sábado, 20 de maio de 2023

O que é Crotalária? - com MICHELE e DIEGO


Fiz esse post, um tanto fora do projeto do grupo que é mais cultura musical poética e histórica, mas não posso deixar de falar desses duas pessoas da fotos, ambos acho que posso chamá-los de amigos, apesar do pouco tempo de conhecimento, mas sei do tamanho desses dois corações e o que eles tem feito pela cultura do Rio Grande do Sul e, agora, com esse projeto lindo nas escolas, me refiro ao DIEGO e a MICHELE LIMA, esse casal, proprietários do Mercado Super Lima de São Francisco de Assis, minha terra. Conheci a Michele e o Diego no pouco tempo que residi em São Chico, mas apesar de serem poucas vezes, acho que não passou de 3 ou 4, mas já foi o suficiente para ver o que carregam de amor, verdade e conhecimento, além é claro de um coração enorme e, hoje, estou, mesmo ao longe, acompanhando o belo projeto e a preocupação com a dengue, levando esse trabalho de conscientização às escolas do município e doando sementes de Crotalária e falando dessa leguminosa para as crianças.

MAS PORQUE CROTALÁRIA?
Imagine ter uma espécie de leguminosa capaz de fornecer adubação verde e ainda combater nematóides em diferentes tipos de culturas? A crotalária tem esses atributos.
A planta tem sido bastante utilizada por produtores pelo Brasil devido à sua alta adaptabilidade ao ambiente e também pelos seus benefícios.
São dezenas de espécies que fazem parte do gênero. Neste artigo, vamos conhecer algumas das principais presentes no país. Mas antes, vamos entender mais sobre a origem da crotalária, seu plantio e muito mais. Continue a leitura!

O QUE É CROTALÁRIA?
A crotalária é uma leguminosa de rápido crescimento, pertencente à família Fabaceae, e que possui centenas de espécies.
O nome da planta vem do grego krotalon, que significa chocalho, fazendo jus ao som reproduzido por ela quando está na sua fase de vagens secas. Sua origem é indiana, mas com o passar do tempo ela se espalhou por outros continentes, especialmente pelas regiões tropicais.
Além disso, a crotalária tem bastante aderência a solos arenosos ou coberto de cascalhos, sendo tolerante à seca, doenças e vírus. Devido a essas características, elas costumam ocorrer naturalmente em beiras de estradas pelo Brasil.
As crotalárias são plantas tipicamente herbáceas anuais, eretas e de crescimento acelerado. No entanto, existem também exemplares de espécies arbustivas. Suas flores são amarelas, com algumas estriadas vermelhas que ficam dispostas em racemos vistosos.
Sobre o rendimento, ela pode chegar a produzir 14 toneladas por hectare de matéria seca e cerca de 500 a 900 kg de fibra. Além das fibras, a crotalária produz celulose de alta qualidade, o que é bastante útil para a indústria do papel e outros fins.

PANTIO DA CROTALÁRIA
O plantio da crotalária pode ser feito no período da primavera, mais especificamente entre os meses de outubro e novembro, variando conforme a espécie O preparo do solo pode ser o mesmo utilizado para o cultivo da cana-de-açúcar.
Geralmente, há opções de cultivo em linha ou a lanço, depende da escolha do produtor e também da avaliação das condições do local onde elas serão instaladas.
No entanto, cabe lembrar que cada espécie se comporta de uma maneira.
A Crotalaria spectabilis, por exemplo, pode ser cultivada de outubro a março, se estendendo até o mês de abril, dependendo das condições climáticas. Dada a sensibilidade elevada das espécies ao fotoperíodo, as plantas ficam mais baixas, ajudando assim na produção e também na colheita de sementes.

Combatendo nematóides com crotalária

O cultivo de crotalárias na agricultura tem diversas utilidades, o que faz dela uma boa opção para os produtores em diferentes momentos da lavoura. A começar pelo combate aos nematóides.
Existem diferentes espécies de nematóides na natureza, sendo que a maioria deles que estão presentes no solo, não parasitam o solo, sendo até benéficos ao cultivo, preservando a microbiologia do local.
No entanto, os fitoparasitas são uma exceção e podem causar problemas. No Brasil, por exemplo, os mais comuns são: os nematóides do cisto, de galhas e de lesões radiculares. Eles se alimentam das raízes das plantas, removendo o conteúdo celular, o que impede a absorção de água e nutrientes.
A Crotalaria spectabilis é considerada a mais eficiente na redução desses nematóides. Ela tem uma excelente fixação biológica de nitrogênio atmosférico e também é uma grande produtora de massa verde, ajudando no combate aos problemas causados por eles.
Além disso, tem uma abundante quantidade de proteína, o que também auxilia na eliminação de determinadas espécies dos patógenos.
Outras utilizações da crotalária
O mais indicado é usar a crotalária na entressafra, apesar de algumas espécies poderem ser cultivadas junto de culturas perenes.
Dado o contexto de que uma das suas principais funções é o combate aos nematóides, o plantio direto da espécie contribui de maneira gigantesca no controle deles.
Mas é muito importante saber qual o tipo de nematóide presente para escolher a espécie de crotalária correta, a fim de evitar problemas e ter resultados mais efetivos. Temos um post completo sobre como fazer amostragem de nematóides para você ler depois. Como foi destacado, há uma série de benefícios nesse manejo.

Recuperação do solo
A Crotalaria ochroleuca é uma espécie de suma importância na recuperação de solos inférteis e degradados. Quando usada após o cultivo da soja evita que uma infestação de nematoides aconteça.
O uso da planta é indicado, pois ela tem uma excelente capacidade de fixar o nitrogênio atmosférico e produção de massa verde, como já foi dito. Mas não é só isso, a espécie produz uma ótima opção de adubo verde, especialmente quando se trata de hortaliças, algodão, cana-de-açúcar e outros grãos. A espécie também conta com raízes capazes de romper com camadas adensadas do solo, o que a torna resistente ao estresse hídrico.

Controle de plantas daninhas

A espécie Crotalaria breviflora é indicada para ser implementada junto de culturas chamadas de perenes, como é o caso do café, que tem um porte relativamente baixo e não trepador.
Ela não é só má hospedeira de de nematóides, mas também auxilia no controle de plantas daninhas no geral, inclusive nas áreas em que ocorrem as infestações mistas.

Produtividade das lavouras

A Crotalaria juncea é bastante conhecida por ser uma agente importante no combate ao Aedes aegypti, o mosquito da dengue. Isso acontece, pois ela é capaz de atrair libélulas que são predadoras naturais dos insetos.
No entanto, não é só nesse sentido que a espécie é útil. Ela também é uma grande aliada nos sistemas de produção, seja ao favorecer a matéria orgânica do solo ou a microbiota do mesmo.
Seu uso é especialmente recomendado para aqueles momentos nos quais há uma grande necessidade de produção de biomassa em curto espaço de tempo, entre 3 e 4 meses. Ao ser utilizada como adubação verde, ela reduz a necessidade de aplicação de fertilizantes no solo.
De maneira geral, a crotalária traz bons resultados financeiros para os produtores que apostam nela, especialmente pela sua contribuição no desenvolvimento de lavouras e no combate aos nematóides. Cabe ainda lembrar, que ela é uma importante aliada na recuperação de solos, melhorando as condições do mesmo.

E você, já conhecia mais sobre essa planta? 
Esperamos que este artigo tenha ajudado a obter as informações necessárias sobre o assunto. 


Don Segundo Sombra

Eu li o livro, o qual recomendo, mas DON SEGUNDO SOMBRA é um romance rural argentino escrito por Ricardo Güiraldes e publicado pela primeira vez em 1926.

Ao contrário do poema clássico "Martín Fierro" de José Hernández, Don Segundo Sombra não reivindica o gaúcho socialmente, mas o evoca como um personagem lendário ("sombra"), em tom elegíaco.

