segunda-feira, 14 de novembro de 2016

VITOR MATEUS TEIXEIRA - Teixeirinha

VITOR MATEUS TEIXEIRA – Teixeirinha - nasceu na cidade de Rolante, distrito de Mascaradas, Rio Grande do Sul, em 03 de março de 1927. Filho de Saturno Teixeira e Ledurina Mateus Teixeira, teve um irmão e duas irmãs. 

Aos seis anos de idade perdeu o pai e aos nove anos a mãe, então, órfão foi morar com parentes, mas, estes como não tinham condições de sustentá-lo, para sobreviver saiu pelo mundo a fora fazendo de tudo um pouco, desde carregar malas em portas de pensões, entregar viandas, até vender jornais e doces como ambulante.

Com dezesseis anos de idade fez sua certidão de nascimento. Aos dezoito anos se alistou no Exército, mas não chegou a servir e, nesta ocasião foi trabalhar no DAER (Departamento de Estradas de Rodagem/RS), como operador de máquinas durante seis anos. Dali saiu para tentar a carreira artística cantando nas rádios das cidades do interior, como Lajeado, Estrela, Rio Pardo, Santa Cruz do Sul e, nesta última conheceu sua esposa Zoraida Lima Teixeira, com quem casou em 1957. Inicialmente foram morar em Soledade e, em seguida se mudaram para Passo Fundo, onde compraram um “Tiro ao Alvo”, uma espécie de barraca para sorteio de brindes, que era cuidado por ele e sua esposa. À noite Teixeirinha se apresentava na Rádio Municipal de Passo Fundo, cantando e fazendo seus versos de improviso. Vitor e Zoraida nunca se separaram e desta união nasceram às filhas Nancy Margareth, Gessi Elizabeth, Fátima Lisete e Márcia Bernadeth, com as quais o artistas dividiu toda sua vida pessoal e artística.

Em 1959 foi convidado para gravar em São Paulo seu primeiro 78RPM; com as músicas: “Xote Soledade” e “Briga no Batizado”. Segundo o depoimento do diretor artístico da época e, também advogado da Gravadora Chantecler, Dr. Biaggio Baccarin, o início do sucesso de Teixeirinha é inesquecível: 

“A sigla PTJ, no 78 RPM, abrigava três nomes: Palmeira, Teddy e Jairo, então diretores da Chantecler e fundadores do selo sertanejo. Como se constata, “Coração de Luto” ocupou o lado “B” do quarto disco gravado por Teixeirinha, o qual foi lançado sem qualquer preocupação de sucesso, no entanto aconteceu espontaneamente após seis meses de seu lançamento. As primeiras reações vieram de Sorocaba/SP e em pouco tempo já era sucesso nas demais cidades da região. Foi nessa ocasião que a gravadora Chantecler resolveu trazer o cantor para São Paulo a fim de trabalhar o disco, cujo trabalho teve início com um show na cidade de Sorocaba/SP e, posteriormente, nas demais cidades do Estado de São Paulo, até o triângulo mineiro. O sucesso aconteceu em todo o Brasil, com venda superior a um milhão de cópias no ano de 1961. Um acontecimento inédito na história da música popular brasileira. Para se ter ideia deste fato, o disco Coração de Luto chegou a ser vendido no câmbio negro em Belém do Pará, havia fila para comprá-lo. A gravadora não tinha condições de atender aos pedidos e era obrigada a distribuir cotas para cada loja. “O fato de Belém do Pará foi registrado pelo saudoso Edgard Pina, então agente da Chantecler, naquela capital”.

Teixeirinha voltou a Passo Fundo, vendeu o “Tiro ao Alvo”, e se mudou para Porto Alegre. Foi chamado novamente pela Chantecler, desta vez para morar na capital paulista e continuar a divulgação do sucesso de “Coração de Luto”, no entanto, recusou domiciliar-se em São Paulo, retornando para a capital gaúcha. 

Com o dinheiro que ganhou na excursão a São Paulo, comprou uma casa, no bairro da Glória em Porto Alegre, onde viveu toda sua vida, e uma Kombi para excursionar por todo o Brasil. Então, definitivamente Teixeirinha assumiu a carreira artística, passando a trabalhar em circos, parques, teatros, cinemas e demais casas de espetáculos. Como o próprio cantor relatou em uma de suas últimas entrevistas à imprensa: “... onde o povo me pediu para estar, eu fui...” (RBS/TV- julho/1985). 

Teixeirinha começou a viajar para todo o Brasil conhecido como o “Gaúcho Coração do Rio Grande”. Em 1963, ganhou o troféu “Chico Viola”, outorgado pela TV Record de São Paulo -“Astros do Disco” - um programa de gala da televisão brasileira, que tinha por objetivo premiar os melhores do disco de cada ano, Teixeirinha ganhou por ter sido o cantor campeão de vendagem por dois anos consecutivos, em 1962/1963. Internacionalmente ganhou o troféu “Elefante de Ouro” com a maior vendagem de discos em Portugal. 

A música “Coração de Luto” vendeu mais de vinte e cinco milhões de cópias, é a única no mundo, mais vendida superando cantores como Michael Jackson, Julio Iglesias, cantores contemporâneos de grande vendagem de discos, mas não de uma única música, como o caso de “Coração de Luto”, que continua na cotação de uma das músicas mais executadas.

Em 1964, Teixeirinha escreveu o argumento do filme “Coração de Luto”, que foi produzido por Derly Martinez, através da Leopoldis Som, em 1966, outro recorde de bilheteria. Em 1969, foi protagonista no filme “Motorista Sem Limites”, tendo no elenco nomes como Walter D’Avila e Jimmy Pipiolo, produzido por Itacir Rossi. 


Durante vinte anos, apresentou programas de rádio diariamente com duas edições: “Teixeirinha Amanhece Cantando” (de manhã) e “Teixeirinha Comanda o Espetáculo” (à noite) e, aos domingos pela manhã tinha o programa “Teixeirinha Canta para o Brasil”, com transmissão da capital gaúcha para o interior e outros estados brasileiros. 

Recebeu nove discos de ouro, foi cidadão emérito de vários municípios como Passo Fundo, Santo Antônio da Patrulha, Rolante e etc. 
Em 1973 foi contratado para fazer quinze apresentações nos Estados Unidos da América. Em 1975 foi para o Canadá, onde realizou dezoito espetáculos. Fez shows na maioria dos países da América do Sul. 

Durante vinte e dois anos de carreira Mary Terezinha lhe acompanhou com o acordeom em shows, rádio e cinema. 

Gravou 49 LP’s inéditos, somando mais de 70 LP’s, incluindo regravações, que atualmente estão sendo reeditados em disco laser; gravou mais de 758 músicas de sua autoria, deixando um acervo superior a 1.200 composições, incluindo algumas inéditas.

Teixeirinha, de outros relacionamentos, ainda teve os filhos: Sirley Marisa; Líria Luisa; Victor Filho; Alexandre e Liane.

Teixeirinha faleceu dia 04 de dezembro de 1985, e está sepultado no Cemitério da Santa Casa, quadra n.4, túmulo n.4, na capital gaúcha.(Fundação Vitor Mateus Teixeira)

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Premiação da 3ª Tertulia da da Peosia



Melhor Amadrinhador - Troféu Noel Guarany + R$ 500,00
. Zulmar Benitez - Reflexões

2º lugar Melhor Amadrinhador - Troféu Cenair Maycá + R$ 300,00
. Douglas Diehl Dias e Douglas Mendes – Sinal da Cruz

3º lugar Melhor Amadrinhador - Troféu Chaloy Jara + R$ 200,00
. Giuliano lanes e Gisa Lanes – Prefácio em 3 Sonetos

Melhor Declamador - Troféu Marco Aurélio Campos + R$ 500,00
. Paulo Ricardo Santos – Se For Falar de Saudade

2º lugar Melhor Declamador - Troféu Ladmir Candaten + R$ 300,00
. Liliana Cardoso Duarte - Palavra

3º lugar Melhor Declamador - Troféu Renê da Silva Nunes + R$ 200,00
. Aline Martins Linhares – Paixão e Pedra

Melhor Poema - Troféu Jayme Caetano Braun + R$ 500,00
. Paixão e Pedra – Carlos Omar Villela Gomes

2º lugar Melhor Poema - Troféu Chico Ribeiro + R$ 300,00
. Se For Falar de Saudade – Moisés Silveira de Menezes

3º lugar Melhor Poema - Troféu Joarez Fialho + R$ 200,00
. Palavra – Adriano Alves

