segunda-feira, 31 de outubro de 2016

TERTÚLIA DA POESIA e 1ª TERTULIA PIÁ

Tudo pronto a 3ª TERTÚLIA DA POESIA e 1ª TERTULIA PIÁ já esta sendo um sucesso, a procura de ingressos e nos mostra que teremos casa lotada, a programação está de encher os olhos. 
ABERTURA com 4 poemas sensacionais de jovens declamadores, que trazem na essência o verso, a poesia. Que são eles:
1) Ana Julia Camera
2) Luiza Barbosa Dias
3) Rodrigo Machado Silveira Junior
4) Victor Renato Von Dentz

APÓS: 11 belos poemas numa escolha difícil com grandes declamadores deste estado, além de amadrinhadores premiados pelos palcos festivaleiros. Nessa ordem.
1) De Origem, Rumo e Destino
2) Diálogo de Vida e Morte
3) Milonga em Silêncio Para Estes Dias de Hoje
4) O Retorno e o Princípio
5) Paixão e Pedra
6) Palavra
7) Prefácio em 3 Sonetos
8) Raiz
9) Reflexões
10) Se For Falar de Saudade
11) Sinal da Cruz

ENCERRAMENTO Show de Jean Kirchof e os Compadres, um dos maiores vencedores de festivais com centenas de músicas, muitas delas premiadas estará mostrando a sua arte no Theatro Treze de Maio em Santa Maria.
Logo após a premiação e confraternização com todos os amigos presente.

Observem para os horários de passagem de som e do início das apresentações. O Theatro tem um horário rigoroso e o evento começa pontualmente as 18 horas desse dia 05 de Novembro.
Esperamos todos. Quem ainda não pegou ou não reservou seu ingresso, não deixem para a última hora.

OS INGRESSOS SÃO GRATUITOS, LIMITADOS E NUMERADOS e estarão disponíveis a partir da próxima TERÇA-FEIRA, 01/11, no THEATRO TREZE DE MAIO, na SECRETARIA DE CULTURA ou com os organizadores, Carlinhos Lima, Fabricio Vargas e Paulo Ricardo Costa, .
Não vá perder a oportunidade de fazer parte da história da Poesia Crioula contemporânea!

domingo, 23 de outubro de 2016

NOEL GUARANY


Noel Fabrício da Silva, de nome artístico Noel Guarany, nasceu em 26-12-1941, nesta terra missioneira. 
Filho de João Maria Fabrício da Silva e de Antonina Borges do Canto.
Neto de Bazilio Fabrício da Silva e de Ernestina Antunes da Silva e de Ozório Borges do Canto e Clemência Gonçalves do Canto.
Uniu-se em matrimônio com Neidi Fabrício da Silva.
Pai de Andrea Jara de Castilhos, Lia Antonina Fabrício da Silva, Linda Guacira Fabrício da Silva e Laura Jacira Fabrício da Silva.
Aprendeu, na adolescência e de maneira autodidata, o idioma guarani e soube compor, tocar e cantar.
Na década de 1960, esteve em vários países latino-americanos, onde adquiriu ensinamentos que ajudaram na base da sua obra.
No final da década, apresentou alguns programas radiofônicos nas rádios de Cerro Largo e São Luiz Gonzaga, bem como nas rádios Gaúcha e Guaíba, de Porto Alegre - RS.
Em 1970, lançou em conjunto com Cenair Maicá um compacto simples.
Em 1971, gravou o LP Legendas Missioneiras, que traz, entre outras, parcerias com Jayme Caetano Braun, Glênio Fagundes e Aureliano de Figueiredo Pinto. 
Em 1973, sai o LP Destino Missioneiro, bem como traz composições próprias e de Barbosa Lessa e uma parceria com Aparício Silva Rillo. 
Seu próximo LP é Sem Fronteiras, lançado em 1975, com músicas que acabaram se tornando clássicos do cancioneiro gaúcho, temas missioneiros recolhidos e adaptados por Noel Guarany, entre outras.
No ano de 1976, gravou em parceria com Jayme Caetano Braun, de maneira independente, o LP Payador, Pampa, Guitarra. Gravado parte na Argentina e parte em São Paulo.
Em 1977, relançou o LP Legendas Missioneiras, de 1971, com o título de Canto da Fronteira.
Em 1978 sai o LP Noel Guarany Canta Aureliano de Figueiredo Pinto.
Em 1979, o novo disco chama-se De Pulperias que, dentre outras, conta com músicas de Mario Millan Medina, Anibal Sampayo e Atahualpa Yupanqui.
Em 1980, sai Alma, Garra e Melodia. Neste mesmo ano ocorre o show no Cinema Glória, na cidade de Santa Maria, que mais tarde, em 2003, viria a se tornar o disco Destino Missioneiro - Show Inédito.
Em 1982, é lançado o LP Para o Que Olha Sem Ver, contando com a participação de Atahualpa Yupanqui e quatro composições de João Sampaio, além de outras de inspiração folclórica. Neste ano, Noel Guarany já apresenta os primeiros sintomas da doença começando a afastar-se dos palcos. 
Em 1985, retira-se definitivamente dos palcos, em cumprimento ao prometido na carta de 1983.
No ano de 1988, em conjunto com Jorge Guedes e João Máximo, lança o disco A Volta do Missioneiro com obra de Amauri Beltrão de Castro dentre outras.
Até o seu falecimento foi ficando cada vez mais debilitado por uma doença degenerativa no cérebro, permaneceu recolhido em seu sítio na localidade de Vila Santos, no município de Santa Maria - RS.
Faleceu no dia 06-10-1998, na Casa de Saúde de Santa Maria, tendo sido sepultado em Bossoroca.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

ACADEMIA GAUCHESCA DE LETRAS E POR QUE NÃO?


Há muito tempo venho matutando uma coisa. Porque nunca se pensou em fazer, aqui pela província, pago fértil em vates, poetas e escritores terrunhos, uma Academia, aos moldes franceses, mas identificada com a nossa cultura? Seria a ACADEMIA GAUCHESCA DE LETRAS. Sei que alguns irão dizer: Mas já não temos a Academia Riogandense de Letras? Ao que eu respondo: Sim, mas quantos de nossos imortais gaúchos tem sua temática direcionada para a cultura sulina? Quantos são versejadores identificados com os costumes nativos? Quantos já, algum dia, vestiram uma bombacha? Apenas dois, de um universo de 32 (temos 8 das 40 cadeiras vagas). Alcy de Vargas Cheuiche e Francisco Pereira Rodrigues. Afora alguns bonitos trabalhos de Luiz Coronel e de Luiz Antônio de Assis Brasil e das críticas contundentes aos farrapos de Moacyr Flores.

Portanto, com o devido respeito e reverência aos nossos Acadêmicos Riograndenses e a linha que seguem, com brilhantismo e competência, porque não se pensar em uma Academia voltada para nosso chão? Com cheiro de querência?

Não confundir com a Estância da Poesia Crioula, da qual faço parte e já fui presidente e que tem como adjetivo o título de Academia Xucra do Rio Grande, mas que não funciona aos moldes de Academia. 

Vejam uma lista de Patronos de cada cadeira da imaginária ACADEMIA GAUCHESCA DE LETRAS, elaborada, como sugestão, por este gaudério, e que pode ser alterada com a ajuda de outros que tenham o mesmo sonho. A ocupação das cadeiras se daria por poetas que tenham em seus trabalhos a visão telúrica da história e dos costumes mais crioulos do Rio Grande.