"Segundo Sombra" parece sugerir um subalterno, embora o tratamento de Don contrabalança (talvez sem que Güiraldes perceba) a subalternidade, aponta para um gaúcho que, mantendo sua axiologia, seus princípios, é superior à axiologia burguesa. Ricardo Güiraldes aprende numa espécie de viagem iniciática o que é coragem, honra, lealdade (que numa outra perspetiva pode ser mal interpretado como subalternidade), respeito pelos outros (tudo isto, vivificado no livro com descrições). O romance foi publicado em 1926, é escrito narrativamente na primeira pessoa.

O autor

Ricardo Guiraldes

Ver artigo principal: Ricardo Güiraldes

Filho de uma família abastada de Buenos Aires, nasceu em San Antonio de Areco em 1886 e morreu em 1927. Em 1887 seus pais o levaram para Paris onde viveu seus primeiros anos e teve seu primeiro contato literário com autores franceses e alemães. Passou a maior parte de sua adolescência na estância paterna, "La Porteña", em cujo ambiente colocará seus personagens literários. Na cidade de Buenos Aires iniciou duas carreiras universitárias (arquitetura e direito) que não pôde concluir. Em 1910 voltou a Paris, onde começou a escrever contos e poemas. Entre essas primeiras obras está o romance "Raucho", que leva o nome de seu personagem principal que, assim como seu autor, divide sua vida entre o campo e Paris até terminar com o retorno à estância onde sente que "seu acaso, só desvinculado do faixa, havia se degradado na poeira das estradas estrangeiras.

Esse dilema entre a vida no campo e a vida intelectual, desenvolvida no meio urbano, também deve ser mostrado em "Don Segundo Sombra". Fabio Cáceres, o pequeno pastor do início, como o protagonista de Raucho, tem que se transformar, no final do romance, em um homem culto que em nenhum momento tentará esconder a profunda e sincera satisfação que continua encontrar na vida rural.

Ricardo Güiraldes foi considerado uma destacada figura emergente que surgiu de um grupo de escritores que ficou conhecido como Florida Group, assim chamado porque a revista em que publicavam estava localizada nas proximidades dessa rua de Buenos Aires, e eles se conheceram no Richmond Doçaria, que incluía escritores como Victoria Ocampo, Leopoldo Marechal, Oliverio Girondo entre outros escritores argentinos muito proeminentes, em contraste literário dialético com o bem lembrado Grupo Boedo, que publicava na Editorial Claridad e se reunia no Café El Japonés, de raízes muito mais humildes , com integrantes como Roberto Arlt, entre outros.

A obra - Análise de "Don Segundo Sombra"

Segundo Ramírez, um compatriota de San Antonio de Areco que inspirou Güiraldes a escrever seu famoso romance.

Este romance, publicado em San Antonio de Areco em 1926, representa a mais marcante tentativa do autor de renovar a literatura gaúcha e é, ao mesmo tempo, um dos exemplos mais proeminentes do romance nacional do século XX. Ressaltemos que o personagem principal foi tirado pelo autor de um verdadeiro sertanejo, chamado Segundo Ramírez. Sua descrição de Don Segundo coincide inteiramente com a foto sobrevivente do homônimo Ramírez. «O peito era vasto, as juntas ossudas como as de um potro, os pés curtos com dorso de biscoito, as mãos grossas e coriáceas como a carapaça de um homem peludo. Sua tez é indiana, seus olhos ligeiramente levantados para as têmporas e pequenos. Para melhor conversar, o chapéu de abas curtas fora puxado para trás, revelando uma franja cortada como crina na altura das sobrancelhas.

Tempo na Novela

No final, Fabio Cáceres relembra os últimos três anos em que de simples vaqueiro gaúcho passou a patrono de bens herdados inesperadamente. Ele se vê diante de uma lagoa e desconfia que se aproxima o momento mais triste de sua vida, o da partida definitiva de seu "padrinho". Junto à água recorda o fio da síntese dos tempos anteriores...

«Vê-se que na minha vida a água é como um espelho no qual desfilam as imagens do passado. À beira de um riacho resumi minha infância. Dando água ao meu cavalo na foz de um rio, revi cinco anos de aventuras gaúchas. Finalmente, sentado na pequena ravina de uma lagoa, em minhas posses, consultei mentalmente o diário de meu patrão.

Tais períodos referidos por Fábio podem ser distribuídos e sintetizados no seguinte esquema. Primeiro, as memórias do órfão de quatorze anos. Depois, os dias de aprendizado das tarefas de pastoreio e adestramento, com a ajuda de Don Segundo. Momentos da vida travados no campo 

Querência que habita em mim!

Talvez as pessoas, muitas vezes, não entendem as poesias e talvez nunca entenderão, porque os versos são sentimento guardados, escondidos dentro da gente, que só encontram o sopro da vida quando são colocados para fora. Uma vida sem verso, não é vida. Todos nós temos sentimentos escurecidos no âmago de uma saudade e transportamos, às vezes, nas lágrimas que teimam em cair. Outras vezes não, se é preciso escrever, soltar as amarras que as prendem a alma e deixar que escaramucem, libertos, como potros alçados que não se prendem em maneias.

Penso que todos têm saudades de sua querência e carregam-na dentro do peito, sem tarjas, sem estigmas, sem conceitos, apenas carregam para tentar viver junto dela, junto dos seus e junto das coisas boas que ficaram. Muitas vezes fazemos tudo pela nossa querência, tentando levar as coisas boas, as boas novas e o mundo grande que vive aqui fora, mas ela, será que ela faz o mesmo pela gente?

Talvez ela até queira não esquecer seus filhos ausentes, mas as pessoas, por crueldade, ignorância, desprezo ou até mesmo, por falta desses sentimentos que nos prendem, como cordão umbilical, não nos deixam afagar a alma no amor à terra que amamos e que um dia chamamos de querência.
Deixo esses modestos versos para que entendam que a gente sai da querência, mas a querência nunca sai da gente.
Essa fotos são do lugar em que nasci, foi nesse local que aprendi na humildade de uma casa de madeira, com piso queimado e assoalhos que, podemos sim, sermos felizes e a felicidade não é o lugar que faz, mas o nosso modo de ser, ter e viver. Ganhei o mundo. Ganhei muitas coisas na vida, mas minha alma ainda vive na...
Querência que habita em mim!
Querência que habita em mim
Com suas estradas silentes…
Ainda tem o cheiro do capim,
E os ressábios da minha gente.
Querência que vem na saudade,
Nublando as tardes de outono,
Amargas como os meus mates…
Quando a noite rouba-me o sono!
Há uma querência de encantos…
Que há muito tempo, foi florida…
Que hoje se ressente no pranto,
Do que me restou desta vida!
Quem sabe, um dia, quem sabe,
Antes de findar minha existência,
Eu possa matar esta saudade…
Que habita, em mim, querência!
Querência que habita em tantos,
Quais à mim, são andarilhos…
E se perderam longe dos campos,
Sem deixar de serem teus filhos.
E talvez um dia, sem este pranto,
Que os olhos guardam dos seus,
Possam ser vida na flor dos campos,
Pelas bênçãos que vem de Deus!
Talvez, hoje, eu seja uma das pessoas que mais leva o nome de São Chico aqui fora, pelo mundo, pelos palcos, pela vida, sempre cantando as coisas da minha terra, com muito orgulho e gostaria de

Convidá-los, à quem ainda não me conhece e não conhece o que faço, a entrar no YOUTUBE - se inscreve e acompanhe muitas músicas CLIQUE AQUI!
Quem quiser só ouvir ou baixar alguma música - CLIQUE AQUI https://www.palcomp3.com.br/kadokosta/musicas.htm
Quem quiser seguir lá no Spotify CLIQUE AQUI https://open.spotify.com/playlist/1ES0GIMqOWlYUGldcxZ1yX...

Desde já agradeço a atenção de todos.

Música-tema da Semana Farroupilha 2023

 Alma Gaudéria — Foto: Divulgação

A música "Nos tempos de 23", de Fernando Espíndola e Thomas Facco, do grupo Alma Gaudéria, venceu o concurso que definiu a música-tema da Semana Farroupilha 2023. A escolha foi feita por representantes das entidades que compõem a comissão dos festejos.
Embora aborde uma guerra que ocorreu há 100 anos, o tema faz questão de comparar o conflito entre maragatos e chimangos com as disputas ideológicas dos tempos atuais. Confira:

Nos tempos de 23
(Letra: Fernando Espindola / Música: Thomas Facco)

Um século se passou / Da última revolução
Assisistas e borgistas / Em guerra por uma eleição
Um estado polarizado /Se foi as vias de fato
Por interesses pessoais / De Chimangos e maragatos

Todos recordam os nomes / Dos que empunhavam bandeiras
Mas pouco se reverencia / Os da frente nas fileiras
Quem vai a luta por ordens / Destes se fala pouco
Homens com lanças e negros / E a mulher "Cabo Toco"

Refrão:
100 anos já se passaram / Da última revolução
Mas depois de tanto tempo / Será que temos união?
Parece que as diferenças / Persistem nos dias atuais
E seguimos separados / Por ideias e ideais.

E essa revolução / De Borges e Assis Brasil
Mudou a história do Rio Grande / Mudaria a do Brasil
O tratado de Pedras Altas / Acomodou interesses
E o caudilhismo surgiu / Pra que o país conhecesse

Personagens da história / Que vemos em ruas e livros
E os feitos de lado a lado / Até hoje seguem vivos
Quem lê, compreende a história / Dos que aguentaram o repucho
Pois luta e revolução / Estão na alma do gaucho

Refrão
100 anos já se passaram / Da última revolução
Mas depois de tanto tempo / Será que temos união?
Parece que as diferenças / Persistem nos dias atuais
E seguimos separados / Por ideias e ideais.

Parte declamada:
E mesmo após 100 anos
Nos tempos de 23 atuais
Mulheres, negros e índigenas
Ainda buscam direitos iguais
Liberdade, igualdade e humanidade
Estão na nossa bandeira
Que não esqueçamos jamais
Que estes sim são ideais
Pra buscar a vida inteira!

Fonte: G1

36° Carijo da Canção Gaúcha - PROGRAMAÇÃO



A programação oficial do 36° Carijo da Canção Gaúcha com todas suas atrações gratuitas! Vai de 21 a 28 de maio, no Parque Municipal de Exposições de Palmeira das Missões!

 
Serão 15 shows ao vivo no Palco Principal e no lonão, além das competições musicais tem também a Casa de Cultura e a Escola do Chimarrão!

DOMINGO, 21 DE MAIO
16h – Carijo em Casa – pelas ruas da cidade
20h – Chegada do Trio Elétrico do Carijo em Casa no Acampamento da Cidade de Lona

TERÇA, 23 DE MAIO
14h – Abertura do credenciamento – Secretaria do Carijo
14h – Passagem de som para músicos – Palco Principal
19h – Ronda dos Instrumentistas – Palco Principal
Fase Final do 1º Carijo Instrumental
22h – Espetáculo com Marcello Caminha
23h30min – Show com Antônio Gringo – Palco Paralelo

QUARTA, 24 DE MAIO
9h – Abertura do credenciamento – Secretaria do Carijo
9h - Oficina de Música com Sandro Cartie – Casa de Cultura
10h - Roda de Conversa com o Dr. Sergio Danilo Aragonez – Casa de Cultura
14h: Abertura Oficial da Casa de Cultura
Homenagem ao Centenário do Martírio dos Beatos Manuel e Adílio
Homenagem das Escolas Municipais ao Dr. Sergio Danilo Aragonez
14h – Passagem de som para músicos – Palco Principal
15h: Oficina de Música com Sandro Cartie – Casa de Cultura
16h - Contação de Histórias com Padre Nildo Moura de Melo – Casa de Cultura
19h – Ronda das Crianças – Palco Principal
Fase Final do 20º Carijinho da Canção Gaúcha
Show com Escola de Música e Arte do Rotary Clube.
22h – Espetáculo com Maria Alice
23h30min – Show com Os Garaguatás Missioneiros – Palco Pararelo

QUINTA, DIA 25 DE MAIO
9h – Abertura do Credenciamento – Secretaria do Carijo
9h - Resenha com Padre Tiago sobre Beatos Manuel e Adílio. – Casa de Cultura
10h - Roda de conversa com o 2º Guri Farroupilha José Pedro Porttela Batistti – Casa de Cultura
14h – Passagem de som para músicos – Palco Principal
14h - Projeto Revivendo o Carijo – Apresentações das Escolas Municipais. – Casa de Cultura
17h: Recepção aos Cavalarianos da 17ª RT e chegada da Chama do 36º Carijo
20h – Ronda Rubra – Palco Principal
Solenidade de Abertura
Fase Local do 36º Carijo da Canção Gaúcha
22h - Espetáculo com Joca Martins
23:30h – Show com Os Mateadores – Palco Paralelo

SEXTA, DIA 26 DE MAIO
9h – Abertura do Credenciamento – Secretaria do Carijo
9h - Resenha com Padre Tiago sobre Beatos Manuel e Adílio
10h - Contação de Histórias com Padre Nildo Moura de Melo
14h – Passagem de som para músicos – Palco Principal
14h - “Elas no Carijo” – Atividade em parceria com Emater-Ascar-RS - Casa de Cultura
20h – Ronda Temporã – Palco Principal
Espetáculo com Shana Müller
Fase Geral do 36º Carijo da Canção Gaúcha
22h - Espetáculo com Marcelo Oliveira
23:30h – Show com Aline Bosa e Grupo Entrevero – Palco Paralelo
Show com Eco do Minuano e Bonitinho – Palco Paralelo

SÁBADO, DIA 27 DE MAIO
9h – Abertura do Credenciamento – Secretaria do Carijo
14h - Apresentação da Escola de Música e Arte do Rotary Club – Casa de Cultura
13h30min Ônibus para Roteiro Turístico da Erva-Mate - Atividade da Emater-Ascar-RS
14h – Passagem de som para músicos – Palco Principal
15h - Apresentações Artísticas – Casa de Cultura
20h – Ronda Áurea – Palco Principal
Show com Juliano Javoski
Fase Geral do 36º Carijo da Canção Gaúcha
22h - Espetáculo com Grupo Parceria
23:30h – Show com Gurias Gaúchas – Palco Paralelo
Show com Grupo Carqueja – Palco Paralelo

DOMINGO, 28 DE MAIO
14h – Passagem de som para músicos – Palco Principal
13h30min - Categoria Mirim - Carijo em Dança - Palco Paralelo
15h00min - Categoria Juvenil - Carijo em Dança - Palco Paralelo
17h30min - Categoria Adulto - Carijo em Dança - Palco Paralelo
18h - Entrega dos Troféus - Carijo em Dança - Palco Paralelo
20h – Ronda da Bandeira - Palco Principal
Fase Final do 36º Festival Carijo Da Canção Gaúcha
22h – Espetáculo com João de Almeida Neto
23:30h – Entrega dos Troféus
Realização: Prefeitura Municipal de Palmeira das Missões - Rumo aos 150 Anos de Histórias e Festivais



sexta-feira, 19 de maio de 2023

GRUPO DOS OITO - O COMEÇO DE TUDO!


Foto de 07 de setembro de 1948, em frente ao Colégio Júlio de Castilhos, na João Pessoa, ao lado da Faculdade de Direito. Grupo do Departamento de Tradições Gaúchas do Grêmio do Julinho e o integrantes do 35 CTG quando acenderiam pela segunda vez a Chama Crioula na Pira da Pátria, repetindo o ano anterior. 
Paixão Côrtes é o terceiro da esquerda para direita e Barbosa Lessa Lessa é o bem a esquerda.
O CTG 35 é o primeiro do Rio Grande do Sul e foi fundado 24 de abril de 1948.

VICTOR MATEUS TEIXEIRA, O TEIXEIRINHA

Victor Mateus Teixeira, o famoso TEIXEIRINHA, nasceu em Rolante, na época pertencente a Santo Antonio da Patrulha, no dia 3 de março de 1927 e faleceu em 4 de dezembro de 1985. Era filho de Saturnino Teixeira, um trabalhador rural e de Ledurina Mateus Teixeira e tinha um irmão, o Oswaldo e duas irmãs, a Geny e Arnilda. Está enterrado no cemitério da Santa Casa de Misericórdia em Porto Alegre. Era um homem baixinho, com 1,58m e dono de uma voz inconfundível. Como músico, cantor e compositor atuou na vida artística de 1959 à 1985.

Aos 7 anos de idade, seu pai morreu, vítima de um infarto. Os três irmãos de Teixeirinha foram entregues para adoção depois da morte do pai. Aos 9 anos de idade, enquanto Vítor estava na escola, Ledurina, que sofria de epilepsia, queimava lixo em uma fogueira quando desmaiou repentinamente depois de sofrer uma convulsão e caiu sobre a fogueira, morrendo três dias depois devido à gravidade das queimaduras. A tragédia ocorrida com sua mãe inspirou a música Coração de Luto, escrita por ele, que foi regravada mais tarde por diversos intérpretes, entre eles, a dupla Milionário e José Rico, com uma roupagem mais próxima da música sertaneja.
Após a morte de sua mãe, Vítor, agora órfão, foi morar com parentes, mas eles não tinham condições de sustentá-lo. Devido a isso, ele saiu de sua cidade natal e passou pelas cidades de Taquara, Santa Cruz do Sul, Soledade e Passo Fundo e Porto Alegre. Aprendeu a ler nos poucos meses em que frequentou a escola e fez muitos pequenos trabalhos eventuais e subempregos para se sustentar, como trabalhar em fazendas e entregar jornais. Aos 18 anos, foi trabalhar no DAER, como operador de máquinas, onde ficou por seis anos. A partir daí, Teixeirinha saiu para tentar iniciar sua carreira artística, viajando pelas cidades de Lajeado, Estrela, Rio Pardo e Santa Cruz do Sul e cantando nas estações de rádio locais. Em Santa Cruz do Sul, Teixeirinha conheceu sua primeira esposa, Zoraida Lima Teixeira, com quem se casou em 1957. O casal mudou para Soledade e depois Passo Fundo, onde Teixeirinha cantou na Rádio Municipal. Nas horas vagas, era solicitado para animar festas, Teixeirinha cantava muitas vezes enquanto os artistas que iriam se apresentar não haviam chegado.

Depois de três anos cantando nas estações de rádio, em 1959, Teixeirinha recebeu o seu primeiro convite para gravar um disco, em São Paulo, onde produziu O Gaúcho Coração do Rio Grande, seu primeiro álbum, lançado um ano depois, em 1960. Na mesma cidade Teixeirinha também gravou as canções Xote Soledade e Briga no Batizado. Em julho do mesmo ano, lançou Coração de Luto, que fez parte do lado B do disco de 78 rotações que também acompanhava a música Gaúcho de Passo Fundo, no lado A. Em 1961, Teixeirinha conheceu a acordeonista Mary Terezinha enquanto tocavam na Rádio Bagé. Mary acompanhou Teixeirinha por 22 anos. Na década de 1970, a carreira musical de Teixeirinha alcançou projeção nacional e internacional, cantando em várias cidades brasileiras e tendo feito turnês em Portugal e Espanha e em países da América do Sul, além de 15 shows nos Estados Unidos em 1973 e 18 shows no Canadá em 1975. Em 1970, quando Teixeirinha participou ao vivo no programa de televisão A Grande Chance, pela extinta Rede Tupi, o apresentador Flávio Cavalcanti destruiu os LPs do cantor ao vivo. Grosseria de quem não gostava de gaúcho e das músicas gauchescas.

Como cineasta, em 1966, lançou o filme Coração de Luto e em 1969 estrelou o filme Motorista Sem Limites. Como radialista, apresentou o programa Teixeirinha Amanhece Cantando, que foi transmitido pelas rádios Farroupilha e Gaúcha.
Em 1983 lançou mais de 50 álbuns e foi recordista de vendas de discos no Brasil, e compôs por volta de 1.200 canções.

Teixeirinha tinha um tumor nos gânglios linfáticos e chegou a fazer sessões de radioterapia em São Paulo, mas a doença se agravou. Faleceu em sua casa, em 4 de dezembro de 1985. Deixou sete filhas e dois filhos: Sirley Marisa, Liria Luiza, Victor Mateus Teixeira Filho, Nancy Margareth, Gessi Elizabeth; Fátima Lisete e Márcia Bernadeth, com Zoraida Lima Teixeira, e Alexandre e Liane Ledurina com Mary Terezinha. Todos os detalhes de seu funeral foram especificados na canção A Morte Não Marca Hora, lançada em 1984. Em seu túmulo, Teixeirinha foi homenageado com uma estátua dele com seu violão, conforme seu desejo expressado nessa música. Em Passo Fundo, Teixeirinha também foi homenageado com uma estátua.

Tive a oportunidade de ver o lançamento do filme Coração de Luto no antigo Cine Coral, em Passo Fundo e, no ano seguinte, numa apresentação num circo, em Palmeira das Missões. Nas duas oportunidades os locais estavam superlotados.

ETIMOLOGIA DOS DOS NOMES DOS PAÍSES DA AMÉRICA DO SUL

HOMENAGEM AO "DESCOBRIDOR" EUROPEU:

Colômbia significa algo como “Terra de Colombo”, numa homenagem óbvia ao navegador italiano Cristóvão Colombo (1451-1506), que, como todo mundo sabe, descobriu o continente americano em 1492.

DIVISÃO IGUALITÁRIA:
O Equador foi batizado com o mesmo nome da linha imaginária que atravessa seu território e corta o nosso planeta ao meio.
A palavra deriva do latim aequus, ou “igual”, numa referência à divisão da Terra em duas partes iguais, os hemisférios Norte e Sul.
POLÊMICA INCA:
A origem do nome Peru é controversa, com duas interpretações conflitantes. A primeira afirma que se trata de derivação do nome Birú, um importante chefe inca.
Para a segunda, a mesma palavra significa também “terra de riqueza e esperança”.
HERÓI LIBERTADOR:
O general e estadista Simon Bolívar (1783-1830) tornou-se um dos principais heróis sul-americanos ao lutar pela independência de vários países da região, inclusive da própria Bolívia, batizada em homenagem a seu libertador.
O FIM DA TERRA:
Antes mesmo da colonização, o Chile já era chamado assim pelos índios aimarás, que habitavam o norte do país. Na língua deles, a palavra chilli quer dizer “onde acaba a terra”, referência à posição geográfica do território: o extremo oeste do continente.
PEQUENA VENEZA:
A Venezuela deve seu nome a Américo Vespúcio (1454-1512), explorador italiano naturalizado espanhol.
Ao visitar a região, ele encontrou indígenas que construíam suas casas em palafitas sobre as águas do lago Maracaibo, no noroeste do país. Isso o fez chamar o lugar de “Pequena Veneza”: Venezuela.
PRATA FARTA:
A Argentina impressionou seus descobridores pela grande quantidade de riquezas minerais encontradas em seu solo, principalmente prata. Daí vem seu nome, inspirado em argentum: prata, em latim.
ADEUS INDÍGENA:
O Suriname tomou seu nome dos índios surinen, habitantes originais da região.
Uma lembrança triste, uma vez que, quando os primeiros exploradores ali chegaram, a tribo já havia praticamente desaparecido, expulsa e dizimada por outros grupos indígenas que passaram a ocupar a área.
TERRA DAS ÁGUAS:
A Guiana e sua vizinha Guiana Francesa,situadas entre os rios Orinoco, Amazonas e Negro, além de serem banhadas pelo Oceano Atlântico,eram conhecidas pelos nativos como guyana, termo que, em seu idioma, significa “terra de muitas águas”.
A Guiana Francesa obviamente leva esse adjetivo por ser possessão da França.
ÁRVORE EM BRASA:
Essa aqui é moleza, hein? Produto de grande importância comercial no século XVI, a árvore de pau-brasil batizou nosso país, onde os colonizadores portugueses encontraram florestas fartas dessa madeira.
“Brasil” quer dizer algo como “em brasa”, referência à forte coloração avermelhada do tronco, utilizado para fazer corante.
O RIO É REI:
O Uruguai acabou ganhando o mesmo nome que os índios tupis e guaranis haviam dado ao grande rio que atravessa seu território.
No idioma deles, a palavra significa “rio dos caracóis”.
CAMPEÕES AQUÁTICOS:
Quando o Paraguai foi descoberto pelos espanhóis, a região era habitada por índios chamados payaguaes. Excelentes nadadores e hábeis navegadores, eles viviam às margens do rio que dava nome à tribo.
O termo pode ser traduzido como “rabo de mar”, “rio ornado” ou “rio que dá origem ao mar”, mas também identifica um tipo de papagaio.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br

Tribos Nativas do Rio Grande do Sul

Localização das tribos nativas do Rio Grande do Sul por Roberto Fonseca dm Historia do Rio Grande do Sul para Jovens.
"...Na região da serra andavam os guaianás, do grupo Gê, também chamados de coroados, de quem descendem hoje os kaigangues, esses que vocês veem vendendo artesanato. No centro do estado viviam os Tapes, da Nação Guarani.
No litoral e na região da Lagos dos Patos se encontravam os Carijós e os Arachanes, também Guaranis, e no sul os Charruas e os Minuanos, guerreiros ferozes e bons cavaleiros, descendentes de um povo muito antigo, chamado de 'homens dos cerritos'."

Fonte: Linha Campeira.

terça-feira, 30 de agosto de 2022

ATÉ QUANDO ESSA 'ESTÓRIA' DO BUGIO?

 


Eu vi uma matéria no Jornal NH escrita pelo “jornalista” Ermilo Drews, publicada no dia 28, após a realização do Ronco do Bugio, falando mais uma vez da briga que existe de São Francisco de Paula e de São Francisco de Assis, por conta de quem criou o ritmo bugio, mais uma vez com tendência bairrista e sem nenhum conhecimento. Pois bem, ao senhor jornalista, tenho a lhe explicar:

- Primeiro, quando esses que, hoje, ai estão, escrevendo factoides à respeito do ritmo bugio, SALVADOR FERRANDO LAMBERTY um dos mais conceituados Poetas rio-grandenses e brasileiro, pesquisador, historiador e de uma conduta ilibada, já estava pesquisando o ritmo bugio, que começou na década de 70, mais precisamente em 1976, como os relatos do próprio pesquisador, tempo em que os maiores nomes da cultura ainda estavam nesse plano terreno, tais como Barbosa Lessa, Paixão Cortes, Honeyde Bertussi, Adelar Bertussi, Tio Bilia, Reduzino Malaquias, Aparicio Silva Rillo, Antonio Augusto Fagundes, Telmo de Lima Freitas, entre tantos outros que “falavam” do bugio. E com tamanha maestria e conhecimento, com gravações e documentos, Salvador Ferrando Lamberty, assisense qual à mim, já escrevia, discursava e debatia sobre o ritmo bugio, como o que aconteceu com Honeyde Bertussi, num congresso tradicionalista quando o assunto em pauta foi levantado, se não me engano em Cachoeira do Sul, quando foi lançado o Livro ABC do Tradicionalismo Gaúcho. Onde Honeyde Bertussi deixa bem claro e que posteriormente também fala em uma entrevista na revista lançada pela antiga CEEE, diz Honeyde: 
- “EU NUNCA DISSE QUE O BUGIO NASCEU EM SÃO CHICO DE PAULA, QUEM ME FALOU DESSE TOQUE FOI O TIO BILIA”.
Tanto que esse fato é verdade, que no seu disco de 1958 – CASAMENTO DA DORALICIA – o ritmo está como SAMBA RITMADO, porque se ele tivesse criado o bugio, ele tria colocado no disco como ritmo, BUGIO!

- Segundo, uma história não se apaga assim como vocês querem, da noite para o dia em nem a goela abaixo, como muitos querem e se encostam na imprensa para que possa ludibriar a vida de um Povo. Hoje, fala-se no livro de um POLITICO, uma ameaça de músico que não deu certo, mas que tem plata, para QUERER contar uma “estória”, uma aberração histórica que o bugio nasceu com os birivas que compravam a índias, o que não passa de uma ilusão da cabeça de quem quer se promover e encontrou num jornalista sua escora para esse absurdo e me admiro pessoas que tenho tanto carinho e prezo por seu conhecimento, como Léo Ribeiro de Souza, corroborar com essas inverdades, escritas pelo nobre jornalista da Folha NH.

- Terceiro, se há guerra, luta, peleia, para saber quem pariu o bugio isso vem de São Chico de Paula e dos Politicos de lá, porque todos da Fronteira Oeste e Missões sabem que o bugio nasceu em São Chico de Assis e não há necessidade dessa peleia, claro em se falando de mentes pensantes e quem realmente faz cultura, o que não é o caso dos Politicos, que precisam de seus 5 minutos de fama, mas esses, os políticos, hoje estão aqui, amanhã nem lembraremos deles.

- Quarto - que as Prefeituras, as secretarias, as políticas para a cultura se preocupem em colocar nas suas gestões, pessoas competentes e voltadas para a cultura, para que fatos, quais a esses e quais aos que vem acontecendo, que mais parece tosa de porco - muito grito e pouca lã – que os políticos se atentem somente à financiar a cultura, a patrocinar a cultura e que o Ronco do Bugio, esse festival que tenho tanto carinho e apreço e a Querência do Bugio, festival que idealizei e que criei, exatamente para fomentar a pesquisa de Salvador Ferrando Lamberty, por conhecer a sua verdade e a sua história, possam estarem vivos para que não morra essa página tão linda da música e da cultura rio-grandense e, vocês, amigos políticos se concentrem a fazer somente com que mais pessoas possam sorver desse doce amargo da cultura, tão rica dessa cidade, tão linda como São chico de Paula.

E para finalizar lhes garanto, que, nunca houve por parte de quem faz cultura, música, arte, canto, poesia, uma só mágoa de São Francisco de Assis, com São Francisco de Paula, tanto é que por 8 anos venho colocando bugios no Ronco, com a quinta premiação e escrevendo a história de São Chico de Paula, talvez bem mais que seus políticos e historiadores e pasmem, para a decepção de vocês, eu sou de São Chico de Assis, e peleio sim, mas para levar o nome da minha cidade aos quatro cantos desse Pais, porque acima de tudo, sou um filho e amo a terra que tenho, mas isso não me impede de escrever as belezas de outro São Chico.

Desculpem o desabafo, povo Serrano, que eu aprendi a amar e ter um carinho especial.

Paulo Ricardo Costa

SÓ SÃO CHICO TEM! 



segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Premiados na 17ª Penca da Música Nativa

 

PREMIADOS:
17º Penca Nativa:

Primeiro Lugar: O Último Pito
Ritmo: Milonga
Letra: Anderson Fonseca
Melodia: Douglas Diehl
Interpretação: Matheus Ribeiro
Guitarrón: Matheus Ribeiro
Violão Solo: Volmir Coelho
Gaita Botoneira: Gustavo de Freitas

Segundo Lugar: Transcurral
Ritmo: Milonga
Letra: Leonardo Borges
Melodia: Daniel Cavalheiro

Interpretação: Daniel Cavalheiro
Violão: Daniel Cavalheiro
Gaita Botoneira e Vocal: Marcelinho Nunes
Contrabaixo e Vocal: Fabricio Ocaña
Percussão: Leonardo Borges

Terceiro Lugar: Oitavada Milonga
Ritmo: Milonga
Letra: Marciano Reis
Melodia: Marciano Reis Filho
Interpretação: Robson Garcia
Guitarron e Vocal: Daniel Cavalheiro
Violão Solo: Iury Irigaray
Violão Solo e Vocal: Marciano Reis Filho

Melhor Intérprete: Nicole Carrion
Música: Chacarera, Chacarera/Espelhos Campeiros

Melhor Instrumentista: Marcelinho Nunes
Instrumento: Gaita Botoneira

Melhor Letra: O Último Pito
Letra: Anderson Fonseca

Melhor Melodia: O Último Pito
Autor: Douglas Diehl

Melhor Arranjo: Benção de Chuva

Melhor Conjunto Instrumental: Transcurral

Melhor Conjunto Vocal: Os Versos Que Fiz Pra Ti

Música Mais Popular: A Mais Rodada
Ritmo: Vaneira
Letra: Hugo Pedroso
Melodia: Tiago Shoenfeld

Interpretação: Volmir Coelho
Violão: Volmir Coelho
Guitarron: Matheus Ribeiro
Gaita Botoneira: Gustavo de Freitas
Tan Tan : Leonardo Borges
Pandeiro: Tevez

4ª Penca Instrumental:
"Tropezón", Campeã da 4ª Penca Instrumental

Primeiro Lugar: Tropezón
Rasguido Doble
Autores: Marciano Reis/Igor Assis
Cordeona Botoneira: Igor Assis
Violão Solo: Marciano Reis Filho
Percussão: Leonardo Borges
Shaik: Felipe Dias

Segundo Lugar: Man Ou Che?
Ritmo: Xote
Autor: Lucas Ferreira
Lucas Ferrera: Acordeon
Jean Carlo Godoy: Violão 7 Cordas
Matheus Krummenauer: Violão

Terceiro Lugar: Alpargateado
Ritmo: Rasguido Doble
Autor:Renato Fagundes
Violão: Daniel Cavallheiro
Guitarron: Jean Bittencourt
Acordeon: Renato Fagundes

Melhor Instrumentista: Lucas Ferreira
Música: Man ou Chê?
Instrumento: Acordeon
Melhor Melodia: Man ou che?
Autor: Lucas Ferreira
Melhor Arranjo: Tropezón

Fonte: Blog Ronda dos Festivais

29º RONCO DO BUGIO - PREMIADOS

 

Enquanto muitos teimam em criar briga entre os dois São Chico, tanto o de Assis, como o de Paula, por conta da criação do ritmo bugio, a música irmana essas duas cidades, pois veio lá da Querência do Bugio, São Francisco de Assis e de Lajes, Santa Catarina os vencedores do 29º Ronco do Bugio, festival realizado nos dias 26 e 27 de agosto, no CTG Rodeio Serrano, em São Francisco de Paula.

Um bugio que fala de um Serranos que vai para o mundo em busca de uma vida melhor, mas pelo mundo não encontra as belezas e nem a cultura que habita essa cidade, gaúcha e serrana, mas tudo isso escrito por um fronteiro/missioneiro e de outro São Chico, mas esse de Assis, mostrando mais uma vez que para a arte não tem local, seu lugar é o mundo.  

PREMIAÇÃO:
Primeiro Lugar:
Só São Chico Têm!
Letra: Paulo Ricardo Costa
/Jones Andrei Vieira
Melodia: Jones Andrei Vieira/Daniel Silva
Interpretação: Daniel Silva e Jones Andrei Vieira

Segundo Lugar:
Respeitem Meu CantoLetra: Paulo Trentin
Melodia: Carlos Möller
Interpretação: Lincon Ramos

Terceiro Lugar: Quando o Palco se Veste de CampoLetra: Paulo Trentin
Melodia: Rodrigo Pires
Interpretação: Leandro Ramos

Mais Popular:
Matizes Serranas
Letra: Léo Ribeiro de Souza
Melodia: Ubiratã Reis
Interpretação: Ariel Reis

Troféu Ronco da Terra:
Matizes Serranas
Letra: Léo Ribeiro de Souza
Melodia: Ubiratã Reis
Interpretação: Ariel Reis

Melhor Intérprete: Maria Alice
Música: O Gaiteito Tocava um Bugio

Melhor Instrumentista: Rodrigo Pires
Música: Quando o Palco se Veste de Campo
Insturmento: Gaita

Melhor Instrumental de Gaita: Dedos de São Chico
Autor: Samuca do Acordeon

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

FASE LOCAL - Convenção Nativista


Nesta semana foi realizada a triagem das músicas da FASE LOCAL da IV Convenção Nativista.
Os jurados selecionaram as 10 músicas que subirão ao palco na FASE LOCAL do Festival, que ocorrerá dia 18 de Setembro, na Praça Manoel Alvarenga (em frente ao Supermercado Zanon).
Foram selecionadas as seguintes composições:
01 - QUEM FICA VIVO NA HISTÓRIA | MÚSICA: APARÍCIO MAIDANA/LETRA:ANDRÉ ABREU
02 - PRA QUEM FALA DE AMOR | MÚSICA: BERNARDO MELO/LETRA:ANDREI PONTES DE ABREU
03 - NAS MADRUGADAS COMPRIDAS | MÚSICA:JORGE ABREU/LETRA: TÚLIO LOPES TEIXEIRA
04 - ENTRE A ESTRELA E A CRUZ |MÚSICA: KAYKE MELLO/LETRA: JULIANO COSTA DOS SANTOS
05 - ESTRELA CADENTE | MÚSICA: KAYKE MELLO/LETRA: JULIANO COSTA ODS SANTOS
06 - QUINTAL | MÚSICA: KAYKE MELLO/LETRA: JULIANO COSTA DOS SANTOS
07 - MEU INTERIOR | MÚSICA: VOLMIR COELHO/LETRA: LUIS AUGUSTO FERREIRA DOS SANTOS
08 - MEUS RUMOS PEDEM CARONA | MÚSICA: ZULMAR BENITEZ/LETRA: LUIS AUGUSTO FERREIRA DOS SANTOS
09 - SUA VIDA É SUA PLANTAÇÃO | MÚSICA: VOLMIR COELHO/LETRA: LUIS AUGUSTO FERREIRA DOS SANTOS
10 - MEU PAI | MÚSICA: WILSON EDUARDO OLIVEIRA PAIMF/LETRA: MARCELO DUTRA MELLO
*Suplente: DUAS BRAÇAS DE SAUDADE | MÚSICA: LUIS CARLOS JARUTAIS/LETRA: LUIS AUGUSTO FERREIRA DOS SANTOS


TUDO PRONTO PARA O RONCO DO BUGIO!

O Bugio é considerado o único ritmo originário do Rio Grande do Sul. Seu compasso musical se assemelha ao jeito de andar do primata e o som da baixaria da gaita imita o ronco do bugio.
No intuito de valorizar o gênero musical e prestigiar autores, compositores, intérpretes e conjuntos regionalistas, a cidade serrana de São Francisco de Paula promove, desde o ano de 1986, o Ronco do Bugio, festival que acolhe exclusivamente o ritmo que empresta seu nome ao evento: o bugio.

Em 2022, mais precisamente nos dias 26 e 27 de agosto, acontecerá a 29ª edição do Ronco do Bugio, quando estarão concorrendo 23 (vinte e três) bugios inéditos, sendo 10 (dez) de compositores ou intérpretes nascidos ou radicados em São Francisco de Paula, 10 (dez) músicas de autores de todo o Estado e 3 (três) obras na categoria Instrumental de Gaita.

A categoria Ronquinho retorna nesta edição e traz uma premiação para intérpretes infanto-juvenis na faixa etária de 5 a 12 anos.

Além dos bugios concorrentes, o público poderá acompanhar os espetáculos de Israel da Sóis e Grupo Manotaço, na sexta-feira, 26/08, César Oliveira & Rogério Melo, mais Ytamar Gomes, no sábado, 27.
O 29º Ronco do Bugio será realizado no CTG Rodeio Serrano e a entrada é franca.

O festival será transmitido ao vivo através dos seguintes links:
Rádio Comunidade FM: http://comunidadefm.caster.fm/
Facebook: https://www.facebook.com/prefasaochicors/

A comissão avaliadora, formada por Dionísio Costa, Rodrigo Lucena e Volnei Gomes, analisarão os seguintes concorrentes:

Categoria: INSTRUMENTAL DE GAITA

1. Bugio Polaco
Autor: Jones Andrei Vieira
Interpretação: Jones Andrei Vieira

2. Dedos de São Chico - “Homenagem ao Mestre Albino Manique”
Autor: Juliano Gonçalves
Interpretação: Samuca do Acordeon

3. Sentimento de Bugio
Autor: Leandro Macedo
Interpretação: Leandro Macedo

Categoria: LOCAL
1. Bem Campeiro
Letra: Toninho Belmonte/Flávio Pessoa
Melodia: Felipe Moschen
Interpretação: Flávio Pessoa

2. Bugio é Bugio
Letra: Bruno Costa
Melodia: Cirilo Barcellos
Interpretação: Bruno Costa

3. Cortando Pasto
Letra: Daniel Reis
Melodia: Jair Lopes
Interpretação: Daniel Reis

4. Matizes Serranas
Letra: Léo Ribeiro de Souza
Melodia: Ubiratã Reis
Interpretação: Ariel Reis

5. Não Deixe Morrer o Bugio
Letra: Flávio Pessoa
Melodia: Rogério Emerich/Fabiano Azevedo/Flávio Pessoa/Felipe Moschen
Interpretação: Fabiano Azevedo

6. Noites Serranas
Letra: Cirilo Barcellos
Melodia: Cirilo Barcelos
Interpretação: Pepeu Gonçalves

7. Nova Lei
Letra: Valdir de Oliveira 
 Melodia: Valdir de Oliveira 
 Interpretação: Eduardo Gomes

8. Quando o Palco se Veste de Campo
Letra: Paulo Moraes Trentin
Melodia: Rodrigo Pires
Interpretação: Leandro Ramos

9. Tropeadas Litorâneas
Letra: Luís Fernando da Silva/Pedro Kayser
Melodia: Luís Fernando da Silva/Yuri Duarte
Interpretação: Pietro Schuch

10. Tropereando
Letra: Tomaz Schuch
Melodia: Luís Fernando da Silva
Interpretação: Luís Fernando da Silva

Categoria: GERAL
1. Bugio de um Peão Posteiro
Letra: Milton César Hoff
Melodia: Jones Andrei Vieira
Interpretação: Ciro Rafael

2. Gaita, Verso e Cavalo
Letra: Marco Antônio Nunes
Melodia: Halber Lopes
Interpretação: Matheus Nunes e Vitor Machado

3. Lá no Baile dos Bugio
Letra: Henrique Fernandes
Melodia: Felipe Goulart
Interpretação: Cristiano Fantinel

4. Laçadores de São Francisco
Letra: Hermes Lopes
Melodia: Érlon Péricles
Interpretação: Cristiano Quevedo

5. Minha Gaita Ainda Toca Bugio
Letra: Léo Ribeiro de Souza
Melodia: José Claro (Zezinho)
Interpretação: Zezinho e Grupo Floreio

6. O Gaiteiro Tocava um Bugio
Letra: Érlon Péricles
Melodia: Érlon Péricles
Interpretação: Maria Alice

7. Quando Ronca o Bugio
Letra: Pedro Neves
Melodia: Pedro Neves
Interpretação: Fabiano Lengler

8. Respeitem Meu Canto
Letra: Paulo Moraes Trentin
Melodia: Carlos Moller
Interpretação: Lincon Ramos

9. Só São Chico Têm!
Letra : Paulo Ricardo Costa/Jones Andrei Vieira
Melodia: Jones Andrei Vieira/Daniel Silva
Interpretação: Daniel Silva e Jones Andrei Vieira

10. Um Serrano é Sempre Assim
Letra: Juarez Weber
Melodia: Juliano Gonçalves
Interpretação: Grupo Chão de Areia

Fonte: Blog Ronda dos Festivais

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

A Fase Local da IV Convenção Nativista

 


ATENÇÃO!!!
A Fase Local da IV Convenção Nativista acontecerá dia 18 de Setembro de 2022. Confira a seguir o Regulamento!
REGULAMENTO - FASE LOCAL
I - DA PROMOÇÃO E SEUS OBJETIVOS
Art. 1º - A Convenção Nativista de Júlio de Castilhos - RS, em sua quarta edição (FASE LOCAL), regulamentada pelo presente instrumento, é uma promoção da ASSOCIAÇÃO CULTURAL CONVENÇÃO NATIVISTA - ACCN - e PREFEITURA MUNICIPAL DE JÚLIO DE CASTILHOS e será realizada no dia 18 de setembro de 2022.
Art. 2º - A IV CONVENÇÃO NATIVISTA DE JÚLIO DE CASTILHOS - RS, tem como objetivo desenvolver, despertar, cultivar e preservar temas regionais, através de composições inéditas da MÚSICA CAMPEIRA DO RIO GRANDE DO SUL e:
a) Dar oportunidade para a divulgação das músicas de manifestação rio-grandense;
b) Estabelecer intercâmbio artístico-cultural entre compositores, poetas, musicistas e intérpretes, no maior interesse da cultura e da arte gaúcha;
c) Integrar às manifestações rio-grandenses através da música, temas e ritmos, buscando colocar a cultura do Rio Grande do Sul no lugar merecido no cenário nacional;
d) Premiar e divulgar as composições que melhor expressem os objetivos acima descritos;
e) Promover o turismo e projetar Júlio de Castilhos, no cenário regional e nacional.
Parágrafo Único: A Linha Musical a ser adotada deverá ser: EXCLUSIVAMENTE MÚSICA CAMPEIRA DO RIO GRANDE DO SUL.
II - DA ADMINISTRAÇÃO
Art. 3º - A administração da IV Convenção Nativista de Júlio de Castilhos será exercida pela ASSOCIAÇÃO CULTURAL CONVENÇÃO NATIVISTA – ACCN, que elegeu uma Diretoria Executiva do festival, IV CONVENÇÃO NATIVISTA, ficando assim constituída:
Presidente: Dartagnan da Silva Portella
Vice-Presidente: Ricardo de Siqueira Martins
Coordenador: Marilurdes Rossato Lângaro
Tesoureiro: Henrique Ziegler Hundertmarck
Assessorias: Equipe da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, Equipe do Centro Cultural Álvaro Pinto – CCAP, Poder Executivo Municipal, Associação Cultural Convenção Nativista - ACCN e membros indicados pela Associação.
Art. 4º - Compete à Diretoria Executiva:
a) Escolher a comissão julgadora do Festival;
b) Divulgar o evento;
c) Receber as inscrições para o Festival;
d) Credenciar os representantes dos grupos para o ingresso no recinto;
e) Fixar o preço de ingressos;
f) Contratar artistas nacionais e internacionais para shows no Festival;
g) Constituir comissões de trabalho;
h) Administrar os recursos disponíveis;
i) Elaborar relatório de prestação de contas;
j) Elaborar planilhas a serem utilizadas pela comissão julgadora;
k) Resolver todas as questões omissas neste regulamento;
l) Contratar serviços de produtores culturais e terceirização de sonorização e gravação.
III - DA REALIZAÇÃO
Art. 5º - A IV Convenção Nativista de Júlio de Castilhos-RS, FASE LOCAL, este ano, acontecerá durante a semana farroupilha na Praça Manoel Alvarenga no dia 18 de setembro.
Art. 6º - Na Fase Local somente poderão concorrer letristas ou compositores (pelo menos um deles), naturais de Júlio de Castilhos ou residentes a pelo menos 6 (seis) meses no município, devendo apresentar comprovantes, sendo livre a interpretação.
Art. 7º - Com o intuito de integrar culturalmente e mobilizar a comunidade castilhense a FASE LOCAL da IV CONVENÇÃO acontecerá da seguinte forma:
Parágrafo primeiro – Serão selecionadas pela Comissão Julgadora 10(dez) músicas na fase local que deverão ser apresentadas no palco montado junto a Praça Manoel Alvarenga – sendo que destas restarão 02(duas) músicas classificadas, concorrendo em igualdade de condições com as demais inscritas na Fase Geral da IV CONVENÇÃO NATIVISTA.
Parágrafo segundo – A título de ajuda de custo cada música classificada irá receber R$ 500,00 (Quinhentos reais)
Art. 8º - O compositor inscrito na Fase Local também poderá inscrever-se na Fase Geral, desde que com composições diferentes.
Art. 9º - Da Fase Geral serão selecionadas 18 (dezoito) composições inscritas (incluindo músicas sobre o tema natalino) que irão se somar às 02 composições da fase local. As 20(vinte) músicas serão apresentadas no palco da IV Convenção Nativista nos dias 25, 26 e 27 de novembro de 2022, divididas em duas noites classificatórias e uma noite final para escolha de premiação paralela.
IV - DAS INCRIÇÕES
Art. 10º - Poderão inscrever-se compositores sem qualquer discriminação, tanto para profissionais como amadores, concorrendo todos em absoluta igualdade de obrigações e direitos, desde que a composição seja inédita com ritmos e temas, que representem à cultura proposta pelo evento.
Art. 11 - O compositor deverá identificar a Fase em que deseja participar, na ficha de inscrição.
Art. 12 - As inscrições estarão abertas até o dia 20 de agosto de 2022, devendo os trabalhos, obrigatoriamente, serem inéditos e encaminhados pelo e-mail convencaonativista@gmail.com, maiores informações com Dartagnan Portella (55) 99971 0869.
Art. 13 - Entende-se por inédita a composição cuja letra e/ou música não tenha sido gravada em discos, fitas, filmes ou similares, podendo já ter participado de outros festivais e veiculadas nas redes sócias e sites da internet, desde que não tenha sido gravada e classificada para a final de outro festival.
Parágrafo Único: O não-ineditismo, não captado pela Comissão Julgadora ou Diretoria Executiva, poderá ser objeto de denúncia, por escrito e com provas suficientes, até as quinze horas do dia da apresentação final das músicas no palco.
Art. 14 – Para efeito de inscrições de músicas, os interessados deverão encaminhar para o e-mail convencaonativista@gmail.com:
1) ficha de inscrição devidamente preenchida, anexa ao e-mail de inscrição em forma de arquivo digital com a extensão .DOC, identificado da seguinte forma: “Ficha–Nome_da_Música.doc”;
2) gravação da composição em formato digital com a extensão .MP3 (tamanho máximo 5MB), identificado da seguinte forma: “Nome_da_música.mp3”;
3) a letra da composição, sem identificação do(s) autor(es) e, em anexo, em arquivo digital com a extensão .DOC, identificado da seguinte forma: “Letra-Nome_da_música.doc”.
Parágrafo primeiro. Para cada composição inscrita deverá ser encaminhado um e-mail.
Parágrafo segundo. Não serão aceitos materiais enviados em meio físico, somente por meio digital através do e-mail indicado.
Art. 15 - Fica estabelecido o tempo máximo de cinco minutos para cada composição.
Art. 16 - Cada compositor poderá inscrever um número ilimitado de composições de sua autoria ou parceria, sendo que no máximo 01 composição do(s) autor(es) poderá ser pré-selecionada.
Parágrafo primeiro. Considera-se autor para os fins do disposto no caput deste artigo tanto o autor da letra e o autor da melodia.
Parágrafo segundo. Cada intérprete e/ou instrumentista poderá participar de até 03 composições.
Parágrafo terceiro. Cada composição deverá ser defendida por no mínimo duas e no máximo oito pessoas.
Art. 17 – Se por ventura, por motivo de força maior, alguma das fases do festival não ocorra, a obra fica automaticamente liberada para qualquer outro uso que os autores desejarem.
V – DO JULGAMENTO
Art. 18 – A IV CONVENÇÃO NATIVISTA DE JÚLIO DE CASTILHOS convidará pessoas ligadas ao meio nativista que, encarregar-se-ão da seleção de triagem e da escolha das músicas de acordo com o artigo 7º parágrafo único deste regulamento.
Art. 19 - A Diretoria Executiva da IV CONVENÇÃO NATIVISTA DE JÚLIO DE CASTILHOS - RS não se compromete em colocar piano ou qualquer outro instrumento musical no palco, para as apresentações.
Art. 20 - O horário de uso do palco para passagem de som dos participantes será das 13 às 18 horas. (Programação da mesa de som).
Art. 21 – As composições classificadas para a Fase Geral deverão observar o regulamento específico.
Parágrafo primeiro. As duas músicas classificadas para a Fase Geral deverão obrigatoriamente manter os mesmos intérpretes que as defenderam na fase local, salvo situações de força maior, devidamente justificadas por escrito à Diretoria Executiva do Festival que poderá ou não acatar a justificativa.
Art. 22 - Os casos omissos e dúvidas sobre o presente regulamento serão resolvidos soberanamente pela Diretoria Executiva do Festival.
Art. 23 – Reclamações e protestos deverão ser dirigidos à Diretoria Executiva do festival por escrito.

AULAS DE VIOLÃO E CANTO COM NILTON FERREIRA


           Quem está com um projeto novo é o Cantor Nilton Ferreira, como tantos que faz durante o ano, esse agora é para os iniciantes em violão e em canto ou até mesmo os já avançados que queiram aprender mais sobre esse instrumento que tanto instiga a todos por sua sonoridade e o canto que todos já trazem de nascença e nada melhor aprender com quem realmente sabe.
            Esse é um projeto feito através do Governo do Estado do Grande do Sul e portanto totalmente é GRATUITO.
            Quem quiser saber mais informações sobre esse projeto entre em contato com a assessoria do Cantor (55) 99672-4816.
            Está ai mais um espaço para aprendizado de violão e canto e, certamente, que será maior proveitoso porque estará ao lado de um dos grandes cantores desses Rio Grande, sua biografia por si só já lhe dará a certeza disso.

Grupo de Ginetes Tropilha Gaviona

A bela e charmosa Manoel Viana, cidade hospitaleira às margens do Rio Ibicuí na Fronteira oeste do estado do Rio Grande do Sul estará em festa, nesses dias 27 e 28 de Agosto, com p 14º Encontro e a 13ª Cavalgada dos Fundadores do Grupo de Ginetes Tropilha Gaviona, que tem à frente, hoje,  meu amigo Milton Saldanha, mas que já teve figuras como Paulinho Tubiano, Eliseu e tantos outros. Lembro bem dos ano 80 quando iniciou essa junção de amigos e por muitos rodeios que trabalhei ou apenas visitei, encontrava, aplaudia e admirava esse grupo que muito nos encantou nos tempos de jovens sonhadores.

Essa cavalgada é apenas mais um encontro, de tantos que eles fazem para não deixarem morrer a história linda desse grupo de ginetes, irmãos de arte, e acima de tudo, amigos que a vida nos deu.

Dias 27 e 28 uma vasta programação com cavalgada, churrasco e muita música, claro, que certamente alguma gineteada pelo caminho, porque não é por medo de cobra que esses "loco" vivem enforquilhado nos bastos. E em breve quem sabe, faremos um Milongão de rachar as costas para homenagear esse grupo que admiro e continuarei admirando pelo que sempre fizerem e fazem pela arte da gineteada.
Mais informações com Milton Saldanha pelo fone 55 991428339.

Sucesso ai irmãos!"