domingo, 5 de novembro de 2017

4ª TERTÚLIA DA POESIA


PREMNIAÇÃOI:
• 1º lugar ... Troféu Antonio Augusto Ferreira + R$ 2.000,00 (dois mil reais)
SANGRADOR – CARLOS OMAR VILLELA GOMES / MATEUS NEVES DA FONTOURA / LILIANA CARDOSDO / GERALDO TRINDADE
2º lugar ... Troféu Antonio Carlos Machado + R$ 1.000,00 (mil reais)
POR TER O CAMPO NA ALMA – ÉRICO RODRIGO BASTOS / PAUDA DANIELE STRINGHI / FERNANDO GRACIOLA

3º lugar ... Troféu Prado Veppo + R$ 500,00 (quinhentos reais)
DESDE QUANDO NÃO CRESCI – VAINE DARDE / GUILHERME SUMAN / SABANI FELIPE DE SOUZA

• Melhor Poema ... Troféu Jayme Caetano Braun + R$ 500,00 (quinhentos reais)
SANGRADOR – CARLOS OMAR VILLELA GOMES / MATEUS NEVES DA FONTOURA

2º lugar ... Troféu Chico Ribeiro + R$ 300,00 (trezentos reais)
DESDE QUANDO NÃO CRESCI – VAINE DARDE

3º lugar ... Troféu Joarez Fialho + R$ 200,00 (duzentos reais)
POR TER O CAMPO NA ALMA– ÉRICO RODRIGO PADILHA

• Melhor Declamador (a) ... Troféu Marco Aurélio Campos + R$ 500,00 (quinhentos reais)
LILIANA CARDOSO (SANGRADOR)

2º lugar ... Troféu Ladmir Candaten + R$ 300,00 (trezentos reais)
PAULA DANIELE STRINGHI (POR TER O CAMPO NA ALMA)

3º lugar ... Troféu Renê da Silva Nunes + R$ 200,00 (duzentos reais)
NEITON BITENCOURT PERUFO (A CASA DA LEMBRANÇA)

• Melhor Amadrinhador (a) ... Troféu Noel Guarany + R$ 500,00 (quinhentos reais)
SABANI FELIPE DE SOUZA (DESDE QUANDO NÃO CRESCI)

2º lugar ... Troféu Cenair Maycá + R$ 300,00 (trezentos reais)
GUILHERME BRAGAGNOLO (DOIS AMANTES)

3º lugar ... Troféu Chaloy Jara + R$ 200,00 (duzentos reais)
GILBERTO MONTEIRO (DAMA DE COPAS)


2ª TERTÚLIA PIÁ
• 1º lugar Mirim ... Troféu + R$ 800,00 (oitocentos reais)
RODRIGO MACHADO SILVEIRA JUNIOR (TRIBUTO A UM MARCA TOURO)

• 2º lugar Mirim ... Troféu + R$ 600,00 (seiscentos reais)
GABRIELLE LOPES RIBEIRO (ROMANCE DE CAMPO E MAR)


• 1º lugar juvenil ... Troféu + R$ 800,00 (oitocentos reais)
LAURA HAHN SCHU (DOS MASCATES DE SI MESMO)

• 2º lugar Juvenil ... Troféu + R$ 600,00 (seiscentos reais)
LUIZ FELIPE DA COSTA BROCK (O CORAJOSO)

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

4ª Tertúlia da Poesia e 2ª Tertúlia Piá

Tudo pronto, os INGRESSOS GRATUITOS já encontram-se na Portaria do Theatro Treze de Maio e com os Organizadores, que estão só na espera para a 4ªTertulia da Poesia e 2ª Tertúlia Piá, que inicia pontualmente as 19 horas do dia 04 de Novembro de 2017 - no Thetaro Treze de Maio em Santa Maria, com essa 

ORDEM DE APRESENTAÇÃO:


TERTÚLIA PIÁ - Juvenil
Declamadora: Júlia Trindade Modernel
Poema: A Casa das Janelas Brancas (Fabricio Vargas)

Declamadora: Eveline Cordeiro Rocha
Poema: Transações (Aparício Silva Rillo)

Declamador: Luís Felipe Brock
Poema: O Corajoso (Carlos Omar Villela Gomes)

Declamadora: Laura Hahn Schu
Poema: Dos Mascates de si Mesmo (Júlio Cesar Paim)

TERTULIA DA POESIA - Concorrentes
A Casa da Lembrança – Juarez Machado de Farias
Declamador: Neiton Bittencourt Perufo
Amadrinhador: Rafael Diniz

A mão esquerda de Deus – Henrique Fernandes
Declamador: Leonardo Andrade
Amadrinhadores: Gustavo Thomazi Zartt e Kayke Mello

Castelo de Recuerdos – Jurema Chaves
Declamador: Fabio Malcorra
Amadrinhador: Jorge Araujo

Dama de Copas – Rodrigo Canani Medeiros
Declamador: Pedro Pedro Júnior Lemos da Fontoura II
Amadrinhador: Gilberto Monteiro

Desde quando não cresci – Vaine Darde
Declamador: Guilherme Suman
Amadrinhador: Sabani Felipe de Souza

Dois Amantes – Joao Antonio Marin Hoffmann
Declamadora: Luise Morais
Amadrinhadores: Cid Moraes e Guilherme Bragagnolo

Nuances de Silêncio - Moisés Silveira de Menezes
Declamador: Romeu Weber
Amadrinhador: Henrique Arboitte Torrel de Bail

Por ter campo na alma – Érico Rodrigo Padilha
Declamador: Paula Daniele Stringhi
Amadrinhador: Fernando Graciola

Sangrador – Carlos Omar V. Gomes e Mateus Neves da Fontoura
Declamadora: Liliana Cardoso Duarte
Amadrinhador: Geraldo Trindade

Sobras de Ausência – José Luiz Flores Moró
Declamador: Thiago Suman
Amadrinhadores: Daian Costa

TERTULIA PIÁ - Mirim
Declamadora: Bibiana das Neves
Poema: Serafim Ponto Final (Adão Quevedo)