PATRONOS DA SONHADA ACADEMIA GAUCHESCA DE LETRAS

01 – Simões Lopes Netto
02 – João Cezimbra Jacques
03 – José Hilário Retamozzo
04 – Erico Veríssimo
05 – Mozart Pereira Soares
06 – Jayme Caetano Braun
07 – Vargas Neto
08 – Aureliano de Figueiredo Pinto
09 – Zeno Cardoso Nunes
10 – Rui Cardoso Nunes
11 – Bernardo Taveira Junior
12 – Hugo Ramirez
13 – Guilherme Schultz Filho
14 - Peri de Castro
15 – Lauro Rodrigues
16 – Glaucus Saraiva
17 – Dimas Costa
18 – Luiz Menezes
19 – Padre Pedro Luiz Botari
20 – Helio Moro Mariante
21 - Antônio Augusto Ferreira
22 – Apparicio Silva Rillo
23 – Balbino Marques da Rocha
24 – Cyro Gavião
25 – João da Cunha Vargas
26 – Ramiro Barcellos
27 - Nitheroy Ribeiro
28 – Ubirajara Raffo Constant
29 – Juca Ruivo
30 – Appolinário Porto Alegre
31 – Manoelito de Ornellas
32 – Múcio Teixeira
33 – Antônio Augusto Fagundes
34 – Amândio Bicca
35 – Cleber Mércio
36 - Silvio Duncan
37 – Nogueira Leiria
38 – Caldre Fião
39 – Athos Damasceno
40 – Walter Spalding

COMPOSIÇÃO DA ACADEMIA GAUCHESCA DE LETRAS

01 - .............. 
02 - .............

Nota: reunião dia (tal) para composição das cadeiras dos Acadêmicos.

Foto: Chê Zico

Um bela iniciativa do Poeta Léo Ribeiro de Souza e que assino em baixo, só colocaria o título de ACADEMIA XUCRA DE LETRAS para diferenciar da ja existente Academia Riograndense de Letras. Toda matéria retirada do blog http://blogdoleoribeiro.blogspot.com.br/ 

PROGRAMAÇÃO 3ª TERTÚLIA DA POESIA E 1ª TERTÚLIA PIÁ

Dia 05 de Novembro o Palco do Theatro Treze Maio e o Coração do Rio Grande encher-se-ão de poesia, com uma vasta programação, recheada de muita poesia, música e encontro de amigos. Santa Maria, conhecida como a Capital da Cultura, mais uma vez vem provando que vale à pena fazer cultura, e entrega ao Rio Grande do Sul, ao Brasil e ao mundo, uma noite esplendorosa de arte e cultura, onde vozes trarão vida a versos aos sons de guitarras, piano e Lira, num encontro onde quem perde é quem não participa. Nesse ano, a comissão abriu espaço para as crianças e jovens que abrirão esse espetáculo cultural com 4 belos poemas, de Poetas renomados, depois vem mais 11 poesias de encher a alma e para encerramento o show com Jean Kirchof e os Compadres.
Os ingressos serão gratuitos, em numero limitados e poderão serem retirados na Portaria do Theatro Treze de Maio. 
Confira a Promagração:
1ª TERTÚLIA PIÁ (na abertura)
Declamadora: Ana Julia Camera - Marau
Poema: Aqui / Eron Vaz Mattos

Declamadora: Luiza Barbosa Dias - Igrejinha
Poema: A Menina Que Só Queria Crescer / Bianca Bergmam

Declamador: Rodrigo Machado Silveira Junior - Caçapava do Sul
Poema: Chico Facundo / Gonçalves Chaves Calixto

Declamador: Victor Renato Von Dentz - Passo Fundo
Poema: Caravoltas / Colmar Duarte

3ª TERTÚLIA DA POESIA (ordem de apresentação):
Poema: DE ORIGEM, RUMO E DESTINO
Autor: Eron Vaz Mattos
Declamador: Francisco Azambuja dos Santos
Amadrinhador: Lucas Gros (violão)

Poema: DIÁLOGO DE VIDA E MORTE
Autores: Guilherme Suman e Thiago Suman
Declamadores: Guilherme Suman e Priscilla Alves Colchete
Amadrinhador: Kayke Mello (violão)

Poema: MILONGA EM SILÊNCIO PARA ESTES DIAS DE HOJE
Autor: Marcelo Domingues D’Ávila
Declamador: Pedro Junior da Fontoura
Amadrinhador: Pedro Junior da Fontoura (violão)

Poema: O RETORNO E O PRINCÍPIO
Autor: José Luiz Flores Moró
Declamador: Fábio Malcorra
Amadrinhador: Jorge Araujo (violão)

Poema: PAIXÃO E PEDRA
Autor: Carlos Omar Villela Gomes
Declamador: Aline Martins Linhares
Amadrinhador: Geraldo Trindade (violão)

Poema: PALAVRA
Autor: Adriano Alves
Declamador: Liliana Cardoso Duarte
Amadrinhador: Leonardo Pinho (violão)

Poema: PREFÁCIO EM 3 SONETOS
Autor: Delci Oliveira
Declamador: Delci Oliveira
Amadrinhadores: Giuliano Lanes (gaita cromática) e Gisa Lanes (piano)

Poema: RAIZ
Autor: Henrique Fernandes
Declamador: Jair Silveira
Amadrinhador: Clenio Bibiano (violão)

Poema: REFLEXÕES
Autor: Caine Teixeira Garcia
Declamador: Neiton Perufo
Amadrinhador: Zulmar Benitez (violão)

Poema: SE FOR FALAR DE SAUDADE
Autor: Moisés Silveira de Menezes
Declamador: Paulo Ricardo Fuchina dos Santos
Amadrinhadores: Henrique Arboite Torrel de Bail (violão) e Rodrigo Cavalheiro (cítara)

Poema: SINAL DA CRUZ
Autor: Anderson Fonseca
Declamador: Anderson Fonseca
Amadrinhadores: Douglas Diehl Dias (violão) e Douglas Mendes (violino)


Show com Jean Jirchof e os Compadres e posteriormente a Premiação.

Contamos com a presença de todos. 

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Tertúlia Nativista de Santa Maria de 9 a 11 de Dezembro

Na manhã desta sexta-feira, o prefeito José Haidar Farret, junto da secretária de município da Cultura. Marília Chartune Teixeira, e dos coordenadores da Tertúlia, Oristela Alves e Carlinhos Lima, confirmou a realização da XXIV Tertúlia Musical Nativista, da III Tertulinha e III Tertúlia da Poesia. As canções classificadas pela triagem se apresentarão em um belo palco montado no Centro Desportivo Municipal Dr. Miguel Sevi Viero, o popular Farrezão, nos dias 9, 10, e 11 de dezembro. A Tertúlia da Poesia segue com a data previamente anunciada, e acontece no dia 5 de novembro, no Theatro Treze de Maio. Também esteve presente na ocasião o chefe de Gabinete do Prefeito Ony Lacerda.

A entrevista coletiva serviu também para tornar pública a retificação do regulamento da Tertúlia, que teve alterações em valores das premiações e ajuda de custo. “Por razões de economicidade e contenção de gastos, se fez necessário alterar o local e reduzir um pouco a premiação. O local é excelente, muitas das grandes Tertúlias aconteceram no Farrezão. A prefeitura trabalhou com o máximo de empenho para garantir que, mesmo com quase R$ 100 mil a menos no orçamento, a festa não perca o brilho e a qualidade que é de tradição. Vamos ter mais uma Tertúlia inesquecível, podem ter certeza”, disse o prefeito José Haidar Farret.

A secretária Marília Chartune acrescenta que a mudança de local não tira o brilho do evento. “A Tertúlia é importante para os compositores, é mercado para a produção nativista. Achamos melhor encolher o orçamento e trabalhar para que eles tenham essa vitrine, é um evento muito esperado pelo público e pelos músicos. A equipe soube como fazer essa adequação. O Farrezão tem uma ótima estrutura também, é um lugar de fácil acesso a todos. Com certeza teremos uma Tertúlia de qualidade e com segurança”, declarou Marilia.

