quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Família “Os Monarcas” comemora a aquisição de um moderníssimo ônibus

Na última terça-feira, 2 de setembro, o diretor e líder do conjunto Os Monarcas, Gildinho, e sua esposa Santa Corrêa, realizaram um jantar de confraternização em sua chácara, em Erechim (RS), para comemorar a aquisição de um moderno ônibus.

Até o final do ano, o novo ônibus DD Mecânica Scania e carroceria Comil estará rodando pelas estradas do Brasil. O conjunto “Os Monarcas” está sempre investindo na Tradição Gaúcha, seja através da produção de músicas de qualidade, para tornar os fandangos cada vez mais animados, ou na modernização de equipamentos e veículos. Tudo para atender com qualidade tanto os contratantes quanto os fãs.

No jantar, estiveram presentes o diretor da Comil Ônibus, Deoclécio Corradi; o superintendente regional do Banrisul, Ângelo da Luz; o representante da Mecacil Scania, Aristeu Barboza; além dos integrantes do conjunto e do departamento comercial.

A confraternização teve como brinde um show com as músicas de maior sucesso do repertório d´Os Monarcas.

​Atenciosamente,

Daiana Silva
Jornalista
Daiana Silva Comunicação
​​51 8187.0085 (Claro)
51 9604.0085 (Vivo)
Rua Botafogo, 886
Bairro Menino Deus
Porto Alegre - RS
90.150-051
Facebook
http://www.facebook.com/daianasilvacomunicacao
http://www.facebook.com/daianasilva.jornalista

CTGs voltam atrás e decidem desfilar - Tá Virando Novela!

Decisão foi tomada em assembleia da 13ª Região Tradicionalista na noite desta quarta-feira

Conforme o coordenador da 13ª RT, Ildo Wagner, a maioria das entidades deve desfilar a cavalo
Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

Santa Maria terá desfile de 20 de Setembro este ano. A decisão foi tomada em uma assembleia da 13ª Região Tradicionalista (13ª RT) no final da noite desta quarta-feira, uma semana depois de os centros tradicionalistas afirmarem que não iriam realizar o desfile.

_ A decisão foi em respeito à população de Santa Maria, que sempre esteve ao nosso lado. Em respeito àqueles pais que levam os filhos desde pequenos para ver os cavalos. Mas, com certeza, não será um desfile igual, com premiação a participação de todas as entidades _ afirmou o coordenador da 13ª RT, Ildo Wagner.

Em 27 de agosto, os CTGs de Santa Maria decidiram que não fariam o desfileporque, em 2013, os caminhões que levavam os participantes foram multados por agentes de trânsito. Em meio a outros problemas, como a interdição de 14 CTGs pelo Corpo de Bombeiros por problemas no alvará, a assembleia manteve o desfile neste ano sem carros alegóricos.

_ A maioria das entidades deve desfilar a cavalo ou a pé. Teremos algumas caminhonetes que levam as pessoas até lá, mas caminhões não. Não teremos tempo para conseguir os veículos e nem temos a garantia que não serão multados _ afirmou Ildo.

Outra diferença do desfile deste ano deve ser a participação de um número menor de entidades. Elas têm até o dia 13 confirmar a presença no desfile. Só depois, a 13ªRT terá o número final de participantes. Conforme Ildo, as entidades que estão interditadas votaram contra a realização do desfile neste ano. O motivo seria o fato de não poderem realizar a programação da Semana Farroupilha.

_ Esperamos que essa situação ainda mude até o dia 13. A maioria das nove entidades filiadas à 13ª RT (cinco da interditadas pelos bombeiros não são filiadas) precisam apenas entregar uma documentação aos bombeiros. A maioria delas já fez as adequações estruturais pedidas _ afirma Ildo.

Dia 13 também é o prazo final dado pelos bombeiros para que os CTGs estejam com a documentação correta e o alvará liberado. As que não conseguirem, não poderão abrir.

Futuro incerto
Segundo a coordenação da 13ª RT, o desfile de 20 de Setembro em Santa Maria só deve normalizar em 2015. Ildo Wagner afirma que a instituição deve se programar para começar antes a negociação com a prefeitura e polícias rodoviárias para resolver a situação das multas aos caminhões.

_ Vamos trabalhar melhor ano que vem, para que tenhamos o desfile com premiações. Sabemos que a prefeitura está aberta a negociações. Já temos o apoio das polícias rodoviárias, que entendem que a situação é única, uma vez no ano. Mas, se não chegarmos a um acordo, podemos garantir que não haverá desfile em 2015 _ disse Ildo, referindo-se ao transporte das alegorias e participantes do desfile nos caminhões.

Fonte: http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/

Sarau da Estância!



A Estância da Poesia Crioula convida todos e todas para o seu tradicional sarau.
Nesta sábado, dia 06 de setembro de 2014, às 15 horas, no Parque da Harmonia.
Lote 140 - Galpão dos Oficiais da Brigada Militar.
O tema das apresentações será: SEMANA FARROUPILHA
ENTRADA FRANCA

Poesias pelo Sul - Estância da Poesia Crioula

Os festivais de poesia estão fortalecendo cada vez mais o cenário cultural do Rio Grande do Sul.
Além do Bivaque em Campo Bom e da Querência da Poesia em Caxias do Sul, entre outros, ocorreu a 5ª tertúlia Maçônica e estão na boca do brete o Pealo da Poesia Campeira de Alegrete e a Sesmaria da Poesia Gaúcha em Osório.
E agora para alegria dos apreciadores desta arte telúrica eis que surgem dois novos eventos para alumbrar o calendário poético: 1ª TERTÚLIA DA POESIA, em Santa Maria e o 1º ESTEIO DA POESIA GAÚCHA, em esteio. Louvável iniciativa dos promotores culturais de Santa Maria e Esteio, que apesar das dificuldades arregaçam as mangas e se dispõem a fazer cultura através da poesia.
Com certeza muitos associados da Academia Xucra do Rio Grande estarão colaborando para o brilhantismo e fortalecimento destes eventos, assim como já fazem nos que estão em andamento.
Abaixo reproduzimos os classificados para Osório e Alegrete.