Declamadora: Maria Luiza da Silva Guimarães
Poema: Guarita (Carlos Omar Villela Gomes)

Declamador: Rodrigo Silveira Machado Junior
Poema: Tributo a um Marca Touro (Lauro Antonio C. Simões)

Declamadora: Gabrielle Lopes Ribeiro
Poema: Romance de Campo e Mar (Moisés Menezes)

terça-feira, 31 de outubro de 2017

RESULTADOS 16° CANTO DA TERRA

TROFÉU INCENTIVO – Troféu Adalberto Cavalheiro
***BERNARDO RODRIGUES
MELHOR ARRANJO VOCAL – Troféu Carlos Roberto Macedo Monteiro (crioulo dos pampas)
***AOS OLHOS DESTES POETAS
Letra de Dilon Montardo
música de Diego Camargo
MELHOR ARRANJO INSTRUMENTAL - Troféu Messias Velasques
***ROMANCEIRA FLOR DA VILA
MELHOR TEMA CAMPEIRO - Troféu Ailton Neves
***REGALO A UM ÍNDIO GINETE
Letra de Leandro Zafaneli Benedetti
Música de Ulysses Jobim e Rafael Alves

MÚSICA MAIS POPULAR - Troféu João "corda feia'.
***SUCAREIRO
Letra de Vadir Eguilhor (cabo véio)
Música Carlos Cleber Dias Leal

MELHOR INSTRUMENTISTA - Troféu Sucareiro
***Osvaldo Vieira

MELHOR MELODIA - Troféu Lídio Vieira
***ROMANCEIRA FLOR DA VILA

MELHOR POESIA - Troféu Zazá Bitencourt + kit Sicredi
***FIM DE TARDE

MELHOR INTERPRETE - Troféu Jairo Menezes + kit Sicredi
Entregue por seu filhos Carol Hoszen e João Vitor Oliveira
***Gabriel Jardim
1º LUGAR - troféu Ponte Seca + 250,00
***ROMANCEIRA FLOR DA VILA
Letra: Edilberto Teixeira (in memoriam)
Música: Carlos Cleber Dias Leal
Inteepretada por Camila Balconi Marques

2º LUGAR - Troféu theatro Harmonia + 150,00
***FIM DE TARDE
Letra: Francisco Luzardo
Música: Arthur Leal
Interpretada por Gabriel Jardim

3º LUGAR - Troféu Sanga da Bica + 100,00
***DAS CRUZES
Letra: Mario Lucas e Dalvan Medina
Música: Diego Camargo
Interpretada por Anderson Marques

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

4ª Tertulia da Poesia e 2ª Tertulia Piá


Faltando apenas 5 dias para um dos maiores eventos culturais poéticos do Rio Grande do Sul, a 4ª Tertúlia da Poesia e 2ª Tertúlia Piá, já estamos com tudo pronto, só esperando os artistas maiores que é o publico para reverenciar esse momento de grande valorização da arte poética declamatória. O Palco do Theatro Treze de Maio vai se tornar pequeno para tantos que passarão por lá, deixando um pouco de sua arte e de seu conhecimento. 

Com uma vasta declamação que chegará a 20 poemas numa só noite, o evento começa pontualmente às 19 horas, com a abertura pelas autoridades competentes e ja inicia-se a declamação da gurizada mais taluda, da Tertulia da Piá Juvenil, com 4 belos poemas. Posteriormente já iniciam as declamações das 10 poesias escolhidas entre as mais de 230 poesias inscritas. Ao termino e sem intervalo, enquanto a Comissão Julgadora sai para dar seu veredito, voltam as crianças da Tertulia Piá, Mirim, com mais 4 poemas, finalizando ai a parte da premiação, mas abrindo espaço para o Projeto do Poeta e Declamador Fabricio Vargas "A POESIA QUE HABITA EM MIM" com a declamação de 2 poemas desse belo projeto que está em fase de finalização. 
Voltando ao Palco a Comissão Organizadora formada por Carlinhos Lima, Fabricio Vargas, Juliano Santos e Paulo Ricardo Costa, juntamente com a Secretaria Municipal da Cultura, CPF Piá do Sul, Galpão da Poesia Crioula e Estancia do Minuano, fazem a premiação dos 16 troféus dos premiados para a festa de todos.
Os Ingressos para esse evento são GRATUITOS e podem serem retirados com antecedência na Portaria do Theatro Treze de Maio.
Contamos com a presença de noite para uma noitada de Poesia e encontro de amigos.

SEIVAL DA POESIA GAUCHA



O RESULTADO
3º LUGAR AMADRINHADOR: Leonardo Pinho
2º LUGAR AMADRINHADOR: Kayke Mello
1º LUGAR AMADRINHADOR: Dairan Delavechia e Joaquim Velho

3º LUGAR DECLAMADOR: Jair Silveira
2º LUGAR DECLAMADOR: Bárbara de Bittencourt
1º LUGAR DECLAMADOR: Érico Rodrigo Padilha

3º LUGAR POEMA: O LENÇO DE GARIBALDE de RODRIGO BAUER
2º LUGAR POEMA: GENUÍNO de HENRIQUE FERNANDES
1º LUGAR POEMA: SOBRE MENINOS E TRENS de Bianca Bergmam II e Carlos Omar Villela Gomes

domingo, 22 de outubro de 2017

Tyrteu Rocha Vianna Poeta assisense!

Tyrteu Rocha Vianna (São Francisco de Assis, Rio Grande do Sul, 28 de novembro de 1898 - Alegrete, 21 de setembro de 1963) foi um poeta de vanguarda, radioamador, e grande proprietário de terras do Rio Grande do Sul, Brasil. Tem sido considerado pela crítica como um dos mais dotados ou o maior dos modernistas do início do século XX no Rio Grande do Sul.