As inscrições para os três eventos, Tertúlia, Tertúlia Piá e Tertúlia da Poesia, já encerraram. As inscrições para a 3ª Tertúlia da Poesia encerraram no dia 2 de setembro com 221 poemas e 32 para a 1ª Tertúlia Piá, para declamadores de 9 até 14 anos. Já para a Tertúlia são 645 canções que vão passar pela triagem, que acontece de 2 a 4 de novembro. Para assistir aos eventos, a entrada é gratuita e sugere-se a doação de um quilo de alimento não perecível.

Mudanças na premiação
A retificação do regulamento da XXIV Tertúlia Musical Nativista traz também os novos valores de premiações e pagamentos de direitos de arena. Na nova tabela, além do grande prêmio, o Troféu Minuano, o grande vencedor do certame, leva a importância de R$ 7.500,00. O premio para o vencedor da III Tertulinha será de R$ 1000,00 para as duas categorias (Mirim e Juvenil). 

Confira os novos valores da premiação:
XXIV Tertúlia Musical Nativista
As vinte composições classificadas na triagem e devidamente notificadas receberão, a título de premiação, o valor de R$ 3.000,00 (três mil reais), que serão pagos logo após a passagem de som
• Primeiro Lugar: Troféu Minuano e a importância de R$ 7.500,00 (sete mil e quinhentos reais).
• Segundo Lugar: Troféu Amaury Dalla Porta e a importância de R$ 5.500,00 (cinco mil e quinhentos reais).
• Terceiro Lugar: Troféu Antonio Augusto Ferreira e a importância de R$ 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais).
• Melhor Composição sobre Santa Maria: Troféu Vento Norte e a importância de 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais).
• Música mais popular: Troféu Imembuí e a importância de R$ 1.000,00 (um mil reais).
• Melhor Interprete: Troféu Cesar Lindemayer e a importância de R$ 1.000,00 (um mil reais).
• Melhor Letra: Troféu Antonio Carlos Machado e a importância de R$ 1.000,00 (um mil reais).
• Melhor Instrumentista: Troféu Larry Charão e a importância de R$ 1.000,00 (um mil reais).
• Melhor Arranjo: Troféu “Coração do Rio Grande” e a importância de R$ 1.000,00 (um mil reais).

III Tertulinha
As 12 (doze) concorrentes classificadas na triagem e devidamente notificadas receberão a título de premiação o valor de R$ 1.000,00 (um mil reais).
Categoria Mirim
1º Lugar: Troféu Mara Lima + R$ 1.000,00 (um mil reais).
2º Lugar: Troféu + R$ 800,00 (oitocentos reais).
Categoria Juvenil:
1º Lugar: Troféu Mara Lima + R$ 1.000,00 (um mil reais).
2º Lugar: Troféu + R$ 800,00 (oitocentos reais).

Fonte: http://www.santamaria.rs.gov.br/

Lenda da Erva Mate

Há muitos e muitos anos, uma grande tribo guarani, por se nômade precisavam encontrar um outro lugar para morar onde a caça fosse farta e a terra fértil. Lentamente os índios foram deixando a aldeia onde haviam vivido tantos anos.
O povo migrou, mas sem que ninguém soubesse um velho indio que dormira tapado por couros ao acordar se viu só, sem seus descendentes para cuida-lo.
É obrigado a levantar-se e agarrando-se as árvores se põem a caminhar, nisto surge uma bela e jovem índia que se coloca atrás dele.
Ela chamava-se Yari e era sua filha mais nova, que não teve coragem de abandonar seu velho pai, que sozinho iria morrer.
Numa triste tarde de inverno, o velho entretido colhendo algumas frutas, assustou-se quando viu mexer-se uma folhagem próxima. Pensou que fosse uma onça, mas eis que surge um homem branco muito forte, de olhos cor do céu e vestido com roupas coloridas.
Aproximou-se e disse-lhe:
- Venho de muito longe e há dias ando sem parar. Estou cansado e queria repousas um pouco. Poderia arranjar-me uma rede e algo para comer?
- Sim, respondeu o velho índio, mesmo sabendo que sua comida era muito escassa.
Quando chegaram à sua cabana, ele apresentou ao visitante a sua filha.
Yari acendeu o fogo e preparou algo para o moço comer. O estranho comeu com muito apetite. O velho e a filha emprestaram a cabana e foram dormir em uma das outras abandonadas.
Ao amanhecer o velho índio encontrou o homem branco pediu que ele descansasse um pouco mais. Porem, respondeu-lhe que tinha percebido a necessidade dos dois, ninguém o tinha ajudado e acolhido tanto então, embrenhou-se em direção à floresta. Depois de algum tempo retornou com várias caças.
- Vocês merecem muito mais! explicou o homem me darem o que não tinham e foram de grande bondade. Tupã está preocupado com a saúde de vocês e por isto me enviou. E em gratidão a tanta bondade lhe concedo um pedido.
O pobre velho queria um amigo que lhe fizesse companhia até o findar de seus dias, para que pudesse deixar de ser um fardo para sua doce e jovem filha. O estranho levou-lhe então até uma erva mais estranha ainda dizendo:
- Esta é a erva-mate. Plante-a e deixa que ela cresça e faça-a multiplicar-se. Deve arrancar-lhe as folhas, fervê-las e tomar como chá. Suas forças se renovarão e poderá voltar a caçar e fazer o que quiser. Sua filha poderá então retornar a sua tribo. Yari resolveu que de qualquer jeito jamais ficaria para fazer companhia ao pai. Pela sua dedicação e zelo, o enviado do tupã sorriu emocionado e disse:
- Por ser tão boa filha, a partir deste momento passará a ser conhecida como Caá-Yari, a deusa protetora dos ervais. Cuidará para que o mate jamais deixe de existir e fará com que os outros o conheçam e bebam a fim de serem fortes e felizes.
Logo depois o estranho partiu, mas deixou na cabeça de Yari uma grande dúvida: como poderia ela, vivendo afastada das demais tribos divulgar o uso da tal erva? E o tempo foi passando...
Em uma tribo não muito distante dali, os índios estavam contentes com a fartura das caçadas. Organizaram uma grande festa para comemorar, não faltava comida e muita bebida. Mas a bebida demais levou dois jovens índios a começaram a discutir e brigar. Tratava-se de Piraúna e Jaguaretê.
No furor da briga Jaguaretê empunha um tacape e bate na cabeça de Piraúna, matando-o. Jaguaretê foi então detido e amarrado ao poste das torturas. Pelas leis da tribo, os parentes do morto deveriam executar o assassino. Trouxeram imediatamente o pai de Piraúna para que ordenasse a execução. Muito consciente que a tragédia só aconteceu por estarem os jovens sob o efeito da bebida, liberou o Jaguaretê, que foi então expulso da tribo e foi buscar sua sorte na floresta e quem sabe nos braços de Anhangá, espírito mau da mata. Conforme caminhava e o efeito do álcool era amenizado, mais se arrependia do mal que fizera.
Passadas muitas décadas, alguns índios daquela tribo, aventuravam-se na mata fechada em busca caça que já estava rara no local em que viviam. Entrando no sertão, no meio da floresta, encontraram uma cabana e foram aproximando-se com cuidado, mas mesmo assim foram pressentidos e saiu da cabana um homem muito forte e sorridente. Muito embora seus cabelos fossem totalmente brancos, sua fisionomia era de um jovem e ofereceu-lhes uma bebida desconhecida. Identificou-se então como sendo Jaguaretê, o índio expulso de sua tribo e que a bebida desconhecida era o mate.
Contou que quando foi abandonado a sua sorte, muito andou e quando estava apertado de cansaço e remorso, jogou-se ao chão e pediu para morrer. Acordou-se com a visão de uma índia de rara beleza que apiedando-se dele disse-lhe:
- Meu nome é Caá-Yari e sou a deusa dos ervais. Tenho pena de você, pois não matou por gosto e agora arrepende-se amargamente pelo que fez. Para suportar seu exílio, eis aqui uma bebida que o deixará forte e lhe esclarecerá as idéias. 
Levou-o até uma estranha planta e voltou a dizer:
- Esta é a erva-mate. Cultive-a e a faça multiplicar. Depois prepare uma infusão com suas folhas e beba o chá. Seu corpo permanecerá forte e sua mente clara por muitos anos. Não deixe de transmitir a quem encontrar o que aprendeu com o mate.
- Por tanto, jovens guerreiros, quero que leve alguns pés da erva-mate para a sua tribo e que nunca deixem de transmitir aos outros o que aprenderam.
Aqueles índios voltaram e contaram aos outros os que haviam ouvido. O mate foi plantado e multiplicou-se. Outras tribos apreenderam e foi desta forma que seu uso chegou até nós.
A Nação Guarani era dividida em inúmeras tribos, dialetos, interesses e os costumes eram muito flexíveis, não havia territórios e sim regiões.
Os caciques de quando em quando se reuniam para tratar dos assuntos ligados as regiões, casamentos, caças e negociações de alimentos e paz.
O Chimarrão servido em uma cuia, a bomba de bambu era o primeiro gesto de cordialidade, a primeira bebida a ser oferecida, comparado ao cachimbo da paz.
O Mate era importante, pois as conversas se desenvolviam dentro da oca, ao pé da fogueira e o chimarrão ao fazer a roda era passado de mão em mão, o braço estendido com a cuia ao ser estendida obrigava os índios a olhar uns nos olhos do outros.
Era uma cerimonio obrigatória, um ato de educação e diplomacia, o anfitrião fazia o mate na frente das visitas e bebia ou cuspia o primeiro para provar que não tinha nada ou não estava envenenado.
Por este motivo, ao fazer o mate e cevar na frente de seus amigos, mais do que um ato de saudável e de prazer estamos fazendo um ato de entrega, de compromisso em nos dedicarmos ao diálogo e a paz.

