quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Chimarrão - Origem

Típico chimarrão
O chimarrão ou mate é uma bebida característica da cultura do sul da América do Sul, legada pelas culturas indígenas caingangue,guarani, aimará e quíchua. É composto por uma cuia, uma bomba, erva-mate moída e água a aproximadamente 80 graus centígrados. O termo mate (oriundo do quíchua mati)[1] como sinônimo de chimarrão é mais utilizado nos países de língua castelhana. O termo "chimarrão" é o mais adotado no Brasil, sendo um termo oriundo da palavra castelhana rioplatense cimarrón.[2] O termo "chimarrão" pode, ainda, designar qualquer bebida (café, chá etc.) preparada sem açúcar; o gado domesticado que retornou ao estado de vida selvagem; e o cão sem dono, bravio, que se alimenta de animais que caça.[3]
Os primeiros povos de que se tem conhecimento de terem feito uso da erva-mate são os índios guaranis, que habitavam a região definida pelas bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai na época da chegada dos colonizadores espanhóis; e os índioscaingangues,[4] que habitavam o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Misiones.[5] Da metade do século XVI até1632, a extração de erva-mate era a atividade econômica mais importante da Província Del Guayrá, território que abrangia praticamente o Paraná, e no qual foram fundadas três cidades espanholas e quinze reduções jesuíticas.[6]
O chimarrão chegou a ser proibido no sul do Brasil durante o século XVI, sendo considerado "erva do diabo" pelos padres jesuítas dasreduções do Guairá. A partir do século XVII, no entanto, os mesmos mudaram sua atitude para com a bebida e passaram a incentivar seu uso com o objetivo de afastar a população local do consumo de bebidas alcoólicas.[7]

O Chimarrão

O chimarrão é montado com erva-mate moída, adicionada de água quente (sem ferver, aproximadamente 80°C). Tem sabor amargo, dependendo da qualidade da erva-mate. A erva pronta para o uso consiste em folhas e ramos finos de Ilex paraguariensis (menos de 1,5 milímetros), secos e triturados, passados em peneira grossa, de cor que varia do verde ao amarelo-palha, havendo uma grande variedade de tipos, uns mais finos, outros mais encorpados, vendidos a diversos preços. O predomínio de folhas ou talos em sua composição, bem como sua granulometria, variam de região para região.
Um aparato fundamental para o chimarrão é a cuia, vasilha feita do fruto da cuieira ou do porongo, que pode ser simples ou mesmo ricamente lavrada e ornada em ouro, pratae outros metais, com a largura de uma boa caneca e a altura de um copo fundo, no formato de um seio de mulher (no caso do porongo) ou no de uma esfera (no caso da cuieira). Há quem tome chimarrão em outros recipientes, mas a prática é geralmente mal vista.
O outro talher indispensável é a bomba ou bombilha, um canudo de cerca de seis a nove milímetros de diâmetro, normalmente feito em prata lavrada e muitas vezes ornado com pedras preciosas, de cerca de 25 centímetros de comprimento, em cuja extremidade inferior há um pequeno filtro do tamanho de uma moeda e, na extremidade superior, um bocal, muitas vezes executado em folhas de ouro para evitar a oxidação de metais menos nobres.

Propriedades medicinais e nutritivas

Estudos detectaram, na bebida, a presença de muitas vitaminas, como as do complexo B, a vitamina C e a vitamina D, e de sais minerais, como cálcio, manganês e potássio. Combate os radicais livres. Auxilia na digestão e produz efeitos antirreumático, diurético, estimulante e laxante. Não é indicado para pessoas que sofrem de insônia e nervosismo, pois é estimulante natural. Contém saponina, que é um dos componentes da testosterona, razão pela qual melhora a libido.
Análises e estudos sobre a erva-mate têm revelado uma composição que identifica diversas propriedades benéficas ao ser humano, pois estão contidos, nas folhas da erva-mate, alcaloides (cafeína, teofilina, teobromina etc.), ácidos fólicos e cafeico (taninos), vitaminas (A, B1, B2, C, e E), sais minerais (alumínio, ferro, fósforo, cálcio, magnésio,manganês e potássio), proteínas (aminoácidos essenciais), glicídeos (frutose, glucose, sacarose etc.), lipídios (óleos essenciais e substâncias ceráceas), além de celulose,dextrina, sacarina e gomas.
O consumo da erva-mate está relacionado também ao poder que ela tem de estimular a atividade física e mental, atuando beneficamente sobre os nervos e músculos, combatendo a fadiga, proporcionando a sensação de saciedade, sem provocar efeitos colaterais como insônia e irritabilidade (apenas pessoas sensíveis aos estimulantes contidos na erva-mate podem sofrer algum efeito colateral). A erva também atua sobre a circulação, acelerando o ritmo cardíaco e harmonizando o funcionamento bulbo medular. Age sobre o tubo digestivo, facilitando a digestão sendo diurética e laxativa. É considerada ainda um ótimo remédio para a pele e reguladora das funções cardíacas e respiratórias, além de exercer importante papel na regeneração celular.
Assim, os pesquisadores concluíram que o mate contém praticamente todas as vitaminas necessárias para sustentar a vida, e que a erva-mate é uma planta indiscutivelmente especial, já que é muito difícil encontrar em qualquer lugar do mundo outra planta que se iguale ao seu valor nutricional.[8]
No entanto, existem pesquisas que investigam a ligação entre a ingestão de chimarrão em alta temperatura e o câncer de esôfago.[9]

Características

Uma cuia e uma bomba
  • Digestiva
  • É um moderado diurético
  • Estimulante das atividades físicas e mentais
  • Auxiliar na regeneração celular
  • Elimina a fadiga
  • Contém vitaminas - A, B1, B2, C e E
  • É rica em sais minerais como cálcio, ferro, fósforo, potássio e manganês
  • É um estimulante natural que não tem contraindicações
  • É vasodilatador: atua sobre a circulação, acelerando o ritmo cardíaco
  • Auxiliar no combate ao colesterol ruim (LDL), graças a sua ação antioxidante
  • Por ser estimulante, possui, também, poderes afrodisíacos, graças à vitamina E presente na erva-mate
  • É rica em flavonoides (antioxidantes vegetais) que protegem as células e previnem o envelhecimento precoce, tendo um efeito mais duradouro pela forma especial como se toma o mate
  • Segundo o médico pesquisador Oly Schwingel, é indicado o uso do chimarrão de duas a três vezes ao dia
  • Previne a osteoporose, fortalecendo a estrutura óssea graças ao cálcio e às vitaminas contidas na erva-mate
  • Contribui na estabilidade dos sintomas da gota (excesso de ácido úrico no organismo)
  • É rico em fibras que contribuem para o bom funcionamento do intestino
  • Auxiliar em dietas de emagrecimento
  • Atua beneficamente sobre os nervos e músculos
  • Regulador das funções cardíacas e respiratórias
  • Segundo o Instituto Pasteur da França e a Sociedade Científica de Paris, a erva-mate possui praticamente todas as vitaminas essenciais à manutenção da vida humana[10]

Etiqueta

O chimarrão tradicionalmente é uma "bebida coletiva", hábito derivado da tradição indígena de compartilhar a bebida em rituais comunitários. Porém é comum alguns aficionados o tomarem durante todo o dia, mesmo a sós. Embora seja cotidiano o seu consumo doméstico, principalmente quando a família se reúne, é quase obrigatório quando chegam visitas ou hóspedes. O chimarrão é símbolo da hospitalidade sulista: quem chega como visita em uma casa dessa região, é logo recebido com uma cuia de chimarrão. Então assume-se um ar mais cerimonial e ritualístico, embora sem os rigores de cerimônias como a do chá japonês.
O mate servido
A água não pode estar em estado fervente, pois isso queima a erva e modifica seu gosto. Deve apenas esquentar o suficiente para "chiar" na chaleira. Enquanto a água esquenta, o dono (ou dona) da casa prepara o chimarrão na cuia.
Há quem diga que isso acaba estabelecendo a hierarquia social dos presentes, mas é unânime o entendimento de que tomar chimarrão é um ato amistoso e agregador entre os que o fazem, comparado muitas vezes com o costume do cachimbo da paz dos índios norte-americanos. Enquanto você passa o chimarrão para o próximo bebê-lo, ele vai ficando melhor, mais suave. Isso é interpretado poeticamente como você desejar algo de bom para a pessoa ao lado e, consequentemente, às outras que também irão beber o chimarrão.
Nesse cenário, o preparador é quem é visto mais altruisticamente. Além de prepará-lo para outras pessoas poderem apreciá-lo, é o primeiro a beber, em sinal de educação, para testar a temperatura e o gosto do primeiro chimarrão que é o mais amargo. Também é de praxe o preparador encher novamente a cuia com água morna (sobre a mesma erva-mate) antes de passar cuia, para as mãos de outra pessoa (ou da pessoa mais proeminente presente), que, depois de sugar toda a água, deve também renovar a água antes de passar a cuia ao próximo presente.
Na Região da Campanha do Rio Grande do Sul, a roda do mate, começa com o preparador (geralmente o dono da casa ou estabelecimento, em locais mais informais, o dono dos apetrechos) tomando o primeiro e o segundo chimarrão, que depois é passado para o primeiro à sua esquerda, e assim sucessivamente. Pode-se entrar na roda de chimarrão a qualquer momento, mas depois de estar nela, o correto é esperar até que chegue sua vez novamente e ninguém deve ser favorecido, passando o chimarrão fora da ordem. Após terminar o chimarrão, devolve-se a cuia com a mão direita para quem está servindo. Também não costuma-se agradecer a cada chimarrão consumido, pois quando alguém pronuncia a palavra "obrigado" na roda de chimarrão, ao final de um mate, devolvendo a cuia, é sinal que está satisfeito e não beberá mais o chimarrão naquela oportunidade.
Não se esqueça de tomar o chimarrão totalmente, fazendo a cuia "roncar". Se considera uma situação desagradável quando o chimarrão é passado adiante sem fazer roncá-lo porque o próximo da roda tem direito a um novo mate com água nova na temperatura certa.

Consumo

Ainda hoje, é hábito fortemente arraigado na Argentina; no Uruguai; em partes da Bolívia e do Chile; nos estados brasileiros do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e em partes de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia.

Influência na cultura popular

Estátua de um homem servindo-se de chimarrão em Posadas, naArgentina
A cultura indígena da preparação e ingestão da erva-mate foi assimilada pelos colonizadores europeus, estando atualmente bastante arraigada na vida cotidiana das pessoas do sul da América do Sul. O hábito de se tomar o chimarrão passa de geração a geração, sendo iniciado já na infância.
A banda do Rio Grande do Sul Engenheiros do Hawaii compôs uma canção chamada "Ilex Paraguariensis", em homenagem ao chimarrão. No mesmo estado brasileiro, a microcervejaria Dado Bier lançou uma cerveja de mate, a "Ilex".[11] Na Alemanha, na cidade deBerlim, também é produzida uma cerveja à base de mate produzida pela empresa Meta Mate.[12] A chamada Mier já foi produzida em diversos países europeus graças à receita aberta,[13] que permite que qualquer pessoa produza sua própria versão em qualquer cervejaria, através da licença Creative Commons.
Em 2003, a história do chimarrão virou enredo da escola de samba Aliança, de Joaçaba, em Santa Catarina, no Brasil. Na ocasião, a escola conquistou o seu terceiro título. O cantor e compositor Vítor Ramil, em seu cd Délibáb, fez a música "Chimarrão", inspirada em um poema de João da Cunha Vargas.

Fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Jota Quest poderá captar R$ 3,1 milhões pela Lei Rouanet para bancar turnê


O cantor do Jota Quest, Rogério Flausino | Fabiano Rocha

Vem mais polêmica
A recente decisão do TCU que proíbe usar recursos da Lei Rouanet em projetos com fins lucrativos e autossustentáveis ainda vai dar panos pra mangas.
A cantora Claúdia Leitte foi a primeira, com base no entendimento do TCU, desautorizada a captar R$ 356 mil junto a empresas privadas para lançar um livro.
Já a banda Jota Quest conseguiu autorização para captar R$ 3.151.448,80, para uma turnê comemorativa dos 20 anos do grupo.

Fonte: ANCELMO GOIS http://blogs.oglobo.globo.com/

26 de março - Dia do Laço


Projeto que cria o Dia do Laço é aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça
Escrito por Patrícia Cardoso Categoria: 

Por unanimidade, a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça-feira (23), o Projeto de Lei nº 377 que confere ao laço a distinção de instrumento campeiro símbolo do Rio Grande do Sul.

O texto instituí o Dia do Laço a ser comemorado anualmente em 26 de março, data do aniversário da cidade de Porto Alegre, palco de um dos mais de 400 rodeiros que movimentam anualmente o Estado. Atualmente, cerca de 20 mil laçadores atuam nos eventos em solo gaúcho, garantindo emoção nas pistas. O projeto também incorpora o Dia do Laço ao calendário de eventos oficiais do Rio Grande do Sul. Ainda hoje será protocolado um pedido para rápida votação em Plenário. “O projeto vem preencher uma lacuna na valorização de um dos símbolos mais importantes da cultura gaúcha juntamente com o churrasco, o chimarrão, o cavalo e a gaita”, lembra o deputado Elton Weber, autor do projeto.
De acordo com o texto, o laço caracteriza-se pela corda feita de couro cru, com comprimento de até 15 braças, de grande utilidade no dia-a-dia no campo e composto por argola, ilhada, o corpo de laço e a presilha.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Faltam oito dias para Esteio se transformar na Capital da Poesia Gaúcha

EsteioPoesiaIINo dia 27 de fevereiro, Esteio vai receber alguns dos maiores nomes que trabalham com a poesia regional gaúcha para o maior festival do gênero, em número de concorrentes, no Rio Grande do Sul. A partir das 20h, a Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya (Rua Padre Felipe, 900) sedia o 2º Esteio da Poesia Gaúcha, organizado pelas secretarias municipais de Arte e Cultura (SMAC) e de Comunicação Social (SMEE). A entrada para o evento é gratuita.
No palco, serão apresentadas 10 poesias inéditas, selecionadas pela Comissão Avaliadora entre as 425 inscritas para a disputa. Todos os trabalhos serão defendidos por declamadores com larga experiência na interpretação de temas gaúchos e amadrinhados por músicos de primeira linha. A variedade de motivos de inspiração para os versos classificados também é destaque, com textos que vão de protesto pela construção de uma represa a uma homenagem ao poeta, tradicionalista, folclorista e apresentador de TV Nico Fagundes, falecido em junho do ano passado. Também desfilarão poesias que falam de saudade - um dos assuntos prediletos dos poetas -, do homem que sai do campo e precisa vender o cavalo, do outro que fica no campo quando todos já se foram, do campeiro que acorda antes do dia e se prepara para a lida, do menino que brinca e sonha em ser mascate e até de uma boneca que só queria crescer junto com as meninas que por três gerações a embalaram nos braços para não ficar esquecida enquanto suas donas deixavam de ser crianças.
Antes e depois das poesias, será a música que vai emocionar ao público que for a Casa de Cultura. O festival, que terá apresentação da cantora, radialista, locutora e cerimonialista Maria Luiza Benitez, será aberto e ficará por conta de Nélida Rossi, cantora nascida em São Luiz Gonzaga que passou a infância em São Jerônimo e está radicada em Esteio há cinco anos. Depois da apresentação das poesias, enquanto a Comissão Avaliadora define quem serão os campeões do 2º Esteio da Poesia, o grupo Mas Bah!, de Novo Hamburgo, sobe ao palco para o show especial, que terá uma surpresa.

Números expressivos
Em número de poemas participantes, o Esteio da Poesia, em dois anos, já pode ser considerado o maior festival do gênero no Rio Grande do Sul. Ao todo, foram inscritas 425 poesias, enviadas por 124 poetas de 61 municípios diferentes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
Todos os finalistas receberão uma ajuda de custo de R$ 500. As três melhores poesias, os três melhores declamadores e os três melhores amadrinhadores receberão prêmios em dinheiro e troféus. Também será premiado com dinheiro aquele que for considerado o melhor trabalho em palco, resultado da harmonia entre letra, intérprete e amadrinhador. Além disto, todos os primeiros lugares vão ganhar duas diárias para casal na Hospedaria Provençal, de Canela (www.hospedariaprovencal.com.br), patrocinadora do evento.

Transmissão para o mundo
Quem não puder ir à Casa de Cultura para acompanhar o 2º Esteio da Poesia poderá assistir ao festival, ao vivo, pela Internet. A Prefeitura de Esteio e a TV Tradição, webtv especializada em cobertura de eventos voltados para o regionalismo gaúcho, fecharam uma parceria para a transmissão do festival. O evento poderá ser acompanhado em todo o mundo pelo site www.tvtradicao.com.br. Além disto, a empresa vai gravar o festival em DVD, disponibilizar vídeos do evento no Youtube e também instalar telões na Casa de Cultura para a projeção das imagens.
O festival também poderá ser ouvido pelas webradios Clarim Farrapo (www.clarimfarrapo.com.br) e Voz da Querência (www.vozdaquerencia.com.br) e será gravado pela Rádio Band para a veiculação no dia 6 de março no programa Do Litoral à Fronteira, do locutor Jairo Reis, a partir das 6h.

2º Esteio da Poesia Gaúcha
Final: 27 de fevereiro de 2016, a partir das 20h}
Local: Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya (Rua Padre Felipe, 900)
Entrada gratuita
Ordem de apresentação
1 - Quando Rompe a Represa do Olhar
Poeta: Adão Pedro Bernardes (Novo Hamburgo)
Declamador: José Estivalet (Porto Alegre)
Amadrinhador: Aroldo Torres (São Gabriel)
2 - O Tempo da Saudade
Poeta: Jurema Chaves (São Leopoldo)
Declamador: Márcio Erthal (Feliz)
Amadrinhador: Benhur da Costa (Rio Grande)
3 - O Livro do Coração
Poeta: Matheus Costa (Dom Pedrito)
Declamadora: Andréa Eloi (Lajeado)
Amadrinhador: Vinicius de Freitas (Lajeado)
4 - Quando se Vende um Pingo de Arreio
Poeta: Sebastião Teixeira Corrêa (Caxias do Sul)
Declamador: Gustavo Oliveira da Silva (Esteio)
Amadrinhador: Henrique Scholz (Campo Bom)
5 - Mascate da Esperança
Poetisa: Joseti Gomes (Gravataí)
Declamadora: Rosana Araujo (Viamão)
Amadrinhador: Marcus Morais (Guaíba)
6 - Marca e Sinal
Poeta: Carlos Omar Villela Gomes (Jaguari )
Declamador: Neiton Bittencourt Perufo (Alegrete)
Amadrinhador: Geraldo Trindade (Porto Alegre)
7 - Pago Vazio
Poeta: José Luiz Flores Moró (Farroupilha)
Declamadora: Liliana Cardoso Duarte (Porto Alegre)
Amadrinhador: Vinicius de Freitas (Lajeado)
8 - De Esporas Calçadas
Poeta: Caine Teixeira Garcia (Bagé)
Declamador: Jair Silveira (Cachoeririnha)
Amadrinhador: Zulmar Benitez (Santa Maria)
9 - A Menina que só Queria Crescer
Poetisa: Bianca Bergmam (Jaguari)
Declamadora: Priscilla Alves Colchete (Porto Alegre)
Amadrinhador: Geraldo Trindade (Porto Alegre)
10 - Não me Perguntes do Gaúcho Velho
Poeta: Rodrigo Bauer (São Borja)
Declamador: Pedro Júnior Lemos da Fontoura (Bento Gonçalves)
Amadrinhadores: Mário Tressoldi (Tramandaí) e Diego Barcelos(Santo Antônio da Patrulha)

Premiações
Ajuda de custo para os 10 trabalhos finalistas: R$ 500
Melhores Poesia
1º lugar: R$ 700 + troféu + diária para casal na Hospedaria Provençal, em Canela
2º lugar: R$ 500 + troféu
3º lugar: R$ 400 + troféu
Melhores Declamadores
1º lugar: R$ 500 + troféu + diária para casal na Hospedaria Provençal, em Canela
2º lugar: R$ 400 + troféu
3º lugar: R$ 300 + troféu
Melhores Amadrinhadores
1º lugar: R$ 500 + troféu + diária para casal na Hospedaria Provençal, em Canela
2º lugar: R$ 400 + troféu
3º lugar: R$ 300 + troféu
Melhor trabalho em palco: R$ 700 + troféu + diária para casal na Hospedaria Provençal, em Canela
Apresentadora
Maria Luiza Benitez
Com mais de 40 anos de carreira dedicados à música latino-americana, Maria Luiza Benitez faz parte da geração das primeiras intérpretes, precursoras do movimento nativista do Rio Grande do Sul. Eclética e inovadora, aposta em seus trabalhos na mistura de ritmos e gêneros que transcendem o espaço e o tempo, resultado do amor e da fusão de raças que contam a história do nosso povo, ultrapassando fronteiras. Além de outros tantos troféus e premiações que conquistou ao longo de sua carreira, em setembro de 2010, Malu recebeu a Medalha do Mérito Farroupilha, a mais alta honraria outorgada pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e, em 2013, uma homenagem especial na Câmara de Vereadores de Porto Alegre como Amiga do Folclore, por sua contribuição à cultura do Estado.

Jornalista e locutora, é apresentadora dos programas Nos Quadrantes do Sul e Chasque da Malu, na Rádio Guaíba, de Porto Alegre, o que lhe rendeu, nos dois últimos anos, o Prêmio Press de Jornalismo. Também apresenta o programa Mateadas, da TV Assembleia, todos os sábados e domingos, a partir das 8h30min, pelo Canal 16 da Net.

Comissão avaliadora
Cristiano Ferreira Pereira
Natural de Santana do Livramento, Cristiano Ferreira é engenheiro civil, funcionário público da Assembleia Legislativa e, no meio artístico, atua como poeta, compositor e declamador. É sócio e membro da diretoria da Estância da Poesia Crioula e integrante da Academia Santanense de Letras. Tem trabalhos publicados nas quatro primeiras edições da coletânea In Versus Veritas, da Casa do Poeta de São Pedro do Sul, na Antologia da Estância da Poesia Crioula, de 2011, e no Livro dos Patronos da Academia Santanense de Letras.

Ao longo dos anos, acumulou premiações de destaque em diversos festivais do Estado e fora dele, a exemplo dos primeiros lugares no 12º Bivaque da Poesia Gaúcha (Campo Bom), na 3ª e 6ª Querência da Poesia Gaúcha (Caxias do Sul), na 1ª Querência Amada da Poesia Gaúcha (Rolante) e no 1º Canto do Urutau da Poesia Gaúcha (São Pedro da Aldeia/RJ). Fruto de suas conquistas, em 2014 recebeu o troféu Antônio Augusto Ferreira como poeta mais premiado do ano. Atuou como membro das comissões avaliadoras do 11º Pealo da Poesia Campeira (Alegrete) e da 14ª Sesmaria da Poesia Gaúcha, entre outros inúmeros eventos poéticos do Estado. Em 2015, finalizou o seu primeiro livro, Coplas de Chimarrear Solito, com vários trabalhos poéticos individuais e alguns em parcerias com outros poetas.
 
Wilson Garcia Araújo
Radicado em Terra de Areia, o alegretense Wilson Araújo é personagem singular nos principais eventos de valorização e difusão da cultura gaúcha e um dos mais conceituados declamadores do Rio Grande do Sul. Tem atuado com desprendimento em todos os momentos em que é solicitado, nos quatro cantos do Rio Grande e em Santa Catarina. Já participou da comissão avaliadora de importantes eventos como Bivaque da Poesia Gaúcha (Campo Bom), Sesmaria da Poesia Gaúcha (Osório), Rodeio Internacional de Vacaria, Rodeio Internacional de Osório, Rodeio Internacional de São José-SC e Rodeio Internacional do Mercosul (Gravataí), entre outros.

Como declamador, já foi campeão do Festival Gaúcho de Arte e Tradição, do Rodeio Internacional da Vacaria, do Rodeio Internacional de São José-SC e do Rodeio dos Rodeios, realizado em Esteio, entre tantos outros. Além destes, Wilson é bicampeão da Semana Crioula Internacional de Bagé, do Rodeio Internacional de Osório, e tricampeão do Rodeio Nacional de Campo dos Bugres (Caxias do Sul).

Vaine Darde
Com mais de mil músicas gravadas por artistas gaúchos e de outros estados, este uruguaianense é um dos compositores mais premiados e reconhecidos do Rio Grande do Sul, tanto que seu nome consta no dicionário Cravo Albin de Música Popular Brasileira. Iniciou sua carreira como compositor e poeta em 1978, quando foi premiado no concurso Apesul/Correio do Povo Revelação Literária. Em 1988, em parceria com Gaúcho da Fronteira, ficou conhecido em todo o país com a música Vanerão Sambado. Em nova parceria com Gaúcho da Fronteira, compôs Herdeiro da Pampa Pobre, regravada pelo banda Engenheiros do Havaii, que o ajudou a afirmar-se no cenário musical do Estado.

Detentor de uma centena de prêmios em festivais, conquistou, em 1989, com Mandala das Esporas, parceria com Elton Saldanha, a Calhandra de Ouro, prêmio máximo da Califórnia Canção Nativa, festival que originou o movimento nativista gaúcho. Em 1997 e 1998 recebeu o troféu Vitória, concedido pela Secretaria Estadual da Cultura (SEC), pelo conjunto da obra. Em 2004, ganhou o troféu Clave do Sul, distinção dada pela SEC e Instituto Estadual de Música (IEM) também pelo conjunto da obra.

Possui uma coletânea de sua obra da Usa Discos, em discografia que inclui 12 compositores consagrados intitulada Autores do Sul. Seus poemas e sonetos compõem várias antologias. Vaide Darde, que já atuou em dezenas de comissões avaliadoras em festivais no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, prepara seu primeiro livro individual.
Fonte: http://www.esteio.rs.gov.br/

Documentário da Querencia do Bugio de 2003 - 10 Anos


Que a hístória não se perca por conta da falta de inteligência dos gestores públicos. Enquanto a Politicagem suja e nojenta colocarem pessoas incompetentes gerindo os órgão públicos, teremos povos carente de educação e cultura e com isso continuaremos tendo governantes alienados e sem compromisso com a verdade e com a história de seu Povo.
Um dia, quem sabe, quando os maus feitores se afogarem na sua ignorância, teremos homens de verdade dando educação e cultura, pois só com isso terão vozes bradando contra falsos tiranos, que se escondem atrás das mazelas fecais que os ostentam em cargos, embora a competência não seja verbo que saibas conjugar.
Estaremos sempre lembrando e protestando contra esses que se aproveitam da bondade de um Povo sem maldade e os massifica com "asneiras" e esculacho, enquanto bebemoram e comemoram regados a quitutes comprado com o dinheiro desse mesmo povo.
Um dia os Homens passam e só fica dois tipos de história à ser contada: dos que sempre fazem e continuarão fazendo e dos que nada fazem e nunca os farão.  

As da Minha Marca

Estamos ai com mais um disco na Praça, e dessa vez trazendo as parcerias com os grupos de bailes do Rio Grande do Sul, tais como: Os Serranos, Os Monarcas, Grupo Floreio, Walter Morais, Edson Vargas e grupo Galope do Mouro, Grupo Vistaço, Amilton Brum e tantos outros, que no decorrer desse tempo nos parceiraram pelos palcos desse Rio Grande.
As rádio que ainda não tem esse CD que entre em contato conosco por e-mail: pauloricardocosta@yahoo.com.br ou pela minha página no facebook.

1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA

1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA
Homenageado: Sílvio Aymone Genro

REGULAMENTO
OBJETIVOS

Art. 1 - A 1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA é um festival poético-declamatório de poemas inéditos, cuja temática deve estar identificada com o contexto sócio-cultural do gaúcho, em todos os seus aspectos e épocas, abordando o mosaico de estilos literários que o caracterizam.
Art. 2 - A 1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA é um projeto cultural desenvolvido pelo CTG Patrulha do Oeste, com apoio da Prefeitura Municipal de Uruguaiana, através da Secretaria de Cultura, tendo por objetivos:
a) Integrar, através da poesia, a comunidade uruguaianense ao meio poético-declamatório gaúcho, reforçando o papel de Uruguaiana enquanto fomentadora cultural e semeadora de sensibilidade e de consciências em prol de um mundo mais humano e mais justo.

b) Proporcionar mais um palco digno para a propagação dessa arte tão importante.

c) Divulgar a arte, a história, a cultura, a tradição e a contemporaneidade do Rio Grande do Sul, através do verso.

COORDENAÇÃO

Art. 3 - A coordenação da 1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA estará a cargo da Comissão Organizadora do evento.
a) A Comissão Organizadora é responsável pela elaboração do projeto e pela execução e avaliação do evento.

b) A Comissão Organizadora indicará a Comissão Avaliadora, que será integrada por poetas, compositores e declamadores de reconhecido renome no cenário cultural rio-grandense.
DO LOCAL E DATA

Art. 4 - O Festival será realizado no dia 21 de maio de 2016, em Uruguaiana-RS, na sede do CTG PATRULHA DO OESTE, às 21h.

PARTICIPAÇÃO

Art. 5 - Poderão participar da 1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA, poetas e declamadores brasileiros ou radicados no Brasil, desde que respeitada a proposta do evento, ou seja, abordando temas identificados com o contexto sócio- cultural gaúcho, sendo aceitos somente trabalhos em língua portuguesa, permitidos regionalismos.
Parágrafo 1º - Haverá premiação específica para o Melhor Tema Sobre Uruguaiana, devendo ser classificado no mínimo um poema com tal temática.

Parágrafo 2º - Os autores cedem o direito de gravação e comercialização, ressalvados os direitos autorais, dos poemas integrantes da 1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA, correspondente à edição e/ou reedição do CD/DVD.

Parágrafo 3º - É vedada a participação dos membros da Comissão Organizadora, auxiliares, funcionários, conselheiros, como concorrentes em qualquer circunstância.

INSCRIÇÃO

Art. 6 - Cada autor poderá efetuar um número ilimitado de inscrições, podendo classificar apenas 1(um) poema. As inscrições estarão abertas até o dia 18 de março de 2016.
Parágrafo Único - As poesias deverão ser enviadas exclusivamente através do correio eletrônico: patrulhauruguaianense@hotmail.com, juntamente com a ficha de inscrição totalmente preenchida com os dados constantes no modelo constante ao final deste. (Não serão aceitas inscrições sem a ficha de inscrição anexa ao e-mail).
Art. 8 - Os autores poderão enviar mais de uma poesia por e-mail, mas com uma ficha de inscrição para cada poesia.

Art. 9 - O concorrente, após inscrever seu trabalho, não poderá divulgá-lo até o final do evento.
Art. 10 - A assinatura da ficha de inscrição, e/ou a efetuação da inscrição por e-mail pelo responsável, implica na aceitação expressa de todos os artigos constantes deste regulamento por todos os demais elementos do grupo, sendo que o festival não se obriga a cumprir o que nele não foi estipulado.
Art. 11 - A gravação de cada um dos trabalhos classificados terá como parâmetro o tempo de 6(seis) minutos.
Art. 12 - Encerrado o prazo para inscrições, a Comissão Avaliadora selecionará de 10(dez) a 12(doze) poemas, que integrarão o COMPACT DISC (CD).

TRIAGEM

Art. 13 - Após encerrar o prazo de inscrição, a Comissão Avaliadora selecionará de 10(dez) a 12(doze) poemas para serem apresentados na 1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA e que integrarão os respectivos CD e/ou DVD. Os concorrentes serão notificados, em tempo hábil, através de correspondência, telefone, e-mail ou pela imprensa.
a) Dos poemas classificados, no mínimo 2(dois) deverão necessariamente ser de autoria de poetas uruguaianenses, ou radicados em Uruguaiana, devendo tal condição ser comprovada documentalmente no ato da inscrição.

b) Os poemas classificados deverão ser gravados e entregues em registro de boa qualidade, a ser aprovada pela Comissão Organizadora, até 20(vinte) dias após a divulgação das classificadas, juntamente com a autorização para sua utilização em CD e ou DVD, assinada pelo autor e pelos intérpretes, com firma reconhecida em cartório.

CONCURSO
Art. 14 - O intérprete poderá participar de 1(uma) poesia, sendo ou não de sua autoria.
Art. 15 - O amadrinhador (Instrumentista), sozinho ou em conjunto, poderá participar de, no máximo, 2(duas) poesias.
Art.16 – Cada declamador deverá ser acompanhado por amadrinhador ou grupo instrumental.
Art. 17 – Os participantes terão liberdade total na elaboração da apresentação de palco, sendo a execução de sua inteira responsabilidade.
Art. 18 - A apresentação do poema no palco será de inteira responsabilidade do autor, devendo ser declamado de cor, sem o auxílio de qualquer meio de leitura, parcial ou total.
Art. 19- O poema cujo intérprete se valer de leitura ou consulta ao texto no palco, estará automaticamente desclassificado, não fazendo jus à premiação de classificação.
Parágrafo Único: Em caso de esquecimento do texto por parte do intérprete que originalmente tentou cumprir o disposto no art. 18, tal regra poderá ser flexibilizada ao arbítrio das Comissões Organizadora e Avaliadora, ficando, no entanto, o declamador fora da competição na sua categoria.