Biografia
Formado em Direito em 1922 pela UFRGS, em Porto Alegre, e tendo sido o 5º radioamador do Brasil, com um rádio construído por ele mesmo, sendo de família abastada, participou da Revolução de 30, seguindo para o Rio de janeiro com Getúlio Vargas, de cuja fazenda em São Francisco de Assis as suas terras eram vizinhas. Fazendo o trabalho de interceptar e traduzir mensagens em outras línguas, ganhou a confiança de Getúlio Vargas, e teria sido convidado para ser embaixador do Brasil no Japão, tendo porém Getúlio desistido da idéia, conforme as fontes encontradas, em função de exageros com bebidas alcoólicas manifestados por parte do poeta durante a estada na então capital do Brasil. Após reveses financeiros, processos judiciais e prisões, viveu em hotéis e passou por momentos de mendicância, vindo a falecer na cidade de Alegrete, onde havia sido amparado por um amigo.

Vida como poeta
Possivelmente o único poeta moderno do extremo sul do Brasil a praticar uma poesia de vanguarda nas primeiras décadas do século XX, seu único livro publicado, Saco de Viagem (1928) tem características formais cubistas e futuristas, além de referências à obra de Oswald de Andrade, explorando também o humor do modernismo brasileiro direcionado, principalmente, à fatos da política local e das cidades vizinhas, bem como neologismos que exploram a linguagem regional do gaúcho.

Tem-se pouca informação a respeito do trabalho do poeta, embora Tyrteu Rocha Vianna fosse publicamente reconhecido como tal, participando de tertulias com amigos em sua cidade. Sua obra futurista e antropófaga "Saco de Viagem", concluída em 1927, surpreende a muitos pelo fato de ter sido criada em uma cidade então muito pequena e com características rurais, em uma época de difícil acesso à informação atualizada, localizada no sudoeste rio-grandense, São Francisco de Assis, a qual foi palco de sangrentos combates na Revolução de 1923. No entanto, o vanguardismo radical de Tyrteu pode explicar-se, possivelmente, por ser ele um pioneiro do radioamadorismo e um poliglota.

O livro foi pago pelos próprios meios do poeta, em 1928, publicado pela Editora Globo, em Porto Alegre. Conforme seu filho adotivo, Oscar Ferreira da Costa, o poeta desejava imprimir somente 10 exemplares, para presentear os seus melhores amigos, crendo que não valia a pena mostrar a obra a muitas pessoas. Informado que o custo seria alto e que a tiragem deveria ser de, no mínimo, 1.000 exemplares, o poeta pagou o preço dos mil exemplares, fazendo imprimir apenas os 10 exemplares desejados, com o nome do amigo que seria presenteado impresso.

Após isso tem-se notícia de um poema publicado no jornal Cadernos do Extremo Sul(Versos para um tordilho chamado Maomé) da cidade de Alegrete em 1957, onde ele foi viver em 1955 na casa de um amigo que era dono de um "bolicho".

A poética de Saco de Viagem e o reconhecimento póstumo do autor

Os poemas de "Saco de Viagem" exploram regionalismos da fala, neologismos e fusões de palavras, fazendo, às vezes, recordar a poesia daquele que é reconhecido como o maior poeta peruano de todos os tempos, César Vallejo, em seu livro "Trilce" (1922). Um certo humor antropófago comparece neles. A estrutura dos poemas é formada por versos que operam por fragmentação e síntese, usando técnica de montagem semelhante às de Eisenstein no cinema,de Oswald de Andrade em poemas de Pau-Brasil e de Blaise Cendrars, em seus poemas mais curtos, e de Maiakovski, em sua fase inicial. Certamente, usa técnicas cubistas, herdadas via futurismo (ver o texto "A tradição anti-futurista", de Apollinaire). Não utilizou-se de grafismos como os futuristas italianos, o que talvez fosse uma impossiblidade tecnológica na época, e isso talvez explique porque uma parte do livro se chame "Vontade de versos futuristas".

É considerado, hoje, um dos mais dotados poetas do modernismo no Rio Grande do Sul. e, segundo Itálico Marcon (poeta, crítico literário, ensaísta e um dos maiores bibliófilos do Brasil), o maior modernista do Rio Grande do Sul, tendo sido a obra de Tyrteu apresentada a ele por Érico Veríssimo, entre outras personalidades.

Por outro lado, mesmo aqueles ensaístas que, como Luís Augusto Fischer o consideram meramente um "modernista regionalista" e opinam que o autor não teria alcançado "excelência", o incluem na lista dos melhores poetas gaúchos do modernismo.

A simples leitura dos poemas de "Saco de viagem", disponível na Internet, poderia responder às dúvidas do leitor.

Tyrteu Rocha Vianna tornou-se nome de biblioteca pública na cidade de Manoel Viana, Rio Grande do Sul, no ano de 2008.


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

4º ENTREVERO DA POESIA no CTG Farroupilhas



Mais um belo evento de poesia nos oferta o Coração do Rio Grande, dessa vez o 4º ENTREVERO DA POESIA uma promoção do CTG Farroupilhas do Itararé, que acontecerá dia 15 de Outubro na sua sede, com um dia inteiro de arte declamatória para todas as idades e todos os Públicos. 

A Poesia por muito tempo vem sendo um ponto alto da cultura do centro do Rio Grande do Sul, com grandes declamadores que tem levado o nome de Santa Maria pelos quatro cantos e com Poetas que seguidamente estão pelos festivais poéticos desse estado, além, é claro a Tertulia da Poesia que já se consolida como um dos grandes festivais poéticos e que traz ao coração do Rio Grande o que se tem de melhor da Poesia e da declamação.
Os CTGs também são grandes formadores de Poetas e declamadores, quase que diariamente estão levante a arte declamatória e conquistando novos adeptos à poesia e a declamação.
Mas dessa vez, será o CTG Farroupilhas que nos entrega mais um grande evento e estaremos lá para aplaudir mais um memento impar da poesia em todo o seu contexto.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Ricardo Comassetto intitulado “Genuíno”.

Trata-se de um CD instrumental, de altíssima qualidade, que traduz a gratidão e o anseio do artista em homenagear composições e compositores de sua terra, São Luiz Gonzaga (RS), e também outros músicos que marcaram a sua vida em 15 anos de carreira.