1º lugar Geral - Troféu Antonio Augusto Ferreira + R$ 1.500,00
. Paixão e Pedra – Carlos Omar Villela Gomes / Aline Martins Linhares / Geraldo Trindade

2º lugar Geral - Troféu Antonio Carlos Machado + R$ 1.000,00
. Se For Falar de Saudade – Moisés Silveira de Menezes / Paulo Ricardo Santos / Henrique Arboite Torrel de Bail

3º lugar Geral - Troféu Prado Veppo + R$ 500,00
. Palavra – Adriano Alves / Liliana Cardoso Duarte / Leonardo Pinho

1º festival da Canção Nativa FLOR DE MAIO




1°Festival da Canção Nativa Flor de Maio
28 e 29 de abril de 2017 - Três de Maio-RS

I - Dos objetivos
- O Festival tem como objetivos:
1º) oportunizar a produção cultural, poética e musical, bem como o surgimento de novos talentos, fortalecendo a produção musical do RS;
2º) incentivar a pesquisa das origens gaúchas, resgatando aspectos da nossa história, cultura e tradição;
3º) divulgar os ritmos e temáticas sul-riograndenses, bem como o linguajar e os costumes do povo gaúcho;
4º) promover a integração entre artistas, poetas, músicos e intérpretes dedicados à música gaúcha e nativista do RS e o público Tresmaiense e regional;
5º) incentivar, através de premiação e divulgação, as composições que revelarem maior identificação com os objetivos propostos;
II - Da Administração
- A Coordenação Geral do Festival ficará a cargo da Grupo de Arte e Cultura Flor de Maio de Três de Maio com apoio do Departamento Cultural da Prefeitura Municipal e ACI a qual competirá.
1º) regulamentar as questões referentes à infraestrutura, inscrições, credenciamentos, finanças, palco, e outras que se fizerem necessárias, constituindo, para isso, subcomissões para a execução dos trabalhos;
2º) definir a Comissão Julgadora;
3º) administrar os recursos que lhes forem disponibilizados.
4º) analisar e resolver os casos omissos;
III- Do estilo Musical
- O estilo musical do festival será Nativista e campeiro, poderão participar autores e compositores de todo o Brasil e Países do Mercosul, desde que obedeçam as normas deste regulamento.
1.Serão aceitos poemas em Língua Portuguesa e Língua Espanhola, desde que identificados com a cultura regional e campeira do Rio Grande do Sul e da “Pampa Gaucha”;
IV- Da Inscrição e Participação:
1.Das composições inscritas, poderão ser classificadas, para a apresentação em palco, no máximo 01(uma) música por compositor individual ou parceria;
2. Só poderão participar do Festival composições inéditas. Entende-se por inédita: Composição não editada ,nem gravada podendo, no entanto já ter participado de outros festivais, desde que não seja componente do disco, ou assemelhado, nem tenha sido premiada em evento do gênero;
3. Serão aceitas inscrições somente via e-mail (festivalflordemaio@gmail.com)as letras devem vir em arquivo WORD na fonte ARIAL no tamanho da letra 14, as musicas devem estar em MP3 e a ficha de inscrição devidamente preenchida com assinatura digitalizada de pelo menos um dos autores . Serão selecionadas 12(doze) composições para serem apresentadas nas eliminatórias no palco do festival, sendo que serão classificadas 10(dez) para a grande final, concorrendo às premiações estabelecidas neste regulamento.As 12 composições selecionadas na triagem fazerão parte automaticamente do CD do 1°FESTIVAL DA CANÇÃO NATIVA FLOR DE MAIO;o cd será gravado antecipadamenmte e lançado no dia do festival.
4. O concorrente deverá enviar a ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada digitalmente, pelo menos por um dos autores;
5. As composições não deverão exceder o limite de 05,30(cinco minutos e meio )de duração, tanto nas gravações pra a triagem como na apresentação em palco no festival;
6. O bom nível das gravações é condição fundamental para seleção na triagem;
7. As inscrições devem ser enviadas para festivalflordemaio@gmail.com e encerrar-se-ão dia 10/03/2017 . Não serão aceitas inscrições após esta data, salvo se houver prorrogação definida pela Comissão Organizadora.
8. A ordem de apresentação das composições pré-selecionadas serão definidos pela Comissão Organizadora em forma de sorteio, logo após a triagem, não sendo aceitas alterações posteriores;
9. O mesmo grupo, conjunto, instrumentista não poderão defender mais do que 02(duas) composições, sob pena do não recebimento da ajuda de custo, e eliminação das mesmas da competição e das referidas premiações.
10. O interprete poderá defender no maximo 2(duas) composições sendo que, 1(uma) em dueto.
11. As 12 (doze) composições selecionadas serão apresentadas dias 28/04/17 a partir das 20 e 30 hrs e as 10 (dez) finalistas, definidas pela comissão julgadora, serão reapresentadas na noite do dia 29/04/2017,
12. Os intérpretes e músicos que subirem ao palco do festival deverão apresentar-se devidamente pilchados, não sendo permitido o uso de camisetas com propaganda ou alusão a qualquer outro tipo de manifestação que não seja relacionada com a cultura gaúcha e nativista do Rio Grande do Sul; sob pena de desclassificação. No ato de inscrição ficam cientes os autores da responsabilidade de esclarecer aos seus músicos.
Entende-se por pilcha: No mínimo, camisa, bombacha, lenço, bota ou alpargata e trajes femininos da mulher gaúcha;
13. Não poderá o número de componentes do grupo que irá defender uma composição ser inferior a 03(três) nem superior a 07(sete), sendo que cada composição deverá ser apresentada pelo mesmo grupo todas as vezes que for a palco.No desrrespeito do ítem 13, haverá desconto de 50% da ajuda de custo.
14. Os autores e/ou compositores comprometem-se a enviar ao festival as gravações das musicas que foram selecionadas para serem gravadas no CD do festival que será lançado no dia do evento, até o dia determinado pela comissão, bem como a autorização de gravação do cd que cedem os direitos de gravação, ressalvados seus direitos autorais ao 1° Festival da canção nativa Flor de maio, correspondentes a edição e/ou reedição do CD ou DVD do Festival.
Se as autorizações não forem enviadas dentro do prazo a composição será excluída e será chamada uma suplente para seu lugar..
V– AJUDA DE CUSTO E PREMIAÇÃO
Cada composição pré selecionada receberá como subvenção, a título de custeio de despesas, a quantia de R$1.800,00 (um mil e oitocentos reais), pago da seguinte forma: 50%(cinqüenta por cento)após a passagem de som e 50% (cinqüenta por cento) após a apresentação em palco, obedecendo o horário da passagem de som, pré-estabelecido e agendado com a comissão organizadora;
Os horarios pré estabelecidos para a passagem de som devem ser obedecidos fielmente sob penalidade de perda de 30% do valor da ajuda de custo .
As premiações do 1° Festival da Canção Nativa Flor de Maio ficam assim estabelecidas:
Primeiro Lugar – R$ 2.000,00 e Troféu
Segundo Lugar – R$ 1.500,00 e Troféu
Terceiro Lugar – R$ 1.000,00 e Troféu
Música Mais Popular – Troféu
Melhor Poesia –Troféu
Melhor Instrumentista –Troféu
Melhor Intérprete –Troféu
Melhor Arranjo –Troféu
VI – NORMAS GERAIS
1. Serão credenciados 02(dois) profissionais, devidamente documentados, por jornal presente no festival, 04(quatro) profissionais, por emissora de rádio e até 06(seis) profissionais, por canal de televisão;
2. Serão credenciados somente os autores, músicos e intérpretes participantes, tendo os mesmos direito a credenciar somente 1(um) acompanhante;
3. A Comissão Organizadora reserva-se o direito de, em qualquer momento, excluir do evento o concorrente ou grupo cujos participantes infringirem as normas deste regulamento;
4. O concorrente, após inscrever seu trabalho, e o mesmo ser pré-selecionado, não poderá mais divulga-lo até o dia da realização da final do evento;
5. O não ineditismo, não captado pela Comissão Organizadora ou Julgadora, poderá ser objeto de denúncia, por escrito e com provas suficientes, impreterivelmente até as 16 hs do dia 28/04/2017
6. Os casos omissos a este regulamento serão resolvidos soberanamente pela Comissão Organizadora do “1°Festival da canção nativa Flor de maio..