domingo, 9 de outubro de 2016

1º CANTO GALPONEIRO: OS PREMIADOS DE PASSO FUNDO


Érlon Péricles, Ita Cunha, Guilherme Castilhos e Tiago Quadros atuaram na música vencedora.

No anoitecer deste domingo, 09/10, foram conhecidos os destaques do 1º Canto Galponeiro, festival que recoloca a cidade de Passo Fundo no cenário dos festivais nativistas do Rio Grande do Sul.

Confiram o resultado:
Primeiro Lugar: Galponeiro
Ritmo: Chamarra
Letra: Érlon Péricles
Melodia: Érlon Péricles/Guilherme Castilhos
Interpretação: Ita Cunha


Segundo Lugar: A Gaitinha Botoneira
Ritmo: Vaneira
Letra: Adams Cezar
Melodia: Adams Cezar
Interpretação: Adams Cezar

Terceiro Lugar: Pra Quem Não Escolhe Serviço
Ritmo: Chamarra
Letra: Rômulo Chaves
Melodia: Nilton Ferreira
Interpretação: Nilton Ferreira

Mais Popular: Carreiradas
Ritmo: Vaneira
Letra: José Florenal da Silva
Melodia: José Florenal da Silva
Interpretação: Clóvis Mendes e José Florenal da Silva

Melhor Intérprete: Ita Cunha - Galponeiro
Melhor Gaiteiro: Ricardo Comasseto - Orgulho de um Peão Campeiro
Melhor Instrumentista: Guilherme Castilhos - Violão – Galponeiro

Melhor Letra: Seu Outono, Quase Inverno - Leonardo Quadros

Fonte: Blog Ronda dos Festivais

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Espartanos assisenses

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O professor e poeta Zulmar Anchieta nos lembra que, no dia 2 de outubro de 1923, portanto, há exatos 93 anos, a cidade de São Francisco de Assis foi palco de um dos mais sangrentos, estarrecedores e épicos combates da história do Estado. Ele nasceu na cidade, em 16 de outubro de 1981, e cresceu na esquina das ruas Pinheiro Rocha e Carlos Gomes. Com o tempo, ficou sabendo que Carlos Gomes era dentista e intendente do município na época da Revolução de 1923.
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Foi o governista responsável, junto com seus homens, que não chegavam a 12% da força inimiga, pela guarnição e resistência da cidade. São Chico amanheceu cercada. Um exército de aproximadamente 700 revolucionários, das tropas de Hortêncio Rodrigues (foto), atacou de forma suicida. Protegidos por sacos de areia colocados nas ruas que davam acesso à praça, 80 homens das tropas governistas resistiram, abrindo fogo.
Mesmo com várias baixas, a supremacia dos maragatos permitiu que a coluna continuasse avançando. Carlos Gomes percorria as trincheiras tentando animar os companheiros, quando foi atingido por vários tiros. “… o sangue espadanara por toda parte, manchando trincheiras, calçadas, portas, telhados das casas e o próprio salão da Intendência”, escreveu Flores da Cunha, recordando sua passagem por São Francisco de Assis, um dia depois da peleja.
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Segundo o historiador Osório Santana Figueiredo, no livro As Revoluções da República, “A atitude heroica do doutor Carlos Gomes, caindo em holocausto ao dever da defesa da sua comuna, é o mais eloquente ato de renúncia e estoicismo, que clama aos céus e ao coração da sua gente. Distante nas eras, vamos encontrar similitude com Leônidas, rei de Esparta, imolando-se heroicamente com os seus 300 legendários no desfiladeiro das Termópilas, para cobrir a retirada dos exércitos gregos. Carlos Gomes também firmou sua sentença de morte em defesa do compromisso extremo: ‘passar pelo que passei, daqui jamais retirarei’”, afirmou em sua obra o escritor.
Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

CLASSIFICADOS PARA A 1ª TERTÚLIA PIÁ


Depois de muita discussão e horas escutando as 32 gravações enviadas, a Comissão Organizadora escolheu os DECLAMADORES DA TERTÚLIA PIÁ, que estarão no palco do Theatro Treze de Maio, em Santa Maria, na noite de 05 de Novembro.

O Declamadores serão estes:
01. ANA JÚLIA CAMERA -  14 anos de Marau
POEMA AQUI de Eron Vaz Mattos 

02. LUIZA BARBOSA DIAS - 10 Anos de Igrejinha
POEMA A MENINA QUE SÓ QUERIA CRESCER de Bianca Bergmam 

03. RODRIGO MACHADO SILVEIRA JUNIOR - 10 Anos de Caçapava do Sul 
POEMA CHICO FACUNDO de Gonçalves Chaves Calixto

04. VICTOR RENATO VON DENTZ - 14 anos de Passo Fundo 
POEMA CARAVOLTAS de Colmar Pereira Duarte 

Somos sabedores que esse momento é o sonho de muitos, mas somos sabedores que apesar da qualidade de TODOS os declamadores que nos presentearam com belos Poemas, somente 04 iriam fazer parte desse projeto. Infelizmente ainda somos muitos pequenos para poder contemplar ou querer realizar o sonho de todos, mas temos a certeza que esse é um pequeno passo para um projeto maior onde muitos outros poderão alcançar. 
Queremos agradecer a TODOS que confiaram e confiam no nosso projeto e que nos enviaram belos poemas, com ótimas gravações, mais uma vez mostrando que a Poesia permanecerá viva por muito tempo com essa geração que está nos encantando.

A todos nosso muito obrigado.

COMISSÃO ORGANIZADORA.