Caso tenham interesse em receber uma vinheta personalizada é só enviar as informações que devem constar na gravação. Ricardo Comassetto também está disponível para entrevistas.


MATERIAL

Para baixar as músicas acesse: https://goo.gl/eCzi5u

Para baixar as imagens da Capa e da Contracapa do CD: https://goo.gl/TbfxnE

Para baixar as fotos acesse: https://goo.gl/AcRrRz (Crédito: Edu Rickes)

Para baixar o release acesse:
​ ​
https://goo.gl/hY2AmJ

Forte abraço!

Daiana Silva
Jornalista

Celular/Whatsapp: (51) 98187-0085
Instagram: @daianasilvajornalista



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“GENUÍNO”
O primeiro CD do gaiteiro missioneiro Ricardo Comassetto

Ricardo Comassetto é músico, instrumentista e arranjador. Natural de São Luiz Gonzaga, começou a sua carreira profissional aos 17 anos. Em agosto deste ano, lançou o seu primeiro álbum intitulado “Genuíno”. O disco apresenta doze faixas, que traduzem a gratidão e o anseio do artista em homenagear composições e compositores de sua terra e também outros músicos que marcaram a sua vida, em 15 anos de carreira.

Para o músico Luiz Carlos Borges, o solo missioneiro é rico e está sempre entregando joias como Ricardo Comassetto e seu CD “Genuíno”.

“Só quem é Genuíno pode se dar o luxo de batizar um CD com esse título, que é quase um documento de identidade. Ricardo Comassetto é um genuíno das missões, puro, verdadeiro e original dali daquela terra vermelha, a mesma que há séculos produz e abriga homens da mais alta estirpe”, enaltece Borges.

Ricardo Comassetto é participante ativo de festivais e já obteve premiações na maioria deles, como melhor instrumentista na Sapecada da Canção Nativa, Ponche verde da Canção, Sentinela da Canção, Aparte da Canção Nativa, Baqueria de los Piñares, Gauderiada da Canção Gaúcha, Canto Farroupilha, Vigília do Canto Gaúcho, Comparsa da Canção Nativa, Canto Galponeiro, Ronda da Canção Gaúcha, Levante da Canção Gaúcha e Festival Cesar Passarinho.

Também obteve prêmios de melhor arranjo, 1°,2° e 3° lugares por inúmeras vezes. Na 25° Sapecada da Canção Nativa, em 2017, conquistou o prêmio de 1° lugar com a milonga “O silêncio e a Campereada”, com poema de Sérgio Carvalho Pereira e melodia de Ricardo Comassetto e André Teixeira. Na ocasião, Luiz Marenco foi o intérprete e a composição também contou com o violão de Marcello Caminha.

Já atuou nos países do Prata, oportunidades em que, nos anos de 2009, 2010 e 2015, juntamente com Luiz Carlos Borges, na Argentina, participou do maior evento de chamamé do País.

Já atuou com diversos cantores, tais como: Luiz Marenco, Joca Martins, Cesar Oliveira & Rogério Melo, Juliana Spanevello, Jari Terres, Fabiano Bacchieri, Raineri Spohr. Ainda, gravou com diversos artistas gaúchos, dentre os quais se destacam: Luiz Marenco, Marcelo Oliveira, Quarteto Coração de Potro, Lisandro Amaral, Jari Terres, Joca Martins, Juliana Spanevello, Fabiano Bacchieri e Artur Mattos.

Atua com diversos artistas: André Teixeira, Marcelo Oliveira, Quarteto Coração de Potro, Galponeando, Lisandro Amaral. No ano de 2014, foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música, na categoria instrumentista, por sua participação no CD/DVD “Bagualles, um canto de amor à terra”. 

“Com ar de pampa no fole,
Soltas um som GENUÍNO
Que, se ouvirmos ao longe,
Ganha o tamanho de um hino
Mas quando nos toca a alma
É um acalanto divino”

(Eron Vaz Mattos)


SAIBA MAIS

Para adquirir o CD:
Telefone: (53) 99933-0019

Sobre o artista:
Youtube: /ricardocomassetto
Facebook: /ricardocomassettooficial
Twitter: /rcomassetto
Instagram: /ricardocomassetto

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Dois mundos: de tristeza e dor!

QUERO DEIXAR AQUI ESSA BELA INTERPRETAÇÃO DA Bárbara Stieler Bohrer NA INTER-REGIONAL DO ENART EM URUGUAIANA, UM POEMA SIMPLES MAS QUE GOSTO MUITO...UM TEMA ME FOI DADO PELA Cassia Machado QUANDO VOLTAVAMOS DA INTER DO ANO PASSADO E PASSAVAMOS POR UM CEMITÉRIO. Grácias ao meu amigo Fabricio Vargasque me presenteou com esse regalo, que foi conviver com esse momento mágico da poesia... 
JÁ QUE OS FESTIVAIS NÃO QUEREM NOSSOS VERSOS VAMOS PRESENTEANDO A TODOS COM ELES.