Contatos do Grupo de Arte e Cultura Flor de maio
Marcelo Paz Carvalho-(Mixaria) 55-99976-2446
Juarez da Silva- 55-99978-5948
Zeca Motta- 55-98118-4344
Elisandro Tiecher- 55-98406-0837
1° Festival da Canção Nativa Flor de Maio - Três de Maio-RS


FICHA DE INSCRIÇÃO
Nome da composição:
Ritmo:
Autor da letra:
Endereço: CEP:
Cidade:
RG: CPF:
Email:
Fone:

Autor da Música:
Endereço: CEP:
Cidade:
RG: CPF:
Email:
Fone:

INTÉRPRETE:
Pessoa autorizada a receber a ajuda de custo:
Nome:
CPF: RG:
Declaramos estarmos cientes dos termos do regulamento desse evento.




________________________________, _________ de ____________________ de 2017.

XI Festival Baqueria de Los Pinares.

Ordem de apresentação e passagem de som do XI Festival Baqueria de Los Pinares.
Dia 26/11/2016 no Ctg Rancho da Integração em Vacaria-RS.
1- De Sina e Corredor-Chamarra- Cruz Alta-RS- 13:30
L:Leandro Torres M: Carlos Machado

2- Bodegão de Campanha-Chamarra- Passo Fundo-RS /Rio de Janeiro-RJ 13:45
L:Gilberto Lamaison 
M: Gabriel Selvagem.

3- Na Igreja das Percantas-Xote- Don Pedrito/Porto Alegre. 14:00
L: Paulo Flek/Matheus Neves da Fontoura 
M: Raineri Sphor.

4- Da Aurora a o Poente-Milonga Arrabalheira- Santa Maria-RS 14:15
L:Ramirez Monteiro/Gustavo Pimentel 
M: Ramirez Monteiro

5- Chamamezito.-São Gabriel-RS 14:30
L/M: Rogerio Villagran

6- Groseador-Chamarra- São Gabriel/Santana do Livramento-RS 14:45
L:Dalvan Medina/Mario Lucas 
M: Juliano Moreno.

7- A Despedida da Casa Velha-Milonga- São Borja/Arroio do Tigre-RS 15:00
L: Rodrigo Bauer 
M: Fabricio Cecatto.

8- Na Solidão de Um Domingo-Milonga-Santa Maria/Cruz Alta-RS 15:15
L: Paulo Ricardo Costa 
M: Marcelinho Carvalho.

9- Chacarera da Moça- São Gabriel-RS/Lages-SC 15:30
L: Rogerio Villagran 
M: Kiko Goulart.

10- O Violão Antigo-Milonga- Palmeira das Missões/Bagé-RS 15:45
L: Romulo Chaves 
M: Zulmar Benitez.

11-Chamarrita Apaysanada-Itaqui/Canoas-RS Lages-SC 16:00
L: João Sampaio/Diego Miller 
M: Kiko Goulart.

12- Minha Razão de Cantar-Chamarra- Marau-RS/Rio de Janeiro-RJ 16:15
L: Henrique Fernandez/Mauro Dias 
M:Gabriel Selvagem.

13- Os Olhos da Noite-Milonga- Porto Alegre/Cachoeira do Sul-RS 16:30
L: Rafael Chiapetta 
M: Matheus Neves.

14- Laço Nos Tentos-Rasguido Doble- Lavras do Sul/São Gabriel-RS- 16:45
L: Gujo Teixeira 
M: André Teixeira.

As 03 obras classificadas da etapa municipal passam o som as 10:30 de sábado.
As obras que tenham as mesma bandas a defenderem no máximo de 03 por musico e 02 por interprete já antecipam a passagem.
O não cumprimento dos horários acarretara em perca do horário e não haverá a passagem de som.
OBS: RESPEITEM OS HORARIOS, NÃO VAMOS PASSAR SOM APÓS AS 17:HORAS.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

PALAVRAS EM TUPI-GUARANY


A maioria destas palavras foram pesquisadas no livro Vocabulário Guarany, de autoria do Major Quirino Nunes Pereira, livro este editado em 1922 pela Casa Editora Papelaria 5 de Maio, ou seja, há exatamente 94 anos, cuja redação foi do Monsenhor Estanislau Wolski. O livro Vocabulário Guarany é o resultado das andanças e testemunho “in loco” do Major Quirino em suas cruzadas pelas Missões entre os anos de 1892 e 1895. Este livro (uma raridade) encontra-se exposto no Museu Paulina Alves Pereira, de Bossoroca – RS. Obs: foi respeitada a grafia tal qual está no livro. Autor da pesquisa: João Antunes.

Abaeté: gente boa.
Abaetetuba: lugar cheio de gente boa.
Amanbaé: lavoura da família.
Assuy: aguada grande.
Baipendy: descampado.
Bangu: rocha negra.
Batu: canavial.
Batuvy: cana verde.
Biboca: moradia humilde.
Butuhy: rio das mutucas.
Caiboaté: mato alto.
Caçapava: mato ralo.
Curuçu: cruz.
Icamaquã: rio da gruta de negros.
Caaró: erva amarga.
Capão: mato redondo.
Carovy: mato verde.
Carioca: kari'oka, casa do branco.
Ceará: canto de araras.
Catimbau: mato branco.
Chimbucu: nariz comprido.
Caverá: mato que reluz.
Cumandahy: rio do feijão.
Curitiba: o pinheiral.
Curumim é o menino também chamado guri.
Erechim: o campinho.
Giruá: porongo amargo.
Guanabara: saco de mar.
Guarita: lugar apertado.
Guaíba: o ingaseiral.
Guaracy: sol.
Guarany: guerreiro.
Guri: do coração.
Ibiá: a coxilha.
Ibicuá: terra de buracos.
Ibicuí: rio da areia fina.
Ibirocahy: rio do pau queimado.
Iby-Soroc: rasgão no solo, voçoroca, barroca, Bossoroca.
Ijuhy: rio de rãs.
Iguaçu: rio grande.
Iguariaçá: rio do vale do araçá.
Inhacapetum – Rio cabeça negra.
Inhacurutum: serro da coruja.
Ipacarahy: lagoa bendita.
Ipiranga: I é água e Piranga é vermelho: rio vermelho.
Irapuá: colméia redonda.
Iraty: a abelhinha.
Itahy: arroio da pedra.
Itaipu – Ita é pedra e Pu é estrondo: pedra que chora, fonte das pedras.
Itajubá: pedra amarela.
Itaóca: casa de pedra.
Itapema: taipa de pedra.
Itapeva: pedra chata.
Itapuã: pedra de ponta, pedra redonda em pé.
Itaqui – Pedra de afiar.
Itaroquém: porta de pedra.
Itacuruby: rio do pedregulho.
Ivahy: rio feio.
Ivorá: arroio bonito.
Itaú: pedra negra.
Itu: a cachoeira.
Jacaquá: cesto furado.
Jacuhy: rio dos jacus.
Jaguatirica: tigre medroso.
Jaguari: rio do jaguar, rio das onças.
Japeju: o lamaçal.
Juçara: palmeira fina e alta com um miolo branco, do qual se extrai o palmito.
Maranhão: mar pequeno.
Manuan: arroio morto, água quase parada.
Nhanduhy: rio de avestruz.
Nitheroy: saco de mar.
Paraguay: cauda de mar.
Pará: rio mar.
Paraná: mar.
Parobé: lagoa salobra.
Paraty: praia calma.
Pernambuco: mar com fendas, recifes. Penhasco no mar à flor d’água,mar largo.
Pindaíba: anzol ruim, quando não se consegue pescar nada.
Piquiry: pé pequeno.
Pirapó: peixe pula-pula.
Piraju: peixe amarelo.
Pirapó: saldo de peixe, peixe que pula.
Piratinin: rio do peixe seco.
Puitan: água vermelha.
Rio Uruguai: rio galinha de rabo, neste caso, saracura.
Sapyranga: olhos vermelhos.
Sergipe: rio do siri.
Tiririca: arrastando-se, alastrando-se, erva daninha que se alastra com rapidez.
Tocantins: bico de tucano.
Tuiuty: brejo branco.
Tupambaé: lavoura do comum.
Tupancy é mãe de Deus
Tupantuba: pai de Deus.
Tupy: grande pai.
Ubiratan: madeira-rocha: pau-ferro.
Uruquá: poço de galinha.
Yawara (tupi): jaguar, cão, cachorro, lobo, gato, onça.