​Gravação do DVD “Os Monarcas e os Novos Talentos”

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Gravação do DVD “Os Monarcas e os Novos Talentos” deve reunir mais de 10 mil pessoas na Serra Gaúcha
Mais de 20 caravanas do Rio Grande do Sul e também de Santa Catarina e do Paraná já confirmaram presença na gravação do DVD “Os Monarcas e os Novos Talentos”. O evento será no dia 11 de outubro, às 20h, em Nova Bassano (RS), na Serra Gaúcha. Com capacidade para até seis mil pessoas, o Centro de Eventos será o local onde mestres e aprendizes se encontrarão para juntos subirem ao palco.

As crianças têm entre 7 e 16 anos e foram escolhidas pelo público, através de uma votação popular, promovida nas redes sociais. Cada uma indicou o seu monarca preferido e mostrou as suas habilidades em vídeos postados na internet. Na gravação do DVD, participarão os 23 talentos selecionados ao lado dos seus ídolos. O projeto “Os Monarcas e os Novos Talentos” nasceu com o propósito de fortalecer a música gaúcha criando uma nova geração de artistas, que terão pela frente a missão de tocar, cantar e emocionar.

Mestre Gildinho, líder e gaiteiro do conjunto, está ansioso para o grande dia. “Teremos momentos muito lindos com a criançada no palco. Com certeza será emocionante para eles, para as famílias, mas muito mais para nós. Acreditamos que este DVD também irá fazer com que outras crianças se interessem pela música e pela cultura do nosso Rio Grande”, destaca.

O projeto está sendo coordenado por José Carlos Valêncio, da empresa Mídia A, de Porto Alegre (RS). Valêncio estima que mais de 10 mil pessoas estarão em Nova Bassano para assistir de perto a gravação do DVD. Por isso, na área externa serão instalados dois telões para que o público, que não conseguir acesso ao Centro de Eventos, possa acompanhar a festa do lado de fora.

O evento iniciará às 20h, porém, os portões serão abertos para o público a partir das 18h. A entrada será gratuita. O Centro de Eventos fica na Av. Brasil, nº8, na área central de Nova Bassano (RS). Mais informações sobre a gravação através dos telefones(51) 3022-2213 e (51) 9741-1484. O evento é uma produção da empresa Mídia A e conta com o apoio da Prefeitura de Nova Bassano.

SERVIÇO
O quê: Gravação DVD “Os Monarcas e os Novos Talentos”
Quando: Dia 11/10/2016 (terça-feira), às 20h
Onde: Centro de Eventos (Av. Brasil, nº 8), em Nova Bassano (RS)
Informações sobre a gravação: (51) 3022-2213 / (51) 9741-1484 / (51) 9935-1955

SAIBA QUE SÃO OS NOVOS TALENTOS
Bruno Lima (Cantagalo, PR)
Cauã Severo (Alegrete, RS)
Francisco de Oliveira (Curitiba, PR)
Guilherme Tavares (Santa Maria, RS)
Gustavo Almeida (Capinzal, SC)
Gustavo Kunst (São Paulo das Missões, RS)
Hellyn de Souza (Dona Emma, SC)
Jeronimo Rech (Caxias do Sul, RS)
João Pedro Locatelli (Realeza, PR)
João Vitor Dal Posso (Jaborá, SC)
Leonardo Trindade (Porto Alegre, RS)
Lucas Biazuz (São Valentin, RS)
Marcelo Silva (Cantagalo, PR)
Natalia Guastuci (Rio Grande, RS)
Paulo de Souza (Novo Hamburgo, RS)
Rariel dos Santos (São João Batista, RS)
Samuel Hofstatter (Luzerna, SC)
Serugue Sasso (Ijuí, RS)
Shakira Becker Santa Rita (Alto Paraná, Paraguay)
Stella Bertin (Caxias do Sul, RS)
Thais Rocha (Curitiba, PR)
Tiago Sepka (Ibirama, SC)
Weslley Granja (Faxinalzinho, RS)

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Daiana Silva – Jornalista
+55 51 8187-0085 (Whatsapp)

Fotos: Arquivo Os Monarcas e Mídia A

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Poemas Classificados para a 3ª Tertulia da Poesia



ATENÇÃO POETAS, DECLAMADORES TERTULIANOS:

POEMAS CLASSIFICADOS para a 3ª Tertúlia da Poesia, que acontecerá no Theatro Treze de Maio de Santa Maria, dia 05 de Novembro de 2016, as 19h e 30min..
Hoje divulgaremos somente os Poemas da 3ª Tertulia da Poesia, ficando para a semana que vem a divulgação dos 4 poemas da Tertúlia Piá.

OS POEMAS SÃO ESSES:EM ORDEM ALFABÉTICA:

01. De Origem Rumo e Destino  - Eron Vaz Mattos
02. Diálogo de Vida e Morte  - Guilherme Suman / Thiago Suman
03. Milonga em Silêncio Para Estes Dias de Hoje  - Marcelo Domingues Avila
04. O Retorno e o Princípio - José Luiz Flores Moró
05. Paixão e Pedra - Carlos Omar Villela Gomes
06. Palavra - Adriano Alves
07. Prefácio em 3 Sonetos - Delci José Oliveira
08. Raiz - Henrique Fernandes
09. Reflexões - Caine Teixeira Garcia
10. Se For Falar de Saudade - Moisés Silveira de Menezes
11. Sinal da Cruz - Anderson Fonseca

Agora todos atente ao Regulamento para os prazos das gravações e entrega dos Poemas gravados, qualquer dúvida entrem em contrato com a Comissão Organizadora, nas pessoas de Carlinhos Lima, Fabricio Vargas e Paulo Ricardo Gosta.

Atenciosamente.

Comissão Organizadora

Baixista e iluminador da banda G10 morrem após acidente com ônibus

O veículo em que estavam tombou na estrada na manhã desta sexta-feira, 23. Outros nove ocupantes de ônibus tiveram ferimentos leves.

Michael Rodrigues, de 39 anos, baixista da banda G10, e o técnico de iluminação Michael Oliveira, de 25 anos, morreram após o ônibus que seguia com o grupo para Florianópolis tombar na estrada. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o acidente aconteceu por volta das 8h30 da manhã desta sexta-feira, 23, no KM 45 da BR282, no município de Águas Mornas.

Além das duas vítimas fatais, nove ocupantes do ônibus tiveram ferimentos leves e, um, saiu ileso. “O veículo seguia sentido serra-litoral, ali é um trecho de serra forte, muitas curvas fechadas, de descida. Ele não conseguiu contornar uma curva, acabou tombando e bateu num barranco nas margens da rodovia”, explicou a comunicação da Polícia Rodoviária Federal. Ainda de acordo com a PRF, as vítimas foram encaminhadas para o Hospital Regional de São José, próximo a região.

Jairo Cadore, responsável pela agenda do grupo, informou que a banda saiu de Carazinho, onde fica a sede da banda, com destino a Florianópolis, onde fariam um show nesta sexta-feira, 23. A apresentação foi cancelada.


Ônibus de banda gaúcha tomba na BR-282 e deixa mortos em SC


Acidente aconteceu no km 45 da BR-292 em Águas Mornas (Foto: Bruno Mauri/RBS TV)

Dois homens morreram em um acidente de trânsito na manhã desta sexta-feira (23) na BR-282 em Águas Mornas, na Grande Florianópolis. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a banda G10 estava no ônibus que tombou em uma curva da rodovia.
O acidente aconteceu por volta das 8h30 no km 45. Doze pessoas estavam no veículo com placas de Soledade, no Rio Grande do Sul.
Conforme a PRF, nove tiveram ferimentos leves e uma saiu ilesa. Os homens que morreram, de 25 e 40 anos, eram passageiros do veículo, mas não foi informado se eram integrantes da banda.
Ainda segundo a PRF, o ônibus, da banda G10, também do estado gaúcho, tombou quando não conseguiu fazer uma curva e bateu em um barranco.
O motorista do veículo informou à PRF que ocorreu um defeito nos freios do ônibus, mas somente uma perícia técnica pode confirmar a causa do acidente, segundo a PRF.
Rodovia interditada
Por volta das 11h45, a rodovia foi completamente interditada para retirar o ônibus e liberada nos dois sentidos por volta de 12h30, conforme a PRF.

Banda G10
De acordo com a página oficial da banda no Facebook, o grupo foi formado em 2004 em Ibirubá (RS) e toca em bailes. Nesta sexta-feira estava programado um show em Florianópolis.

Acidente aconteceu no km 45 da BR-282 em Águas Mornas (Foto: Bruno Mauri/RBS TV)

Nove pessoas ficaram feridas, segundo a PRF (Foto: Bruno Mauri/RBS TV)


Ônibus tombou quando não conseguiu fazer uma curva e bateu em um barranco (Foto: PRF/Divulgação)

Fonte: http://g1.globo.com/

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Terceira edição do Esteio da Poesia Gaúcha é lançada oficialmente


Fotos: Thierre Cósta

Estão abertas as inscrições para um dos maiores eventos de poemas inéditos do Rio Grande do Sul. Até o dia 25 de novembro, poetas de todo o Brasil podem inscrever trabalhos no 3º Esteio da Poesia Gaúcha. O festival, realizado pelas secretarias municipais de Arte e Cultura (SMAC) e de Comunicação Social (SMCS), foi lançado no final da tarde desta terça-feira (20), pouco antes do encerramento da Semana Farroupilha de Esteio, no palco principal montado no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, e contou com apresentação do declamador Jair Silveira, considerado o melhor intérprete da segunda edição, amadrinhado pelo músico esteiense Vladimir Guará.

Os trabalhos inscritos serão apreciados por uma Comissão Avaliadora, que definirá os 10 que serão apresentados ao público na noite de 11 de março de 2017, na Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya. Os poemas selecionados para a final receberão ajuda de custo de R$ 700. O melhor trabalho em palco e os três melhores poemas, declamadores (intérpretes) e amadrinhadores (músicos que acompanham os declamadores) receberão prêmios em dinheiro (veja abaixo). Os campeões vão ganhar, ainda, duas diárias para casal na Hospedaria Provençal (www.hospedariaprovencal.com.br), de Canela, apoiadora do festival.

Além da apresentação dos poemas finalistas, a final contará com um show de abertura com o cantor e músico esteiense Vladimir Guará e com um show de encerramento com um grupo ou artista de projeção da música gaúcha (nome está sendo definido). A entrada é gratuita.

Sucesso nas primeiras edições
Em apenas duas edições, o Esteio da Poesia se tornou o maior festival do gênero, em número de inscritos, no Rio Grande do Sul. A segunda edição contou com 425 poemas, enviados por 124 poetas de 61 municípios diferentes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O 1º Esteio da Poesia recebeu inscrição de 343 trabalhos, de cem poetas diferentes de 50 cidades dos três estados do Sul.

3º Esteio da Poesia Gaúcha
Inscrições de poemas: Até 25 de novembro pelo e-mail esteiodapoesia@gmail.com
Triagem: 10 de dezembro
Divulgação dos finalistas: 11 de dezembro
Final: 11 de março de 2017, na Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya


Premiação
Ajuda de custo para os 10 finalistas: R$ 700
Melhor Trabalho em Palco: R$ 1.000 + Duas diárias para casal na Hospedaria Provençal
Melhores Poesias:
1º lugar: R$ 700 + Duas diárias para casal na Hospedaria Provençal
2º lugar: R$ 500
3º lugar: R$ 400
Melhores Declamadores:
1º lugar: R$ 500 + Duas diárias para casal na Hospedaria Provençal
2º lugar: R$ 400
3º lugar: R$ 300
Melhores Amadrinhadores:
1º lugar: R$ 500 + Duas diárias para casal na Hospedaria Provençal
2º lugar: R$ 400
3º lugar: R$ 300

Vídeos do 2º Esteio da Poesia Gaúcha
Abertura e show de abertura

1ª poesia - Quando Rompe a Represa do Olhar

2ª poesia - O Tempo da Saudade

3ª poesia - O Livro do Coração

4ª poesia - Quando se Vende um Pingo de Arreio

5ª poesia - Mascate da Esperança

6ª poesia - Marca e Sinal

7ª poesia - Pago Vazio

8ª poesia - De Esporas Calçadas

9ª poesia - A Menina que só Queria Crescer

10ª poesia - Não me Perguntes do Gaúcho Velho

Show do Mas Bah!

Encerramento e premiação

Áudio com as poesias do 2º Esteio da Poesia

Livreto com as poesias do 2º Esteio da Poesia

Áudio com as poesias do 1º Esteio da Poesia

Livreto com as poesias do 1º Esteio da Poesia

Texto: Djalma Corrêa Pacheco

Fonte: http://www.esteio.rs.gov.br/

Lanceiros negros: a história da traição farroupilha aos escravos libertos



Entre 1835 e 1845 o império brasileiro testemunhou o mais longo conflito ocorrido em nosso território, a Revolução Farroupilha. E, é neste contexto histórico, que surgiram os lanceiros negros farroupilha. Recrutados em meio aos negros campeiros e domadores da atual Região Sul do Estado gaúcho (Canguçu, Pelotas, Bagé, Piraí…), os lanceiros quando na sua fundação foram organizados em duas divisões: “uma de cavalaria, e a outra de infantaria, criados respectivamente, em 12 de setembro de 1836 e 31 de agosto de 1838”. As referidas divisões, segundo o historiador e oficial do Estado Maior do Exército Brasileiro, Cláudio Moreira Bento “eram constituídas basicamente, de negros livres ou de libertos pela República Rio-Grandense,(…).”

Temidos pelo fato de serem truculentos e ao mesmo tempo exímios esgrimistas, esses combatentes, sobretudo a cavalaria, utilizava como equipamentos de combate: lanças compridas; coletes de couro cru; esporas afiadas presas aos pés e boleadeiras. A boleadeira, por exemplo, quando arremessada capturava o inimigo que por ventura estivesse distante de uma montaria.

Subordinados a vários ex-oficiais do militarismo imperial brasileiro, entre eles, os idealizadores dos lanceiros, coronéis Joaquim Pedro Soares e Teixeira Nunes, o efetivo formado pela parcela mais discriminada da população, isto é, os negros, ocuparam um importante destaque na nomenclatura do conflito. Isto porque, foram muitas as batalhas em que os milicianos agiram em defesa dos mesmos objetivos ensejados pelos revolucionários, ou seja, o de garantir um futuro melhor e mais justo para todos os provincianos.

Sob os olhares de Bento Gonçalves, do casal Garibaldi e de David Canabarro, os revolucionários negros participaram efetivamente da tomada de Porto Alegre, da conquista de Laguna, e do conflito na Região de Lages, além da Batalha de Porongos.

De acordo com historiadores, Canabarro teria ordenado desarmar os cerca de 600 lanceiros na noite de 14 de novembro de 1844. Tal determinação não chamaria a atenção, se ela não tivesse sido transmitida na mesma noite do ataque imperialista. São muitas as fontes afirmando o “pacto de extermínio dos negros com Caxias para que não houvesse impedimento na assinatura do tratado de paz com os revoltosos”. A realização do provável acordo “arquitetado por Caxias ”tinha embasamento alicerçado em duas vertentes naturais. Ao exterminar o maior número de negros possível, certamente diminuiriam também as exigências dos revoltosos no que tange o acordo de paz. Por outro lado, “manter a liberdade do grande contingente negro com experiência militar era um grande risco para sociedade”.

Desarmados e sem apresentar nenhuma reação, a tropa de choque mais temida do Sul brasileiro foi dizimada no cair da madrugada. Infelizmente, o passado relacionado aos lanceiros negros farroupilha sempre esteve atrelado aos bastidores da historiografia oficial, e somente em 1870, é que surgiu o primeiro livro sobre o assunto.

De 07 a 20 de setembro, a história deste grupamento será relembrada na maior festa popular do Rio Grande do Sul através da Semana Farroupilha.

REFERÊNCIAS UTILIZADAS:
BENTO, Claúdio Moreira. O negro e descendentes na sociedade do Rio Grande Do Sul (1635- 1975). Porto Alegre, RS: grafosul, 1976.
BUENO, Eduardo. Brasil: uma história. A incrível saga de um país. São Paulo: ática, 2003.
Moda na história/Família Real no Brasil/Revolução Farroupilha. Revista Descobrindo a História. São Paulo: mythos, v.06, 2008.
Da atribunanet.com e geledes.org.br

Fonte: https://jornaloexpresso.wordpress.com

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Ases do Fandango de CD Novo - 30 Anos


Quem está de CD novo e me orgulhando muito é o grupo da minha terra Ases do Fandango, que esse ano completam 30 anos de músicas pelos quatro cantos do Rio Grande do Sul, sem nunca parar e sem nunca perder a autenticidade, fato que não os deixa morrer, porque um gaúcho autêntico sempre vai encontrar aconchego no coração de quem preza pela autenticidade. 

Ao longo desses 30 anos a nossa música gaúcha, infelizmente, tentou de tudo, desde o sistema antigo até o modernismo de tambores e teclados, passando por maxixes e cópias mal feitas de sucessos comprado a peso de plata, mas nada vingou tanto quanto a autenticidade de se tocar baile a um belo som de cordiona, sem exageros, sem malabarismo, mas com a autenticidade e a verdade que o gaúcho tanto buscou e tanto preza. 

Dizer que o Ases do Fandango fazem isso por ser verdadeiros,  é como chover no molhado, porque é isso que os tornou grande e que os levam por tantos palcos diferentes, não de multidões, nem de gente esquecida, mas de pessoas que valorizam o simples, o puro, o verdadeiro, e isso eles sabem fazer muito bem.

Eu fico muito feliz, não por ter acompanhado a carreira deles por esses longos 30 anos, desde os tempos em que o Caio Lançanova, legenda marca dos Ases do Fandango, tocava entre as salas de aulas do Colégio Senador Salgado Filho, quando parávamos nas Semanas Farroupilhas para ouvir belas músicas e dai, partiu para Os Crioulos até chegar aos Ases do Fandango, mas também porque foi o primeiro grupo que acreditou em mim em gravou, ha muito tempo uma modesta composição chamada PRA UMA GURIA uma música romântica que tem a assinatura do Eri Côrtes.

Hoje poder ter os meus modestos versos em três composições no mais recente CD do Grupo é um privilégio que me encanta, que me orgulha e que me anima a escrever mais e mais, porque esse CD é um somatório de qualidade, de simplicidade e de bom gosto, tríade que me sustenta e que enraíza, por que assim foi talhado o gaúcho e que trabalhos assim fazem falta nas rádios e nos ouvidos de quem tem bom gosto musical. Não é um CD para estourar, Não é um CD para que gosta de imediatismo, de sucesso relâmpago, mas é um CD para quem tem bom gosto musical e que queira músicas para ouvir sempre que seu coração pedir.

Parabéns aos maus amigos do Grupo Ases do Fandango, falar de vocês é fácil, pois é só deixar o coração expressar o que sente quando se tem bom gosto e amor pela arte do que é bom.
Deixo aqui uma Milonga BEM CAMPEIRO uma parceria com Vinicius Guerra, e que faz parte desse CD do repertório de bailes desse grupo que é orgulho da Querência do Bugio.

9º CANTO MISSIONEIRO- RESULTADO



PRIMEIRO LUGAR: PRINCÍPIOS
Letra: Flaubiano Lima / Jaime Brum Carlos
Melodia: Jean Kirchoff / Régis Reis
Interpretação: Jean Kirchoff

SEGUNDO LUGAR: CONSELHO
Letra; Zeca Alves
Melodia: Alex Har
Interpretação: Juliana Spanevello

TERCEIRO LUGAR: CAMPEIRO DAS MISSÕES
Letra: José Estivalet
Melodia: Zulmar Benitez
Interpretação: Cristiano Fantinel e Jorge Freitas

MAIS POPULAR: TIMBRES DE ALMA INDIA
Letra: Mano Fontoura
Melodia: Mano Fontoura
Interpretação: Mano Fontoura, Patrício Maicá e Antônio Fontoura

MELHOR INTÉRPRETE: JULIANA SPANEVELLO
Música: Conselho

MELHOR INSTRUMENTISTA: DOUGLAS MENDES (violino)
(O Amor Quando se Achega/Estrelas Parceiras/Conselho)

MELHOR LETRA: PRINCÍPIOS
Autores: Flaubiano Lima/Jaime Brum Carlos

MELHOR MELODIA: CONSELHO
Autor: Alex Har

TEMA MISSÕES: MEU CANTO, MEU SUSTENTO
Letra: Nenito Sarturi
Melodia: Halber Lopes
Interpretação: Nenito Sarturi

ETAPA LOCAL:

PRIMEIRO LUGAR: TIMBRES DE ALMA INDIA
Letra: Mano Fontoura
Melodia: Mano Fontoura
Interpretação: Mano Fontoura, Patrício Maicá e Antônio Fontoura

SEGUNDO LUGAR: RESGATE
Letra: José Mauro Ribeiro Nardes/Mario Amaral
Melodia: Mario Amaral
Interpretação: Eduardo Maycá

TERCEIRO LUGAR: QUANDO MATEIO COM A SAUDADE
Letra: Claudio Vargas
Melodia: Cláudio Vargas
Interpretação: Cláudio Vargas


Fonte e Foto: Jairo Reis

Resultado Iº Festival de Poesia e Verso dos Pinheirais em Curitiba





* Categoria Declamação Infanto Juvenil:
1º Lugar - Bianca Rodrigues Oliveira dos Santos - Curitiba/PR
2º Lugar - Dandara Correa Roesch - Cascavel/PR
3º Lugar - Giulianna Zanchetin Lima - Curitiba/PR
4º Lugar - Luiza Rodrigues Oliveira dos Santos - Curitiba/PR
5º Lugar - Beatriz de Andrade Silva - Curitiba/PR

* Categoria Declamação Adulto
1º Lugar - Marcelo Augusto Strefling - Toledo/PR
2º Lugar - Micheli Lilian Carlesso - Curitiba/PR
3º Lugar - Cesar Augusto Furtado - Xanxere/SC
4º Lugar - Rodrigo Saldanha Allebrandt - Curitiba/PR
5º Lugar - Fernando Franco Andreatta - Curitiba/PR

* Melhor Amadrinhador
1º Lugar - Cesar Augusto Furtado - Xanxere/SC
2º Lugar - Rui Brum e Nicolas Souza - Curitiba/PR
3º Lugar - Tiago Fabricio Nascimento Tiago Calixto

* Poesias Inéditas
1º Lugar - Destas Vozes que me falam - Autor: Joseti Gomes (Gravataí-RS)
Interpretação: Marcelo Strefling
2º Lugar - Coplas pra uma chuva que não veio - Autor: Roberto Marcos Roberto Paines (Curitiba-PR)
Interpretação: Tiago Calixto
3º Lugar - Janelas Quebradas - Autor: Paulo Ricardo Costa (Santa Maria-RS)
Interpretação: Michelle Carlesso
4º Lugar - Pulpero - Autor: Cauê Bampi (Cascavel-PR)
Interpretação: Fernando Franco Andreatta
5º Lugar - Tropel de Sonhos - Autor: Beatriz Carvalho (Curitiba-PR)
Interpretação: Rodrigo Saldanha 