SESMARIA DA POESIA GAÚCHA - 19ª QUADRA
TEMA: MAÇAMBIQUES
Autor : Léo Ribeiro de Souza
DOS MEMORIAIS DE UM TROPEIRO "Na rota dosMaçambiques"
Autor: Luis Lopes de Souza
PRA OS QUE DÃO VIDA A POESIA
Autor: Sebastião Teixeira Corrêa
MINHAS BONECAS
Autor: José Luiz Flores Moró
QUANDO O DIA OLHA P’RA DENTRO
Autor : Cândido Brasil
SONETO DAS SAUDADES
Autores : Everton Michels e Robson Fogaça
A MONTANHA DO TIO ANCO
Autor: Carlos Omar Villela Gomes
QUANDO A ALMA ENTENDE O VERSO
Autores : Joseti Gomes e Alberto Sales
AS MÃOS DO MEU AVÔ!
Autor: Paulo Ricardo Costa
DE POTROS E GINETEADAS
Autores: Cristiano Medeiros e Adriano Medeiros
O HOMEM DENTRO DO ESPELHO
Autor: Bianca Bergmam

16º PEALO DA POESIA CAMPEIRA
CANTO A MORTE DOS QUE VIVEM - Joseti Gomes – GRAVATAÍ – RS
TIA ANASTÁCIA - Mario Amaral – PORTO ALEGRE – RS
O VELHO CAMPEIRO, O ROSILHO E A SAUDADE – Caine Teixeira Garcia – LIVRAMENTO –RS
AO SUL DOS OLHOS DO MUNDO – Anderson Fonseca e Paulo Ricardo Costa – ENCRUZILHADA DO SUL
A VINGANÇA DE HONÓRIO FLORES – Cristiano Viégas Medeiros, Gaspar Martins II e Adriano Medeiros– LAGES -SC
FUNDO DE INVERNADA – Silvio Aymone Genro – URUGUAIANA –RS
QUANDO UM HOMEM VIRA FERRO – Jorge Claudemir Soares – URUGUAIANA –RS
PELAS MÃOS DO TEMPO – Zeca Alves – SANTANA DO LIVRAMENTO- RS
DE TROPA E ALMA – Sergio Sodre Pereira – LIVRAMENTO – RS
CAMPEANDO RASTROS – SANDRO MAIA – DOM PEDRITO –RS

Texto: Cândido Brasil 
       Presidente do EPC

Ginete Gaúcho dá show de gineteada em Barretos, SP.


Groza Salgueiro demonstra montaria gaúcha e levanta o público em Barretos

Convidado pela Prohorse para conhecer a tropa da entidade, o famoso domador gaúcho Groza Salgueiro aproveitou a semana em Barretos para conhecer também a grandiosa Festa do Peão e, na grande final, fez uma gineteada no estilo Basto Oriental, com grande torcida do público.

Renomado domador de cavalos do sul do país, Groza Salgueiro participou da grande final do Barretos International Rodeo, com uma demonstração de gineteada no estilo Basto Oriental. Apesar de já não montar mais nas gineteadas, hoje ele é um dos maiores ganhadores da Prova Doma de 21 dias, a conhecida Doma Gaúcha, e fez uma bela apresentação na arena do Parque do Peão, levantando o público que lotava as arquibancadas na tarde de domingo, 31.
O domador estava em Barretos a convite dos diretores da ProHorse, Leandro Baldissera e Henrique Prata. “Ele ficou uma semana na fazenda para iniciar a doma de alguns dos nossos animais e também para ensinar um pouco sobre a doma tradicional para os paulistas. O seu trabalho é algo que não existe mais para cá e o Groza pode nos trazer importantes informações”.

Campeão de grandes gineteadas, laçador e treinador do Freio de Ouro,com seu jeito unico Groza Salgueiro ganhou o coração dos paulistas e todos que tiveram com ele durante a semana, estreitando amizades.
“Como a Festa do Peão estava acontecendo, conseguimos que ele fizesse uma apresentação da gineteada gaúcha na festa, podendo deixar assim a marca do Rio Grande em Barretos. E foi uma bela apresentação!”, disse Baldissera.

Groza montou no cavalo Red River, da ProHorse e contou com a torcida do público. Para ele foi uma emoção muito grande poder representar as tradições do sul do país numa festa grandiosa.
Terminada a festa na segunda-feira, o domador embarcou para Esteio/RS, onde participa da grande final da Prova La Rienda na Expointer. 
“Também estamos seguindo prá lá neste final de semana, para torcer e prestigiá-lo”, finalizou Leandro.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

O TÚMULO DE DON SEGUNDO SOMBRA.

Muitos dos nossos visitantes nos perguntaram sobre a existência do túmulo do lendário compatriota, Don Segundo Sombra. 
Existe e está muito bem preservado no setor histórico do cemitério municipal de San Antonio de Areco. Conterrâneos e vizinhos anualmente fazem-lhe homenagem, memória e tradição andam sempre juntos. Dá parte para que todos saibam quem foi Don Segundo Sombra,
Que nunca leu eu recomendo que leia esse livro Don Segundo Sombra, um dos mais belos que ja li, num romance do verdadeiro gaúcho.
Aqui tem um link que tem o livro digital, entre eleia.....  http://www.biblioteca.clarin.com/pbda/novela/segundo_sombra/segundo_01.htm

DE ONDE VEM O "GAÚCHO"?(Na Argentina)

O gaúcho"nome" é recentemente começou a usar em uma base regular nas últimas décadas do século XVIII, chamando um tipo rural rebelde e independente das origens crioulas, que não obedeceu ou aceite rotinas sociais e de trabalho impostas pelas autoridades.
A palavra aparece pela primeira vez em um documento escrito em 1771 referindo-se a certos "maus", escondida nas montanhas, a uma distância de Maldonado (banda Oriental), talvez na mesma serra da Rocha ou áreas adjacentes. É uma carta do comandante do Maldonado, Pablo Carbonell, enviado a Buenos Aires para o vice-rei, Juan José Vértiz, datado de 23 de outubro de 1771, que diz: "caro senhor; haviendo notícias que alguns gahuchos tinha parado vendo Serra enviar milícia Dn Jph Picolomini tenentes e Dn Clemente Puebla, eles passam para a serra com um jogo de 34 homens entre estes alguns soldados do batalhão a fim de fazer uma descoberta na Serra expressa, para ver se eles poderiam encontrar o ser humano e ao mesmo tempo, ver se ele poderia pegar algum gado; e praticado haviendo."

Texto extratido de San Antonio de Areco

Jogo do Pato - Um Jogo que se perdeu!

                                                  Imagem: "o jogo do pato" Ángel Della Valle 1855-1903
Pato declarado como esporte nacional em 1953 (futebol não é considerado esporte nacional), existe na pampa, desde o século XVI. É um esporte de contato, inventado por gaúchos, ecustre que é para carregar uma bola com os punhos (originalmente e, portanto, seu nome, um pato vivo em um saco) para um objetivo.
Em seus primórdios, não havia regras, existem registros de festas de até 200 participantes que rodou uma estadia para outro.
Foi na época um esporte altamente perigoso, como Rafael forçado descreve em seu Santos Vega: "mosca arrebatou o símbolo do jogo pelo campo, dos que conquistou, a outra barragem então;"
Ver, entre as respirações de fogo, vários pilotos de rolo, outro avanço repentino pisoteio dos caídos;
E no ar abalado, onda de ponchos vermelho "foi um desastre que causou esses itens que o jogo foi proibido em 1790 o Virrey Arredondo, e a igreja apoiou esta posição ditando o que o jogo do pato morto não deve receber o enterro cristão.
Recentemente, na década de 1930 um fazendeiro decidiu estabelecer regras para o jogo, voltando a ser aceite pelas autoridades.