Dois mundos: de tristeza e dor!
Esta cor cinzenta das tuas faces frias...
Em gélidos tons de enegrecer paisagens,
Vens do breu ardente que por si irradia,
Qual um gris satânico a nublar imagens.
Fomentando a angústia ao passar por elas,
Escravas insólitas que vão custeando ao fim...
Onde incautos tolos vem guardar mazelas,
Nas noites negras destes teus confins.
Dois mundos diferentes dum viver insano...
De mausoléus templários a guardar o pó,
Fechados no tempo pelo correr dos anos,
Findando-se ao fim de um viver tão só.
Sarcásticos de ouro a plantear nudez...
Carcomido do tempo que já ficou pra traz,
Esquecidos estão juntos na sua própria vez...
Pois cada um vai colhendo o mundo que faz.
São corpos estranhos sem alma e nem vida,
Tantas vidas insanas na loucura de tantos,
Estórias alheias, algumas mais esquecidas,
Afogadas ao silêncio da mesma dor e pronto.
Este é o mundo dos que foram sem adeus,
Escondidos na espera, pelas brumas da dor...
Fechados a outro mundo de loucos e ateus,
Sobreviventes à desgraça de seu desamor.
O que será que existe depois do portão,
...que separa esta vida de outra vida afinal?
Talvez seja o mundo na sua própria ilusão,
Esfacelada à verdade de todo ser, ser igual.
Não importa o tamanho que o templo condiz,
Nem a forma descrita nesse mesmo ritual,
Sabemos que na vida o importante é ser feliz,
Por que todos terão o seu mesmo final.
Então por que a arrogância de olhares sem luz?
A soberba estampada em mentes insanas?
Pois aqueles que passam levando a sua cruz...
Sobrevivem às lembranças de todos que amam.
E no espaço apertado de paredes tão frias,
Encobertos de sonhos que se findaram em vão...
Acabaram num nada, são lembranças vazias,
Onde toda a riqueza está à sete palmos no chão.
O tudo vira em nada e do nada se esquece,
Fomentando as imagens pelos espelhos de luz...
Onde há duas datas e algum instante em prece,
(Talvez flores murchando pelos braços da cruz).
Então, eu te pergunto: (respondes se quiser)...
...com respostas frias sem palavras em vão,
- Porque tu te achas maior do que tu és...
...se todos findam entre as paredes dum caixão?

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

2° Xirimindá da Poesia Gaúcha

A comissão avaliadora do 2° Xirimindá da Poesia Gaúcha é composta por pessoas de reconhecida capacidade na arte poética e declamatória do Rio Grande do Sul. Vindos das cidades de Palmeira das Missões, Ijuí e Santa Maria, são eles, respectivamente: Rômulo Chaves, Cassia Machado e Fabricio Vargas. 
Um time de primeira para avaliar com sabedoria e experiência os sentimentos daqueles que subirão ao palco do 2° Xirimindá!

PARA QUEM NÃO SABE O QUE É XIRIMINDÁ!
A expressão “Chirimindé” ou "Xirimindá" designa uma canção de trabalho. Assim como ocorre em outras regiões do Brasil e, do próprio Rio Grande do Sul, a organização coletiva em torno de uma determinada atividade produtiva ensejou a criação de cantigas que de certo modo, davam o ritmo do trabalho.
Recolhida por João Carlos D’Ávila Paixão Cortes e Luís Carlos Barbosa Lessa no principio do trabalho de investigação sobre o folclore rio-grandense, no final dos anos 40 e inicio dos 50 do século XX. Como cenário deste trabalho, figuram as matas do Alto Uruguai, local conhecido desde o século XVII pela riqueza de seus ervais e, mais tarde, pelo contingente de ervateiros que de forma artesanal, colhiam e beneficiavam a erva mate nativa, tendo como referência urbano-histórica, Palmeira das Missões.
Após ser identificada e, recolhida por Paixão Cortês e Barbosa Lessa, foi musicada inúmeras vezes, como, por exemplo, pelo Grupo Vocal Farroupilha (1953); Lourdinha Brasil (1956) e, conforme Filho (2002, p. 6) pelo próprio Paixão Côrtes e Barbosa Lessa em 1957, quando gravaram em disco a “cantiga-de-trabalho dos ervateiros”.
Quanto a gravação desta canção, é notório que sua circulação, apesar do caráter estritamente regionalista, voltava-se à esfera nacional. “Chirimindé”, nesse sentindo, foi resgatada e inserida no contexto mais amplo do folclore brasileiro. Conforme a Revista do Rádio (1956, p. 32), “para os apreciadores do gênero folclórico, Lourdinha Brasil gravou na Polydor, "Rei do Congo", canto de saudade negro recolhido por Jayme Griz e "Chirimindé", cantiga de ervateiros gaúchos, recolhida por Barbosa Lessa e Paixão Cortes.”. Era, nesse momento, que o Brasil mostrava-se culturalmente plural, constituído por dezenas de realidades regionais e milhares de realidades locais.
Com relação ao trabalho de pesquisa da canção “Chirimindé”, Mattos (2005, p. 134) aponta que:
Lessa afirma que seu colega Paixão Cortes e ele próprio percorreram sessenta e dois municípios do Rio Grande do sul para realizar a coleta de canções folclóricas e que descobriram vários novos ritmos de dança e gêneros de canção, que ainda não tinham, sido revelados (...). Entre os gêneros e formas descobertas por Barbosa Lessa e Paixão Cortes estariam: o chamamé, a polca limpa-banco e alguns gêneros de cantigas-de-trabalho que (...) nem se sabia que existiam naquela região do Brasil, antes de sua pesquisa.
Dentro deste universo de pesquisas, a canção-de-trabalho “Chirimindé” é identificada por Paixão e Lessa. Um dado curioso é que o ritmo e a cadencia desta canção suscitou criticas em 1954, um ano após o lançamento do LP “Gaúcho”, por parte do renomado musico brasileiro Luiz Cosme, nascido em Porto Alegre, mas radicado no Rio de Janeiro. Para Cosme, “Chirimindé” teria uma musicalidade urbana, com forte pendor para o samba, descaracterizando-a como música folclórica. Cosme (1954) assim se reportou em ensaio jornalístico no jornal Diário de Notícias:
Ora, das quatro músicas na face B, nota-se evidentemente um sabor urbanístico. No canto de ervateiros Chirimindé, e no Amargo, toada gaúcha, observa-se uma propriedade dos arranjos de Herivelto Martins, do Trio de Ouro, o que desvirtua certamente a autenticidade dos motivos regionais gauchescos.
A estas criticas de Luiz Cosme, Barbosa Lesa apresenta explicações e justificativas, ainda em 1954. Deste modo, temos que, conforme Lessa (1954), Cosme:
(...) Destrói a primeira cantiga-de-trabalho gaúcha que se registrou em disco – Chirimindé – simplesmente porque certas passagens lhe fazem lembrar sambas de Herivelto Martins. Ora, que culpa nós temos se os ervateiros do Alto Uruguai são donos de alta sensibilidade artística? Cremos que se Luiz Cosme deixasse as delicias do Rio de Janeiro – onde hoje reside – e viesse se embrenhar, com uma gravadora nas costas, nos sertões do Rio grande, certamente mudaria de opinião.
Evidencia-se a distância existente entre o material recolhido na região do Alto Uruguai em pesquisas de campo e a teorização acadêmica de Cosme. Nas palavras de Lessa, a canção “Chirimindé”, em sua origem já possuía ritmo e arranjos peculiares.
Quando nos voltamos à primeira experiência de gravação da canção ervateira, o próprio LP “Gaúcho”, trás relevantes informações acerca do material ali contido e sua vinculação com o folclore regional gaúcho. Assim temos:

“Gaúcho – é um novo ritmo bem brasileiro, lá dos pampas, que nos chega, agora, pela voz do Conjunto Vocal Farroupilha e que marcará uma nova etapa da valorização da música popular brasileira. (...) As melodias aqui interpretadas não tem sabor de produções urbanísticas, são autênticos motivos colhidos pelos lídimos representantes do “35” – Centro de Tradições gaúchas”.
Conforme indicado, a canção “Chirimindé” constitui um autêntico motivo folclórico recolhido pelo jovem 35 CTG de Porto Alegre que, através de seus líderes intelectuais, notadamente Paixão Cortes e Barbosa Lessa, resgataram um plêiade de costumes, hábitos e manifestações culturais rio-grandenses, cuja poeira do tempo teimava em encobrir – até desaparecerem.
Assim temo a seguinte letra da canção “Chirimindé”, conforme o LP “Gaúcho”, de 1953:

Chirimindé – cant. De ervateiros. 
Luiz Carlos Barboza Lessa e 
J.C. d’Ávila Paixão Cortes.
Ai, mates o que matar
Ai, leves que o que levar
O couro da caça é meu
O couro da caça é meu
O couro da caça é meu
O couro da caça é meu

Levantei cedo, chirimindé
Bem de madrugada, chirimindé
Fui largar cachorro, chirimindé
Nas terras de prata, chirimindé
Cachorro grunhiu, chirimindé
Decerto é anta, chirimindé
Anta não é, chirimindé
Então é bugio, chirimindé
Bugio não é, chiriminde
Tinha os dentes pretos, chirimindé
O dente é preto, chirimindé
Então é cateto... Ai, mates o que matar
Ai, leves que o que levar
O couro da caça é meu
O couro da caça é meu

Menina que vai embora,
Menina que vai embora,
Menina daqui não sai
Menina daqui não sai
Menina que ir embora
Pros campos de Nonoay
Pros campos de Nonoay
Pros campos de Nonoay
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Regulamento
CAPÍTULO I 
DOS OBJETIVOS
Art. 1º - O 2º Xirimindá da Poesia Gaúcha, tem por finalidade a preservação, a valorização e a divulgação das artes, da tradição, dos usos e costumes e da cultura popular do Rio Grande do Sul.
Art. 2º - O 2º Xirimindá da Poesia Gaúcha acontece no dia 15/10/17, na sede do CTG Sinuelo da Querência em Palmeira das Missões e é um projeto cultural desenvolvido pela 17ª Região Tradicionalista, que tem por objetivos:
a) Promover o intercâmbio cultural, além de uma retomada de consciência dos valores morais do gaúcho entre os participantes das diversas regiões culturais rio-grandenses.
b) Projetar a cultura popular e tradicional do Rio Grande do Sul em nível regional e estadual, abrindo perspectivas de amplitude além de nossas fronteiras.
c) Proporcionar a integração entre poetas, declamadores, tradicionalistas, críticos de arte, educadores, estudantes e sociedade em geral.
d) Valorizar o artista amador do Rio Grande do Sul, evitando atitudes pessoais ou coletivas que deslustrem os princípios de formação moral do povo gaúcho.
e) Divulgar a arte, a história, a cultura, a tradição e a contemporaneidade do Rio Grande do Sul, através do verso.

CAPÍTULO II
DOS PARTICIPANTES
Art. 3º - Participarão do 2º Xirimindá da Poesia Gaúcha todo e qualquer cidadão brasileiro, que se propuser a obedecer o presente regulamento.
Art. 4º - Todos os participantes deverão estar devidamente pilchados, conforme diretrizes do MTG.
Art. 5º - Cada participante poderá apresentar somente uma poesia, sendo ela inédita ou não.
Art. 6º - Será exigido dos participantes a apresentação de documentos originais com fotos.
Art. 7º - A não apresentação do documento original com foto, acarretará na desclassificação do mesmo.
Art. 8º - É vedada a participação dos membros da Comissão Organizadora, auxiliares, como concorrentes em qualquer circunstância.
Art. 9º - Para a realização do 2º Xirimindá da Poesia Gaúcha as idades serão divididas da seguinte forma:
a) Para a modalidade de Declamação as categorias serão assim divididas:
- Categoria Mirim: até 13 anos, 11 meses e 29 dias até a data do evento; 
- Categoria Juvenil: até 17 anos, 11 meses e 29 dias até a data do evento; 
- Categoria Adulta: idade mínima 18 anos.
Art. 10º - As inscrições para todas as categorias serão limitadas, sendo ela distribuídas da seguinte forma:
- Categoria Mirim: 15 participantes; 
- Categoria Juvenil: 15 participantes; 
- Categoria Adulta: 15 participantes.
Art. 11º - Os participantes que optarem por, junto com o poeta, inscreverem o poema como inédito, concorreram a melhor trabalho poético do 2º Xirimindá da Poesia Gaúcha.

CAPÍTULO III
DAS INSCRIÇÕES
Art. 12º - As inscrições são gratuitas e terão início no dia 01/08, através do e-mail: xirimindadapoesia@hotmail.com.
Art. 13º - Serão aceitas as 15 primeiras inscrições em cada categoria, e se caso alguma categoria não atingir o número máximo, será acrescentado mais participantes naquela que ainda não estiver preenchida, conforme o recebimento cronológico das inscrições, até completar 15 inscritos. OBS: Segue em anexo o modelo de inscrição.
Art. 14º - Junto aos dados da ficha de inscrição, o candidato deverá anexar o texto do poema a ser apresentado no 2º Xirimindá da Poesia Gaúcha, sendo que o mesmo deverá marcar na ficha se o poema concorrerá na categoria poesia inédita.
Art. 15º - A ordem de apresentação será inversa a ordem de inscrição, sendo divulgada até o dia 30/09, encerrando-se as inscrições.

CAPÍTULO IV
DA COMISSÃO AVALIADORA
Art. 16º - A comissão avaliadora será de inteira responsabilidade da 17ª Região Tradicionalista e da Comissão Organizadora do 2º Xirimindá da Poesia Gaúcha.
Art. 17º - A comissão será constituída por 3 avaliadores e 1 revisor, de reconhecida capacidade nos assuntos da arte declamatória, cabendo a comissão a escolha de seu presidente.
§1º - Ao revisor caberá acompanhar os trabalhos de avaliação, sem neles interferir, revisar as planilhas para verificação de possíveis erros antes de entregá-las à Comissão Organizadora do evento.

CAPÍTULO V
DAS APRESENTAÇÕES E DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Seção I
Das disposições gerais
Art. 18º - A comissão avaliadora atribuirá nota aos participantes, empregando os critérios estabelecidos neste regulamento, ficando a cargo dos organizadores do evento a montagem e elaboração das planilhas para todas as categorias.
§ 1º - As planilhas serão fechadas durante a realização do evento.
§ 2º - Ao proceder a avaliação, a comissão analisará, detalhadamente, o uso correto da indumentária gaúcha completa, individual podendo penalizar com até dois pontos a nota final do avaliador, o participante que não estiver adequadamente pilchado de acordo com as Diretrizes estabelecidas pelo MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho) para o traje atual.
Art. 19º - A Comissão Avaliadora embasará seus critérios nos seguintes quesitos:

a) Declamação: 
I - Fundamentos da voz ................................................3 pontos 
a. Impostação (1 ponto) 
b. Dicção (1 ponto) 
c. Inflexão (1 ponto) 
II – Expressão corporal ................................................2 pontos 
a. Facial e gestual (1 ponto) 
b. Postura cênica (1 ponto) 
III – Interpretação da mensagem ................................ 4 pontos 
IV - Fidelidade ao texto................................................ 1 ponto

§ 1º - Para se obter o resultado final serão somadas as notas de todos os avaliadores e dividido por 3 (número de avaliadores) para chegar na média de cada participante.
§ 2º - Em caso de empate serão estabelecidos os seguinte critérios de desempate:
a) Declamação: 
1º) maior nota de Fundamentos da voz; 
2º) maior nota de Transmissão da mensagem poética; 
3º) maior nota de Expressão Corporal; 
4º) maior nota de Fidelidade ao Texto.
§ 3º - Permanecendo o empate na modalidade de Declamação, a Comissão Avaliadora decidirá outros critérios para o desempate. Sendo soberana e indiscutível a decisão da mesma, não sendo aceito reclamações, nem recursos referentes ao resultado.
§4º - O empate será constatado no cálculo da nota final, considerando os milésimos (três casas após a virgula).
Art. 20º - Para o acompanhamento musical do participante, somente poderão ser utilizados os instrumentos: violão, viola (10 ou 12 cordas), viola de arco, violino, rabeca, gaitas, bandoneon, pandeiro e serrote musical, que terá premiação de Melhor Amadrinhador, envolvendo todas as categorias.
§ 1º - A utilização de instrumentos musicais que não estiverem descritos neste Regulamento, conforme o Art. acarretará na desclassificação do participante.

Seção II
Do Concurso de Declamação
Art. 21º - No concurso de declamação, o mesmo será dividido em 3 (três) categorias da seguinte forma: Categoria Mirim, Juvenil e Adulta, sendo elas mistas (concorrerão junto Prendas e Peões).
Art. 22º – Para todas as categorias (Mirim, Juvenil e Adulta) as poesias à serem apresentadas serão de Livre Escolha de cada participante.
§ 1º - O tema deverá ser de inspiração gauchesca, tendo como base a língua portuguesa, podendo conter termos ou pequenos trechos em espanhol ou outros idiomas de povos formadores da cultura gauchesca.
§ 2º - Os participantes entregarão à Comissão Avaliadora 1 (uma) cópia impressa do poema escolhido, sem o que, não serão avaliados.
Art. 23º - O participante terá até 10 minutos para a sua apresentação, perdendo um ponto para cada minuto que ultrapassar.

Seção III
Do Concurso de Poesia
Art. 24º - O Concurso de poesia acontecerá juntamente ao concurso de declamação envolvendo todas as categorias, onde no ato da inscrição o participante deverá optar em inscrever um poema inédito para concorrer.
Art. 25º - Sugere-se que o tema do poema inédito seja inspirado no processo de fabricação da erva-mate, avios do mate, chimarrão, carijo, Xirimindá (Chirimindé), etc.
Art. 26º - O poema poderá ser de autoria do próprio declamador.
§ 1º - Não sendo de autoria do declamador, deverá constar na fixa de inscrição o poeta e seus dados.
Art. 27º - A avaliação do poema será realizada pela mesma comissão do concurso de declamação.
Art. 28º - Será premiado o melhor trabalho poético.

Capítulo VI
DA PREMIAÇÃO
Art. 29º - Serão premiados os primeiros, segundos e terceiros que obtiverem a maior nota na soma final, de cada categoria. Recebendo a seguinte premiação:
a) Declamação Mirim: 1º Lugar – R$ 100,00 + troféu;
2º Lugar – R$ 75,00 + troféu;
3º Lugar – R$ 50,00 + troféu;

b) Declamação Juvenil: 1º Lugar – R$ 150,00 + troféu;
2º Lugar – R$ 100,00 + troféu;
3º Lugar – R$ 50,00 + troféu;

c) Declamação Adulta: 1º Lugar – R$ 150,00 + troféu;
2º Lugar – R$ 100,00 + troféu;
3º Lugar – R$ 50,00 + troféu;

d) Melhor amadrinhador: R$ 50,00 + troféu.
e) Melhor Trabalho Poético: R$ 200 + troféu.

CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 30º - As deliberações das comissões Avaliadora e Organizadora serão soberanas, não cabendo nenhuma contestação.
Art. 31º - Os casos omissos nesse regulamento serão decididos pelas comissões Organizadora e/ou Avaliadora do festival.

Ficha de Inscrição

Categoria: 
( ) Mirim ( ) Juvenil ( ) Adulta
Poesia:
Autor(es):
Nome do(a) Declamador(a):
Idade:
RG:
Cidade:
Telefone:
E-mail:
Amadrinhador(es):
• Se a poesia for inédita preencha os campos abaixo:
Nome do(a) Autor(a):
RG:
Cidade:
Telefone:
E-mail:

AUTORIZAÇÃO: Autorizo a Comissão do 2º Xirimindá da Poesia Gaúcha a promover a divulgação do poema com conteúdo exclusivo do evento, reservando-se, contudo, os Direitos Autorais, nos termos legais.
DECLARAÇÃO: Declaro, sob minha responsabilidade, que as informações contidas na Ficha de Inscrição são verdadeiras e que aceito as condições estabelecidas no Regulamento do 2º Xirimindá da Poesia Gaúcha para a participação no concurso.


___________________________
Autor(a) (Se for inédita)

___________________________
Declamador(a)

Prefeitura faz lançamento do 4º Esteio da Poesia Gaúcha


Fotos: Eduardo Baratto Leonardi e Djalma Corrêa Pacheco
Quando a noite de 24 de fevereiro de 2018 chegar, Esteio vai se tornar, mais uma vez, ponto de referência no Estado para os apreciadores de versos que abordem a cultura, os costumes, as tradições e a história do Rio Grande do Sul e de seu povo. Nesta data, a Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya sediará a final do 4º Esteio da Poesia Gaúcha, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (SMCEL) com apoio da Diretoria de Comunicação Social (DCS). O lançamento do festival de poemas inéditos ocorreu na noite desta quinta-feira (14), durante a Semana Farroupilha Esteio. Os poetas já podem começar a enviar suas obras (veja abaixo como).

“O Esteio da Poesia representa a valorização da cultura gaúcha. É um evento que está cada vez maior, e tenho certeza que neste ano será uma festa ainda mais bonita, dando mais trabalho para os avaliadores que selecionarão as obras finalistas”, apontou o prefeito Leonardo Pascoal. “Estamos nos empenhando para transformar Esteio não apenas na cidade do trabalho e do progresso, como também na cidade da cultura, das tradições”, destacou.

Assim como fez na final do Esteio da Poesia deste ano, Pascoal concluiu seu discurso recitando um poema. Desta vez, o escolhido foi “Gaúcho”, de Ruben Sofildo da Silva: Gaúcho é filho do pago / Que ama e zela esta terra / Fronteira, missões e serra / Campanha e litoral / Recantos do mesmo ideal / Onde se vê o céu azul / Os rios, a mata, a flechilha / Mas tudo é chão farroupilha / Tudo é Rio Grande do Sul.

O secretário municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Rafael Figliero, comentou sobre a importância do evento. “O evento coloca Esteio no rol de cidades que valoriza a cultura local. Aproveito para deixar o convite para que os poetas enviem seus trabalhos e para que as pessoas venham assistir à final, em fevereiro”, comentou.

Um dos organizadores do festival (junto ao jornalista e servidor público esteiense Djalma Corrêa Pacheco), Paulo Roberto Domingues Vargas fez agradecimentos à cidade e à Administração Municipal. “Ao lançar esta nova edição do Esteio da Poesia Gaúcha, quero deixar o meu obrigado à comunidade, que participa do evento, e à Prefeitura, pelo apoio para a realização do festival”, disse.

O ato de lançamento foi finalizado com a interpretação de “O Mistério das Palhas”, de Carlos Omar Villela Gomes e Bianca Bergmam (São Vicente do Sul), obra que conquistou o prêmio de melhor poesia e melhor trabalho em palco do 3º Esteio da Poesia Gaúcha. No palco do Pavilhão 20 de Setembro, a obra foi apresentada por Romeu Weber, considerado o melhor intérprete da terceira edição do festival, acompanhado pelo músico e cantor esteiense Vladimir Guará como amadrinhador.

O secretário municipal de Educação, Marcos Dal’Bó, e os vereadores Sandro Severo e Luiz Duarte também participaram do lançamento do Esteio da Poesia.

Festival já recebe inscrições
As inscrições para o 4º Esteio da Poesia já estão abertas. O regulamento e a ficha para cadastro estão disponíveis no site da Prefeitura de Esteio (veja abaixo) e também na página oficial do evento no Facebook (https://www.facebook.com/EsteiodaPoesia). A Comissão Avaliadora, os shows de abertura e encerramento e o apresentador estão sendo definidos pela Comissão Organizadora do festival e devem ser anunciadas em breve.

Os poetas de todo o Brasil terão até o dia 17 de novembro para inscreverem seus versos, que devem versar sobre a dinâmica social, os usos e costumes do povo gaúcho, fatos históricos ou atuais e paisagens do Rio Grande do Sul. Do total de inscritos, a Comissão Avaliadora definirá 10 que serão apresentados ao público na noite de 24 de fevereiro de 2018, na Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya.

Os 10 trabalhos selecionados para a final receberão um prêmio de R$ 1 mil. Os três melhores poemas, declamadores e amadrinhadores, além do melhor trabalho em palco na final, receberão mais prêmios em dinheiro, troféus e diárias da Hospedaria Provençal, de Canela, apoiadora do festival.

Em apenas três edições, o Esteio da Poesia tornou-se o maior festival do gênero, em número de inscritos, no Rio Grande do Sul. A terceira edição contou com 358 poemas, enviados por 119 poetas de 66 municípios diferentes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Roraima. Ao todo, foram mais de 1,1 trabalhos inscritos em três anos.
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Atenciosamente, 
Djalma Corrêa Pacheco
Jornalista - Organizador do Esteio da Poesia Gaúcha
(51) 9151-3893