Fonte: Danielli Olliveira‎
 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Poemas Selecionados para o I Festival de Poesia Versos dos Pinheirais



Segue os 12 poemas selecionados para o I Festival de Poesia Versos dos Pinheirais em ordem alfabética:

1 - A guria da Maria - Paulo Ricardo Costa / Santa Maria - RS
2 - Amadrinhadas - Roberto Paines /Curitiba - PR
3 - Anjo da Morte - Cesar Augusto Furtado / Xanxerê - SC
4 - Coplas pra uma chuva que não veio - Roberto Paines / Curitiba - PR
5 - Destas Vozes que me falam - Joseti Gomes / Gravataí - RS
6 - Em busca de seu chão - Rafael Dalmagro - Cafelândia / PR
7 - Estância da Alegria - Joseti Gomes - Gravataí / RS
8 - Janelas Quebradas - Paulo Ricardo Costa - Santa Maria / RS
9 - O Rancho do Velho Maciel - Diogo Rizzi - Curitiba / PR
10 - Pulpero - Cauê Bampi - Cascavel / PR
11 - Tropel de Sonhos - Beatriz Carvalho - Curitiba / PR
12 - Um companheiro nunca fica para trás - Diogo Rizzi - Curitiba / PR

Favor confirmarem inscrições com o nome do declamador que irá defender o poema no Festival e gravação do CD até o dia 02/09 às 12:00h

Desde já agradecemos a todas as pessoas que enviaram poemas para engrandecer o evento !!!!
Quaisquer dúvidas pelo e-mail dcogabi@yahoo.com.br

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Classificadas para o 6º Festival Campo a Fora


Foto: Facebook/Festival

DAS COISAS QUE EU SEI – Milonga
Letra: Dalvan Medina
Melodia: Matheus Alves
São Gabriel/Porto Alegre

SOU MULHER - Chacarera
Letra: Luis Fernando Gastaldo e Juca Moraes
Melodia: Emerson Martins
Cruz Alta/São Vicente do Sul

TERRUNHO - Milonga
Letra: Carlos Omar Vilela Gomes
Melodia: Eri Cortes
São Vicente do Sul/São Francisco de Assis

O PRANTO - Chamamé
Letra: Dalvan Medina
Melodia: Volmir Coelho
São Gabriel/Santana do Livramento

FRATERNAS DIGITAIS - Milonga
Letra: Ana Claudia Rodrigues
Melodia: Edvanio Vieira e Henrique Bagesteiro
Palmeira das Missões/Uruguaiana

PALANQUE - Rasguido
Letra: Mario Lucas
Melodia: Diego Camargo
São Gabriel

CAMPO A FORA - Milonga
Letra: Rodrigo Bauer
Melodia: Otávio Machado e João Gustavo Nunes
São Borja/Santiago

UM CHASQUE NA MILONGA - Milonga
Letra: Moacir D’Avila Severo
Melodia: Joaquim Nunes Brasil e Cristiano Fantinel
Alegrete

LA D'ONDE VIVO - Milonga
Letra: Gederson Fernandes
Melodia: Joaquim Nunes Brasil e Halber Lopes
Alegrete/Santiago

NATALICIO CAPINCHEIRO - Mazurca
Letra: Volmir Coelho
Melodia: Volmir Coelho
Santana do Livramento

“EL DIA DE YERRA” - Chamarra
Letra: Guto Gonzalez
Melodia: Guto Gonzalez e Pedro Gomes
Bagé

DE QUEM PARTE SEM DIZER ADEUS - Toada
Letra: Maicon Zauza Pinto
Melodia: José Amélio Ribeiro Filho
Realeza-PR/Santiago

SUPLENTES
1ª A TESOURA DA PARTEIRA – Milonga
Letra: Giba Trindade Melodia: Patricia Pedrozo
São Paulo – SP/Alegrete


2ª CLAREANDO O DIA – Chamamé
Letra: Didi Teixeira
Melodia: Luciano Maia
Lavras do Sul/São Gabriel
Fonte: http://www.identidadecampeira.com.br/

domingo, 14 de agosto de 2016

6ª TERTÚLIA MAÇÔNICA DA POESIA - PREMIADOS

Pedro Junior da Fontoura - Melhor Intérprete da Linha Livre.

Por volta de 23 horas deste sábado, 13/08, terminou a 6ª edição da Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula, festival de poemas inéditos promovido pelo Piquete Fraternidade Gaúcha, no Teatro do Sesc, em Porto Alegre.
Encerrado o show do cantor Jader Leal, foram conhecidos os premiados no evento.

LINHA LIVRE / NÃO MAÇÔNICA
Primeiro Lugar: A Morte Envolta no Lenço
Autor: Rodrigo Bauer 
Declamador: Pedro Junior da FontouraAmadrinhadores: Henrique Scholz/Paulinho Pires 

Segundo Lugar: As Leis do Fundo de Campo
Autor: Paulo de Freitas Mendonça
Declamador: Paulo de Freitas MendonçaAmadrinhador: Raul Quiroga 

Terceiro Lugar: Herança de Guerra
Autor: Cândido Brasil
Declamador: Jair SilveiraAmadrinhadores: João Aquino/Maicon Euriques

Melhor Letra: As Leis do Fundo de Campo
Autor: Paulo de Freitas Mendonça
Declamador: Paulo de Freitas MendonçaAmadrinhador: Raul Quiroga

Melhor Intérprete: Pedro Junior da Fotoura
Poema: A Morte Envolta Num Lenço

Melhor Amadrinhador: Raul Quiroga
Poema: As Leis do fundo de Campo

LINHA MAÇÔNICA
Primeiro Lugar: A Capela de Rosslyn
Autor: Moisés Menezes (Loja Remanso - São Pedro do Sul)
Declamador: Rodrigo Canani Medeiros (Loja Acácia da Arte Real Nº 50 - Florianópolis)
Amadrinhador: Henrique Arboitte Torrel de Bail (Loja Remanso - São Pedro do Sul) 

Segundo Lugar Maçônica: Itaú
Autor: José Estivalet (Loja Adayr Paulo Modena, nº 245 - Porto Alegre)
Declamador: José EstivaletAmadrinhador: Jader Leal (Loja Adayr Paulo Modena, nº 245 - Porto Alegre) 

Terceiro Lugar: Uma Pedra em Meu Caminho
Autor: Luis Lopes de Souza (Loja Cavaleiros da Arte Real - Passo Fundo)
Declamador: Paulo Ricardo dos Santos (Cavaleiros da Arte Real - Passo Fundo)Amadrinhador: Rodrigo Cavalheiro (Cavaleiros da Arte Real - Passo Fundo)

Melhor Intérprete: Paulo Ricardo dos Santos (Cavaleiros da Arte Real - Passo Fundo) 
Poema: Uma Pedra em Meu Caminho
Melhor Amadrinhador: Henrique Arboite Torres de Bail 
Poema: A Capela de Rosslyn
Melhor Letra: ItaúAutor: José Estivalet (Loja Adayr Paulo Modena, nº 245 - Porto Alegre)
Declamador: José EstivaletAmadrinhador: Jader Leal (Loja Adayr Paulo Modena, nº 245 - Porto Alegre) 

Melhor Tema Maçônico: A Capela de Rosslyn
Autor: Moisés Menezes (Loja Remanso - São Pedro do Sul)
Declamador: Rodrigo Canani Medeiros (Loja Acácia da Arte Real Nº 50 - Florianópolis)
Amadrinhador: Henrique Arboitte Torrel de Bail (Loja Remanso - São Pedro do Sul)

Fonte; Jairo Reis