Um presente para Santa Maria


O artista Paulo Christo mostrou partes da sua obra, ontem à tarde, para a reportagem de A Razão (Foto Juliano Mendes/A Razão)
Estátua com três metros de altura que representa o gaúcho será inaugurada no dia 20 de setembro 

O Dia do Gaúcho em Santa Maria marcará a entrega de um presente especial para o Coração do Rio Grande. Nesse dia deverá ser inaugura obra do artista plástico Paulo Roberto de Christo para homenagear a cidade. É uma escultura que representa a imagem de um gaúcho sentado e tomado chimarrão com um cachorro ao lado.

Christo conta que vem conversando com o prefeito Cezar Schirmer (PMDB) há mais de um ano. A ideia iniciou quando o chefe do Executivo foi conhecer o atelier do artista com a secretária de Cultura, Marília Chartune. “O prefeito viu a mesma escultura em uma miniatura de 30 centímetros e perguntou se tinha como eu fazer outra igual em tamanho maior”, lembra.

O Gaúcho está sendo produzido somente com materiais reciclados, como peças de carros e de trens. A obra tem três metros de altura e pesa mais que 500 quilos. O trabalho está sendo feito há quatro meses por Christo, que conta com a ajuda de Rossini Rodrigues. O artista ainda está negociando o valor de sua criação.

A estátua de material reciclável será colocada na entrada do Parque Itaimbé, na Avenida Dores. Nos próximos dias uma medição deverá ser feita no local em que ela será colocada para que a base possa ser produzida. Ainda falta finalizar detalhes e montá-la.
Paulo Christo é artista plástico há 20 anos e já ganhou alguns prêmios, dentro e fora do município, como o IV Salão Latino-Americano de Artes Plásticas de Santa Maria, na categoria Escultura. No município, uma das suas obras pode ser vista no Centro de Instrução de Blindados do Exército, no Bairro Boi Morto, onde há um cavalo exposto. Há 10 anos, Christo também fabrica os troféus de premiação do Festival “Santa Maria em Dança”.

Fonte: Alessandra Noal Jornal ARAZÃO

O que dizem os representantes dos CTGs interditados


Entidades buscam regularização antes da Semana FarroupilhaFoto: Jean Pimentel / Agencia RBS

Das 14 entidades tradicionalistas que foram fechadas na região, nove são filiadas à 13ª Região Tradicionalista (13ª RT) de acordo com o coordenador, Ildo Wagner. Os bombeiros não informaram a lista das 14, mas o nome das nove foram informadas, extraoficialmente, pela coordenação da 13ª RT.

Wagner explica que os patrões já estão buscando a regularização e acredita que a maior parte consiga autorização para funcionar a tempo da programação para a semana do gaúcho. As outras cinco entidades, que não estariam ligadas à 13ª RT não tiveram a confirmação de estarem fechadas pelos bombeiros. O Diário confirmou, com os patrões de três CTGs o fechamento.

Prefeitura pode cassar alvarás
A divulgação da interdição dos 14 CTGs começou a ser discutida na segunda-feira. Representantes do Ministério Público, dos bombeiros, da prefeitura e da Brigada Militar debateram as causas das interdições e lembraram o acordo de 2013. Conforme o promotor Maurício Trevisan, a legislação vigente no ano passado permitia que os CTGs funcionassem como estavam. Trevisan explica que, com base na nova lei estadual, os bombeiros entenderam que, agora, os locais não atendem aos requisitos para obterem o alvará.

Conforme o promotor, os bombeiros devem enviar a lista com das 12 entidades de Santa Maria para a Secretaria de Finanças para que seja providenciada a cassação dos alvarás de localização dos locais.

INTERDITADAS
As nove entidades ligadas à 13ª RT

_ CTG Estância do Jarau
O que dizem: As barras anti-pânico já foram instaladas, além de um novo sistema de iluminação e a troca dos extintores. O que falta é um documento, da prefeitura, que garante as condições de funcionamento e que é exigido pelos bombeiros para levantar a interdição.

_ CTG Os Carreteiros
O que diz o patrão: Devem ser feitas obras para reduzir a área construída nos fundos do prédio, adaptação dos banheiros para cadeirantes e adequação no local onde fica armazenado o gás.

_ CTG Ponche Verde
O que dizem: Resta entregar uma planta baixa do prédio computarizada para a liberação do alvará pelos bombeiros.

_ CTG Poncho Branco
O que dizem: A documentação já foi encaminhada e ainda hoje a direção deveria se encontrar com os bombeiros para ver se já deve receber a autorização.

_ DTG Bombeiros da Tradição
O que dizem: O problema seria na regularização do terreno e já existe a documentação na justiça para regularizar.

_ CTG Liberdade (Silveira Martins)
O que dizem: Está com o PPCI pronto e deve ser apresentado aos bombeiros nesta semana.

_ CTG Farroupilhas
O que dizem: Faltam sinalizações nas portas. Uma nova vistoria será pedida. A expectativa é reabrir as portas antes do dia 13.

_ DT Timbaúva
O que dizem: Entre as exigências dos bombeiros, aumento das aberturas, troca de extintores e atualização da planta baixa da construção. A entidade ainda não pegou a lista completa de exigências no Corpo de Bombeiros

_ CTG Taylor Fagundes
O que dizem: O Clube de Subtenentes e Sargentos está cuidando dos trâmites para a liberação do PPCI. A expectativa é de que o CTG reabra as portas no dia 10.

_ CTG Os Araganos*
O que diz o patrão: foi interditado na semana passada. "O que pediram foram adequações na parte elétrica e de acessibilidade. O CTG está fechado desde o ano passado, pouco depois da tragédia. Estamos arrumando o que foi pedido, mas como não fazemos mais eventos não temos verba para pagar as reformas, trocar a parte elétrica, por exemplo, é caro" (José Luiz Freitas de Ávila)

_CTG Tropeiro Velho*
O que dizem: Falta a renovação da planta baixa do prédio, novo laudo elétrico e populacional

_ CTG Júlio de Castilhos*
O que dizem: Foram abertas duas novas portas de emergência com barras anti-pânico que devem ser vistoriadas pelos bombeiros. Se a autorização não chegar em tempo, os festejos farroupilhas serão na área externa do CTG

* A informação da interdição foi confirmada pelos patrões

Fonte:http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/

terça-feira, 2 de setembro de 2014

CAUSO - O Gaiteiro Canhoto


CHARLA DE PEÃO

*Juarez Cesar Fontana Miranda

O Gaiteiro Canhoto
Buenas Gauchada!
A lida campeira me pealou a semana toda, mas como hoje é domingo, vou folgando da labuta rural, sem abrir mão do ritual galponeiro.
Estou preparando uma costelinha de borrego cara negra, dois dentes, prá espetar na trempe do fogo de chão, enquanto, despacito vou cevando um mate amargo amadrinhado por um “xarope anti-gripal” – canha, mel e garupá – , já que nestes dias de invernia, todo o cuidado com os polmão, se faz necessário para evitar a tosse comprida.
Enquanto eu empareiava as brasa prá aquentá o assado, dei um jeito de puxar um dedo de prosa com o Eleutério, meu peão galponeiro, prá ver se ele parava de se benzer – como ele diz - no meu “xarope”.
Como motivo prá trela, lhe falei sobre um desafio que fizera o Léo Ribeiro, por meio de seu blog, sobre o “erro” que fora cometido na execução do Monumento ao Gaiteiro, que está instalado no Parque da Fenavinho, na bela cidade serrana de Bento Gonçalves.
Como ia ligar o computador para penetrar no fascinante mundo cibernético, antes precisava limpar bem as mãos, já que naquele momento estavam bastante sujas de gordura, em função da atividade de preparar a carne de ovelha para colocar no espeto.
Saí do galpão e atravessei o pátio por baixo da copa das laranjeiras, fazendo voar, em estardalhaço, um casal de sabiás que ali se empanturravam de laranjas maduras.
Entrei pela porta da cozinha, passei a mão num alvo pano de algodão, que encontrei pendurado num porta panos, preso na parede sobre o fogão a lenha e já fui levando uma bronca:
- Não me limpa as mãos no pano de prato. Principalmente neste, que a tua sogra fez na turma do artesanato da Igreja Santa Terezinha e me deu de presente, disparou a Dona Sandra, a chinoca que manda na cozinha.
É..., manda na cozinha, na sala, nos quartos e também no galpão e neste peão – porque não dizer, não me mesmo?
Foi aí que eu prestei atenção na tal da relíquia caseira. Era um retângulo de tecido algodoado, empotreirado por bicos, compostos por delicadas carreiras de uma fina linha de crochê, na cor amarelo-alaranjado e no terço inferior, decorado pela pintura de uma cuia, uma bomba e uma chaleira fumegante, sobrepondo a frase: Deus abençoe este lar.
Agora o tal relicário, apesar da imponência, jazia embolado e todo sujo de gordura de ovelha, sobre o espaldar de uma cadeira.
Ainda ouvindo o eco da lambança, peguei o computador, voltei para o galpão e por motivos óbvios, optei por fazer um outro caminho. Liguei a máquina, abri o blog do Léo, campiei a postagem, mostrei a imagem da escultura, essa aí embaixo, para o Eleutério e para minha grande surpresa, nem lhe bateu a passarinha.
Ele olhou a imagem e, mais entonado que padre dando sermão em borracho, abriu o palavrório:
                         - Tchê, tu conhece a estauta do gaúcho, aquela que copeia o semblante do guasca Paxão Cortes?
                            - Claro que conheço. Qual é o gaúcho que não conhece?
                         - Tu não mintendeu, burro véio, eu te preguntei se tu sabe da lenga-lenga dela, me interpela, insolentemente, ele.
                         - pos óia só, tchê! Anssim como o Paxão serviu de mostra pru escultor, um gringo chamado Caringi, quem se presto prá esse papel na estauta do gaitero foi meu parcero, o índio Ormiro.
                   - Ô Eleutério! deixa de ser caduco, homem. Onde se viu uma história dessas? perguntei-lhe, com incredulidade e até com um certo ceticismo.
                          - Vô te contá tim-tim por tim-tim, vô te prová e se tu não quizé acreditá, o prolema é teu.                               Vô ali no meu catre, pegá umas chapa véia que eu carrego nas bruaca e já volto. Inquantu isso tu vai te abancando, tá bueno?
                             Quando chega, trás nas mãos, calejadas pela lida e trêmulas pelo transcurso da vida, duas fotografias, amareladas pelo tempo e com a voz pausada, mas firme, vai me dizendo: esses retrato são muito raro e valem muitos pila, ninguém más tem, mas eu não vendo de jeito nimhum, são as prova de que eu e Ormiro, um dia, também fizemo parte dessa história.
                               Deu uma fungada profunda, escarrou pro lado, passou a alpargata desbeiçada no cuspe e continuou:
                           - De certa feita eu e o Ormiro, cansados das tropeadas de gado lá pras banda do norte, nos enfiemo de changueros nas granja de criação de porco em Daltro Filho. Isso mas o meno na metade dos ano de mil novecento e sessenta, mas muito antes daquela terra trocá o nome prá Imigrante.
                             Numa olada de fim de semana, nós fumo prá uma festa na comunidade, organizada pelos freis do Convento dos Franciscano e o Ormiro, bom de gaita uma barbaridade, de oferecido se atraco a tocá. Não é que o índio véio fez um bailaço daqueles - buenacho por demás, tchê!
                           Quando a festança treminô, um dos participantes se aproximo do Ormiro e pregunto se ele não quiria ganhá uns pila mais. Como nós andava contando os caraminguá, aceitemo topá a parada.
                               Eu disse que nós aceitemo a parada, porque sabia que o meu comparsa não ia me dexá na mão e como nós já era parcero a tempos, intaum a parada era nossa. E foi isso que o Ormiro disse pru homi.
                           O Homi – mas tarde nóis fiquemo sabeno que era o Frei Nelson Muller – disse que esse sirviço não pricisava de dois, que um só era mas que suficiente. E aí foi isplicano prá nóis a tal da faina.
                                 - Meu confrade, que também trabalha como escultor, recebeu uma encomenda para fazer uma estátua e me parece que a figura de um de vocês se enquadra, bastante bem, na ideia que ele pretende desenvolver. Vamos ao Convento São Boaventura, que eu quero apresentar vocês ao Frei Osvaldo.
                             Lá fumo nóis. Um corredorzão, cheio de porta de um lado, um jardinzote bem verde no outro avarandado, com um monte de parmera, bem altonas, no meio e o Ormiro, inxerido como ele só, foi si infiando corredor adentro.
                          Como nós tinha se pilchado prá balaquiá no surungo, nós tava nus trinque. Cada um de bombacha, bota, pala nas espalda, o aba larga de tropero, a la Oreliano – como se dizia, e o cuera do Ormiro, prá se inzibi, ainda me bota um tirador e uma espora, daquelas cantadera, que naquele corredorzão do convento fazia um tirim-tim-tim – que Deus me perdoe – dus diabo.
                             Quase no fim do dito corredor frei Nelson nos mostra uma sala, convida prá gente entrá e pede prá aguardá que ele vai chamar o outro frei.
                              Na volta, acompanhado do frei Osvardo, apresenta nóis dois e pede que seu colega nos isplique mió o trabaio que ele tinha proposto prá nóis.
                         O frei Osvardo diz prá nóis que pricisa de um gaúcho pelo duro prá servi de modelo prá uma estauta incomendada pelo Sinhôr Luiz Matheus Todeschini, dono de uma fábrica de gaita, do município de Bento Gonçalves e que quiria infeitá a frente da fábrica com um gaúcho tocando uma sanfona, que era o que ele vendia prá toda a peonada que se metia a ser gaitero.
                              Como o frei achou que o Ormiro tinha a estampa boa prá precisão dele e adespos de acertá o preço do sirviço, incrusive a minha participação, se nóis quisesse, já pudia impeça o trabaio no otro dia.
                                  Voltemo no outro dia. O Ormiro, pilchadito no más, de vereda já foi passando a mão numa gaita que estava no galpão, incima duma pedra, chamada pelo frei de arenito, deu uma rasqueada nos teclado, infiou os dedo nas botoneras e me solta um vanerão lascado - Lágrimas de Mãe – do Reduzino Malaquias.
                              Mas óia só, tchê! Como nós tava num galpão nus fundo do convento, quando o Ormiro soltô a última nota, parecia que os anjo tinhum baxado por lá.
                                 O Frei Nelson saracoteava num canto, inquanto o frei Osvardo, cum us óio marejado e a boca meia aberta, não dava um pito siquer e eu, que só ficava oiando tudo, larguei um sapucai, que eu acho que tá retumbano inté hoje.
                             Foi naquele momento mágico que o escultor, que se arranchava no peito daquele padre, se revelô prá nóis, dizeno: Companheiros, em primeiro lugar meu nome é Osvaldo – com a letra L - frisô ele, e a gaita que tu acabou de tocar, que vai ficar eternamente retratada neste bloco de arenito, é um acordeon Todeschini, de oitenta baixos, modelo artist dois, fabricado em mil novecentos e cinquenta.
                              Despos, oiando bem na cara do Ormiro, disse prá ele que a estampa dele ia ficá pra toda vida entreverada naquela baita pedra de três metro de altura e mais de dois mil e quinhentos quilo e insiguidita, com uma mistura de martelo cum machado, se pego a marretiá a pedra.
                                   Bueno, a partir daí e por um monte de dias, que inté nem lembro más quantos, era o Ormiro fazendo pose, parado e duro como dois de pau e o frei Osvardo – com l , que mais parecia um pica pau nas tronquera, com aquele monte de ferramenta, meta a marretiá o tal bloco de arenito.
                                  Mas barbaridade vivente, como valeu a pena! Quano o frade avisô que a obra tava pronta, era o Ormiro, cuspido e iscarrado. Só faltava falá, porque da Todeschini véia eu inté ovia o resfolego dela, abrino, fechanu e derramanu as Lágrima da Mãe.
                                   Terminada a faina nós voltemo prás nossa changa, daí um par de dias, frei Nelson nos avisô que a estauta ia ser levada prá Bento e eles pricisavum de peão prá ajudá no transporte. Não deu outra, fumo nós os contratado.
                                    No dia acertado, lá tava nóis e incostado no galpão, de prontidão pru embarque do Gaitero, o Chevrolet Marta Rocha, da Guindastecchio.
                              Subimo na carroceria, peguemo uma corda de sisal, mais grossa que cabo de mango, passemo por cima da gaita e pur baxo do suvaco do “Ormiro”; nas costa fizemo um nó de argola, puxemo as ponta prá frente e tramemo a corda bem imbaxo da cordeona; insiguidita, despos de infiá o gancho do guindaste na argola, dei um berro pro guindastero – prá riba, índio véio.
                                 Gemeu o guindaste, a carroceria começo a istralá, e o Gaitero, dando uma gambetiada prá frente, impeço a subi. Aí quem não arresistiu fui eu. Abri bem a munheca, infiei os cinco dedo na cara – de pedra – do “Ormiro” e me soquei na boleia do Chevrolet, no rumo de Bento Gonçalves, prá istalá a estauta nas terra duma tal de Fenavinho. Aí tá a chapa, viste?
                                  - Espera aí, Eleutério, Tu falaste que a estátua era prá enfeitar a frente da fábrica, mas, na foto, ela aparece em frente de um pavilhão Fenavinho. Vê se tu desenleia direito causo.
                                   - Até aí tu tem razão. O seu Luiz Todeschini foi convidado prá sê o Vice do Sinhô Moysés Michelon, que era o Presidente da Fenavinho. Como o Luiz era dono da fábrica de gaita, entonce vivia sem tê ninhum entrevero cum negócio de vinho, foi aí que ele teve a tenência de só imprestá o Gaitero, prá infeitá o sítio do premero festival do vinho da serra gaúcha. Intendeu agora?
                                       - Ô Eleutério, entendi mais ou menos, mas até agora tu me contaste toda a lenga-lenga, e ainda não me falaste nada sobre o erro que existe no monumento.
                                          - Donde tu tirô que tem erro na Estauta? Olha esse outro retrato.
                                               - Tá vendo? Não fazia nem uma hora que nóis tinha descido ela do caminhão. Nela aparece o homi da incomenda, o tal de seu Luiz, com o casaco no braço, pilchado o frei Nelson e de braço cruzado o Frei Osvaldo.
                                              - Olha Tchê! tu sabes que o Léo é um cuera curtido nas lidas campeiras, eu entendo um pouco menos, mas tu, faz muito tempo, que trabalhas como tropeiro e não enxergas que, nessa foto, o tirador está no lado direito, enquanto deveria ser feito sobre a perna esquerda?
                                        - Ah! Entonces o tal de erro é esse?
                                         - Mas claro que é esse, tchê! Tu ainda não viu?
                                      - Intaum não tem ninhum erro, cosa ninhuma. Pos naum é que o Ormiro é canhoto, tchê?!! 