Contribuição do meu amigo João Carlos Oliveira Antunes

Classificadas para a Tertúlia Musical de Santa Maria


Foto: Divulgação SMC
As canções classificadas se apresentarão no Centro Desportivo Municipal Dr. Miguel Sevi Viero, nos dias 9, 10, e 11 de dezembro de 2016. A triagem das mais de 700 composições inscritas começou na última quarta-feira (dia 03/11). Segue abaixo as obras classificadas:

Título da composição: ENTRE A GAITA E O GAITERO
Ritmo: VANEIRA
Autor(es) da letra: WILSON VARGAS (IN MEMORIAM)
Cidade: TRIUNFO/RS
Autor(es) da música : JAIR OLIVEIRA DE MEDEIROS
Cidade: SANTA MARIA/RS

Título da composição: O TROTE DO TREM
Ritmo: CHOTE ESTILIZADO
Autor(es) da letra: SILVIO AYMONE GENRO
Cidade: URUGUAIANA
Autor(es) da música : SIDNEI RISTOFF E GLAUBERT NUSKE
Cidade: DOUTOR MAURICIO CARDOSO

Título da composição: O INIMIGO
Ritmo: MILONGA
Autor(es) da letra: BIANCA BERGMAM
Cidade: SÃO VICENTE DO SUL
Autor(es) da música :ROBLEDO MARTINS
Cidade: SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Título da composição: NO CORAÇÃO DO RIO GRANDE
Ritmo: MILONGA CANÇÃO
Autor(es) da letra: CAINE TEIXEIRA GARCIA
Cidade: BAGÉ
Autor(es) da música :DIOGO LOPES BARCELOS
Cidade: SANTO ANTONIO DA PATRULHA

Título da composição:OS VERSOS QUE EU NÃO FIZ
Ritmo: MILONGA
Autor(es) da letra: BELMIRO PEREIRA
Cidade: SANTANA DO LIVRAMENTO
Autor(es) da música : LUIZ CARDOSO
Cidade: SANTANA DO LIVRAMENTO

Título da composição: VITRINE DE SONHOS
Ritmo:
Autor(es) da letra: ALEX PALMA
Cidade: SANTA MARIA
Autor(es) da música : ALEX PALMA
Cidade: SANTA MARIA

Título da composição: MESMA SINA
Ritmo: CANÇÃO
Autor(es) da letra: CARLOS ROBERTO HANN
Cidade: TRAMANDAÍ
Autor(es) da música : PIERO MAIER ERENO
Cidade: SANTA MARIA

Título da composição: FIO DO BIGODE
Ritmo: CANÇÃO
Autor(es) da letra: ZÉ ALEXANDRE, MÁRIO TRESSOLDI, CHICO SAGA
Cidade: POÇOS DE CALDAS, TRAMANDAÍ, SANTO ANTONIO DA PATRULHA
Autor(es) da música : MARIO TRESSOLDI, ZÉ ALEXANDRE, CHICO SAGA
Cidade: TRAMANDAÍ, POÇOS DE CALDAS, SANTO ANTONIO DA PATRULHA

Título da composição: MILONGA DE DOLORES PENA
Ritmo: MILONGA
Autor(es) da letra: JAIME VAZ BRASIL
Cidade: SANTA MARIA
Autor(es) da música :ADRIANO SPERANDIR
Cidade:OSÓRIO

Título da composição: QUANDO TEM ALGUÉM CRUZANDO
Ritmo: MILONGA
Autor(es) da letra: RODRIGO BAUER
Cidade: SÃO BORJA
Autor(es) da música : JOCA MARTINS
Cidade: FAXINAL DO SOTURNO

Título da composição: PRA QUE NÃO CALEM AS FONTES
Ritmo: CHAMAMÉ
Autor(es) da letra: JORGE NICOLA PRADO
Cidade: CRUZ ALTA
Autor(es) da música : ARTHUR BONILLA E LEONARDO DIDZ MORALES
Cidade: CRUZ ALTA

Título da composição: DÉCIMA DE RITUAL ANTIGO
Ritmo: MILONGA
Autor(es) da letra: ALEX CABRAL E DIEGO MULLER
Cidade: BAGÉE CANOAS
Autor(es) da música : ZULMAR BENITEZ
Cidade: SANTA MARIA

Título da composição: PELA LINHA DO TEMPO
Ritmo: MILONGA
Autor(es) da letra: VOLMIR COELHO
Cidade: SANTA NA DO LIVRAMENTO
Autor(es) da música :VOLMIR COELHO
Cidade:SANTA NA DO LIVRAMENTO

Título da composição: O SEXTO FIO DO ALAMBRADO
Ritmo: MILONGA
Autor(es) da letra: LEONARDO QUADROS
Cidade: VIAMÃO
Autor(es) da música : ANDRÉ GONÇALVES
Cidade: PORTO ALEGRE

Título da composição: SANTA-MARIENSE
Ritmo: CHAMAMÉ
Autor(es) da letra: ÉRLON PÉRICLES
Cidade:PORTO ALEGRE
Autor(es) da música :ÉRLON PÉRICLES
Cidade:PORTO ALEGRE

Título da composição: DE FILHO PRA PAI
Ritmo: CANÇÃO
Autor(es) da letra: TULIO SOUZA
Cidade:
Autor(es) da música : EMERSON MARTINS
Cidade:

Título da composição: DEUS NÃO AJUDA QUEM MADRUGA
Ritmo: CONTRA-PASSO
Autor(es) da letra: JAIME BRUM CARLOS
Cidade: RESTINGA SECA
Autor(es) da música : MARCIO CORREA
Cidade: SANTA MARIA

Título da composição: EU TENHO INVEJA DOS MANSOS
Ritmo: MILONGA
Autor(es) da letra: CARLOS OMAR VILELA GOMES
Cidade:SÃO VICENTE DO SUL
Autor(es) da música : ALINE RIBAS
Cidade: SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Título da composição: DUAS SOMBRAS
Ritmo: MILONGA
Autor(es) da letra: SÉRGIO SODRÉ PEREIRA
Cidade: SANTANA DO LIVRAMENTO
Autor(es) da música : GEOVANI SILVEIRA
Cidade: SANTANA DO LIVRAMENTO

Título da composição:DE LABAREDAS E SONHOS
Ritmo: TOADA
Autor(es) da letra: MARTIM CÉSAR
Cidade: JAGUARÃO
Autor(es) da música : JOSÉ ROBERTO CORRÊA RIBEIRO
Cidade: BELO HORIZONTE/MG

3ª Tertulinha da Canção Nativista
Categoria Mirim:
Maria Fernanda Maciel Ramos da Costa - Porto Alegre
RaísaBicca de Santana - Livramento
Murilo Vargas - Santo Ângelo
Luiza Barbosa Dias - Igrejinha
Anna Laura Fialho Cornel - São Gabriel
Maria Alice Rosa da Silva - Santana do Livramento

Categoria juvenil:
Kassia Macedo Costa – Gravataí
Giovanna D. C. Oliveira – Sapucaia do Sul
Isabelle Jung Mottini - Porto Alegre
Letícia Vargas Roennau - Taquara
Kathellyn Beatriz Garcia - Gravataí
Luis Arthur Seidel Souza - Guaíba

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

CTG Bento Gonçalves Levará dançarinos cegos ao ENART

Recebi e reproduzo aqui o seguinte release do CTG Bento Gonçalves, de Santa Maria. Já pensaram na emoção que vai ser essa apresentação? A pré-estreia será no dia 11.
O grupo adulto de Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Bento Gonçalves, da cidade de Santa Maria, 13ª Região Tradicionalista, leva para o palco do maior evento artístico amador da América Latina, o Encontro de Artes e Tradições Gaúchas (ENART), o tema inclusão.

Com coreografias de Robson Cavalheiro e Bem-hur de Barros e músicas de Josemar Dias, com letras de Juliano Santos, o grupo promete emocionar o público que vai acompanhar as Danças Tradicionais Força A. Para trabalhar o tema inclusão, o grupo leva para o tablado dois dançarinos cegos.

Tiago Zambrano participa desde a infância do Movimento Tradicionalista Gaúcho. O tablado era sua segunda casa e seu ápice como dançarino foi realizado nos palcos do ENART, onde dançou por vários anos. Escutar as palmas e ver o público, o emocionavam. Mas o destino lhe foi traiçoeiro e lhe roubou um de seus maiores dons... a VISÃO.

Foi preciso reaprender a ver o mundo de outra maneira e a cada dia superar novos obstáculos, acreditando que ainda era possível ser feliz. Agora mais do que nunca o som tornou-se seu guia. A precisão do sapateado lhe ajuda a perceber outros movimentos.
A repetição das danças colabora para reencontrar uma nova rotina de passos. Foi preciso aprender a ver com os olhos do coração e perceber que há muita luz na escuridão, agora, guiado pelo som, ele tem a oportunidade de estar novamente em Santa Cruz do Sul no palco do ENART. A sequencia o faz acertar o passo, o som e o compasso.

Daverlan Dalla Lana teve deslocamento de retina aos oito anos de idade e desde então não enxerga, nunca teve contato com grupos de dança, até que foi convidado a conhecer a invernada adulta do CTG Bento Gonçalves.