INDUMENTÁRIA
Art. 20 - O intérprete e os músicos deverão apresentar-se obrigatoriamente pilchados no palco com a indumentária gaúcha típica, permitida a adequação ao tema do poema apresentado.

HORÁRIO DE PASSAGEM DO SOM
Art. 21 - Os trabalhos deverão ser ensaiados das 13h às 17h, no palco do CTG Patrulha do Oeste, no dia 21 de maio de 2016.

DIA E HORA DA APRESENTAÇÃO
Art. 22 - As poemas classificados deverão ser apresentados no palco da 1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA, no dia 21 de maio de 2016, às 21h.
Art. 25 - A Comissão Organizadora irá decidir a ordem de apresentação das poesias que subirão ao palco.
DA PREMIAÇÃO

Art. 26 - A cada um dos poemas classificados e efetivamente declamados, sem leitura ou consulta ao respectivo texto, no palco, salvo a exceção prevista no parágrafo único do art. 19, será paga uma premiação pela classificação no valor mínimo de 900,00 (novecentos reais), estando sujeito a eventuais descontos legais.

Art. 27 - O festival se compromete a efetuar os pagamentos das premiações, mas não estipula a forma de pagamento, podendo ser em dinheiro, cheque nominal ou similares.
Art. 28 - Somente serão feitos os pagamentos às pessoas indicadas na ficha de inscrição e com todos os documentos exigidos.

ALIMENTAÇÃO E HOSPEDAGEM

Art. 29 – Dentro do possível, será disponibilizada aos participantes hospedagem em casas de família da comunidade, mediante pedido até 20(vinte) dias antes do evento, estando sujeito à confirmação conforme as vagas obtidas. Na noite do evento será oferecido jantar aos participantes, cada um com 01(um) acompanhante, de forma gratuita.

PREMIAÇÃO

Art. 30 - Os vencedores da 1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA farão jus à seguinte premiação:

1º Lugar Poema: - Troféu
2º Lugar Poema: - Troféu
3º Lugar Poema: - Troféu
1º Lugar Interpretação: Troféu
2º Lugar Interpretação: Troféu
3º Lugar Interpretação: Troféu

1º Lugar Amadrinhamento: Troféu
2º Lugar Amadrinhamento: Troféu
3º Lugar Amadrinhamento: Troféu

Melhor Tema Sobre Uruguaiana: Troféu

INTEGRANTES DA COMISSÃO JULGADORA

Art. 32 –
a) Rodrigo Bauer- Poeta
b) Bianca Bergmam- Poeta e Declamadora
c) Pedro Junior da Fontoura- Poeta e Declamador

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 33- Os caso omissos no presente regulamento, bem como eventuais dúvidas surgidas durante a realização do evento, serão resolvidos pela Comissão Organizadora.
Art. 34 - As deliberações da Comissão Avaliadora serão soberanas, não cabendo nenhuma contestação.

Art. 35 - Havendo necessidade, este regulamento poderá ser alterado, inclusive quanto à premiação dos vencedores.
INFORMAÇÕES POR TELEFONE:

Carlos Omar Villela Gomes- (55) 9949-7794
Juliano Denarde- (55) 9620-3154
Henrique Denarde- (55) 9681-0503
1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA
FICHA DE INSCRIÇÃO
TÍTULO DA POESIA:
AUTOR :
ENDEREÇO:
TELEFONE:
CIDADE/UF/CEP:
CPF:
RG:
NOME DO DECLAMADOR(a):
NOME DO AMADRINHADOR(a, es):

Informar o nome da pessoa autorizada a receber a Ajuda de Custo e Direito de Arena. Ressaltamos que a mesma deverá estar presente na 1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA.
NOME COMPLETO:
ENDEREÇO:
TELEFONE:
CIDADE/UF/CEP:
CPF:
RG:
NÚMERO PIS/PASEP:
AUTORIZAÇÃO: Autorizo a Comissão Organizadora da 1ª PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA, a promover a gravação em CD/DVD com conteúdo exclusivo do Festival, reservando-se, contudo, os Direitos Autorais, conforme prevê a Lei.
DECLARAÇÃO: Declaro(amos) que as informações dadas à Ficha são verdadeiras e que ao assiná-la estou(amos) aceitando as condições de participação/concorrência propostas no Regulamento desta edição da PATRULHA URUGUAIANENSE DA POESIA GAÚCHA.
OBSERVAÇÃO: Preencher uma via para cada Poema - Informar por escrito à Comissão Organizadora, qualquer alteração.
___________, ______ de ____________ de 2016

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AUTOR

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Inter-regionais do ENART

Carlinho Lima, que é um do Membros do MTG, informa:
- Conforme o que descreve o regulamento do ENART, Art.10, inciso 2º, fica definido para o ano de 2016 a seguinte formação para as inter-regionais do ENART: