quinta-feira, 11 de maio de 2017

Morre Farrera de Los Campos

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A Estância Vendramin comunicou nesta quarta-feira, 10 de maio, o falecimento da égua Farrera de Los Campos. A atual Freio de Ouro foi acometida por uma trombose intestinal. Filha e Muchacho de Santa Angélica e Campana Intriga, Farrera conquistou o lugar mais alto do pódio no ciclo 2016 após uma campanha extraordinária nas pistas: 1º Lugar na Credenciadora da São Rafael (março de 2015), 1º Lugar na Credenciadora da Estância Tamareira (dezembro de 2015), 1º Lugar na Classificatória De Esteio e, por fim, o Freio de Ouro 2016.

Em nota, a a Estância Vendramin lamenta muito a partida precoce de sua campeã, mas sobretudo permanece com as alegrias que ela nos trouxe e com o seu legado de conquistas. “Éguas como essa são eternas e feliz de quem teve a honra de aprender com ela”. A Trajano Silva Remates, parceira da Estância Vendramin, se solidariza com toda a equipe de trabalho do criatório com a certeza que as vitórias conquistadas por Farrera de Los Campos estarão eternizadas na memória de todos os apaixonados pelo Cavalo Crioulo.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

O 9º Canto Farroupilha de Alegrete acontece de 07 a 10 de setembro


I - DA ORGANIZAÇÃO, SEDE, LOCAL E DATA: 

Art. 1º - O 9º CANTO FARROUPILHA é uma criação da Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer, 4ª Região Tradicionalista e Coordenadoria dos Festejos Farroupilhas. Será realizado na cidade do Alegrete RS, no CTG Farroupilha, nos dias 07, 08, 09 e 10 de setembro de 2017. 

Art. 2º - O 9º CANTO FARROUPILHA será desenvolvido dentro da temática regional campeira do RS, ou seja, as composições devem representar as raízes da nossa cultura, tanto no poema, como nos ritmos e instrumentos usados. 

II - DOS OBJETIVOS:
Art. 3º - Despertar o interesse pela temática campeira/nativista; valorizar os talentos do município e Estados e desenvolver o gosto pelas criações mais identificadas com o regionalismo gaúcho. 

Art. 4º - Incentivar a pesquisa das origens alegretenses e sul-americanas, resgatando aspectos da nossa história, cultura e tradição, com a projeção da terceira Capital Farroupilha, tanto regional quanto nacionalmente. 

Art. 5º - Possibilitar o surgimento de novos talentos, tornando viável a divulgação de suas obras e ratificando os talentos já conhecidos. 

Art. 6º - Premiar e divulgar os trabalhos musicais que receberem destaque no evento. 

III - DA ADMINISTRAÇÃO: 
Art. 7º - Compete à Comissão Organizadora: 
a) escolher e convidar as pessoas que deverão integrar o júri, composto de três a cinco nomes de reconhecida idoneidade e autoridade, ao qual caberá o julgamento das composições que se inscreverem; 
b) receber as inscrições para o Festival; 
c) credenciar todos os participantes do evento, desde que os mesmos compareçam à comissão para tanto destacada;
d) credenciar repórteres, profissionais de rádio, jornais, TV e organizadores de festivais; 

Art. 8º - Para participar do 9º CANTO FARROUPILHA, na Fase Local, os autores da letra e da música, assim como o intérprete, deverão ser obrigatoriamente nascidos no Alegrete-RS, ou que tenham residência fixa, no mínimo há três anos nesta cidade. Na fase estadual poderão participar autores, músicos e intérpretes do estado do RS, demais estados do Brasil, Argentina e Uruguai, desde que as composições estejam enquadradas nos itens a seguir. 

Art. 9º - As composições inscritas deverão ser inéditas, ou seja, que não tenham sido gravadas em discos ou similares, ou premiadas em eventos do gênero. 

Art. 10º - Cada compositor ou grupo poderá inscrever até 05 composições, de forma gratuita, até o dia 30 de julho de 2017, impreterivelmente, sendo que, das inscritas, no máximo serão classificadas duas por autor ou em parcerias. 

Art. 11º - Para a fase local, excepcionalmente, será selecionada uma composição por autor, podendo o mesmo passar outra composição pela fase estadual. Para participar da fase local é necessário anexar junto à ficha de inscrição: xerox do RG, CPF e comprovante de residência. Afim de provar legalmente o tempo exigido no art. 8º.

Art. 12º - Para ser inscrita, a composição deverá ser enviada em MP3 ou outro arquivo capaz de reproduzir a obra, com cópia da letra em arquivo PDF ou Word (sem a identificação dos autores), juntamente com a ficha de inscrição que se encontra no site www.alegrete.rs.gov.br, devidamente preenchida e assinada pelo(s) letrista(s) e pelo(s) compositor(es), até a data limite de 30 de julho de 2017 para o e mail: cantofarroupilhadealegrete@gmail.com. 

Parágrafo Único – A triagem será realizada nos dias 31 de julho e 01 de agosto de 2017, no CTG Farroupilha, a partir das 11h30min. Outrossim, a Coordenação do Evento não se responsabilizará pelos arquivos em MP3 ou similares que não estiverem em condições de ser reproduzidos. 

Art. 13º - A inscrição implicará na autorização para gravação e comercialização dos trabalhos gravados em CD ou DVD, reservados os direitos previstos em lei, bem como edição e comercialização de partituras musicais das composições e utilização das gravações e fotos, material de divulgação, sem ônus para o evento, ressalvados apenas os direitos autorais pertinentes e previstos em legislação específica. 

Art. 14º A gravação das 12 músicas que irão compor o CD ou o DVD será no dia 10 de setembro de 2017, no momento de suas apresentações, ao vivo.

Art. 15º - O número de componentes de cada grupo musical não poderá ser superior a 07(sete) e nem inferior a 03 (três). 

Art. 16º - Os intérpretes e músicos não poderão defender mais de 02 (duas) composições, sendo assim: Cada participante poderá subir ao palco para defender no máximo 02 (duas) composições. 

Art. 17º - Os músicos e intérpretes masculinos e femininos, obrigatoriamente, deverão apresentar-se devidamente pilchados no palco, com a indumentária típica do Rio Grande do Sul, bem como dos demais países que compõem a macrorregião do Pampa (Argentina/Uruguai) – o gaúcho - sem descaracterização, admitindo-se traje de época, desde que fundada em pesquisas legais. 

Art. 18º - A passagem de som das músicas classificadas será das 14 às 18 h do dia da apresentação de cada música, no local do festival. 

Art. 19º - A avaliação dos trabalhos será feita em duas eliminatórias e uma final. Para a fase local serão classificadas 05 (cinco) músicas e para a fase estadual 10 (dez) músicas. Serão apresentadas 07 (sete) músicas no dia 08 de setembro e 08 (oito) músicas no dia 09 de setembro, totalizando 15 (quinze) músicas, das quais deverão ser classificadas somente 12 (doze) para a final no dia 10 de setembro. As 12 (doze) músicas classificadas para a final independem das fases nas quais concorrem (local e estadual). 

Art. 20º - As músicas selecionadas da fase estadual receberão a título de Direitos Autorais e Artísticos e Ajuda de Custo, a importância de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por música. As músicas selecionadas na fase local receberão a título de Direitos Autorais e Artísticos e Ajuda de Custo a importância de R$ 1.300,00 (mil e trezentos reais) por música. O pagamento será efetuado após a apresentação da música, no local do evento. 

Art. 21º - Dessa forma, a comissão organizadora isenta-se da responsabilidade pelas refeições e deslocamento dos músicos e autores participantes. 

Art.22º - O pagamento estabelecido no artigo 20º será efetuado somente mediante apresentação de nota fiscal. 

Art. 23º - As omissões e dúvidas suscitadas serão resolvidas, livres e soberanamente pelas Comissões Organizadora e Julgadora do 9º CANTO FARROUPILHA, levando em conta o caráter moral, intelectual e legal do fato apresentado. 

V - DA PREMIAÇÃO: 
1º Lugar: Troféu Antônio José de Vargas e R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais). 
2º Lugar: Troféu Cilço de Araújo Campos e R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais). 
3º Lugar: Troféu Honório Lemes e R$ 1.000,00 (mil reais). 
Melhor instrumentista: Troféu Piu Fontoura e R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). 
Melhor intérprete: Troféu Gildo de Freitas e R$ 250,00 (duzentos cinquenta reais). 
Música mais popular: Troféu Nico Fagundes e R$ 250,00 (duzentos cinquenta reais). 
Melhor poesia: Troféu João da Cunha Vargas e R$ 250,00 (duzentos cinquenta reais). 
Melhor melodia: Troféu Darcy Fagundes e R$ 250,00 (duzentos cinquenta reais). 

Contato: 
Prefeitura Municipal de Alegrete, Centro Administrativo - Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer – Gabriel Feijó (55) 9 9669 3494. 
Rua Major João Cezimbra Jacques, 200 - CEP 97543-390 - Alegrete-RS. Fone (55) 39611743. Site: www.alegrete.rs.gov.br – E-mail: sectur.alegrete@gmail.com 

COMISSÃO JULGADORA 9º CANTO FARROUPILHA 2017 
- Maximiliano Alves de Moares 
- Ricardo Comasseto 
- Marquito Ferreira da Costa 
- Marcelo Oliveira
- Cristiano Fantinel
Fonte:http://www.portaldosfestivais.com.br

segunda-feira, 8 de maio de 2017

1ª ESQUILA E VINDIMA - PREMIAÇÃO


Ao final, a comissão avaliadora, formada pelo compositor Carlos Madruga, pela cantora Loma Pereira e pelo poeta Jaime Brum Carlos, definiu o seguinte resultado:

Primeiro Lugar: AL COMPÁS DE LA VIGÜELA
Letra: André Oliveira
Melodia: André Teixeira
Interpretação: André Teixeira

Segundo Lugar: PORQUE O PALANQUE NÃO CIMBRA
Letra: Carlos Omar Villela Gomes
Melodia: Arison Martins
Interpretação: Cristiano Fantinel

Terceiro Lugar: PELO SUOR DA MÃO CAMPEIRA
Letra: Paulo Ozório Lemes
Melodia: Alex Har
Interpretação: Volmir Coelho

Mais Popular: VOLTANDO MILONGA
Letra: Beto Barros/Péricles Almeida
Melodia: Beto Barros
Interpretação: Beto Barros

Melhor Intérprete: ANDRÉ TEIXEIRA - Al Compás de La Vigüela
Melhor Instrumentista: MARCELINHO CARVALHO - Violão - Taquara
Melhor Poesia: PORQUE O PALANQUE NÃO CIMBRA - Carlos Omar Villela Gomes
Melhor Arranjo: AL COMPÁS DE LA VIGÜELA


Fonte: Blog Ronda dos Festivais.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

3º Encontro de Confrarias em Bossoroca

A Confraria do Icamaquã, mais uma vez, se mobiliza para a mais uma edição que será o 3º Encontro de Confrarias, festival de músicas, poesias e pajadas, que acontecerá dias 05 e 06 de maio de 2017, com início às 19:00 horas, na sede do CTG Sinuelo das Missões em Bossoroca – RS. 
Espera-se receber, como de costume, artistas, confrades e pessoas da comunidade bossoroquense e de mais de 30 municípios. 
Nas duas noites haverá jantar, show com o Charles Arce e prosseguimento do festival. 
Os jurados serão Claudino de Lucca, Nilton Ferreira e Carlos Cardinal.
Ao todo serão distribuídos 40 troféus para as melhores apresentações nas três modalidades. 
Na sexta-feira todas as obras poético-musicais poderão versejar em tema livre, já no sábado o tema será “valores” ligado aos valores internos do ser humano.
Também nas duas noites a Confraria prestará homenagem para 23 pessoas ligadas à arte, à cultura e à cooperação sendo 21 já falecidas. 
Este tipo de festival, que é um festival onde a família inteira pode participar, caracteriza-se por ser um local onde evidencia-se um belo espetáculo através dos diversos artistas que se apresentam no palco com lindas obras e também oportuniza momentos ímpares de confraternização, amizade, parceria e calor humano entre os artistas e o público em geral de expectadores. 
A palavra Confraria significa: irmandade, união de pessoas que buscam os mesmos objetivos e caminham vislumbrando um único objetivo, ou seja, valorizar a arte, a cultura, a história e o meio ambiente através de ações pró-ativas.
A Confraria tem como principais finalidades:
- Promover, prestigiar, amparar, incentivar talentos, congregar e valorizar os poetas, escritores, historiadores, compositores, músicos, atores e artistas em geral.
- Realizar eventos que promovam, por todos os meios, o intercâmbio cultural e a cultura;
- Ser apoiadora da consciência da preservação ambiental.
- Compartilhar amizade, paz, amor, compreensão, solidariedade e integração.
A Bandeira oficial da Confraria do Icamaquã que traz consigo um cenário estampado do Rio Icamaquã refletindo a imagem do lugar denominado Poço do Albino, nas terras que pertencera ao saudoso Albino Ferreira Antunes. 
Também a bandeira ostenta a figura de um sabiá laranjeira
Pássaro inspirador, aclamado, cantado e decantado pelo sentimento popular e cultural. É um pássaro que canta o amor e a primavera. Os filhotes após o nascimento recebem atenção de ambos os pais. Seu canto é melodioso, aflautado e freqüente e é considerado popularmente como a ave nacional do Brasil.
O hino da Confraria do Icamaquã: tem letra de João Antunes, Afrânio Marchi e José Dirceu Dutra e melodia de André Canterle.
Principais atividades já realizadas pela Confraria do Icamaquã.
- Dois Encontro de Confrarias.
- Encontro de talentos da Terra realizado numa edição da Semana Farroupilha.
- 1ª Soltura de Alevinos no Icamaquã.
- 1ª Vertente Poético-Musical – Festival de músicas e poesias.
- Gravação de músicas e poesias para o programa Caminhos da Mostra, programa este de Mário Meira, de São Luiz Gonzaga.
- Criação e conclusão da praça e do monumento Noel Guarany em Bossoroca – RS onde a estátua é criação de Vinícius Ribeiro e a praça no entorno do monumento foi uma criação de Luiz Hevando Medeiros.
Pelo Projeto Mais Cultura na parceria entre a Confraria do Icamaquã e a escola São José do Rincão dos Antunes: 
- Palestra sobre a história das Missões e do Rio Grande do Sul com o poeta e compositor Rodrigo Bauer.
- 1ª Cavalgada Histórica, Cultural e Ecológica desde a Casa de Pedras de Renato Antunes até às margens do Rio Icamaquã.
- Duas edições do Festival de Músicas e Poesias realizado na sede da Escola São José em 2014 e em 2016.
- Plantio de árvores às margens do Rio Icamaquã.
- Encontro artístico-cultural na propriedade de Lodonho Pereira.
Outras conquistas:

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Sesmaria da Poesia Gaúcha - 22ª Quadra



Sesmaria da Poesia Gaúcha - 22ª Quadra
Dia 30 de setembro de 2017
Inscrições até 30/05/2017
Osório/RS

OBJETIVOS. 
Art. 1º. - A SESMARIA DA POESIA GAÚCHA é um concurso de poesia e declamação, cuja temática deve estar identificada com o contexto sócio cultural do Rio Grande do Sul, abordando as várias nuanças poéticas que caracterizam a produção literária de nosso estado, tais como: gauchesca; nativista; regionalista; tradicionalista; localista; telúrica; social; pageana; payadoresca;

Art.2º - A SESMARIA DA POESIA GAÚCHA integra um projeto cultural, desenvolvido pela Associação Cultural Sesmaria, com apoio da Prefeitura Municipal de Osório, através da Secretaria de Cultura, Secretaria de Desenvolvimento e Turismo como parte integrante da SEMANA FARROUPILHA, tendo por objetivos:

a) Integrar, através da poesia, a comunidade de Osório ao Movimento Tradicionalista e Nativista do Rio Grande do Sul;

b) Abrir novos espaços para poetas e declamadores, partindo-se do princípio que estes são muitos restritos nos palcos gaúchos;

c) Divulgar a arte, a história, e a cultura do Rio Grande do Sul, através do verso.

COORDENAÇÃO
Art.3º - A coordenação da SESMARIA DA POESIA GAÚCHA estará a cargo da Comissão executiva da Associação Cultural Sesmaria, com apoio da Secretaria de Cultura.

a) A Comissão Executiva é responsável pela elaboração do projeto e pela execução e avaliação do evento.

b) A Comissão Executiva indicará a Comissão Avaliadora, que será integrada por: poetas, compositores e declamadores, de reconhecido renome no cenário cultural rio-grandense.

DO LOCAL E DATA
Art. 4º - O Festival será realizado no dia 30 de setembro de 2017 em Osório/RS na Câmara de Vereadores, situada na Av. Jorge Dariva, 1211 - Centro. Osório.

PARTICIPAÇÃO
Art. 5º - Poderão participar da Sesmaria da Poesia Gaúcha, poetas e declamadores de qualquer parte do Brasil e Países vizinhos, desde que respeitada à proposta do evento, ou seja, temas identificados com o contexto sócio cultural do Rio Grande do Sul.

Parágrafo 1º - A fim de evitar constrangimento não serão aceitas inscrições de poesias entregues diretamente aos jurados.

Parágrafo 2º - Os autores cedem o direito de gravação, comercialização, ressalvados os direitos autorais da 22ª Quadra da Sesmaria da Poesia Gaúcha, correspondente à edição e/ou reedição do CD/DVD.

Parágrafo 3º - É vedada a participação dos membros da Comissão Organizadora, auxiliares, funcionários, conselheiros como concorrentes em qualquer circunstância.

INSCRIÇÃO
Art. 6º - Cada autor poderá inscrever gratuitamente, número ilimitado de poesias, podendo classificar somente 1 (um) poema, até o dia 30 de maio de 2017, sendo esta data limite de postagem e remeter para o seguinte endereço - Associação Cultural Sesmaria - Rua Santos Dumont, 696 - Centro- CEP 95520-000 - Osório – RS.

Parágrafo Único - As poesias poderão ser enviadas (word ou pdf) através do correio eletrônico:sesmariadapoesia@outlook.com juntamente com a ficha de inscrição totalmente preenchida (Não serão aceitas inscrições sem a ficha de inscrição anexa ao email).

Art. 7º - As poesias inscritas deverão ser inéditas, isto é, não publicadas em livros de festivais e/ou gravadas e que não tenham sido premiadas em festivais do gênero.

Art. 8º - Cada trabalho inscrito deverá vir acompanhado de sua ficha de inscrição, devidamente preenchida e assinada e quatro (4) cópias da poesia, digitadas no editor de texto Word ou pdf, constando somente o título, sem identificação do Autor e uma cópia do arquivo em Word ou pdf gravada em CD. (se enviada via correio, o autor poderá enviar mais do que um poema e as fichas de inscrição no mesmo CD).

Art. 9º - As cópias, Cd´s e todo material enviado não serão devolvidos e ficarão pertencendo ao acervo do festival.

Art. 10 - Os autores poderão enviar mais de uma poesia por email, mas com uma ficha de inscrição para cada poesia.

Art. 11 - O concorrente, após inscrever seu trabalho, não poderá divulgá-lo até o final do evento.

Art 12 - A assinatura da ficha de inscrição e/ou a resposta do email de solicitação pelo responsável implica na aceitação expressa de todos os artigos constantes desse regulamento por todos os demais elementos do grupo, sendo que o festival não se obriga a cumprir o que nele não foi estipulado.

Art. 13 - Deverá acompanhar a ficha de inscrição a autorização para gravação do CD. (anexo)

Art. 14 - O tempo de gravação de cada um dos trabalhos classificados não deverá exceder seis (6) minutos.

Art. 15 - Encerrado o prazo para inscrições, a Comissão Avaliadora selecionará, dez (10) poesias, que integrarão o COMPACT DISC (CD), que será gravado no dia do evento e mais 3 poesias como suplentes. (estes poemas (suplentes) terão uma ajuda de custo)

TRIAGEM
Art. 16 - Após encerrar o prazo de inscrição, a Comissão julgadora selecionará as 10 (dez) poesias que serão declamadas na SESMARIA DA POESIA GAÚCHA 22ª QUADRA de Osório que integrarão o respectivo CD e DVD. Os concorrentes serão notificados, em tempo hábil, através de correspondência, telefone, email ou pela imprensa.

COMPETIÇÃO
Art 17 - O intérprete poderá participar de uma (1) poesia, sendo ou não de sua autoria.

Art 18 - O amadrinhador (Instrumentista) poderá participar de, no máximo, duas (2) poesias.

Art.19 - Cada declamador deverá se apresentar com seu próprio instrumentista(s).

Art. 20 - O poema poderá ser defendido em forma de dueto. 

Art. 21 - A apresentação da poesia no palco será de inteira responsabilidade do autor.

INDUMENTÁRIA
Art. 22 - O intérprete e os músicos deverão apresentar-se obrigatoriamente pilchados no palco com a indumentária típica do RS, sem descaracterização e deturpação.

HORÁRIO DE PASSAGEM DO SOM
Art.23 - Os trabalhos deverão ser ensaiados das 13h às 17h, da respectiva apresentação no palco, no dia 30 de setembro de 2017. podendo ser gravada como segurança para a gravação do CD.

DIA E HORA DA APRESENTAÇÃO
Art. 24 - As poesias classificadas deverão ser apresentadas no palco da SESMARIA DA POESIA GAÚCHA, na noite de 30 de setembro de 2017, às 20h00min.

Art. 25 - A Comissão Organizadora irá decidir a ordem de apresentação das 10 (dez) poesias que subirão ao palco.

DA PREMIAÇÃO
Art. 26 - A cada uma das poesias classificadas, e efetivamente declamada, sem leitura ou consulta ao respectivo texto no palco, será paga uma premiação pela classificação no valor de 800,00 (oitocentos reais).

Art. 27 - O festival se compromete a efetuar os pagamentos das premiações, mas não estipula a forma de pagamento, podendo ser em dinheiro, cheque nominal ou similares.

Art. 28 - Somente serão feitos os pagamentos as pessoas indicadas na ficha de inscrição e com todos os documentos exigidos.

CREDENCIAMENTO, ALIMENTAÇÃO, HOSPEDAGEM ACOMPANHANTES
Art. 29 – A hospedagem e alimentação dos participantes e acompanhantes será por conta dos mesmos.

PREMIAÇÃO
Art. 30 - Os vencedores da SESMARIA DA POESIA GAÚCHA 22ª QUADRA, farão jus a seguinte premiação:

1º Lugar Poesia: - Troféu Luiz Menezes + R$ 800,00
2º Lugar Poesia: - Troféu Luiz Menezes + R$ 600,00
3º Lugar Poesia: - Troféu Luiz Menezes + R$ 500,00

1º Lugar Intérprete: Troféu Luiz Menezes + R$ 800,00
2º Lugar Intérprete: Troféu Luiz Menezes + R$ 600,00
3º Lugar Intérprete: Troféu Luiz Menezes + R$ 500,00

1º Melhor Amadrinhador: Luiz Menezes + R$ 500,00
2º Melhor Amadrinhador: Troféu Luiz Menezes + R$ 300,00
3º Melhor Amadrinhador: Troféu Luiz Menezes + R$ 200,00

INTEGRANTES DA COMISSÃO JULGADORA
Art. 31 – A DEFINIR

DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 32- Os caso omissos no presente regulamento, bem como eventuais dúvidas surgidas durante a realização do evento, serão resolvidos pela Comissão Executiva.

Art. 33 - As deliberações da Comissão Avaliadora serão soberanas, não cabendo nenhuma contestação.

Parágrafo Único: Os poemas suplentes somente serão convidados para o dia do evento, caso algum poema venha a ser desclassificado.

INFORMAÇÕES POR TELEFONE:
JULIO RIBAS - (51) 9.8606-6667

SESMARIA DA POESIA GAÚCHA – 22ª QUADRA
FICHA DE INSCRIÇÃO


TÍTULO DA POESIA:
AUTOR :
ENDEREÇO:
TELEFONE:
CIDADE/UF/CEP:
CPF:
RG:
NÚMERO PIS/PASEP:
NOME DO DECLAMADOR(a):
NOME DO AMADRINHADOR(a, es):

Informar o nome da pessoa autorizada a receber a Ajuda de Custo e Direito de Arena. Ressaltamos que a mesma deverá estar presente na SESMARIA DA POESIA GAÚCHA - 22ª QUADRA, pois o pagamento será efetuado através de empenho prévio.

NOME COMPLETO:
ENDEREÇO: 
TELEFONE:
CIDADE/UF/CEP:
CPF:
RG:

AUTORIZAÇÃO: Autorizo a Comissão Executiva da SESMARIA DA POESIA GAÚCHA - 22ª QUADRA, a promover a gravação em CD/DVD com conteúdo exclusivo do Festival, reservando-se, contudo, os Direitos Autorais, conforme prevê a Lei. DECLARAÇÃO: Declaro(amos) que as informações dadas à Ficha são verdadeiras e que ao assiná-la estou(amos) aceitando as condições de participação/concorrência propostas no Regulamento desta edição da SESMARIA DA POESIA GAÚCHA de Osório.

OBSERVAÇÕES:
A) Preencher uma via para cada composição - Informar por escrito à Comissão Executiva, qualquer alteração.

___________, ______ de ____________ de 2017


Fonte: Blog Identidade campeira

7º Canto da Aldeia - São Vicente do Sul


Acontecerá nos dias 02, 03 e 04 de Junho de 2017 numa bela estrutura na Praia do Passo do Umbu em São Vivente do Sul o 7º Canto da Aldeia, um festival de convidados organizado pelo Grupo Aldeia Nativa, que tem a frente os grandes cantores Arison Maritns e Emerson Martins, mas que conta com o apoio de grandes poetas e músicos Vicentinos ou lá residentes. 
O Canto da Aldeia é um festival de convidados, mas os que ainda não conhecem o local e o evento e queiram, participar é só entrarem em contato com os organizadores na suas páginas da web, que terão todas as informações necessárias. 
Serão três dias de grande encontro musical e poético, sendo na sexta feira musicas e poesias do tema livre. No Sábado as músicas do Tema que será dado na sexta feira e no domingo um churrasco de confraternização, regado a muita conversa e musica boa.
Todos os olhos se voltam para São Vicente do Sul no 7º Canto da Aldeia.

DVD “45 ANOS – OS MONARCAS”

Lançamento do terceiro DVD do conjunto comemora trajetória de 45 anos de carreira unindo história, grandes sucessos e a futura geração

Para comemorar a sua trajetória musical, um dos conjuntos mais tradicionais do Rio Grande do Sul está lançando o DVD “45 Anos – Os Monarcas”, o terceiro da carreira. Trata-se de um material especial, um 3 em 1, que contempla: “Os Monarcas – A História”, um documentário relatando o trabalho do conjunto desde a sua formação; “Os Maiores Sucessos”, um show de cultura e de nostalgia com as canções que marcaram a carreira do grupo e mais três musicas inéditas; e “Os Monarcas e os Novos Talentos”, uma emocionante apresentação de 27 crianças, dos três estados do Sul, e também uma menina, Shakira Becker, do Paraguai, que cantaram e tocaram ao lado de seus ídolos, resultado de um projeto que busca semear e estimular a cultura gaúcha entre as novas gerações.

Ao longo do material, o público irá conferir momentos de muita emoção, com a participação especial dos ex-integrantes Luiz Lanfredi e Nelson Falkembach; e também a participação de Thomas Machado, o gauchinho vencedor do programa The Voice Kids (TV Globo), que no documentário faz o papel de Gildinho quando criança. O DVD, além de relembrar grandes sucessos, como “Tirando o chapéu pra Deus”, “Erechim história e canto” e “Gineteando o Temporal”, presenteará os fãs com quatro canções inéditas: “Quando uma gaita se cala”, “Alma Fandangueira”, “Pra sempre um Monarca” e, como faixa bônus, “Voltei cantar para meu povo”. 

O material é o resultado de um trabalho de muita pesquisa e dedicação que envolveu os integrantes do conjunto, equipe técnica, equipe de apoio do escritório do conjunto e os profissionais responsáveis pela produção. A captação das imagens do documentário aconteceu em vários locais, entre eles o interior de Erechim e de Barra do Ribeiro (RS). A gravação com os músicos e com as crianças aconteceu na Serra Gaúcha, na cidade de Nova Bassano (RS). O trabalho é uma produção da empresa Mídia A, de Porto Alegre (RS), e a direção geral tanto o filme como do DVD é de José Carlos Valêncio. 

O DVD “45 Anos – Os Monarcas” está sendo comercializado pelo valor de R$ 35,00 e pode ser adquirido nos bailes do conjunto, nas lojas Multisom, Minuano Discos, Querência Discos, Gravadora Acit e também pela internet na loja virtual da produtora Mídia A através do site www.lojaosmonarcas.com. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3022-2213.


SERVIÇO

O quê: DVD “45 Anos – Os Monarcas”
Valor: R$ 35,00
Como adquirir:
* Bailes e shows do conjunto Os Monarcas
* Lojas Multisom, Minuano Discos, Querência Discos, Gravadora Acit
* Na internet: www.lojaosmonarcas.com

Mais informações:
Produtora Mídia A – Telefone: (51) 3022-2213

Daiana Silva – Jornalista
Assessoria de Imprensa
(51) 98187-0085 (Whatsapp)

quarta-feira, 26 de abril de 2017

QUERÊNCIA DA POESIA GAÚCHA - Caxias do Sul

Será nesse final de semana, dia 29 de Abril, na Serra Gaucha, Caxias do Sul, mais um grande festiva de Poesia, que contara com a presença dos grandes Poetas, Declamadores e Amadrinhadores deste estado. Todos convidados.

POEMAS CLASSIFICADOS, DECLAMADORES E AMADRINHADORES DA 8ª EDIÇÃO DO FESTIVAL QUERÊNCIA DA POESIA GAÚCHA

Ordem de apresentação:

Poema: APELO DE VIDA AO CAMPO
Autor: JOSETI GOMES
Cidade: GRAVATAÍ / RS
Declamador: ÉRICO PADILHA
Amadrinhador: DIEGO CHAVES


Poema: DE TRANÇAS E TENTOS
Autores: MÁRIO AMARAL E ADRIANO MEDEIROS
Cidade: LAGES / SC
Declamador: MÁRCIO ERTHAL
Amadrinhador: LUIDHI MORO MÜLLER

Poema: DOS RELICÁRIOS DA ALMA 
Autor: HENRIQUE FERNANDES
Cidade: MARAU / RS
Declamador: SEDINEI ANTÔNIO RICHTER
Amadrinhador: WILLIAM ANDRADE

Poema: ENTRE PASSADO E PRESENTE 
Autores: ANDERSON FONSECA E ACÉLIO FONTOURA JÚNIOR
Cidade: ENCRUZILHADA DO SUL / RS
Declamadores: DOUGLAS DIEHL DIAS E GUILHERME MARQUES
Amadrinhadores: DOUGLAS MENDES E MAURÍCIO LOPES

Poema: NA TROPEADA DA VIDA 
Autor: CARLOS ROBERTO HAHN
Cidade: TRAMANDAÍ / RS
Declamadora: PRISCILA ALVES COLCHETTE
Amadrinhadores: MARCOS MORAIS E LUIDHI MORO MÜLLER

Poema: ORELHADOR 
Autor: MAXIMILIANO ALVES DE MORAES
Cidade: ALEGRETE / RS
Declamador: VÍTOR LOPES RIBEIRO
Amadrinhadores: JORGE ARAÚJO E LUCIANO SALERNO

Poema: REFLEXÕES ACERCA DO CAMPO E DE MIM 
Autor: DJALMA CORRÊA PACHECO
Cidade: ESTEIO / RS
Declamador: LEONARDO ANDRADE
Amadrinhador: WILLIAM ANDRADE

Poema: ROMANCE DE UM OUTRO JOÃO 
Autor: SEBASTIÃO TEIXEIRA CORRÊA
Cidade: CAXIAS DO SUL / RS
Declamador: ARTHUR SALLES ROOS
Amadrinhador: JAIR SILVEIRA

Poema: SOB A CRUZ DO PAYADOR 
Autor: EDSON MARCELO SPODE
Cidade: PANAMBI / RS
Declamador: JAIR SILVEIRA
Amadrinhador: CÉSAR AUGUSTO FURTADO

Poema: VOZES FUTURAS 
Autor: JOSÉ LUIZ FLORES MORÓ
Cidade: FARROUPILHA / RS
Declamador: PABLO DA ROSA
Amadrinhador: CÉSAR AUGUSTO FURTADO

terça-feira, 25 de abril de 2017

Batalha de Porongos - Revolução Farroupilha, 1844

Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias.


Batalha de Porongos: covardia, traição, falsidade

A Revolução Farroupilha foi a mais longa revolta republicana contra o Império escravocrata e centralizador brasileiro. Os grandes e poderosos proprietários de terras gaúchos, sentindo-se desfavorecidos pelas leis federais, principalmente pelos impostos considerados excessivos, entram em negociações com o governo regencial. Tais negociações, consideradas insatisfatórias, criam um crescente estado de tensão até o rompimento definitivo e a declaração de guerra, em 20 de setembro de 1835.

Depois do combate travado em Bagé, conhecido como “a Batalha do Seival”, em que as forças imperiais foram surpreendente e rotundamente derrotadas, surge um movimento político dissidente e separatista. Com sua radicalização é proclamada a independência e criada a República Rio-Grandense frente ao Império do Brasil, propondo uma República Federativa às demais províncias que viessem a separar-se do Império e assumissem a forma republicana.

Para lutar por “um país independente” foi necessário juntar as tropas dos generais que aderiram à causa e assim foi formado o “exército farroupilha” liderado pelo Gen. Bento Gonçalves. Na verdade, os verdadeiros protagonistas dessa luta foram os negros, os índios, os mestiços e os brancos pobres que lutaram de forma abnegada pela recém criada República e por espaços de liberdade, buscando um futuro melhor para si e para os seus. Entre os generais está um abolicionista convicto, Antônio de Souza Netto, que não só coloca a libertação dos escravos como um dos “ideais farroupilha” como propõe a participação dos negros na luta dos farrapos. Num primeiro momento a idéia é rejeitada. Porém, em 4 de outubro de 1836”, depois da “Derrota de Fanfa”, em que Bento Gonçalves foi preso e o exército farroupilha teve excessivas baixas, eles não vacilaram em libertar os escravos que, em troca, se engajaram no exército farroupilha. Assim foi criada a unidade militar que ficou conhecida como os Lanceiros Negros.

Nesse corpo de Lanceiros Negros só havia brancos entre os oficiais superiores. Os negros eram os melhores domadores de cavalos da província. Suas lanças eram maiores do que as ordinárias, os rostos pretos como azeviche. Seus corpos robustos e a sua perfeita disciplina os tornavam o terror dos imperiais. A participação decisiva dos Lanceiros Negros foi ressaltada pelo republicano Giuseppe Garibaldi – “herói dos dois mundos” – em sua biografia escrita por Alexandre Dumas: “soldados de uma disciplina espartana, que com seus rostos de azeviche e coragem inquebrantável, punham verdadeiro terror ao inimigo” ou ainda “…mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais valentes, …em cujas fileiras aprendi a desprezar o perigo e combater dignamente pela causa sagrada das nações…” (GARIBALDI,Giuseppe, em FAGUNDES, M. Calvet, História da Revolução Farroupilha. EDUCS.1989.p. 9).

Depois de lutarem, durante dez anos, não por dinheiro ou impostos, mas pela liberdade, no dia 14 de novembro de 1844 foram miseravelmente traídos no mais vergonhoso episódio dessa guerra, conhecido como “O Massacre de Porongos”. Desarmados, por seu comandante Canabarro, esses homens foram traiçoeiramente entregues a sanha historicamente genocida de Caxias.
Duque de Caxias: resolvendo a questão dos negros em armas

A “Traição de Porongos” e o Massacre dos Lanceiros Negros

Como explicar aos brasileiros tamanha covardia e a baixeza moral perpetradas por dois homens, David Canabarro e Duque de Caxias, ambos idolatrados como “heróis” pela historiografia oficial – um deles até considerado “patrono do Exército” – durante a chamada Revolução Farroupilha? Os historiadores oficiais criaram deliberadamente imagens falsas de Porongos procurando não macular “seus” heróis. Entretanto, a hediondez dos acontecimentos só nos permite uma coisa: não a explicação, mas a revelação da verdade, baseada em documentos oficiais que ficaram escondidos por décadas e só agora revelados.

As crescentes dificuldades enfrentadas pela nova República e as disputas políticas na região do Prata, preocupantes para as autoridades do Império, impuseram às duas partes negociações de paz. Uma vitória militar decisiva dos farrapos sobre o exército imperial, comandado pelo então Barão de Caxias, tornara-se cada vez mais inviável. Por parte do Império era importante terminar logo a luta e buscar uma paz negociada, pois tudo indicava a inevitabilidade da luta com os vizinhos platinos. Mas para as duas partes era importante resolver a questão dos negros em armas. Os revoltosos haviam prometido liberdade aos negros que lutavam no exército farroupilha e com isso a Corte Imperial não concordava. Era um perigo para os escravocratas brasileiros um grande número de negros armados. E se eles, agora bastante coesos, procurassem asilo no Uruguai e a partir daí continuassem a guerra com táticas de guerrilhas, fazendo do território uruguaio seu santuário? Isso levaria à guerra e “poderia provocar graves problemas com a Argentina de Juan Rosas” (LEITMAN Spencer, Negros Farrapos: hipocrisia racial no sul do Brasil no séc. XIX e DACANAL José, A Revolução Farroupilha: história e interpretação. Porto Alegre: Mercado Aberto.1985. p. 72)

Pelo lado dos farrapos, Bento Gonçalves foi afastado da liderança, e os novos líderes, David Canabarro e Antônio Vicente da Fontoura, ambos escravocratas, negociavam a paz com Caxias. A promessa de liberdade para os combatentes negros depois de 10 anos de abnegadas e vitoriosas lutas deles nas batalhas pesava muito nas negociações.

“Caxias confiava no poder do ouro. Com poderes ilimitados e verbas consideráveis para sobrepor-se aos “obstáculos pecuniários” que surgissem ao negociar com os líderes farrapos, ele tentou um acordo com David Canabarro, o principal general farrapo, para terminar a guerra. De comum acordo decidiram destruir parte do exército de Canabarro, exatamente seus contingentes negros, numa batalha pré-arranjada, conhecida como “Surpresa de Porongos” em 14 de Novembro de 1844” (LEITMAN, Spencer. Negros Farrapos …Idem p. 75)Foi neste contexto que aconteceu, na madrugada de 14 de novembro de 1844, o “Massacre de Porongos” em que os Lanceiros Negros – previamente desarmados por Canabarro e separados do resto das tropas – foram atacados de “surpresa” e dizimados pelas tropas imperiais comandadas pelo Cel. Francisco Pedro de Abreu (o Moringue), através de um conluio entre o barão (mais tarde duque) de Caxias e o gen. Canabarro para se livrarem dos negros em armas e poderem finalmente assinar a Paz de Ponche Verde. “Traição de Porongos, que mais foi a matança de um só lado do que peleja, dispersou a principal força republicana e manifestou morta a rebelião. (…) Em Porongos pois, a revolução expirou. Foi daí que seguiu-se o entabulamento das negociações, que deram tranqüilidade ao Rio Grande do Sul” (ARARIPE, Tristão de Alencar. Guerra civil no Rio Grande Do Sul: memória acompanhada de documentos lida no Instituto Histórico Geográfico do Brasil. Porto Alegre, CORAG, 1986, p.211).

Em suas instruções secretas a Moringue, o comandante da operação, Caxias, orientou-o no sentido de poupar brancos e índios, que poderiam ser úteis para futuras lutas.

Cópia integral dessas “instruções secretas” encontra-se no Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul e nela está afirmado: Reservado: “Senhor Cel. Francisco Pedro de Abreu (…) Regule V.S. suas marchas de maneira que no dia 14, às duas horas da madrugada possa atacar as forças ao mando de Canabarro que estará neste dia no cerro dos Porongos (…) Suas marchas devem ser o mais ocultas que possível seja, inclinando-se sempre sobre a sua direita, pois posso afiançar-lhe que Canabarro e Lucas ajustaram ter as suas observações sobre o lado oposto. No conflito, poupe o sangue brasileiro o quanto puder, particularmente da gente branca da Província ou índios, pois bem sabe que essa pobre gente ainda nos pode ser útil no futuro. A relação justa é das pessoas a quem deve dar escapula, se por casualidade caírem prisioneiros. Não receie a infantaria inimiga, pois ela há de receber ordem de um ministro de seu general em chefe para entregar o cartuchame sob o pretexto de desconfiarem dele. Se Canabarro ou Lucas forem prisioneiros, deve dar-lhes escapula de maneira que ninguém possa nem levemente desconfiar, nem mesmo os outros que eles pedem que não sejam presos (…) 9 de novembro de 1844.Barão de Caxias” [AHRS. Anais do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul-Volume 7. Porto Alegre, 1963. P.30/31].


Canabarro cumpriu sua parte no combinado, deu ordem ao quartel-mestre para recolher o cartuchame de infantaria e carregá-lo em cargueiros para serem distribuídos quando aparecesse o inimigo e separou os negros farrapos do resto da tropa. Isolados e desconhecendo a traição de seu comandante, os Lanceiros Negros resistiram bravamente antes de serem liquidados. O “Combate de Porongos” – no qual oitenta, de cada cem mortos, eram negros – abriu caminho para a Paz de Ponche Verde alguns meses depois.

A indignação de Bento Gonçalves com Canabarro é revelada logo após o “combate” de Porongos quando diz que os “caminhos indispensáveis por onde Canabarro tinha de avançar eram tão visíveis que só poderiam ser ignorados por quem não quisesse ver nem ouvir ou por quem quisesse ouvir a traidores, talvez comprados pelo inimigo! (…) Perder batalhas é dos capitães e ninguém pode estar livre disto; mas dirigir uma massa e prepará-la para sofrer uma surpresa semelhante (…) é (…) covardia do homem que assim se conduz”. [Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Coletânea de Documentos de Bento Gonçalves da Silva. 1835/1845]

Poucos dias depois, Teixeira Nunes e os Lanceiros Negros remanescentes são enviados por Canabarro para uma ação altamente temerária na retaguarda inimiga (sobre a qual pairam também suspeitas). Atacados por Chico Preto, são aniquilados e seu comandante é ferido e depois assassinado.

Tal como nos dias de hoje em que as autoridades do país escondem seus crimes hediondos, alguns contra a humanidade, amparadas por leis fraudulentamente arrancadas de um congresso corrupto até a alma, como é o caso dos crimes praticados pelas autoridades civil e militar durante o período 64/85, a “Traição de Porongos” permaneceu como um segredo guardado a sete chaves por muitos anos.

Texto não assinado, publicado originalmente pelo CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos PovosEditoria: Breaking News

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Minha Opinião.

Que besteira que está virando essa discussão de machismo nas músicas, levantada por uma apresentadora de televisão e que vejo comentários de um anticulturalismo nefasto.
A música nada mais é que a simbolização de uma época, até para que possa se corrigir no futuro, mas dai dizer que todos os Homens são machistas, porque nos anos 80 e 90 se cantava falando algo das mulheres é falta de estudo histórico e até cultural. 
Essas mesmas mulheres, que hoje bradam dizendo que os homens desse estado são machistas, são as mesmas que rebolavam ao som de É o Than (nem sei como escreve essa porcaria, de tão podre que é para mim) em que seus cantores chamavam as mulheres de "ordinária" e as faziam rebolar, numa exaltação sexual, apelativa e nojenta, como se elas fossem objetos de luxúria.

Os Mamonas Assassinam, que fizeram a felicidade de uma geração, mesmo por pouco tempo, brincavam com os Portugueses e com as mulheres..
LEIA:
com Raios!

Fui convidado pra uma tal de suruba
Não pude ir, Maria foi no meu lugar
Depois de uma semana ela voltou "pra" casa
Toda arregaçada, não podia nem sentar

Quando vi aquilo fiquei assustado
Maria chorando começou a me explicar
Daí então eu fiquei aliviado
E dei graças a Deus porque ela foi no meu lugar!

(Refrão)
Roda-roda vira, solta a roda e vem
Me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém
Roda-roda vira, solta a roda e vem
Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda
E ainda não comi ninguém!

Oh, Manoel, olha cá como eu estou
Tu não imaginas como eu estou sofrendo
Uma "teta" minha um negão arrancou
E a outra que sobrou está doendo

Ôô Maria, vê se larga de frescura
Eu te levo no hospital pela manhã
Tu ficaste tão bonita "monoteta"
Mais vale um na mão do que dois no sutiã!

Roda-roda vira, solta a roda e vem
Me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém
Roda-roda vira, solta a roda e vem
Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda
E ainda não comi ninguém!

Bate o pé, (arrota), bate o pé

Ôô Maria, essa suruba me excita
(arrebita, arrebita, arrebita!)
Então vai fazer amor com uma cabrita!
(arrebita, arrebita, arrebita!)
Mas Maria, isso é bom que te exercita!
(bate o pé, arrebita, arrebita!)
Manoel, tu na cabeça tem titica
Larga de putaria e vai cuidar da padaria!

Roda-roda vira, solta a roda e vem
Me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém
Roda-roda vira, solta a roda e vem
Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda
E ainda não comi ninguém!

Vamos lá, dançando raios!
Todo mundo comigo:
Ueu ueu ueu! A maria se deu mal!
Vamos lá!
Ai, como dói...

Os Sambistas como Bezerra da Silva, falavam das sogras..
Sequestraram Minha Sogra
Bezerra da Silva

Sequestraram minha sogra, bem feito pro sequestrador
Ao invés de pagar o resgate, foi ele quem me pagou

Ele pagou o preço da mala que ele que ele carregou
Ele pagou a paga da praga que ele sequestrou
Ele pagou a mala sem alça que ele levou
Ele pagou a paga da praga que ele levou (2X)

O telefone tocou uma voz cavernosa pedindo um milhão
Pra libertar minha sogra que não vale nenhum tostão
Ela zuou no cativeiro, mordeu a mordaça e a algema quebrou
E até a bala do meu revólver a capeta da sua sogra chupou

Hoje o tal de Funk, que tanto adoram, "os Bondes" chamam as mulheres de "Cachorra" e essas mesmas mulheres quase se "acabam" rebolando até o chão, sendo usadas como objetos sexuas, com danças que são verdadeiras orgias e que traz na suas letras e linguagens o quer existe de mais chinelo. 

Só as cachorras
As preparadas
As popozudas
O baile todo

ou essa: 

Mãos para o alto novinha
Mãos para o alto novinha
Por que ?
Por que hoje tu tá presa
Por que hoje tu tá presa

E agora eu vou falar dos seus direitos
Tu tem o direito de sentar
Tu tem o direito quicar
Tu tem o direito de sentar
De quicar de rebolar
Você também tem o direito
De ficar caladinha
Fica caladinha
Fica caladinha

E agora desce
Desce ai novinha
Desce ai novinha

Um dos mais famosos tangos Cantados pelo maior de todos Carlos Gardel, ele diz assim:
Por una cabeza
Metejón de un día
De aquella coqueta
Y risueña mujer
Que al jurar sonriendo
El amor que está mintiendo
Quema en una hoguera
Todo mi querer

Traduzindo pelo google, é claro.
Por uma cabeça
Paquera de um dia
Daquela fútil
E falsa mulher
Que, ao jurar sorrindo
O amor que está mentindo
Queime em uma fogueira
Todo o meu querer

Ontem ouvindo por acaso essas duplas sertanejas femininas, como Maiara e Maraisa, Marilia Mendonça, elas execrando com os homens em suas músicas, e nem por isso vejo algum se levantando contra elas, que pelo jeito conquistaram o povo, tanto masculino como feminino, tem uma dupla, que diz: - que "aquilo" pequeno não serve pro meu tamanho... 

Eu escrevo meus versinhos, sou contra denegrir qualquer imagem, não consumo esse lixo musical e se essas músicas ai estão, muitas deles, são colocadas a goela a baixo nas mídias, que a ilustre jornalista/apresentadora trabalha, pois até para novelas, levaram a citada banda que canta Ajoelha e chora e só escuta essas músicas e segue o que elas dizem são gente de mente pequena, que acredito não ser a maioria de Homens honrados de um estado que pegou em armas, e foi aos campos lutar para que, elas, as mulheres hoje tenham essa liberdade. 
Dizer que um estado é machista por duas ou três músicas, é não conhecer nada de cultura e não entender nada de música.
Ninguém conquista nada denegrindo a imagem de um Povo que tem na sua cultura o respeito pela mulher, Mãe, irma e senhora que nós deram a vida, mas, sei também, que existe diversos meios e formas de estar na mídia, uns são trabalhando, outros são criando movimentos. 

Volto a escrever aqui, não vejo igualdade de sexos, até porque não vejo ninguém maior ou melhor que a minha Mãe, que é a maior de todas, MULHER e eu por mais que queria, jamais chegaria aos pés da minha Mãe. É simples!.

Boa tarde.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Vento Xucro da Canção Nativa - 3º Aparte

Vento Xucro da Canção Nativa - 3º Aparte
(Em homenagem a Adair de Freitas)
Dia 28 de abril de 2017
Inscrições até 20/04/2017
Santana do Livramento/RS

REGULAMENTO:
1º - O Vento Xucro da Canção Nativa é um Festival de Música Crioula, aberto à participação de poetas, cantores e músicos de todo o País e Mercosul, identificados com a cultura regional do Rio Grande do Sul e América Latina.
Paragrafo I – O festival Vento Xucro da Canção Nativista é um festival anual, organizado por: Rodrigo Goia, Leonardo Goia, Sergio Munhoz, Coord. Municipal de Tradicionalismo, tendo o apoio do gabinete do Deputado Estadual Edu Oliveira, Séc. de Cultura e Prefeitura Municipal de Sant` Ana do Livramento , realizado dentro da programação da Campereada Municipal.

OBJETIVOS:
2º - Divulgar através da poesia e da música, os verdadeiros valores da arte gaúcha de forma a preservar a imagem e as tradições do Rio Grande do Sul, mantendo assim a terminologia, indumentária, usos e costumes característicos da Pampa Gaúcha.

INSCRIÇÃO E PARTICIPAÇÃO:
3º - Poderão participar autores e compositores de todo o Brasil e Países do MERCOSUL, desde que obedeçam as normas deste regulamento; sendo aceito além de ritmos consagrados do Rio Grande do Sul, ritmos Latino-Americanos aculturados e em aculturação. As composições serão aceitas tanto em língua portuguesa como espanhola.
4° - A comissão de triagem e julgamento será composta por Hermes Duran, Luis Cardoso e Adair de Freitas reconhecidos no cenário da música do Rio Grande do Sul, sendo suas decisões soberanas e irrecorríveis. 
5º - Os intérpretes e músicos que subirem ao palco deverão apresentar-se devidamente pilchados, não sendo permitido o uso de camisetas com publicidades ou alusão a qualquer outro tipo de manifestação que não seja relacionada à cultura do Rio Grande do Sul.
6º - Não poderá o número de componentes do grupo, que irá defender uma composição ser inferior a três e superior a oito, sendo que as composições deverão ser defendidas no palco sempre pelo mesmo grupo.
7º - As inscrições serão limitadas em três trabalhos por compositor ou parceria, estando à classificação sujeita a apenas um (01) composição por compositor ou parceria.
- As Inscrições estarão abertas até dia 20 de abril de 2017.
8º - Só poderão participar do Festival, composições inéditas: entende-se por inédita a composição não editada e nem gravada, podendo no entanto já ter participado em outros festivais, desde que não tenha recebido classificação e nem componha o CD do mesmo.
9º - Cada composição deverá ser enviada em CD ou arquivo MP3, acompanhadas de quatro cópias da letra e ficha de inscrição devidamente preenchida para o endereço abaixo.

DA AJUDA DE CUSTO:
10º - O Festival Vento Xucro ira divulgar conforme conseguir apoio com patrocinadores. 
11º - A comissão Executiva do Festival Vento Xucro, será composta por : Rodrigo Goia, Leonardo Goia, Sergio Munhoz. 
Secretaria Municipal de Cultura Esporte e Lazer, Rua: Duque de Caxias 1783 - Santa` Ana do Livramento - Fone p/ contato: 55 3968 1103, ou 51 998217607 , 55 984633268 e 55 996839480 

PREMIAÇÕES: 
1º Lugar: R$ 700.00
2º Lugar: R$ 500,00
3º Lugar: R$ 300,00
Música mais popular:troféu
Melhor instrumentista: troféu
Melhor intérprete: troféu
Melhor Letra: troféu
Melhor Melodia: troféu
Melhor Arranjo; troféu
Melhor Indumentária; troféu

12º - A música mais popular será escolhida pelo público na noite do festival.
13º - O pagamento da premiação do festival será efetuado em dinheiro, em nome do responsável pela inscrição da música.

SELEÇÃO E CONCURSO:
14º - A comissão de triagem e julgamento selecionará 10 (dez) composições para serem apresentadas no palco do Festival, sendo todas as composições apresentadas na sexta-feira (dia 28 de abril de 2017), a partir das 21hs, conforme ordem especificada pela comissão avaliadora.
15º - O mesmo grupo conjunto, instrumentista ou interprete não poderão defender mais do que duas composições.
16º - É vedada a utilização de instrumentos eletrônicos e bateria, apenas violão elétrico, contrabaixo e percussão. 
17º - Todas as composições deverão realizar a passagem de som no palco do festival na tarde da sexta-feira horário das 15:00 as 18:00 hs (28 de Abril de 2017), não podendo exceder o horário a ser estipulado pela comissão organizadora.

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS:
18º - Não será fornecido alojamento ou alimentação aos participantes.
19º - Os casos omissos do presente regulamento serão resolvidos soberanamente pela comissão executiva.
Art. 1º - A Comissão do Festival Vento Xucro tem caráter permanente e qualquer alteração da composição e inclusão de novos nomes, Somente poderá ocorrer mediante convocação de reunião especifica para tal, devidamente registrada da Cmt .

Comissão Organizadora.

VENTO XUCRO DA CANÇÃO NATIVA 3ºAparte
FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome da Composição: _____________________________________________________
Ritmo: __________________________________________________________________
Autor da Letra: ___________________________________________________________
Endereço: _______________________________________________________________
CEP: _____________ Cidade: ____________________ Fone: (___)_____________
Autor da Melodia: _________________________________________________________
Endereço: _______________________________________________________________
CEP: _____________ Cidade: ____________________ Fone: (___)_____________
E-mail para contatos posteriores: _____________________________________________
______________________________________________________________________

Fonte: blog identidade campeira