*Poeta Nativista
juarezmiranda@bol.com.br

14 CTGs da Região Central estão interditados

Entidades de Júlio de Castilhos, Santa Maria e Silveira Martins têm até o dia 13 para regularizar a situação

Na foto, Major Freitas e Tenente Coronel Maya (da esq. para dir.)Foto: Pâmela Matge / Especal
Pâmela Rubin Matge


Os festejos farroupilhas em 14 entidades tradicionalistas da região central correm risco de não ocorrer. Na manhã desta terça-feira, o comando do Corpo de Bombeiros de Santa Maria confirmou que 12 centros tradicionalistas de Santa Maria, uma de Silveira Martins e uma de Júlio de Castilhos estão interditados por irregularidades com o alvará. Entre as principais irreguralidades estão inadequações relacionadas a saídas e iluminação de emergência, extintores, alarmes, central de gás e falta do certificado do treinamento exigido pelos bombeiros.

Conforme o comandante dos Bombeiros, tenente-coronel Luis Marcelo Gonçalves Maya, se as entidades quiserem fazer programação durante a Semana Farroupilha, têm até o dia 13 de setembro para se regularizar.
_ Estamos organizados para garantir a interdição e, se necessário, com uso da força policial e prisões em flagrante. Também queremos deixar claro que nenhum tipo de pressão vai funcionar _ reitera Maya.

Ainda conforme Maya, em 4 de setembro de 2013, as entidades tradicionalistas se comprometeram em estar com tudo certo para 2014 durante uma reunião entre Ministério Público, bombeiros e os patrões das entidades. Em contrapartida, os bombeiros se responsabilizaram em assumir alguns riscos e liberar todos os CTGs em 2013, mesmo aqueles que não estavam com tudo correto. Um exemplo citado por Maya foi o da porta principal. Segundo ele, as portas devem ter barras anti-pânico, mas nem todas têm. Em 2013, os bombeiros aceitaram que os estabelecimentos ficassem com as portas totalmente abertas, o que não é o correto. 
_ A Semana Farroupilha de 2013 foi um caso excepcional devido ao que havia acontecido na cidade (a tragédia da boate Kiss). Passou-se um ano para que os Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) cumprissem a legislação _ explicou Maya.

O coordenador da 13ª Região Tradicionalista (RT), Ildo Wagner, explica que das 14 entidades tradicionalistas autuadas pelos bombeitos, nove são filiadas ao Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). Uma reunião na Casa do Gaúcho, sede da 13ª RT em Santa Maria, será realizada na noite desta quarta-feira. Entre os assuntos que serão discutidos entre os patrões e representantes estão as ações de adequação para obtenção do alvará dos bombeiros e a participação das entidades no Desfile Farroupilha, dia 20 de setembro.

Fonte: pamela.matge@diariosm.com.br http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/

Ordem de apresentação dos poemas da 19ª Quadra da Sesmaria de Osório.

O prazo para envio das fichas técnicas com declamadores e amadrinhadores é até o dia 4 de setembro.
Segue ordem de apresentação dos poemas

1) TEMA MAÇAMBIQUES: 
Poema MAÇAMBIQUES
Autor : Léo Ribeiro de Souza - Porto Alegre

2) QUANDO O DIA OLHA P’RA DENTRO
Autor : Cândido Brasil – Cachoeirinha
Declamador: Cândido Brasil
Amadrinhador: Lucas Brasil

3) A MONTANHA DO TIO ANCO
Autor: Carlos Omar Villela Gomes - Silveira Martins

4) O HOMEM DENTRO DO ESPELHO
Autor: Bianca Bergmam - Silveira Martins

5) AS MÃOS DO MEU AVÔ!
Autor: Paulo Ricardo Costa - Santa Maria
Declamador: Fabrício Vargas
Amadrinhador: Kayke Mello

6) DOS MEMORIAIS DE UM TROPEIRO "Na rota dos Maçambiques”
Autor: Luis Lopes de Souza - Passo Fundo

7) MINHAS BONECAS
Autor: José Luiz Flores Moró - Farroupilha

8) QUANDO A ALMA ENTENDE O VERSO
Autores : Joseti Gomes (Gravataí) e Alberto Sales - (Caxias do Sul)
Declamador: Luis Afonso Torres
Amadrinhador: Marcus Morais

9) PRA OS QUE DÃO VIDA A POESIA
Autor: Sebastião Teixeira Corrêa - Caxias do Su

10) SONETO DAS SAUDADES
Autores : Everton Michels e Robson Fogaça - Criciuma - SC
Declamadora: Liliana Cardoso
Amadrinhador: Marcus Morais

11) DE POTROS E GINETEADAS
Autores: Cristiano Medeiros e Adriano Medeiros - Lages - SC
Declamador: Jair Silveira
Amadrinhador: Gustavo Campos

1ª TERTÚLIA DA POESIA de Santa Maria

REGULAMENTO -

I - DOS OBJETIVOS 
Art. 1º - Descobrir e difundir novos talentos na área da produção poética, da arte declamatória e do acompanhamento musical destas artes, bem como consolidar o talento de poetas, declamadores e amadrinhadores já consagrados. 

Art. 2º - Divulgar, através da poesia, a história e a cultura do povo do Rio Grande do Sul. 

Art. 3º - Proporcionar a integração da comunidade santamariense com poetas, declamadores e amadrinhadores de outras querências, consolidando cada vez mais a cidade de Santa Maria como importante pólo cultural rio-grandense. 


II – DA PROMOÇÃO E COORDENAÇÃO 
Art. 4º - A 1ª TERTÚLIA DA POESIA é uma promoção/realização da Prefeitura Municipal de Santa Maria, do Galpão da Poesia Crioula, do CPF Piá do Sul, e se integra às atividades e à programação da XXII Tertúlia Musical Nativista. 

Art. 5º - A Coordenação da 1ª TERTÚLIA DA POESIA estará a cargo de uma Comissão Executiva, indicada pelo Galpão da Poesia Crioula e nomeada pelo Senhor Prefeito Municipal de Santa Maria, composta por pessoas de reconhecida capacidade e conhecimento, e que atuarão voluntariamente, sem remuneração. A Secretaria da Cultura poderá indicar um representante para integrar esta comissão. 

Art. 6º - A Comissão Executiva será a responsável pelo planejamento, organização e execução da 1ª TERTÚLIA DA POESIA. 

III – DA PARTICIPAÇÃO E INSCRIÇÃO 
Art. 7º - Poderão participar da 1ª TERTÚLIA DA POESIA, poetas, declamadores e amadrinhadores de qualquer parte do Brasil e do mundo, desde que respeitadas as propostas do evento. 

Art. 8º - Somente poderão participar poemas inéditos, ou seja, que não tenham sido gravados, impressos ou divulgados em qualquer veículo de comunicação de massa, podendo, entretanto, terem participado de outros festivais, desde que não tenham sido premiados ou registrados em disco ou livro. 

Art. 9º - Os poemas deverão versar sobre os usos e costumes tradicionais do povo gaúcho, sendo que o tema deverá estar devidamente identificado com o contexto político-econômico-sócio-cultural do Rio Grande do Sul, podendo ser valorizados os aspectos locais. 

Art. 10º - Os trabalhos deverão ter como base a língua portuguesa podendo, entretanto, conter termos ou fragmentos em língua espanhola ou outras linguagens de povos formadores da cultura gaúcha riograndense. 

Art. 11º - É vedada a participação dos componentes da comissão executiva, da comissão avaliadora e integrantes do governo municipal. 

Art. 12º - Cada poeta poderá inscrever quantos poemas desejar, podendo classificar apenas 01 (um). 

Art. 13º - Cada trabalho inscrito deverá estar acompanhado da ficha de inscrição preenchida, e de 04 (quatro) cópias do poema, digitado em fonte tamanho 12, constando apenas o título. Não será necessária a gravação. 

§ único: Somente serão considerados inscritos os trabalhos que receberem a confirmação do efetivo recebimento por parte da comissão executiva. 

Art. 14º - As inscrições serão encerradas no dia 22 de setembro, impreterivelmente. 

Art. 15º - Os trabalhos deverão ser enviados para um dos endereços abaixo: 
a) Correio ou pessoalmente: Casa de Cultura de Santa Maria / 1ª Tertúlia da Poesia, Praça Saldanha Marinho, s/nº, Santa Maria, RS. 

b) E-mail: tertuliadapoesia@13rt.rs com cópia para tertuliadapoesia@gmail.com 

IV – DA SELEÇÃO E GRAVAÇÃO DO CD 
Art. 16º - A Comissão Avaliadora, de 23 a 28 de setembro, selecionará até 12 (doze) poemas, que farão parte do CD da 1ª TERTÚLIA DA POESIA. 

Art. 17º - Os classificados serão cientificados através de correio eletrônico (e-mail) ou telefone ou correspondência ou através dos veículos de comunicação, no dia 29 de setembro. 

Art. 18º - O CD da 1ª TERTÚLIA DA POESIA será gravado antecipadamente e será lançado durante o evento. 

Art. 19º - Os autores serão responsáveis pela gravação do trabalho selecionado e deverão entregá-lo gravado em CD até o dia 08 de outubro, única oportunidade de corrigir a ficha técnica com o nome dos autores, intérpretes e amadrinhadores, para o encarte ou capa do CD da 1ª TERTÚLIA DA POESIA. Vale a data do recebimento efetivo e não a de postagem. 

Art. 20º - O trabalho que não for entregue gravado na data estipulada será desclassificado e substituído pelo 1º suplente na classificação, e assim sucessivamente. 

Art. 21º - O estúdio para a gravação do trabalho é de inteira responsabilidade dos autores, porém a qualidade da gravação deverá ser aprovada pelo produtor do disco e o técnico de masterização. 

§ único: Caso a gravação não seja aprovada, o concorrente terá o prazo de 04 (quatro) dias para entregar nova gravação, sob pena de substituição pelo trabalho suplente. 

Art. 22º - A duração da gravação não poderá exceder a 08 (oito) minutos. 

Art. 23º - Todo concorrente, uma vez inscrito na 1ª TERTÚLIA DA POESIA, estará automaticamente cedendo aos promotores os direitos de comercialização dos trabalhos inscritos e autorizando a gravação em CD e/ou DVD, bem como a divulgação do seu trabalho, em caráter irrestrito, ressalvados os direitos autorais pertinentes e previstos em legislação específica. 

§ único: Anexar uma declaração (modelo será disponibilizado) renunciando aos direitos autorais, exclusivamente para a apresentação no dia do evento (exigência do ECAD). 

V - DA APRESENTAÇÃO E AVALIAÇÃO 
Art. 24º - Os poemas serão apresentados no palco da 1ª TERTÚLIA DA POESIA no dia 01 de novembro de 2014, sábado, a partir das 20 horas. 

Art. 25º - A apresentação no palco deverá ser realizada pelos mesmos que participaram da gravação, salvo motivo de força maior e com autorização expressa da comissão executiva. 

Art. 26º - Os declamadores poderão se fazer acompanhar por amadrinhadores, onde ambos estarão concorrendo à premiação específica. 

Art. 27º - Cada declamador ou amadrinhador poderá participar da apresentação de apenas 01 (um) poema, de sua autoria ou não. 

Art. 28º - Os declamadores e amadrinhadores, quando da apresentação, deverão estar pilchados com a indumentária gaúcha. 

Art. 29º - A apresentação do poema não poderá ultrapassar a 10 (dez) minutos. O trabalho que exceder este tempo não poderá ser premiado. 

Art. 30º - A apresentação do trabalho no palco será de inteira responsabilidade dos autores, declamadores e amadrinhadores, inclusive quanto ao porte de documentação que os habilite junto aos órgãos de classe. 

Art. 31º - O horário para a equalização do som será das 14 às 18 horas, por ordem de chegada, sem prorrogação. 

Art. 32º - Para a apuração dos vencedores a avaliação levará em conta o conjunto, ou seja, o poema e a apresentação no palco. 

Art. 33º - A escolha do “Melhor Poema” observará somente a qualidade da obra literária, assim como a escolha do “Melhor Declamador” e “Melhor Amadrinhador” levará em conta o desempenho individual. 

Art. 34º - Os critérios de avaliação serão de responsabilidade da Comissão Avaliadora (julgadora). 

Art. 35º - A Comissão Avaliadora da 1ª TERTÚLIA DA POESIA, indicada pela Comissão Executiva, será composta por pessoas de reconhecida capacidade e conhecimento, sendo de 3 a 5 componentes. Suas decisões avaliativas, técnicas ou subjetivas, serão soberanas e irrecorríveis. 

VI - DA PREMIAÇÃO E AJUDA DE CUSTO 
Art. 36º - Cada um dos 12 (doze) poemas selecionados para participar da 1ª TERTÚLIA DA POESIA receberá uma premiação (ajuda de custo) no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais), entregues logo após a apresentação do trabalho no palco, para o autor ou para o declamador, através de cheque nominal. 

Art. 37º - Os autores receberão a quantidade de 10 (dez) CD para cada poema de sua autoria apresentado no palco da 1ª TERTÚLIA DA POESIA, a título de ressarcimento pelo custo da gravação. 

