mulher e um palmeirense integrando esse júri.

A PREVENÇÃO CONTRA O COVID: Em função da pandemia, a Comissão Organizadora do Carijo tem como recomendação oficial a todos os inscritos no Festival que cumpram o esquema vacinal contra a covid-19 por completo, tomando todas as doses de vacina indicadas. Além disso, todos os artistas serão testados antes das apresentações, e deverão estar negativados para poder subir ao palco.

AS VEDAÇÕES: É proibida a participação de autores e intérpretes com vínculo de parentesco consanguíneo ou por afinidade em até terceiro grau em relação aos jurados. Igualmente não poderão participar da competição membros da Comissão Organizadora.
 
PRÊMIOS:
PREMIAÇÃO PARALELA: Melhor Intérprete; Melhor Instrumentalista; Melhor Arranjo Instrumental; Melhor Arranjo Vocal; Melhor Trabalho Poético; Melhor Trabalho sobre a história de Palmeira das Missões; Melhor Tema Ecológico; Música Mais Popular; Melhor Composição sobre a temática Erva-Mate; Destaque Feminino do Festival: MIL REAIS PARA CADA CATEGORIA.
PRIMEIRO LUGAR DO CARIJO: 10 MIL REAIS
SEGUNDO LUGAR DO CARIJO: 7 MIL REAIS
TERCEIRO LUGAR DO CARIJO: 5 MIL REAIS

E aí, deu pra entender como vai acontecer esse 35º Carijo da Canção Gaúcha? Tá com dúvida? Então acesse aqui [ https://www.carijo.rs/index.php?mn=conteudo&id=8 ] o Regulamento completo da competição, ou entre em contato com a Secretaria de Cultura e Turismo através do Facebook @SecretariaCulturaPalmeira ou Instagram @SecretariadeCulturaPM. Fica ligado que na semana que vem falamos do Carijinho e também da mais nova competição do Carijo: nosso Festival de Dança Nativista!



Ases do Fandango 36 anos - Parabéns!

   O grupo que já nasceu com sede de levar a boa música fandangueira a todos, não parou no tempo. Teve algumas formações, todas com grande êxito no campo musical e deixou a sua marca pelos palcos por onde passou. Nesses 36 anos de muita correria, algumas formações e gravações de alguns CDs, uma boa dezena de músicas que andam na boca do povo, sempre primando pela qualidade e autenticidade de sua musicalidade. 

        Sempre apostando nos músicos de São Francisco de Assis e até mesmo aqueles que aqui estiveram, não sendo dessa terrinha,  deixaram sua marca e sua lembrança, e ainda fazem a bela história do grupo Ases do Fandango. 

        Músicos como: Nilton Ferreira, que tem uma brilhante carreira solo e renomado pelos palcos festivaleiros do Rio Grande do Sul; Jeferson Brás - o Madruga - hoje, componente de Os Serranos; Valderlei Batista, hoje integrando do grupo Fundo da Grota que acompanha o cantor Baitaca; Wladimir Berguemaier, hoje à frente do grupo Vistaço; Eri Côrtes, hoje com carreira solo e vivendo pelos palcos festivaleiros; Edson Soares, um dos fundadores e hoje aposentado curtindo sua vida junto aos netos; Marcos Reis - o Gugo - também aposentado da musica e seguindo sua profissão em Santa Catarina; o Emerson Duartte, hoje profissional em uma das grandes empresas de som do Rio Grande do Sul, são alguns nomes, entre muitos outros que emprestaram e ainda emprestam seu talento para que o Grupo Ases do Fandango permanecesse e permaneça entre os grandes grupo deste torrão gaúcho.

        Mas, o mais importante deles, para o Grupo Ases do Fandango e que nunca frouxou o pé, é o Caio Lançanova, fundador do grupo e que ainda está à frente, repartindo com uma gurizada nova, seu conhecimento na arte de tocar baile por esses palcos sulino. E é ele que nos deixa essa linda história:

      
Nesse dia 22 de Março, 2022 - congratula-se os 36 anos de trajetória musical.


"2022 a magia da arte musical premia o Grupo Ases do Fandango de São Francisco de Assis com seus 36 anos de sucesso de muito trabalho e amizades conquistadas pelos palcos onde estivemos animando fandangos por boa parte desse Brasil, pois quanto mais o tempo passa, mais aumenta a energia e o comprometimento de sempre levar a autêntica música fandangueira desta Pátria Grande do Sul.
Nós do grupo Ases do Fandango sempre primamos pela qualidade musical, que é um somatório de dedicação, carinho e atenção com quem escuta as gaitas fandangueiras, num repertório escolhido para tornar cada fandango um aconchego de amigos numa noite memorável.
Parece que foi ontem que tudo começou, mas lá já se vão 36 anos de estrada, de muitas conquistas, de muito trabalho e acima de tudo de muita amizade e companheirismo, pois conosco já estiveram grandes amigos, grandes músicos e grandes nomes da música gaúcha, que hoje fazem a sua história por grandes grupos desse Rio Grande do Sul, fato esse que nos orgulha e nos dá a certeza de estarmos no caminho certo, sem nunca perder o rumo e o comprometimento com o que fazemos de alma e coração.
Conheça o nosso trabalho, na certeza suas expectativas serão satisfeitas e assim ficará marcado um novo encontro com o Grupo Ases do Fandango".

Com carinho...

Caio Lançanova
Diretor/acordionista

MAIS UM CD: "MEU CANTO, MEU RINCÃO" DE KAYKE MELLO


No dia, 18 de março, o cantor Kayke Mello, Castilhense de nascimento, mas Santamariense de coração, lançou nas suas plataformas da internet, as músicas do CD Meu Canto, Meu Rincão, um belíssimo trabalho que reúne 12 canções de sua autoria e parcerias, tais como: Juliano Santos, Vitor Lopes Ribeiro, Frederico Rangel, Guilherme Marques e Marquito Ferreira da Costa. Também fazem participações especiais o declamador Xirú Antunes e o cantor nativista Guto González.
Meu Canto, Meu Rincão é um CD nativista com um linguajar campeiro e um instrumental do mais refinado trato. É o terceiro CD de música do cantor, que também possui um disco de declamações de poesias sul-rio-grandenses.

"Meu Canto, Meu Rincão", é uma obra que retrata os usos e costumes do povo gaúcho, que leva consigo, atado nos tentos, o campeiro respeito aos homens de trás e a nossa querência antiga. Assim como, tem o compromisso de mostrar aos jovens e as gerações futuras, um pouco do muito do que se tinha por "vida" nos campos gaúchos do Sul do Brasil.
Kayke Mello, com perícia e maestria, mas, com toda a sua simplicidade e essência, abre as cancelas de seu coração terrunho para todos e todas que queiram conhecer e escutar o seu mundo, o seu Canto e o seu Rincão!
Ouço cantares de espora
Em procissão ao potreiro,
Proseadas de lida e campo
Pelos mates madrugueiros
Antes do aperto da sincha
Compondo um mundo campeiro!
E foi num verso crioulo
Que descobriu seu valor,
Pôs a guitarra nos tentos
Na sina de cruzador,
Surgia Kayke Mello
Este terrunho cantor!
A cada marca cantada
Se ajusta um redomão,
Apeiam cenas de campo
Nos vistaços de um galpão
E a querência se remoça
Em "MEU CANTO, MEU RINCÃO".
Vitor Ribeiro,

Meu Canto, Meu Rincão foi realizado com recursos da Lei Aldir Blanc 14.017/2020.

Eu fico muito feliz de ver meus amigos, nesses tempos tão difíceis para todos, debruçados nas cordas das guitarras fazendo novas obras, com conteúdo e qualidade de encher a alma, e em se tratando de Kayke Mello, eu fico muito a vontade de falar, pois o conheço e tenho um carinho e uma admiração muito grande, por tudo o que ele tem feito pela cultura regional desse estado e de outros estados vizinhos, visto que o Homem é do mundo e desfila sua arte por muitos estados.

Parabéns meu irmão, que muitos trabalhos possam vir, nos dando a alegria de ouvir músicas boas, sem caretice!

Fraternal abraço.

DIA MUNDIAL DA POESIA e DA SÍNDROME DE DOWN


No dia 21 de Março - DIA MUNDIAL DA POESIA e DA SÍNDROME DE DOWN 
No Palácio Piratini, na abertura da 6ª Semana Estadual de Conscientização sobre a Síndrome de Down no Rio Grande do Sul, a prenda Laura Kuhn, da Invernada De Declamação Gan. Sepé Tiaraju, declamou a poesia “O Grande Anão”, autoria de Carlos Omar Villela Gomes, na mesma data em que é celebrado o Dia Mundial da Poesia. 
Ao final, foi aplaudida de pé pelo público, sendo conduzia pelo Governador Eduardo Leite.
A poesia transforma. A poesia inclui. A poesia abre caminhos. 

É de notícias assim que precisamos para que todos saibam o quanto a poesia é inclusiva e importante na vida das pessoas, que esse 21 de março seja somente um dia simbólico e que a poesia possa estar todos os dias na casa das pessoas, na mente e na alma daqueles que comungam na fé da oração poética, pois o mundo precisa muito mais de amor e de poesia, do que de armas e guerras.
Parabéns a Invernada de Declamação do Grupo de Arte Nativa Sepé Tiarajú, de Espumoso, por fincar a bandeira da poesia nos salões do Palácio e que nossos governantes e seus subordinados, possam entender o valor da arte e cultura desse estado, tão rico, mas que pena, apesar da luta de pessoas incansáveis, que não deixam esse movimento poético literário ser esquecido, porque se não são eles, pessoas como a minha amiga Judite Carlet e seus pares, nossa arte já teria caído no esquecimento. É lindo e politicamente correto, senhor Governador, pousar com nossos artistas, nos salões luxuosos do Palácio, mas gostaria de ver o senhor, aqui nos galpões do interior, onde, pessoas abnegadas não deixam esse estado ser esquecido. Fomente, inclua, avalise, financie a nossa arte, a nossa cultura, a nossa poesia, que o resto nós sabemos fazer e muito bem feito.

segunda-feira, 21 de março de 2022

DE QUEM É O BUGIO?

 

        Hoje, com a facilidade das redes sociais, desfilam posts, de alguns até bem exagerados e que nunca estiveram próximo ao ritmo do bugio, mas que se acham no direito de tecer a sua opinião e é claro que respeitamos, pois todos podem tecer.

DE QUEM É O BUGIO?

        Não quero entrar nessa discussão se é de Paula ou de Assis, mas quero alertá-los, aos opinadores de plantão, que foi somente esses dois municípios que, até hoje, se preocuparam em preservar esse ritmo, com dois festivais O RONCO e A QUERÊNCIA DO BUGIO, mas também quero lembrá-los, aos opinadores, que existe uma história, pesquisada, escrita, lida e relida sobre a criação desse ritmo, feito por uma pessoa que merece todo o respeito (das pessoas que sabem dar respeito) sobre a criatura e seu criador, que é nosso conterrâneo SALVADOR FERRANDO LAMBERTY, que infelizmente, encontra-se acamado e que de longe, certamente está triste por ler tanta opinião descabida nas redes sociais. O ritmo bugio começou a ser pesquisado em 1976, ano que muitos desses que, hoje, opinam, nem haviam nascido, e que consta de uma vasta documentação que não podemos esquecer da noite para o dia, simplesmente, para concordar com as novidades do mundo moderno.


O BUGIO É DO RIO GRANDE!

        Sim, muitos bradam que o bugio é do Rio Grande do Sul, e concordo, mas queria ouvir isso do senhor governador do Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria de Cultura ou de algum órgão que represente esse estado, não de um Jornalista ou de um politico, até porque gostaria de cobrá-los o esquecimento com a cultura de nossa cidade, que bancou por anos os festivais e as músicas, os bugios, que fomentam a nossa cultura e que, hoje, podem pleitear querer ser Patrimônio Cultural Brasileiro, mas ai eu pergunto:

- O que nós ganhamos com isso?

        Sim, o que São Chico de Assis, uma cidade esquecida pelos movimentos culturais do Rio Grande do Sul, vai ganhar com isso?

        É muito lindo escrever da grandeza de um município abrir mão em prol da cultura, e porque não lembram de nos ajudar a preservar esse pedaço de cultura? 
         Porque não temos verbas do estado para continuar contanto essa história linda do bugio através das músicas e dos festivais?

        Estamos há quase 10 anos tentando fazer um festival, que custa minguadas platas para um estado tão rico, mas que custa muito para um município pobre e porque, os abnegados da cultura regional, os políticos, os jornalistas, nunca levantaram a bandeira para nos ajudar?
        Porque, muitos que bradam, atrás de teclas das rede sociais, para o bugio ser patrimônio, não gravam bugios, em seus discos? Não tocam bugios em seus shows? Quantos bugios os senhores conhecem? o casamento da Doralice. Sim lhes apresento quase uma centena de bugios do festival de São Francisco de Assis e quem sabe mais outra centena do festival de São Chico de Paula, mas isso não importa, para os opinadores de plantão. 

PATRIMÔNIO CULTURAL!

        Não sou contra em tornar o ritmo bugio um Patrimônio Cultural do Mundo, se possível, mas só não entendo e não me canso de perguntar: 
- Porque agora e porque com essa pressa? 
- Qual o interesse que está por traz disso tudo? 
- Porque o governo do Estado e a Secretária de Cultura não fazem parte desse projeto? 
- Porque figuras da cultura dos municípios não estão engajados nisso?

        Da minha parte, pouco somo com a cultura desse estado, mas no pouco que somo, penso que temos que termos responsabilidades para que o futuro não nos cobre, o que não poderemos pagar. Uma história não se apaga, simplesmente, por conta de algo que alicerçado, mais em interesse pessoal, do que em interesse coletivo. Não se torna algo Patrimônio cultural da noite para o dia, sem muito estudo, sem um bom inventário e sem uma boa pesquisa dos prós e dos contras, porque todos estão olhando os prós, mas certamente que tem contras e estão guardados na manga.

DE QUEM É O BUGIO? 
    Para muitos, pouco importa, mas leiam, reflitam e tirem as suas conclusões. Sugiro ler o ABC do TRADICIONALISMO GAÚCHO e O BUGIO o livro. Até aparecer outro que me convença, eu fico com esses e quem quiser ficar bradando, que o faça, mas respeitem a história que ai está.

10ª Querência da Poesia Gaúcha - Poemas selecionados

 

Após, quatro dias de muita leitura, releitura, reunião e avaliação a comissão formada por mim, Osmar Ransolin, Evandro Ricardo Dedé Borges, convidados pela Comissão Organizadora da 10ª Querência da Poesia Gaúcha de Caxias do Sul, festival já consolidado pela sua grandeza nas outra nove edições que passaram, diante da responsabilidade e lisura exigida e cobrada pela Comissão Organizadora, foram escolhidos 10 Poemas para serem divulgados e mais 5 poemas na suplência, que só serão divulgados caso haja necessidade. E São esses os Poemas escolhidos em ordem alfabética:

POEMAS CLASSIFICADOS

1. A SIMBIOSE LÚDICA DOS POTREIROS
Autor: Rodrigo Borges Bueno
Cidade: São Francisco de Paula – RS

2. DE'LURDES E DE LOUCA
Autor: Joseti Gomes
Cidade: Gravataí – RS

3. ESPINELA A UM CORTEJO (MEMORIAL A TROPA NA ESTRADA)
Autor: Kayke Mello
Cidade: Santa Maria – RS

4. ÊXODO
Autores: Anderson Fonseca e Mateus Neves Da Fontoura
Cidade: Santa Cruz do Sul – RS

5. HERANÇAS DE COR
Autor: Edson Marcelo Spode
Cidade: Chapecó – SC

6. NA CANCHA RETA DO TEMPO
Autor: Giba Trindade
Cidade: São Paulo – SP

7. O CUSCO DO ZECA PRETO
Autores: José Mauro Ribeiro Nardes e Francisco Carneiro Neto
Cidade: Entre-Ijuís – RS

8. POR TER PENAS NA ALMA
Autor: Alberto Sales
Cidade: Caxias do Sul -RS

9. SEM TEMPO
Autor: Caine Teixeira Garcia
Cidade: Bagé – RS

10. UM QUADRO EM PRETO E BRANCO
Autor: Tatiane Da Rosa Crestani
Cidade: Tapejara -RS

Sabemos da grande preocupação da Comissão Organizadora nesses tempos de Pandemia, mas os festivais não podem parar, e com coragem que a Querência da Poesia Gaúcha abre espaço para mais um festival virtual, visto que, ainda, as pessoas de bom censo, tem que se preocupar com a vida e a saúde de seus semelhante, na área da poesia, não seria diferente, nesse ano, ainda, teremos esse festival Virtual, com a esperança, de que o ano vindouro as coisas sejam diferentes.

domingo, 20 de março de 2022

Família Azzolini em Manoel Viana

        Ontem, 19 de março, em Manoel Viana, cidade linda que completa seus 30 anos, muito bem vividos, diga-se de passagem e o Show ficou por conta da Família Azzolini, de Francisco Beltrão, Paraná. Uma noite fria, que foi aquecida pela carinho dessa Família. É encantador vê-los, a união, o carisma, o comprometimento e o carinho com quem tratam a todos por igual e em se falando em musicalidade, ai dispensa comentário, fazem uma viagem pelo mundo musical, com muita qualidade e conhecimento, viajando desde as músicas dos anos 70, pela música Italiana (que são especialistas), a musica regional gaúcha, o Sertanejos: antigo e atual, o bailão, as bandinhas, enfim, é um manancial de encantar a alma e mexer com o coração de todos.

        Todos os músicos de altíssimo conhecimento musical, mas quero abrir um parêntese aqui, para as duas irmãs Thainá e Thairine, que vozes, que encanto, que qualidade musical, que carisma, mais uma vez mostrando a todos, especialmente aqueles que não se dão conta, que a musica é um dádiva divina para encantar, para unir, para congregar de emoções, de ilusões e de paixões, portanto, não pode ser feitas por pessoas que não tenham esse sentimento, se não, não se torna verdadeira.

        Hoje estou muito feliz, por poder conhecer e conviver com essa família linda e que possamos nos encontrar muitas outras vezes e que essa distância, sirva somente para aumentar mais a saudade e essa vontade de vê-los, abraçá-los, ouvi-los e aplaudi-los. Vocês são espetaculares!

        Para quem quer conhecer mais da Família Azzolini, entre nas suas páginas da web no facebook (1) Exclusivo Família Azzolini | Facebook ou ara quem gosta de música italiana, está a venda o CD Parlando D'Amore, está disponível para ser enviado à vocês por e-mail...
Enviamos os arquivos para que vocês baixem e se divirtam conosco!
Ou, podemos enviar por correio!
Valores pelo (46)99936-4138 (Escritório)...

        Parabéns Manoel Viana, parabéns ao Povo de Manoel Viana, que apesar do frio, estiveram presente e divertiram-se, dançaram e cantaram num show que marcará época nessa cidade maravilhosa.

Para marcar esse encontro, quero deixar aqui um tema que escrevi, quando a Thainá, antes de encerrar o show, falou para aqueles que tem pressa na vida e não olham as coisas boas ao seu redor. Então escrevi 

Quando a gente tem pressa!

Às vezes, a gente, quando tem pressa,
Fica sem tempo de dar amor e carinho,
Vivendo na ilusão de falsas promessas,
Andando a esmo pelo beiral do caminho.

Não vê o sorriso de um filho que cresce,
Nem a luz da lua que do céu ilumina...
Tudo é passageiro, até a voz emudece,
Perdido na escuridão, no vazio da esquina.

Às vezes, a gente, quando tem pressa,
Vai passando pela vida distante dos seus,
Morrendo sozinho, a cada instante...
Na sina de andante, bem longe de Deus!

A pressa te apressa e o tempo não para,
E não nos dá tempo de voltarmos atrás...
As horas emergem, os ponteiros disparam,
E a gente vive a ilusão de viver em paz!


Ás vezes, a gente, quando tem pressa,
Não encontra a beleza de um amanhecer,
Os sonhos terminam, a alma regressa...
E a gente até esquece o lado bom de viver!

De tempo ao tempo e o tempo perdoa,
Enxugue as lágrimas da pressa e da dor,
Agradeça à Deus, por cada pessoa...
...que vida te oferta, na forma de amor!