Na entidade, ao escutar as músicas tradicionais e ouvir os sons dos dançarinos executando os movimentos dos sapateios e sarandeios, apaixonou-se pelo ritmo e embarcou junto na caminhada à Santa Cruz do Sul.

O grupo vai levar ao palco do ENART dois grandes guerreiros, duas lindas histórias de vida e duas pessoas que mostraram que todos os dias devemos acreditar nos nossos sonhos e que tudo é possível, mesmo vivendo na "escuridão".

Os dois personagens principais desta história, Tiago Zambrano, hoje com 40% de visão, e Daverlan Dalla Lana, 100% cego, renovaram o espírito do grupo mostrando que jamais é permitido desistir.


Rodrigo Gonçalves
Jornalista (Mtb 17953)

Fonte: Repórter Farrpupilha

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Classificadas XI Festival Nativista Baqueria De Los Pinares




Depois de um árduo trabalho a Comissão Avaliadora do XI Festival Nativista Baqueria De Los Pinares composta por Jaime Brum Carlos, Danilo Batista, Ricardo Comassetto Bossle, Rafael Ferreira e Leonardo Charrua Jardim nos entregam os seguintes Poemas Musicados:

Classificadas para o XI Baqueria De Los Pinares Etapa Nacional.
1-Chacarera da Moça
L: Rogerio Villagran M: Kiko Goulart.

2-Chamarrita Apaysanada.
L: João Sampaio/Diego Miller 
M: Kiko Goulart.

3- De Sina e Corredor.
L:Leandro Torres 
M: Carlos Machado.

4-Groseador
L:Dalvan Medina/Mario Lucas 
M: Juliano Moreno.

5-Bodegão de Campanha.
L:Gilberto Lamaison
M: Gabriel Selvagem.

6-Minha Razão de Cantar.
L: Henrique Fernandez/Mauro Dias 
M:Gabriel Selvagem.

7- A Despedida da Casa Velha.
L: Rodrigo Bauer 
M: Fabricio Cecatto.

8- Na Solidão de Um Domingo.
L: Paulo Ricardo Costa 
M: Marcelinho Carvalho.

9- Na Igreja das Percantas.
L: Paulo Flek/Matheus Neves da Fontoura 
M: Raineri Sphor.

10-Os Olhos da Noite.
L: Rafael Chiapetta 
M: Matheus Neves.

11-Da Aurora a o Poente.
L:Ramirez Monteiro/Gustavo Pimentel 
M: Ramirez Monteiro

12- Violão Antigo-
L: Romulo Chaves 
M: Zulmar Benitez.

13- Chamamezito.
L/M: Rogerio Villagran

14-Laço Nos Tentos.
L: Gujo Teixeira M: André Teixeira.

Suplentes:
Tributo Aos Homens do Basto.
L: Paulo R. Costa M: Hermes Duran.

Nosso Bem e Nossa Dor.
L/M: Erlon Péricles

Fonte: Raul Bittencourt

terça-feira, 1 de novembro de 2016

8º EXPOCANTO - RESULTADO


Yaguareté: Terceiro Lugar, Melhor Arranjo e Melhor Intérprete

O 8º EXPOCANTO, festival da cidade de Arroio Grande, foi encerrado na noite deste domingo, 30/10, e o resultado, ainda incompleto, é o seguinte:


PRIMEIRO LUGAR: VIEJITO
Letra: Evair Gomez
Melodia: Juliano Gomes
Interpretação: André Teixeira

SEGUNDO LUGAR: CLARA
Letra: Felipe Bacchieri/Fabiano Bacchieri/Helvio Casalinho
Melodia: Marcio Corrêa
Interpretação: Fabiano Bacchieri

TERCEIRO LUGAR: YAGUARETÉ
Letra: Guilherme Collares
Melodia: Edilberto Bérgamo
Interpretação: Edilberto Bérgamo

MELHOR INTÉRPRETE: EDILBERTO BÉRGAMO - Yaguareté
MELHOR INSTRUMENTISTA:
MELHOR POESIA:
MELHOR MELODIA:
MELHOR ARRANJO: YAGUARETÉ

Fonte: Blog Ronda dos Festivais

ENCONTRO DE TROVADORES DE PASSO FUNDO


O CTG Estância Nova, do bairro Valinho (Passo Fundo), sediou no final de semana, sábado e domingo, o 1º Encontro de Trovadores Pedro Ribeiro da Luz. O evento teve o apoio na sua realização da Fundação Cultural Planalto, com as Rádios Planalto AM (730) e FM (105.9) e Revista Somando.Os resultados foram os seguintes:

Categoria Trova Campeira:
1º – Jadir Oliveira
2º– Leôncio Amaral
3º – Aray Goulart
4º– Turco Chaves
5º – Diomar Almeida

Categoria Trova de Martelo
1º – João Barros
2º – Volnei Correa
3º – Paulo David
4º – Cravinho 
5º – Renato Kruel

Categoria Trova Estilo Gildo de Freitas
1º – Jadirzinho
2º – Roger Chaves
3º - Luciano Quines
4º – Adão Bernardes
5º – Gelso Oliveira 

Categoria Tordilho
1º – Ailton Flores
2º – Luizinho Araújo 
3º – Mário Malafaia 

Campeão Potrilhos – Ryan Serpa
Campeão dos Campeões – João Barros

Fonte: blog Leo Ribeiro

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

TERTÚLIA DA POESIA e 1ª TERTULIA PIÁ

Tudo pronto a 3ª TERTÚLIA DA POESIA e 1ª TERTULIA PIÁ já esta sendo um sucesso, a procura de ingressos e nos mostra que teremos casa lotada, a programação está de encher os olhos. 
ABERTURA com 4 poemas sensacionais de jovens declamadores, que trazem na essência o verso, a poesia. Que são eles:
1) Ana Julia Camera
2) Luiza Barbosa Dias
3) Rodrigo Machado Silveira Junior
4) Victor Renato Von Dentz

APÓS: 11 belos poemas numa escolha difícil com grandes declamadores deste estado, além de amadrinhadores premiados pelos palcos festivaleiros. Nessa ordem.
1) De Origem, Rumo e Destino
2) Diálogo de Vida e Morte
3) Milonga em Silêncio Para Estes Dias de Hoje
4) O Retorno e o Princípio
5) Paixão e Pedra
6) Palavra
7) Prefácio em 3 Sonetos
8) Raiz
9) Reflexões
10) Se For Falar de Saudade
11) Sinal da Cruz

ENCERRAMENTO Show de Jean Kirchof e os Compadres, um dos maiores vencedores de festivais com centenas de músicas, muitas delas premiadas estará mostrando a sua arte no Theatro Treze de Maio em Santa Maria.
Logo após a premiação e confraternização com todos os amigos presente.

Observem para os horários de passagem de som e do início das apresentações. O Theatro tem um horário rigoroso e o evento começa pontualmente as 18 horas desse dia 05 de Novembro.
Esperamos todos. Quem ainda não pegou ou não reservou seu ingresso, não deixem para a última hora.

OS INGRESSOS SÃO GRATUITOS, LIMITADOS E NUMERADOS e estarão disponíveis a partir da próxima TERÇA-FEIRA, 01/11, no THEATRO TREZE DE MAIO, na SECRETARIA DE CULTURA ou com os organizadores, Carlinhos LimaFabricio Vargas e Paulo Ricardo Costa, .
Não vá perder a oportunidade de fazer parte da história da Poesia Crioula contemporânea!

domingo, 23 de outubro de 2016

NOEL GUARANY


Noel Fabrício da Silva, de nome artístico Noel Guarany, nasceu em 26-12-1941, nesta terra missioneira. 
Filho de João Maria Fabrício da Silva e de Antonina Borges do Canto.
Neto de Bazilio Fabrício da Silva e de Ernestina Antunes da Silva e de Ozório Borges do Canto e Clemência Gonçalves do Canto.
Uniu-se em matrimônio com Neidi Fabrício da Silva.
Pai de Andrea Jara de Castilhos, Lia Antonina Fabrício da Silva, Linda Guacira Fabrício da Silva e Laura Jacira Fabrício da Silva.
Aprendeu, na adolescência e de maneira autodidata, o idioma guarani e soube compor, tocar e cantar.
Na década de 1960, esteve em vários países latino-americanos, onde adquiriu ensinamentos que ajudaram na base da sua obra.
No final da década, apresentou alguns programas radiofônicos nas rádios de Cerro Largo e São Luiz Gonzaga, bem como nas rádios Gaúcha e Guaíba, de Porto Alegre - RS.
Em 1970, lançou em conjunto com Cenair Maicá um compacto simples.
Em 1971, gravou o LP Legendas Missioneiras, que traz, entre outras, parcerias com Jayme Caetano Braun, Glênio Fagundes e Aureliano de Figueiredo Pinto. 
Em 1973, sai o LP Destino Missioneiro, bem como traz composições próprias e de Barbosa Lessa e uma parceria com Aparício Silva Rillo. 
Seu próximo LP é Sem Fronteiras, lançado em 1975, com músicas que acabaram se tornando clássicos do cancioneiro gaúcho, temas missioneiros recolhidos e adaptados por Noel Guarany, entre outras.
No ano de 1976, gravou em parceria com Jayme Caetano Braun, de maneira independente, o LP Payador, Pampa, Guitarra. Gravado parte na Argentina e parte em São Paulo.
Em 1977, relançou o LP Legendas Missioneiras, de 1971, com o título de Canto da Fronteira.
Em 1978 sai o LP Noel Guarany Canta Aureliano de Figueiredo Pinto.
Em 1979, o novo disco chama-se De Pulperias que, dentre outras, conta com músicas de Mario Millan Medina, Anibal Sampayo e Atahualpa Yupanqui.
Em 1980, sai Alma, Garra e Melodia. Neste mesmo ano ocorre o show no Cinema Glória, na cidade de Santa Maria, que mais tarde, em 2003, viria a se tornar o disco Destino Missioneiro - Show Inédito.
Em 1982, é lançado o LP Para o Que Olha Sem Ver, contando com a participação de Atahualpa Yupanqui e quatro composições de João Sampaio, além de outras de inspiração folclórica. Neste ano, Noel Guarany já apresenta os primeiros sintomas da doença começando a afastar-se dos palcos. 
Em 1985, retira-se definitivamente dos palcos, em cumprimento ao prometido na carta de 1983.
No ano de 1988, em conjunto com Jorge Guedes e João Máximo, lança o disco A Volta do Missioneiro com obra de Amauri Beltrão de Castro dentre outras.
Até o seu falecimento foi ficando cada vez mais debilitado por uma doença degenerativa no cérebro, permaneceu recolhido em seu sítio na localidade de Vila Santos, no município de Santa Maria - RS.
Faleceu no dia 06-10-1998, na Casa de Saúde de Santa Maria, tendo sido sepultado em Bossoroca.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

ACADEMIA GAUCHESCA DE LETRAS E POR QUE NÃO?


Há muito tempo venho matutando uma coisa. Porque nunca se pensou em fazer, aqui pela província, pago fértil em vates, poetas e escritores terrunhos, uma Academia, aos moldes franceses, mas identificada com a nossa cultura? Seria a ACADEMIA GAUCHESCA DE LETRAS. Sei que alguns irão dizer: Mas já não temos a Academia Riogandense de Letras? Ao que eu respondo: Sim, mas quantos de nossos imortais gaúchos tem sua temática direcionada para a cultura sulina? Quantos são versejadores identificados com os costumes nativos? Quantos já, algum dia, vestiram uma bombacha? Apenas dois, de um universo de 32 (temos 8 das 40 cadeiras vagas). Alcy de Vargas Cheuiche e Francisco Pereira Rodrigues. Afora alguns bonitos trabalhos de Luiz Coronel e de Luiz Antônio de Assis Brasil e das críticas contundentes aos farrapos de Moacyr Flores.

Portanto, com o devido respeito e reverência aos nossos Acadêmicos Riograndenses e a linha que seguem, com brilhantismo e competência, porque não se pensar em uma Academia voltada para nosso chão? Com cheiro de querência?

Não confundir com a Estância da Poesia Crioula, da qual faço parte e já fui presidente e que tem como adjetivo o título de Academia Xucra do Rio Grande, mas que não funciona aos moldes de Academia. 

Vejam uma lista de Patronos de cada cadeira da imaginária ACADEMIA GAUCHESCA DE LETRAS, elaborada, como sugestão, por este gaudério, e que pode ser alterada com a ajuda de outros que tenham o mesmo sonho. A ocupação das cadeiras se daria por poetas que tenham em seus trabalhos a visão telúrica da história e dos costumes mais crioulos do Rio Grande.

PATRONOS DA SONHADA ACADEMIA GAUCHESCA DE LETRAS

01 – Simões Lopes Netto
02 – João Cezimbra Jacques
03 – José Hilário Retamozzo
04 – Erico Veríssimo
05 – Mozart Pereira Soares
06 – Jayme Caetano Braun
07 – Vargas Neto
08 – Aureliano de Figueiredo Pinto
09 – Zeno Cardoso Nunes
10 – Rui Cardoso Nunes
11 – Bernardo Taveira Junior
12 – Hugo Ramirez
13 – Guilherme Schultz Filho
14 - Peri de Castro
15 – Lauro Rodrigues
16 – Glaucus Saraiva
17 – Dimas Costa
18 – Luiz Menezes
19 – Padre Pedro Luiz Botari
20 – Helio Moro Mariante
21 - Antônio Augusto Ferreira
22 – Apparicio Silva Rillo
23 – Balbino Marques da Rocha
24 – Cyro Gavião
25 – João da Cunha Vargas
26 – Ramiro Barcellos
27 - Nitheroy Ribeiro
28 – Ubirajara Raffo Constant
29 – Juca Ruivo
30 – Appolinário Porto Alegre
31 – Manoelito de Ornellas
32 – Múcio Teixeira
33 – Antônio Augusto Fagundes
34 – Amândio Bicca
35 – Cleber Mércio
36 - Silvio Duncan
37 – Nogueira Leiria
38 – Caldre Fião
39 – Athos Damasceno
40 – Walter Spalding

COMPOSIÇÃO DA ACADEMIA GAUCHESCA DE LETRAS

01 - .............. 
02 - .............

Nota: reunião dia (tal) para composição das cadeiras dos Acadêmicos.

Foto: Chê Zico

Um bela iniciativa do Poeta Léo Ribeiro de Souza e que assino em baixo, só colocaria o título de ACADEMIA XUCRA DE LETRAS para diferenciar da ja existente Academia Riograndense de Letras. Toda matéria retirada do blog http://blogdoleoribeiro.blogspot.com.br/ 

PROGRAMAÇÃO 3ª TERTÚLIA DA POESIA E 1ª TERTÚLIA PIÁ

Dia 05 de Novembro o Palco do Theatro Treze Maio e o Coração do Rio Grande encher-se-ão de poesia, com uma vasta programação, recheada de muita poesia, música e encontro de amigos. Santa Maria, conhecida como a Capital da Cultura, mais uma vez vem provando que vale à pena fazer cultura, e entrega ao Rio Grande do Sul, ao Brasil e ao mundo, uma noite esplendorosa de arte e cultura, onde vozes trarão vida a versos aos sons de guitarras, piano e Lira, num encontro onde quem perde é quem não participa. Nesse ano, a comissão abriu espaço para as crianças e jovens que abrirão esse espetáculo cultural com 4 belos poemas, de Poetas renomados, depois vem mais 11 poesias de encher a alma e para encerramento o show com Jean Kirchof e os Compadres.
Os ingressos serão gratuitos, em numero limitados e poderão serem retirados na Portaria do Theatro Treze de Maio. 
Confira a Promagração:
1ª TERTÚLIA PIÁ (na abertura)
Declamadora: Ana Julia Camera - Marau
Poema: Aqui / Eron Vaz Mattos

Declamadora: Luiza Barbosa Dias - Igrejinha
Poema: A Menina Que Só Queria Crescer / Bianca Bergmam

Declamador: Rodrigo Machado Silveira Junior - Caçapava do Sul
Poema: Chico Facundo / Gonçalves Chaves Calixto

Declamador: Victor Renato Von Dentz - Passo Fundo
Poema: Caravoltas / Colmar Duarte

3ª TERTÚLIA DA POESIA (ordem de apresentação):
Poema: DE ORIGEM, RUMO E DESTINO
Autor: Eron Vaz Mattos
Declamador: Francisco Azambuja dos Santos
Amadrinhador: Lucas Gros (violão)

Poema: DIÁLOGO DE VIDA E MORTE
Autores: Guilherme Suman e Thiago Suman
Declamadores: Guilherme Suman e Priscilla Alves Colchete
Amadrinhador: Kayke Mello (violão)

Poema: MILONGA EM SILÊNCIO PARA ESTES DIAS DE HOJE
Autor: Marcelo Domingues D’Ávila
Declamador: Pedro Junior da Fontoura
Amadrinhador: Pedro Junior da Fontoura (violão)

Poema: O RETORNO E O PRINCÍPIO
Autor: José Luiz Flores Moró
Declamador: Fábio Malcorra
Amadrinhador: Jorge Araujo (violão)

Poema: PAIXÃO E PEDRA
Autor: Carlos Omar Villela Gomes
Declamador: Aline Martins Linhares
Amadrinhador: Geraldo Trindade (violão)

Poema: PALAVRA
Autor: Adriano Alves
Declamador: Liliana Cardoso Duarte
Amadrinhador: Leonardo Pinho (violão)

Poema: PREFÁCIO EM 3 SONETOS
Autor: Delci Oliveira
Declamador: Delci Oliveira
Amadrinhadores: Giuliano Lanes (gaita cromática) e Gisa Lanes (piano)

Poema: RAIZ
Autor: Henrique Fernandes
Declamador: Jair Silveira
Amadrinhador: Clenio Bibiano (violão)

Poema: REFLEXÕES
Autor: Caine Teixeira Garcia
Declamador: Neiton Perufo
Amadrinhador: Zulmar Benitez (violão)

Poema: SE FOR FALAR DE SAUDADE
Autor: Moisés Silveira de Menezes
Declamador: Paulo Ricardo Fuchina dos Santos
Amadrinhadores: Henrique Arboite Torrel de Bail (violão) e Rodrigo Cavalheiro (cítara)

Poema: SINAL DA CRUZ
Autor: Anderson Fonseca
Declamador: Anderson Fonseca
Amadrinhadores: Douglas Diehl Dias (violão) e Douglas Mendes (violino)


Show com Jean Jirchof e os Compadres e posteriormente a Premiação.

Contamos com a presença de todos. 

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Tertúlia Nativista de Santa Maria de 9 a 11 de Dezembro

Na manhã desta sexta-feira, o prefeito José Haidar Farret, junto da secretária de município da Cultura. Marília Chartune Teixeira, e dos coordenadores da Tertúlia, Oristela Alves e Carlinhos Lima, confirmou a realização da XXIV Tertúlia Musical Nativista, da III Tertulinha e III Tertúlia da Poesia. As canções classificadas pela triagem se apresentarão em um belo palco montado no Centro Desportivo Municipal Dr. Miguel Sevi Viero, o popular Farrezão, nos dias 9, 10, e 11 de dezembro. A Tertúlia da Poesia segue com a data previamente anunciada, e acontece no dia 5 de novembro, no Theatro Treze de Maio. Também esteve presente na ocasião o chefe de Gabinete do Prefeito Ony Lacerda.

A entrevista coletiva serviu também para tornar pública a retificação do regulamento da Tertúlia, que teve alterações em valores das premiações e ajuda de custo. “Por razões de economicidade e contenção de gastos, se fez necessário alterar o local e reduzir um pouco a premiação. O local é excelente, muitas das grandes Tertúlias aconteceram no Farrezão. A prefeitura trabalhou com o máximo de empenho para garantir que, mesmo com quase R$ 100 mil a menos no orçamento, a festa não perca o brilho e a qualidade que é de tradição. Vamos ter mais uma Tertúlia inesquecível, podem ter certeza”, disse o prefeito José Haidar Farret.

A secretária Marília Chartune acrescenta que a mudança de local não tira o brilho do evento. “A Tertúlia é importante para os compositores, é mercado para a produção nativista. Achamos melhor encolher o orçamento e trabalhar para que eles tenham essa vitrine, é um evento muito esperado pelo público e pelos músicos. A equipe soube como fazer essa adequação. O Farrezão tem uma ótima estrutura também, é um lugar de fácil acesso a todos. Com certeza teremos uma Tertúlia de qualidade e com segurança”, declarou Marilia.

As inscrições para os três eventos, Tertúlia, Tertúlia Piá e Tertúlia da Poesia, já encerraram. As inscrições para a 3ª Tertúlia da Poesia encerraram no dia 2 de setembro com 221 poemas e 32 para a 1ª Tertúlia Piá, para declamadores de 9 até 14 anos. Já para a Tertúlia são 645 canções que vão passar pela triagem, que acontece de 2 a 4 de novembro. Para assistir aos eventos, a entrada é gratuita e sugere-se a doação de um quilo de alimento não perecível.

Mudanças na premiação
A retificação do regulamento da XXIV Tertúlia Musical Nativista traz também os novos valores de premiações e pagamentos de direitos de arena. Na nova tabela, além do grande prêmio, o Troféu Minuano, o grande vencedor do certame, leva a importância de R$ 7.500,00. O premio para o vencedor da III Tertulinha será de R$ 1000,00 para as duas categorias (Mirim e Juvenil). 

Confira os novos valores da premiação:
XXIV Tertúlia Musical Nativista
As vinte composições classificadas na triagem e devidamente notificadas receberão, a título de premiação, o valor de R$ 3.000,00 (três mil reais), que serão pagos logo após a passagem de som
• Primeiro Lugar: Troféu Minuano e a importância de R$ 7.500,00 (sete mil e quinhentos reais).
• Segundo Lugar: Troféu Amaury Dalla Porta e a importância de R$ 5.500,00 (cinco mil e quinhentos reais).
• Terceiro Lugar: Troféu Antonio Augusto Ferreira e a importância de R$ 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais).
• Melhor Composição sobre Santa Maria: Troféu Vento Norte e a importância de 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais).
• Música mais popular: Troféu Imembuí e a importância de R$ 1.000,00 (um mil reais).
• Melhor Interprete: Troféu Cesar Lindemayer e a importância de R$ 1.000,00 (um mil reais).
• Melhor Letra: Troféu Antonio Carlos Machado e a importância de R$ 1.000,00 (um mil reais).
• Melhor Instrumentista: Troféu Larry Charão e a importância de R$ 1.000,00 (um mil reais).
• Melhor Arranjo: Troféu “Coração do Rio Grande” e a importância de R$ 1.000,00 (um mil reais).

III Tertulinha
As 12 (doze) concorrentes classificadas na triagem e devidamente notificadas receberão a título de premiação o valor de R$ 1.000,00 (um mil reais).
Categoria Mirim
1º Lugar: Troféu Mara Lima + R$ 1.000,00 (um mil reais).
2º Lugar: Troféu + R$ 800,00 (oitocentos reais).
Categoria Juvenil:
1º Lugar: Troféu Mara Lima + R$ 1.000,00 (um mil reais).
2º Lugar: Troféu + R$ 800,00 (oitocentos reais).

Fonte: http://www.santamaria.rs.gov.br/

Lenda da Erva Mate

Há muitos e muitos anos, uma grande tribo guarani, por se nômade precisavam encontrar um outro lugar para morar onde a caça fosse farta e a terra fértil. Lentamente os índios foram deixando a aldeia onde haviam vivido tantos anos.
O povo migrou, mas sem que ninguém soubesse um velho indio que dormira tapado por couros ao acordar se viu só, sem seus descendentes para cuida-lo.
É obrigado a levantar-se e agarrando-se as árvores se põem a caminhar, nisto surge uma bela e jovem índia que se coloca atrás dele.
Ela chamava-se Yari e era sua filha mais nova, que não teve coragem de abandonar seu velho pai, que sozinho iria morrer.
Numa triste tarde de inverno, o velho entretido colhendo algumas frutas, assustou-se quando viu mexer-se uma folhagem próxima. Pensou que fosse uma onça, mas eis que surge um homem branco muito forte, de olhos cor do céu e vestido com roupas coloridas.
Aproximou-se e disse-lhe:
- Venho de muito longe e há dias ando sem parar. Estou cansado e queria repousas um pouco. Poderia arranjar-me uma rede e algo para comer?
- Sim, respondeu o velho índio, mesmo sabendo que sua comida era muito escassa.
Quando chegaram à sua cabana, ele apresentou ao visitante a sua filha.
Yari acendeu o fogo e preparou algo para o moço comer. O estranho comeu com muito apetite. O velho e a filha emprestaram a cabana e foram dormir em uma das outras abandonadas.
Ao amanhecer o velho índio encontrou o homem branco pediu que ele descansasse um pouco mais. Porem, respondeu-lhe que tinha percebido a necessidade dos dois, ninguém o tinha ajudado e acolhido tanto então, embrenhou-se em direção à floresta. Depois de algum tempo retornou com várias caças.
- Vocês merecem muito mais! explicou o homem me darem o que não tinham e foram de grande bondade. Tupã está preocupado com a saúde de vocês e por isto me enviou. E em gratidão a tanta bondade lhe concedo um pedido.
O pobre velho queria um amigo que lhe fizesse companhia até o findar de seus dias, para que pudesse deixar de ser um fardo para sua doce e jovem filha. O estranho levou-lhe então até uma erva mais estranha ainda dizendo:
- Esta é a erva-mate. Plante-a e deixa que ela cresça e faça-a multiplicar-se. Deve arrancar-lhe as folhas, fervê-las e tomar como chá. Suas forças se renovarão e poderá voltar a caçar e fazer o que quiser. Sua filha poderá então retornar a sua tribo. Yari resolveu que de qualquer jeito jamais ficaria para fazer companhia ao pai. Pela sua dedicação e zelo, o enviado do tupã sorriu emocionado e disse:
- Por ser tão boa filha, a partir deste momento passará a ser conhecida como Caá-Yari, a deusa protetora dos ervais. Cuidará para que o mate jamais deixe de existir e fará com que os outros o conheçam e bebam a fim de serem fortes e felizes.
Logo depois o estranho partiu, mas deixou na cabeça de Yari uma grande dúvida: como poderia ela, vivendo afastada das demais tribos divulgar o uso da tal erva? E o tempo foi passando...
Em uma tribo não muito distante dali, os índios estavam contentes com a fartura das caçadas. Organizaram uma grande festa para comemorar, não faltava comida e muita bebida. Mas a bebida demais levou dois jovens índios a começaram a discutir e brigar. Tratava-se de Piraúna e Jaguaretê.
No furor da briga Jaguaretê empunha um tacape e bate na cabeça de Piraúna, matando-o. Jaguaretê foi então detido e amarrado ao poste das torturas. Pelas leis da tribo, os parentes do morto deveriam executar o assassino. Trouxeram imediatamente o pai de Piraúna para que ordenasse a execução. Muito consciente que a tragédia só aconteceu por estarem os jovens sob o efeito da bebida, liberou o Jaguaretê, que foi então expulso da tribo e foi buscar sua sorte na floresta e quem sabe nos braços de Anhangá, espírito mau da mata. Conforme caminhava e o efeito do álcool era amenizado, mais se arrependia do mal que fizera.
Passadas muitas décadas, alguns índios daquela tribo, aventuravam-se na mata fechada em busca caça que já estava rara no local em que viviam. Entrando no sertão, no meio da floresta, encontraram uma cabana e foram aproximando-se com cuidado, mas mesmo assim foram pressentidos e saiu da cabana um homem muito forte e sorridente. Muito embora seus cabelos fossem totalmente brancos, sua fisionomia era de um jovem e ofereceu-lhes uma bebida desconhecida. Identificou-se então como sendo Jaguaretê, o índio expulso de sua tribo e que a bebida desconhecida era o mate.
Contou que quando foi abandonado a sua sorte, muito andou e quando estava apertado de cansaço e remorso, jogou-se ao chão e pediu para morrer. Acordou-se com a visão de uma índia de rara beleza que apiedando-se dele disse-lhe:
- Meu nome é Caá-Yari e sou a deusa dos ervais. Tenho pena de você, pois não matou por gosto e agora arrepende-se amargamente pelo que fez. Para suportar seu exílio, eis aqui uma bebida que o deixará forte e lhe esclarecerá as idéias. 
Levou-o até uma estranha planta e voltou a dizer:
- Esta é a erva-mate. Cultive-a e a faça multiplicar. Depois prepare uma infusão com suas folhas e beba o chá. Seu corpo permanecerá forte e sua mente clara por muitos anos. Não deixe de transmitir a quem encontrar o que aprendeu com o mate.
- Por tanto, jovens guerreiros, quero que leve alguns pés da erva-mate para a sua tribo e que nunca deixem de transmitir aos outros o que aprenderam.
Aqueles índios voltaram e contaram aos outros os que haviam ouvido. O mate foi plantado e multiplicou-se. Outras tribos apreenderam e foi desta forma que seu uso chegou até nós.
A Nação Guarani era dividida em inúmeras tribos, dialetos, interesses e os costumes eram muito flexíveis, não havia territórios e sim regiões.
Os caciques de quando em quando se reuniam para tratar dos assuntos ligados as regiões, casamentos, caças e negociações de alimentos e paz.
O Chimarrão servido em uma cuia, a bomba de bambu era o primeiro gesto de cordialidade, a primeira bebida a ser oferecida, comparado ao cachimbo da paz.
O Mate era importante, pois as conversas se desenvolviam dentro da oca, ao pé da fogueira e o chimarrão ao fazer a roda era passado de mão em mão, o braço estendido com a cuia ao ser estendida obrigava os índios a olhar uns nos olhos do outros.
Era uma cerimonio obrigatória, um ato de educação e diplomacia, o anfitrião fazia o mate na frente das visitas e bebia ou cuspia o primeiro para provar que não tinha nada ou não estava envenenado.
Por este motivo, ao fazer o mate e cevar na frente de seus amigos, mais do que um ato de saudável e de prazer estamos fazendo um ato de entrega, de compromisso em nos dedicarmos ao diálogo e a paz.

domingo, 9 de outubro de 2016

1º CANTO GALPONEIRO: OS PREMIADOS DE PASSO FUNDO


Érlon Péricles, Ita Cunha, Guilherme Castilhos e Tiago Quadros atuaram na música vencedora.

No anoitecer deste domingo, 09/10, foram conhecidos os destaques do 1º Canto Galponeiro, festival que recoloca a cidade de Passo Fundo no cenário dos festivais nativistas do Rio Grande do Sul.

Confiram o resultado:
Primeiro Lugar: Galponeiro
Ritmo: Chamarra
Letra: Érlon Péricles
Melodia: Érlon Péricles/Guilherme Castilhos
Interpretação: Ita Cunha


Segundo Lugar: A Gaitinha Botoneira
Ritmo: Vaneira
Letra: Adams Cezar
Melodia: Adams Cezar
Interpretação: Adams Cezar

Terceiro Lugar: Pra Quem Não Escolhe Serviço
Ritmo: Chamarra
Letra: Rômulo Chaves
Melodia: Nilton Ferreira
Interpretação: Nilton Ferreira

Mais Popular: Carreiradas
Ritmo: Vaneira
Letra: José Florenal da Silva
Melodia: José Florenal da Silva
Interpretação: Clóvis Mendes e José Florenal da Silva

Melhor Intérprete: Ita Cunha - Galponeiro
Melhor Gaiteiro: Ricardo Comasseto - Orgulho de um Peão Campeiro
Melhor Instrumentista: Guilherme Castilhos - Violão – Galponeiro

Melhor Letra: Seu Outono, Quase Inverno - Leonardo Quadros

Fonte: Blog Ronda dos Festivais

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Espartanos assisenses

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O professor e poeta Zulmar Anchieta nos lembra que, no dia 2 de outubro de 1923, portanto, há exatos 93 anos, a cidade de São Francisco de Assis foi palco de um dos mais sangrentos, estarrecedores e épicos combates da história do Estado. Ele nasceu na cidade, em 16 de outubro de 1981, e cresceu na esquina das ruas Pinheiro Rocha e Carlos Gomes. Com o tempo, ficou sabendo que Carlos Gomes era dentista e intendente do município na época da Revolução de 1923.
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Foi o governista responsável, junto com seus homens, que não chegavam a 12% da força inimiga, pela guarnição e resistência da cidade. São Chico amanheceu cercada. Um exército de aproximadamente 700 revolucionários, das tropas de Hortêncio Rodrigues (foto), atacou de forma suicida. Protegidos por sacos de areia colocados nas ruas que davam acesso à praça, 80 homens das tropas governistas resistiram, abrindo fogo.
Mesmo com várias baixas, a supremacia dos maragatos permitiu que a coluna continuasse avançando. Carlos Gomes percorria as trincheiras tentando animar os companheiros, quando foi atingido por vários tiros. “… o sangue espadanara por toda parte, manchando trincheiras, calçadas, portas, telhados das casas e o próprio salão da Intendência”, escreveu Flores da Cunha, recordando sua passagem por São Francisco de Assis, um dia depois da peleja.
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Segundo o historiador Osório Santana Figueiredo, no livro As Revoluções da República, “A atitude heroica do doutor Carlos Gomes, caindo em holocausto ao dever da defesa da sua comuna, é o mais eloquente ato de renúncia e estoicismo, que clama aos céus e ao coração da sua gente. Distante nas eras, vamos encontrar similitude com Leônidas, rei de Esparta, imolando-se heroicamente com os seus 300 legendários no desfiladeiro das Termópilas, para cobrir a retirada dos exércitos gregos. Carlos Gomes também firmou sua sentença de morte em defesa do compromisso extremo: ‘passar pelo que passei, daqui jamais retirarei’”, afirmou em sua obra o escritor.
Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/