Art. 38º - Os vencedores receberão a seguinte premiação: 
1º lugar ................................... Troféu Antonio Augusto Ferreira + R$ 1.200,00 (mil e duzentos reais) 
2º lugar .................................... Troféu Antonio Carlos Machado + R$ 800,00 (oitocentos reais) 
3º lugar ................................... Troféu Prado Veppo + R$ 500,00 (quinhentos reais) 
Melhor Poema ........................ Troféu Jayme Caetano Braun + R$ 400,00 (quatrocentos reais) 
2º lugar .................................... Troféu Chico Ribeiro + R$ 300,00 (trezentos reais) 
3º lugar .................................... Troféu Joarez Fialho + R$ 200,00 (duzentos reais) 
Melhor Declamador(a) ............ Troféu Marco Aurélio Campos + R$ 400,00 (quatrocentos reais) 2º lugar .................................... Troféu Ladmir Candaten + R$ 300,00 (trezentos reais) 
3º lugar .................................... Troféu Renê da Silva Nunes + R$ 200,00 (duzentos reais) 
Melhor Amadrinhador(a) ........ Troféu Noel Guarany + R$ 400,00 (quatrocentos reais) 
2º lugar .................................... Troféu Cenair Maycá + R$ 300,00 (trezentos reais) 
3º lugar .................................... Troféu Chaloy Jara + R$ 200,00 (duzentos reais) 

Art. 39º - Cada um dos avaliadores (jurados) receberá uma ajuda de custo no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais). 

VII - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 
Art. 40º - O regulamento e a ficha de inscrição poderão ser encontrados nos seguintes endereços: a) Casa de Cultura - Praça Saldanha Marinho, s/nº, Santa Maria, RS. 

c) ou nos endereços virtuais: www.santamaria.rs.gov.br ou www.13rt.rs 

Art. 41º - A Comissão Executiva reserva-se o direito de excluir do evento qualquer participante que se portar em desacordo com os princípios éticos do gaúcho ou não respeitarem as disposições do presente regulamento. 

Art. 42º - Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos, soberanamente, pela Comissão Executiva da 1ª TERTÚLIA DA POESIA. 

Santa Maria, 20 de agosto de 2014. 

Comissão de Honra: 
- Cezar Augusto Schirmer - Prefeito Municipal de Santa Maria 
- Marília Chartune Teixeira - Secretária de Município da Cultura 
- Ildo Wagner - Coordenador da 13ª Região Tradicionalista 
- Francisco Miguel Scaramussa - Presidente do Galpão da Poesia Crioula 
- Valmir Bohmer - Patrão do CPF Piá do Sul 

Comissão Executiva: 
- Carlinhos Lima - coordenador geral
- Fabrício Vargas - coordenador
- Paulo Ricardo Costa - coordenador
- Dulce Cardoso - secretária
- Valmir Bohmer - tesoureiro

Comissão Avaliadora:
- Colmar Pereira Duarte - Uruguaiana
- Pedro Junior da Fontoura - Bento Gonçalves
- Claudio Silveira - Santana do Livramento
- Cássia Machado - Ijuí - revisora/assistente

Homenageados:
- Antonio Augusto Ferreira (in memorian)
- Colmar Pereira Duarte

1ª TERTÚLIA DA POESIA
01 de novembro de 2014
Theatro Treze de Maio – Santa Maria, RS

1ª TERTÚLIA DA POESIA

01 de novembro de 2014

Theatro Treze de Maio – Santa Maria, RS




TÍTULO DO POEMA: 
..................................................................................................................................................................

AUTOR(es): 
..................................................................................................................................................................
RG: ......................................................................   CPF: ........................................................................
FONE: ...............................................  E-MAIL: ......................................................................................
ENDEREÇO/CIDADE/ESTADO: .......................................................................................................
..................................................................................................................................................................

PROVÁVEL INTÉRPRETE: 
..................................................................................................................................................................
PROVÁVEL AMADRINHADOR: 
.................................................................................................................................................................

RESPONSÁVEL PELA INSCRIÇÃO (Autor ou Declamador ou Amadrinhador):
DECLARO ESTAR CIENTE E DE ACORDO COM O REGULAMENTO DA 1ª TERTÚLIA DA POESIA.
NOME: ...........................................................................................................................................................
DATA: ............/............/...................
ASSINATURA: .......................................................................................................

OBS.: A ajuda de custo será paga a um dos autores que se apresentar com a sua respectiva documentação, conforme consta na ficha de inscrição, ou, na ausência destes, ao(s) intérprete(s).




segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Dois pesos, duas medidas!


Pois é, é inacreditável que ainda exitam dois pesos e duas medidas, sim, no ano passado Tradicionalistas forma multados por agentes de trânsito da Prefeitura de Santa Maria, por estarem desfilando nas carrocerias dos caminhões, no desfile temático, apoiado pela Própria Prefeitura que fazia propaganda do desfile, fazendo com que hoje, os CTGs tendo que pagar as multas não queriam desfilar. Ontem o Candidato a Deputado Fabiano Pereira fez carreata e além deles muitas pessoas estavam nas carrocerias de camionetes e caminhões, certamente que foram multados. Será?
Veja as fotos e o que diz Ruam Pablo Martini, sócio de um CTG em sua página da WEB.
Queria saber onde esta a multa do candidato a deputado federal Fabiano Pereira? Ontem ao sair de casa com minha familia passando pela carreata me deparo com o candidato em cima de um caminhao ( como a foto mostra. Foto que esta em seu facebook). No desfile do dia 20 de setembro todos os CTGs foram multados apos terminarem o desfile seguir ate suas sedes. Eu como dançarido do CTF os nativos revoltado com esse fato peço que compartilhem...

Pois é vamos esperar a Prefeitura deve ter uma explicação.

HOMENAGENS NA Vª TERTÚLIA MAÇÔNICA


Tadeu Martins - Multiartista do Rio Grande, mas acima de tudo gente com G maiúsculo e em nome daEstância da Poesia Crioula, a ACADEMIA XUCRA DO RIO GRANDE, o Presidente Wilson Tubino, um fidalgo das letras e da tradição regional. 
Parabéns pela sensibilidade e seriedade dos organizadores de um evento nesta magnitude, em especial ao coordenador Léo Ribeiro de Souza, que além de poeta de mão cheia é um inscansável batalhador em prol da cultura gaúcha. 
BRAVO! VIVA! A todos os artistas participantes que fizeram do palco um rodeio de gala, envolvendo poesia e melodia, mesclados com o atávico sentimento de amor pela cultura terrunha.

Texto: Cândido Brasil 

Convite - DTG Noel Guarany

O Departamento de Tradições Gaúchas Noel Guarany tem a honra de convidar aos senhores para que prestigiem a Solenidade de Troca de Gestão de Prendas e Peões e também de Capatazes Campeiros.
Contamos com a presença de todos para compartilharem conosco de mais um momento ímpar em nossa história!

"A vida exige leveza, assim como a viagem. 
A estrada fica mais bonita quando podemos olhá-la sem o peso de malas nas mãos..."
[Pd. F. de Mello]

*GESTÃO DE PRENDAS E PEÕES DO DTG NOEL GUARANY 2014/2015

Prendas:

Peões: